quarta-feira, 28 de novembro de 2012

VAGABA NÃO! PROFISSIONAL DO SEXO.

Quem me conhece, sabe que não sou santa, nem faço questão de ser, mas nem por isso tenho que ser obrigatoriamente, a ovelha negra da família, nem por isso tenho que ser a perdida, a sem juízo, a sem vergonha, a vagabunda... Tenho que concordar que não levo uma vida de acordo com os preceitos da religião, e nem sou um bom exemplo a ser seguido, mas isto não faz de mim uma safada, uma piranha, mais uma prostituta neste mundo de meu Deus; Eu não sou uma vagaba qualquer, eu não sou mais uma puta barata, eu não sou uma rameira de bera de estrada, não... Eu sou tudo aquilo que sempre desejei ser, eu sou o mais puro e verdadeiro reflexo da minha alma, eu simplesmente sou honesta e verdadeira comigo mesma; enquanto outras fingem ser o que não são, eu sou quase que obrigada a fingir não ser o que sou.
 
 
O mundo esta cheio de prostitutas e piranhas que fazem sexo, simplesmente porque precisam, não tem estudo nem profissão; mulheres que passam por dificuldades e até mesmo fome; garotas que preferem vender seu corpo, ao invés de passar 8 horas diárias atrás de um balcão em busca de um salário de fome; meninas que abrem suas pernas por apenas míseros trocados... As desculpas são muitas, em sua grande maioria, o fator econômico é sem dúvida o grande motivo para uma garota se tornar uma mulher de vida fácil; No meu caso a lógica não é esta, confesso que já passei por momentos difíceis, períodos em que mal tinha o que comer, dias em que trepava com qualquer pessoa que estivesse disposta a me pagar um prato de comida; mas os anos foram passando, e as coisas foram melhorando, me tornei universitaria, engravidei de um playboy bem de vida, moro em um local privilegiado, estou com a vida estável; e mesmo assim não consigo largar a vida que eu levava; não trepo por dinheiro, mas também não o recuso; não consigo ser simplesmente uma dona de casa, sou uma dama da noite; não consigo ser mulher de um só homem, sou a amante de todos aqueles que me querem e me desejam; não consigo me contentar com o sexo comedido e floreado de amor e ternura, tenho que ser penetrada com vontade e desejo, tenho que ser comida de todas as formas possíveis, tenho que ser possuída com violência e loucura; não consigo ser esposa, mãe e boa filha, mas tenho consciência que nasci para ser amante, piranha e uma verdadeira filha de uma puta; não consigo apenas ter prazer numa relação, tenho que gozar e chegar ao orgasmo extremo; não consigo ser apenas penetrada, tenho que ser invadida, violentada, subjugada; não consigo ser simplesmente uma vagaba qualquer, tenho que ser a melhor puta, vadia e safada na cama de um homem, tenho que ter a buceta e a bunda mais quente e apetitosa que alguem já experimentou, tenho que ser a melhor profissional do sexo que os meninos, homens e marmanjos já tiverão em suas camas.

domingo, 18 de novembro de 2012

PRELUDIO DO PASSADO COM UM TOQUE DE AUTO-PIEDADE

Quem nunca chorou de dor, tristeza ou amor? quem nunca chorou de desilusão, ódio ou paixão? quem nunca chorou ao ver a pessoa amada partir, morrer ou sofrer? quem nunca chorou pelo espinho cravado na carne, pela pimenta respingada nos olhos ou pelo peso das mãos de seus inimigos sobre suas cabeças? quem nunca chorou ao cair, se ferir ou se cortar? quem nunca chorou ao sentir o fio da navalha em sua garganta, a arma apontada para sua cabeça ou a faca encravada em suas costas? quem nunca chorou ao ficar encurralada, presa na lama ou caída em um abismo? quem nunca chorou ao ter a carne dilacerada, a pele rasgada ou seu corpo violado? quem nunca chorou diante do ladrão, perseguida pelos seus algozes e carrasco ou vitima de um estrupador? quem nunca chorou pela febre em sua carne, pela infecção em seu sangue ou pelas feridas em seu intestino? quem nunca chorou ao brigar, apanhar ou perder? quem nunca chorou ...



Veja meus olhos, as lágrimas insistem em rolar pelo meu rosto, o que antes eram verdes e grandes, tornaram-se vermelhos e cansados, para alguns o choro pode durar uma única noite, mas para quem é portadora de um estigma incurável, o choro é constante; meu tormento é insano, minha dor é tremenda, minha solidão é arrebatadora, meu corpo é nefasto, é negro o que me cerca e rodeia, minhas mãos são imundas, meu hálito é pestilento, meu filho é maldito e minha vida é uma desgraça. Mas não são estes substantivos, o motivo de minhas lágrimas, mas sim a certeza de que o que me espera é ainda pior, ainda mais desesperador, muito mais agonizante; eu não estou me referindo sobre a morte ou a possibilidade de ir para o inferno, NÃO, estou falando sobre o amanhã, sobre o que a vida ainda me reserva nestes dias breves que ainda me restão, sobre o futuro certo, sem segredos ou surpresas, aguardando apenas a passagem desta calmaria antes da tempestade, eu me considero uma mulher forte e valente, forte porque permaneci de pé, enquanto outros se prostrarão e caíram, valente porque não me faço de vítima, reconheço minha responsabilidade diante da minha irresponsabilidade; bem, creio que não há motivos para ter grandes perspectiva em relação a minha pessoa, mas acredite, eu vivi, e porque não dizer vivo intensamente, gloriosamente e ousadamente, e não seria exagero dizer que fui completamente insana em minha trajetória, cuja plenitude da vida só não foi maior que a indecência e a libertinagem entre minhas pernas, gozei descaradamente, abusei em demasia do meu próprio corpo, fiz o que muitas mulheres sonham em fazer, mas não tem a coragem de realizar, explorei todo meu orgasmo, mesmo que para isso fosse preciso, muita das vezes, ser submetida a servidão, ao abuso e a violência, e só Deus sabe o quanto gozei, me entreguei de todas as formas imagináveis e inimaginaveis pelo homem, alcancei infinitas vezes o clímax e o êxtase extremo, e como se não bastasse, tive enterrada em cada buraco, poro ou abertura do meu corpo, membros de tamanho, cor, forma e espessuras dilacerantemente incontáveis, e exprementei todo tipo de líquido e secreções expelidas pelo ser humano, tive em minha boca o mais grosso e abundante sêmem, como também o mais amargo e pútrido fel vertido pela carne, me deleitei diante das virgens meninas, em meio ao seu rosado e encharcado sexo, e seus duros e pontudos seios, assim como, saciei toda a minha fome de perversão e sandices, no colo de jovens e insaciáveis meninos.

sábado, 17 de novembro de 2012

O ESPIRITO VADIO DOS NATAIS PASSADOS

NATAL, para alguns esta data tem um significado especial, estes últimos dias que antecedem o ano novo serão de festas e alegrias; para outros, apenas mais uma desculpa para encherem suas caras com cerveja e cachaça; mas para mim, esta época significa solidão, dias furiosos em que me entrego a pensamentos tristes, época em que olho para trás e vejo que nada mudou, que nada consegui, mais um ano desperdiçado, mais um ano de tremendo vazio... NATAL, o que esta data significa, a não ser a celebração decadente daqueles que ainda acreditam e tem esperança, daqueles que fazem fortuna com o comercio e com a exploração dos pobres e semi-analfabetos, período em que gastamos o que não temos, comemos o que não podemos e compramos um amontoado de badulaques e coisas superfulas, sem sabermos como pagar. Então me pergunto mais uma vez, o que é o natal?
 
 
Infelizmente eu tenho que comprar uma MERDA qualquer para meu filho e meu marido, talvez eu me lembre dos meus pais, irmãs e amigos, claro não posso me esquecer da minha sobrinha e seu jeito maroto de conseguir as coisas fácil, e se sobrar alguns trocados, talvez eu alimente minha vaidade com uma quinquilharia qualquer, quem sabe uma roupa ou sapato vagabundo, ou talvez mais um perfume barato ou uma lingerie brega e cafona; não importa, o que interessa é que eu, mesma não gostando, sou vítima deste dia memorável em que sou obrigada a estar com quem não quero e fingir gostar do ambiente e das pessoas que me cercam, beber com meus falsos amigos e compartilhar a mesa com minha família pilantra e sangue-suga, ter que sorrir e escancarar meus dentes amarelos para meu marido pestilento, e beijar sua boca fétida como prova de agradecimento e gratidão pelo presente miserável que ele me deu, abraçar forte meu filho que nem sequer vai me agradecer pelo presente que recebeu de mim, presente este que não sei nem mesmo como vou pagar, e mesmo assim sou obrigada a ver seus olhos descontentes, chorosos e tristes por não ter ganhado o presente que queria, e ao invés disto terá que se conformar com o "carrinho" fuleira que pude comprar, ao invés da "boneca barbie" tão sonhada por ele.
 
 
Me sinto exausta só de pensar nesta semana que se aproxima, deito então em minha cama surrada, fecho meus olhos em meu quarto escuro e sombrio e choro de saudades do tempo em que eu era livre, do tempo em que eu me preparava para ser sodomizada e abusada por vários homens, do tempo em que eu tinha cada poro do meu corpo preenchido por dedos e linguas insaciáveis, de um tempo em que eu dava, mas também recebia, de um tempo em que eu era chamada de vagabunda, puta, piranha, safada, vaca, cadela, vadia, prostituta, meretriz, galinha, rameira, rapariga, quenga e muitos outros nomes indecentes e depreciativos, mas que me qualificavam como uma mulher soberba e realizada na cama, de um tempo em que eu urrava de prazer a cada festa de final de ano, e me sentia alegre, feliz e realizada, mesmo que por um breve momento, mesmo que por apenas aqueles momentos em que estava sendo penetrada, momentos felizes em que estava completamente dopada pelo álcool e pela maconha, mesmo assim eu sabia o que era ser desejada, violada, serviciada e submetida ao verdadeiro ESPIRITO NATALINO, que nada mais é do que; o sacrifício do seu próprio corpo, a entrega voluntaria da sua própria carne aos lobos e carniceiros que te cercam, a busca desesperada pelo goso divino... EU FUI A OFERENDA E O ALIMENTO DE MUITOS. Mas hoje, veja só o estado em que me encontro, triste, inconsolada, vazia, carente e muito, muito sozinha, e sobrevivo me alimentando dos restos do meu passado glorioso, em que o NATAL era mais do que especial, era a época em que eu tinha minha fé e esperanças renovadas e acreditava cegamente que minha vida mudaria, mudaria para melhor.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

A PUTA DE ONTEM É A MESMA PUTA DE AMANHÃ

Esta semana, assisti a um filme intrigante e ao mesmo tempo, esclarecedor, o filme falava sobre um tio e seu sobrinho que atravessavam o oeste dos EUA para levar 500 cabeças de cavalos para o exercito americano, e em meio a esta aventura, algumas chinesas virgens que haviam sido compradas para serem prostitutas em um bordel, um peão que tocava violino e uma velha puta, surgem em seus caminhos, no perigoso e implacável oeste selvagem; mas o que me chamou a atenção, forãm os 4 estágios ou lugares pelo qual uma puta passa no decorrer de sua vida.
 
1º- casas de luxo e prostíbulos de primeira classe. (reservado a garotas novas e bonitas)
 
2º- tavernas, bares e prostíbulos baratos. (reservados a putas baratas e não tão novas)
 
3º- ruas, calçadas e estábulos. (são as putas que se vendem por um prato de comida ou um lugar para dormir, geralmente são velhas e sujas)
 
4º- chiqueiros. (locais imundos onde ficam as putas velhas, tuberculosas, sifilíticas e com toda sorte de doenças e pestes, são vadias repugnantes as margens da sociedade, excluídas pela doença, velhice e mal cheiro, este é o ultimo local de uma puta imunda, antes de sua cova).
 
Fazendo um paralelo com os dias atuais, vemos que pouca coisa mudou, ou quase nada para ser honesta; falando por mim, vejo que já passei por todos estes lugares... Já estive em locais chiques e bem frequentados quando era mais jovem, onde a elite da sociedade e a classe mais jovem se encontram para um happy-hour nos finais de tarde, locais refinados e descontraídos onde os universitarios se encontram para uma badalada noite de sábado; Com o tempo, passei a frequentar locais baratos,onde as festas eram regadas a álcool e drogas, e as pessoas eram cada vez mais esquisitas e estranhas; Nestes últimos anos, passei a frequentar as avenidas, ruas e BRs para sustentar meus vícios e fetiches, trepo com qualquer um em troca de uma carona ou uma aconchegante boleia para descansar meu corpo surrado e trêmulo de frio; Atualmente, fico recolhida com meu corpo debilitado e mal-cheiroso, em um lugar insípido, nojento e fétido, com meu corpo carregado com as cicatrizes do tempo e com feridas que assolam constantemente minha carne, estou reclusa em minha própria casa, em minha zona particular, em meu próprio chiqueiro imundo podre, fétido e promiscuo, excluída e repudiada, carregada de doenças e pestes como a tuberculose, sífilis, meningite e lepra, compreendo agora que minha casa é minha ultima morada antes da minha insignificante partida, meu pardieiro final, meu tranquilo e derradeiro CHIQUEIRO.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

MEU LINDO E NEGRO CAPITÃO DO CONGADO

Mês retrasado comemorou-se o dia da padroeira do Brasil, dia de nossa senhora da Conceição Aparecida, e como é tradição, todo ano, a festa de congado se realiza nesta mesma data em uma grande festa em frente a igreja de nossa senhora do rosário, Não sou religiosa, mas a possibilidade de reencontrar "velhos amigos", me fizerão despertar cedo neste domingo e caminhar ao encontro dos muitos ternos que se reunião no centro da cidade, em uma mistura de cores e batuques contagiantes.



Eu adoro ir para rua, caminhar por entre corpos de negros fortes, suados e tremulos pelo esforço de seu batuque e fé, fico me insinuando como uma cadela no cio, fingindo gostar da folia e das músicas, escondida por de trás de uma câmera fotográfica, clicando corpos que reluzem ao estafante sol da manhã, finjo captar cada dança, cada movimento, cada bandeira... Mas na verdade, meu único interesse é: satisfazer minha luxúria no colo de um negro. E qual o melhor lugar de se conhecer um negro afim de comer uma branquinha, do que em uma congada? aqueles pretos quando me vêem, ficam todos assanhados, querendo colocar seu instrumento suado e colossal dentro de mim, dizendo gracejos, olhando famintos, passando descaradamente suas mãos em meu corpo magrinho e cheiroso, com um perfume visivelmente barato, mas que deixa qualquer marmanjo com pensamentos indescritíveis, divagando sobre a possibilidade de me levarem para suas casas e me rasgarem toda, com sua brutalidade viril no meio de suas pernas.



Não demorou muito, para eu avistar o negro mais gostoso de toda aquela festa, era um capitão forte, que vinha desfilando lindo em sua majestral roupa branca, com seus braços rígidos orquestrando com firmeza seus súditos, que bradavam e tocavam fortes seus instrumentos. Eu quiz aquele negro assim que coloquei meus olhos nele, seu corpo forte, alto e molhado pelo suor de seu desempenho, fizerão com que minha calcinha se encharcasse imediatamente, e minha bucetinha se contraísse de desejo e tesão; com minha câmera em mãos, fiquei bem na frente daquele colosso negro, fotografando sua orquestral entrada, com meu sorriso safado e desejoso, ficava me insinuando claramente para aquele preto, que retribuía com olhares e sorrisos, a cada investida minha.


Não demorou muito para eu me aproximar do meu pretendente preto, disse que estava fazendo um trabalho para a faculdade, o que não era mentira, e gostaria de entrevista-lo, ele aceitou o convite e foi logo me elogiando, como não sou santa e nem me faço de rogada, já fui logo tocando seu braço forte e musculoso, sem pêlos, apenas gotas de suor lubrificavam sua negra pele, e descaradamente levei meus dedos ate minha boca e chupei-os, sentindo o forte gosto do meu preto, não demorou muito, e já estávamos nos agarrando, beijando e sentindo aquele corpo suado me abraçar forte, como se quisesse me devorar naquele momento, decidimos sair daquele lugar e rumamos em direção a avenida Rio Branco, onde adentramos em um hotel chamado Miramar, e foi lá que senti o verdadeiro sabor do meu preto.



Minha primeira atitude, foi retirar a calça daquele preto e abocanhar seu cacete já duro, colocando-o todo em minha garganta, segurava forte aquele instrumento grosso e calibroso em minhas mãos, ao mesmo tempo em que escancarava minha boca para alojar aquele músculo de cabeça roxa e corpo rodeado de veias calibrosas, sorvia todo seu caldo, lambuzando seu cacete com minha saliva e sentindo o cheiro e o gosto forte de suas secreções; ele já estava prestes a explodir, quando derrepente, ele retirou seu cacete da minha boca, ajoelhou-se sobre meu corpo e colocou toda sua linguá áspera e morna em minha cavidade, lambendo, chupando e mordendo meu grelo, fui a loucura com aquela boca sedenta, que bebia todo meu liquido, deixando-me tremula de tesão, agora era eu que já não me aguentava mais, segurei forte os cabelos do meu preto, puxando-o para cima e implorei para sentir seu cajado enorme entre minhas pernas; e que sensação maravilhosa sentir aquele colosso inchado abrir lentamente minha carne, penetrando carinhosamente minha bucetinha encharcada, sua vara deslizava gostosa pela minha gruta, em um movimento de vai e vêm constante; o "perfume" do meu negro, incendiou todo o quarto, seus hormônios, suores e secreções se espalhavam por todo o quarto, empreguinando-se por todo meu corpo, eu delirava de prazer a medida que meu preto acelerava seu movimento, me penetrando forte, rápido e profundo com seu cajado extremamente liso e lubrificado, meu tesão era tanto que eu não sabia se gemia ou gritava, chorava ou sorria, escancarava ainda mais minhas pernas ou fechava, era um misto de sentimentos e sensações que a melhor forma de descrever seria compara-lo com aquela sensação de alivio ao entrarmos no banheiro após uma espera agonizante e interminavel de dor-de-barriga. Minha boca estava completamente aberta, como se quisesse exprimir algo, chingar, gritar, berrar... E já não aguentando mais de tesão, gozei violentamente, em espasmos incontrolaveis, me entregando por inteira para aquele negro que continuava bombando seu cajado duro em meu interior, ao mesmo tempo em que eu suplicava para ele gozar em minha boca, estava sedenta para sentir o gosto daquele preto, e não demorou muito, para eu ser surpreendida por uma quantidade consideravel de porra em minha garganta, mas o que me marcou, foi o gosto forte daquele sêmem grosso, nunca havia antes bebido uma porra tão forte como aquela, seu aspecto gelatinoso e repleta de grumos, encheu minha boca, eu mau conseguia engolir aquele liquido quente e de cheiro muito forte, aos poucos fui consumindo todo seu ranço, engolindo em pequenas golfadas até sua completa dissolução; "confesso que naquela mesma noite, passei toda a madrugada vomitando e com dores estomacais horríveis"; ao terminar de beber todo o semem do meu preto, desabei exausta sobre a cama, deitada completamente nua abraçada com meu negro homem, que alisava meu corpo molhado com suas mãos enormes, ao mesmo tempo em que seus grossos e ásperos dedos penetravam meu cuzinho, ele se posicionou sobre meu corpo enquanto admirava minha bunda grande e branquinha, ele bem que me pediu, implorou, suplicou para comer meu cú, mas eu não estava preparada para dar o cú naquele momento, porém deixei o sacana brincar com minha bundinha, na qual ele ficava enfiando seus dedos calejados e grossos em meu cú, abria e lambia, enfiava novamente e tirava... aquela foi uma manhã maravilhosa, em que eu senti o verdadeiro gosto do meu negro capitão.