domingo, 26 de junho de 2011

UMA VAGABUNDA QUE SONHAVA EM SER SANTA.

O que vou relatar agora, não é minha história, até porque eu sei muito bem quem sou, e não preciso da aprovação e nem da salvação de ninguém... Eu não presto, jamais quis ser santa e nunca fiz pose de boazinha, aprendi que a vida é difícil, umas poucas pessoas estão realmente interessados em ti ajudar, mas a grande maioria, querem lhe ver se foder, cair e não mais se levantar...
A mais ou menos treze anos atrás, entrei na Universidade Federal de Uberlândia, campus Santa Mónica, após fazer cursinho noturno no colégio Anglo; eu me sentia deslocada, já que aquele era um mundo novo para mim, pois até aquele momento eu só havia conhecido as noites uberlandenses e de algumas cidades aqui da região, e desta forma comecei a perder o interesse pela faculdade, pois sentia que ela não estava me ajudando em nada, foi então que a coordenadora do meu curso, me chamou para sua sala, pois ela e mais alguns poucos professores sabiam dos problemas que estava passando por ter um filho, ser vagabunda, usar drogas, ser portadora...
Enfim, decidiu me ajudar, fazendo com que eu me interessasse novamente pela faculdade, como o curso que faço estuda muito antropologia, sociologia e filosofia, decidi fazer uma pesquisa sobre outras pessoas dentro do campos que passarão ou estão passando pelos mesmos problemas que os meus... Que satisfação a minha em descobrir que eu não estou sozinha neste mundo, há mais gente como eu aqui nesta Universidade, e não são poucas.
Através dos professores, veteranos e arquivos, comecei a estudar a vida de uma garota que assim como eu, teve um percurso sórdido até chegar aqui, somos tão parecidas que deixa de ser uma simples coicidência e chega ao ponto de ser bizarro. E é sobre esta garota, que se acha uma vítima da fatalidade que vou narrar:
Ela é linda, magra, alta, branca, olhos claros quase verdes, seios pequenos, cabelo channel, adora usar saia indiana e sandálias. Quem vê, jamais imagina a vida imunda e triste que esta jovem tem, nossa única diferença, é que eu procuro ao máximo esconder de todos o "bichinho" que eu porto, ela ao contrário, escancara para Deus e o mundo sua infeliz e pesada Cruz.
Fiquei perplexa e intrigada quanto a coincidência existente entre nossas vidas, ela fora criada em um lar EVANGÉLICO, e eu em uma família extremamente CATÓLICA, ou seja, ambas estavam lado a lado com DEUS. Ela começou sua vida sexual desde muito cedo, Aderindo a promiscuidade e a perversão sexual com muito vigor e afinco, Mentiu descaradamente para mãe, irmãs, amigos, namorados... Saiu de uma cidadezinha vagabunda e chula e veio morar em Uberlândia; Praticou muito sexo oral, anal e grupal; Fumou muita maconha e cheirinho da lóló; Injetou muita cocaína e crack nas veias; Trepou com muitos degenerados e sádicos que faziam de tudo com seu corpo; Frequentou muitos shows, festas e luais; Adorava sair para barzinhos, boates e eventos culturais; Fez um aborto quando era adolescente, Teve um filho na juventude e não vai chegar até a velhice; Entrou na faculdade, enganou e foi enganada por um vagabundo e hoje finge que tem uma família feliz; E finalmente, sabe que a morte virá ligeira acompanhada de muita dor e debilitação, mas mesmo assim, acredita que poderá receber o perdão divino e transforma-se da noite para o dia, de uma VAGABUNDA em uma SANTA.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

COMO ME TORNEI UMA PUTINHA - FIM.

Continuação.


... E com a rola lubrificada, meu irmão posicionou seu cacete no rumo do meu ânus, e bem lentamente e com muito cuidado, tentava sem sucesso colocar aquela manjuba dentro de mim, parece que só ele não via a impossibilidade daquela cabeçorra enorme e grossa, entrar dentro de um buraquinho tão pequeno e delicado, a cada tentativa de penetração, meus braços e pernas gelavam como gelo, eu suava frio literalmente procurando de todas as maneiras possíveis, desvencilhar daquele pesadelo, eu já estava completamente exausta, de tanto me debater, gemer e berrar, na esperança de escapar daquilo, foi quando ele disse que se eu ficasse calma, seria mais fácil e menos doloroso a penetração, naquele momento minhas pernas já não tinham forças, foi quando derrepente senti algo se rompendo seguido de um ardor muito forte, era como se estivessem rasgando minha carne, soltei um berro ensurdecedor ao mesmo tempo que senti percorrer um líquido muito quente pelas minhas pernas; em um primeiro momento, achei que não tinha suportado a dor e havia me sujado toda, foi quando olhei para baixo e para traz e notei uma grande quantidade de sangue que saía do meu ânus, compreendia agora que meu irmão acabava de rasgar todas as minhas pregas, pude sentir então aquela cabeçorra gigantesca, sendo estrangulada pelos meus músculos anais, Deus como ardia... havia uma sensação enorme de tentar expelir tudo que estava dentro de mim para o lado de fora, mas havia algo gigantesco impedindo a saída. Queria que aquele pesadelo acabasse logo, mas sabia que estava apenas no começo, pois meu irmão havia colocado apenas a cabeça do seu membro dentro de mim, havia ainda mais de 18 cm. de rola a me penetrar; foi quando ouvi ele dizendo para que eu tivesse calma, pois o pior já havia passado...

Ficamos imóveis por mais de dois minutos, aguardando que eu me recomposse, pois tive a nítida sensação de que iria desmaiar na hora da penetração, meu sangue havia se extinguido do meu corpo, estava branca como vela e gelada como uma pedra de gelo, foi quando lentamente, meu irmão iniciou um vai e vem em um ritmo muito calmo e devagar, introduzindo centímetro por centímetro de sua longa rola, ao mesmo tempo que usava seus dedos para massagear minha vagina, aos poucos, a dor foi cedendo lugar a uma sensação de prazer, acompanhado de um forte sentimento de submissão e impotência, pois não havia nada que pudesse fazer para mudar aquela situação, eu não conseguia me mover pois a cada movimento, por menor que fosse, sentia uma dor profunda, como se estivesse com uma ferida aberta dentro de mim; aos poucos aquela manjuba entrou toda dentro do meu rabo, sentia aquele cacete forçar passagem pelo meu intestino, empurrando para traz, tudo aquilo que queria sair, nesta hora os movimentos começaram a acelerar, meu irmão tirava seu cacete de dentro do meu cú, deixando apenas sua cabeça, logo em seguida colocava todo ele para dentro em uma única estocada, os movimentos agora eram rápidos e profundos, como aqueles que precedem uma ereção, implorei para que ele não gozasse, pois eu não tinha mais controle sobre meus músculos, e minhas pregas já não existiam mais, implorei para que parasse, pois já havia concretizado sua fantasia, e que me levasse até o banheiro, pois sabia que iria me lambuzar toda no momento em que ele retirasse aquela cabeçorra enorme de dentro de mim; minhas palavras não tinham mais efeito, meu irmão estava diferente, seus olhos estavam estranhos, foi quando ele me disse ofegante, vou gozar todo em seu rabo, como se fosse um cavalo, e se você lambuzar meu cacete com merda, farei você lambe-lo até ficar limpo, aquele, já não era mais meu irmão, jamais ouvi palavras parecidas com aquelas, saírem de sua boca...

Derrepente, sinto jatos de sêmem invadirem meu intestino, a pressão provocada pela quantidade de porra era enorme, como se um rio escaldante estivesse prestes a se romper, meu irmão havia depositado litros de porra em meu ânus, até a ultima gota, foi quando lentamente começou a retirar aquela estrutura grossa, inchada e cheio de veias calibrosa de dentro de mim, deixando apenas aquela cabeçorra na luz intestinal do meu ânus, eu estava prestes a explodir, quando derrepente, de uma só vez, meu irmão retira a cabeça emperdigada do seu membro de dentro de mim, fazendo com que um canudo de merda, semem e sangue se projete para fora e para cima, aquele líquido amarelado de odor muito forte, saía aos jatos do meu ânus, sentia aquela massa escorrer toda pelas minhas pernas, eu gemia e berrava como louca, devido a explosão e ao regaço que meu irmão havia feito ao retirar seu cacete, parte do meu intestino havia se projetado para fora, meu prolápso anal ardia como se tivessem mil lâminas me cortando. Estava agora imóvel, frígida e de quatro em uma cama imunda ao lado de um homem que eu não mais conhecia; derrepente, meu irmão se aproxima de frente para mim, com aquele membro todo lambuzado e sujo de merda, e me obriga a chupa-lo agarrando forte minha cabeça pelos cabelos e pincelando aquela manjuba flácida e fétida em minha boca, obrigando-me a sentir o gosto das minhas próprias fezes...

Quando pensei que tudo havia acabado, o safado colocou-se novamente atrás de mim, e disse que iria colocar meu intestino novamente para dentro, e que a partir daquele dia eu nunca mais iria deixar de dar a bunda, neste momento ele força sem dó, todo o meu prolápso anal para dentro enfiando seu cacete novamente duro para dentro do meu rasgo; já não sinto mais dor, já não sinto mais nada, só não entendia como uma noite de amor havia se transformado em pesadelo...

Neste momento, vejo a porta do quarto se abrindo, e minha mãe em choque contemplando seu filho esfolar o cú da sua própria irmã.

... Toda ação gera uma consequência, naquela mesma noite fui expulsa de casa trajando apenas a roupa do corpo toda suja, cagada e ferida, carregava em uma das mãos apenas minha carteira contendo meus documentos e mais 62 reais, e na outra, um buque de rosas vermelhas, lembrança de um homem que um dia conheci.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

COMO ME TORNEI UMA PUTINHA.

Eu e meu irmão havíamos nos apaixonado loucamente, não ficávamos distante um do outro nem mesmo por um dia, depois da nossa primeira noite de amor incestuoso, meu irmão havia voltado ao que era antigamente, voltou a sorrir, brincar, arrumou um trabalho e tornou-se novamente aquele jovem vivaz e esbelto que há tempos nós não víamos. Somente eu sabia o motivo do seu retorno e regresso, mantínhamos em profundo segredo nossa relação, sabíamos o quanto era errado e proibido, porem meu corpo jamais conseguiria repudiar a presença sempre constante de meu irmão, tocando despercebidamente minhas pernas e coxas por baixo da mesa na hora do jantar; me olhando sempre que possível, pelo buraco da fechadura, eu tomar banho; e todas as noites depois que todos dormiam, eu corria para seu quarto para lhe desejar uma boa noite de sono e é claro, chupar de maneira descarada, aquela rola enorme, cuja a cabeça mal cabia em minha boca...
 

Tornei-me escrava sexual do meu irmão, não conseguia dizer não as suas fantasias e fetiches, e a cada dia que passava, eu me tornava cada vez mais promíscua e degenerada. Nas madrugadas em que eu ia para o quarto do meu irmão, eu chegava, trancava a porta em silêncio e já ia em sua direção descendo a calcinha e colocando minha bucetinha no rumo de sua boca, ao mesmo tempo que tentava abocanhar seu mastro já duro e empertigado, fazendo um gostoso 69. ficávamos nesta posição por uns cinco minutos logo depois, virava ao contrário e introduzia minha língua com todo o tesão do mundo na boca do meu irmão, onde nos beijávamos desesperadamente, buscando sorver um a saliva e a língua do outro; ao mesmo tempo, bem devagarinho, eu sentava sobre seu membro e aos poucos ia forçando minha bucetinha em direção aquela cabeça inchada e vermelha, na firme intenção de ter todo aquele mastro de pouco mais de vinte e três centímetros dentro de mim.
 

Meu irmão com a experiência de um garanhão, pincelava a abertura de minha racha, com seu membro tremendamente duro e aos poucos colocava a enorme cabeça e posteriormente o restante do corpo até ele ficar completamente escondido dentro da minha xaninha, a vontade de gritar e gemer era enorme, mas abafava a dor e o tesão, mordendo os peito e braços do meu irmão, a partir dai, iniciava uma deliciosa cavalgada sobre aquele imenso mastro, eu delirava de tesão, levantava e descia meu quadril em movimentos ritmados, levantava minha bundinha até quase seu pau sair de dentro da minha gruta e abaixava novamente, fazendo-o se esconder completamente até tocar a entrada do meu útero, quando estava prestes a gozar, eu ficava parada e ele mesmo por baixo, me dava estocadas vigorosas em minha bucetinha, até sentir aquele caldo flamejante escorrer por entre as pernas, e ficávamos parados até o fim das contrações e por fim, retirava seu mastro de dentro de mim, e dava uma última chupada em seu pau, recolhendo os últimos resíduos de semem que saiam de sua cabeçorra. Nossas noites de sexo ardente, perduraram por mais de seis meses, mesmo após um aborto, consequencia uma gravidez indesejada com meu irmão, não conseguia deixar de trepar com ele, era vício, doença, loucura...
 

Eu já estava com meus 15 anos, quando meu irmão disse que neste final de semana a casa iria ficar vazia pois minha mãe iria fazer uma viagem para Brasília, pois ela vendia poupa de frutas para fazer sucos e iria ver não sei bem o que na capital do país; ele disse que iria INVENTAR uma viagem de serviço, só para que eu e minhas irmãs arrumassem um lugar para passar o final de semana, pois ele queria a casa vazia neste final de semana porque queria fazer algo novo, e precisaria que a casa estivesse vazia, sem minhas irmãs, somente eu e ele...
 
 
Ao perguntar o que ele tinha em mente, a única resposta que tive, era que ele iria fazer algo que há tempos ele estava com vontade de fazer e que não iria passar deste final de semana, e que precisava da casa vazia pois eu iria gritar e gemer muito, mais iria gostar a ponto de não conseguir ficar mais sem fazer...
 

No sábado então, falei para minha mãe que dormiria na casa de uma amiga, enquanto cada uma uma das minhas irmãs já haviam arrumado também um lugar para passar o final de semana; meu irmão já havia se despedido na madrugada de sexta-feira da minha mãe, pois sairia muito cedo, a ponto de ninguém ver a que horas ele havia levantado, mas eu sabia que ele estaria em casa apartir das 22:00, e que eu devia espera-lo para nossa noite de muita depravação e degeneração sexual... A tarde de sábado parecia não passar nunca, e eu estava morrendo de medo do que iria me acontecer, pois mesmo ele não me contando, eu já fazia uma ideia do que ele queria, e sinceramente, eu acho que não iria dar conta de realizar aquela sua fantasia... Minhas irmãs já haviam pegado uma muda de roupa e saído cada uma para seu rumo, a viagem da minha mãe estava marcada para sair as 20:00 da rodoviária, aproveitei, e acompanhei ela até o setor de embarque e disse que já iria para casa de minha amiga e que ela fizesse uma boa viagem, saí com o coração batendo forte deixando minha mãe na sala de espera, enquanto caminhava apressadamete para o rumo de minha casa, tinha que tomar banho e me preparar para a chegada do meu irmão.
 

Já se passava das 21: 30, quando vi a porta sendo destrancada e meu irmão adentra com um lindo buque de rosas vermelhas eu uma das mãos, vou ao seu encontro e beijo seus lábios e queixo, passando minha língua por todo seu rosto enquanto ele diz que hoje será um dia inesquecivel para mim... Me entrega as flores e diz que há tempos me deseja dar, mas que não podia para não levantar suspeitas de nossa família, coloca uma das mãos no bolso e tira um pequeno frasco com um liquido e diz que que será necessário me lubrificar todinha pois hoje ele iria comer minha bundinha... Meu medo havia se concretizado, pois como havia dito anteriormente, eu já desconfiava, agora aquelas palavras vieram apenas confirmar meus receios e temores. disse que não precisávamos fazer aquilo, e que o que fazíamos já era muito gostoso, e mesmo me penetrando na vagina, eu sentia uma dor enorme devido a grossura da cabeça de seu pau, que eu não aguentaria aquilo por traz. ele me pegou no colo e foi me conduzindo ao seu quarto dizendo que aquela seria a última fronteira, pois apartir daquele dia eu seria sua para sempre, e nenhum homem seria capaz de me fazer mulher como ele me faz, e que eu não tivesse medo, pois tínhamos a noite inteira e ele seria a pessoa mais gentil e carinhosa do mundo, mas que iria me penetrar todinha, bem gostoso e faríamos de tudo, até nossos corpos não aguentarem mais...
 

Já na cama, ele tirou toda minha roupa e me deixou deitada completamente nua, e como eu sabia que ele adorava me ver depilada, tirei todos os pelos pubianos, ficando com a bucetinha branquinha e lisinha enquanto ele devorava ela com a língua e com os dedos, derrepente ele me coloca de quatro e começa a pincelar meu grelo com sua vara, e dar estocadas profundas em minha buceta, tirando completamente e colocando seu pau dentro de mim, que tesão, eu rebolava e empinava a bunda forçando seu cacete até a entrada do meu útero, ao mesmo tempo que ele passava aquele liquido na portinha da minha bundinha e se aventurava colocando apenas a pontinha do dedo indicador em meu ânus. Eu apesar do tesão, estava morrendo de medo, pois aquele cacete iria arregaçar meu cuzinho virgem, e naquele vai e vem gostoso, meu irmão acabou colocando um dedo inteiro em meu cu, ardia muito, principalmente devido a presença de seu cacete em minha buceta, que causava um atrito desagradável em meu ânus e uma vontade loca de fazer coco, não sei bem porque, mas tinha medo de não suportar e lambuzar todo meu irmão no momento em que fosse gozar... Não satisfeito com apenas um dedo em meu rabo, voltou a lubrificar bastante meu ânus, introduzindo agora, dois dedos ate o talo... Dei uma gemida forte, lembro-me que suava frio, pois sentia uma dor imensurável, e um medo ainda maior de me sujar toda...
 
 
Neste momento meu lindo e gostoso irmão retirou seu cacete duríssimo de dentro da minha bucetinha inchada e começou a lubrifica-lo com aquele produto; comecei a chorar e pedir que não fizesse aquilo, pois iria doer muito; mas isto só parece ter acendido ainda mais o demónio que estava dentro dele, foi quando ele abriu bem minhas pernas e pediu para que eu empinasse bem o bumbum, e com a rola lubrificada...
 
CONTINUA...

sábado, 11 de junho de 2011

VIRGINDADE PERDIDA - FIM.

CONTINUAÇÃO...

... Estava perplexa e rubra com a declaração que meu irmão havia acabado de confessar, entendi perfeitamente o que ele havia acabado de falar, minha mente só não queria aceitar o que os ouvidos acabaram de escutar; foi neste momento que ele levantou seu rosto de encontro ao meu e tocou minha boca com seus lábios... Estava ofegante e atordoada, não queria acreditar no que estava acontecendo, era errado, era incomun, era pecado...



Apesar de não querer acreditar no que estava acontecendo, não conseguia me mover, não conseguia dizer não, nem mesmo consegui virar meu rosto para o lado na tentativa de impedir aquele beijo, estava atônita como pedra, foi neste instante que senti sua língua invadindo minha boca, foi estranho pois já havia beijado muitos meninos da minha idade, já havia desejado muitos garotos lindos da minha escola, mas nunca tinha sentido uma língua tão quente como aquela, era como se estivesse febril, e neste momento o gelo que estava em mim, foi quebrado e substituído por uma sensação diferente daquela que há poucos instantes atrás me atormentava, agora não estava mais com receio nem medo, nem mesmo com o peso da culpa em minhas costas, ao contrário, me sentia leve, excitada... E aos poucos fui introduzindo minha língua em sua boca, fechei meus olhos e comecei a sorver toda a saliva que emanava da boca do meu lindo e gostoso irmão, levantei meus braços e abracei seu corpo e pude sentir o quanto ele tremia, seu corpo vibrava como o de uma criança tomada pelo medo, ao mesmo tempo em que um calor imenso tomava conta do meu corpo, me fazendo tremer igual ou pior que meu irmão...



Neste instante, senti suas mãos percorrerem delicadamente e vagarosamente por sobre minha blusa de tecido fino, meus seios ainda pequenos, doíam como se necessitassem de serem despojados de toda e qualquer cobertura que tocava meus mamilos... Senti os dedos de meu irmão, abrindo os botões da blusa, mas quando instintivamente pousei minhas mãos sobre as suas na tentativa de impedir que ele continuasse; já era tarde demais, pois não haviam mais botões para serem abertos, estava agora com meus seios nus, ao alcance de seus olhos e mãos, foi quando senti sua boca ir de encontro aos meus mamilos, nossa que tesão... Até hoje posso sentir o toque de sua língua e dentes em meus seios, ele mordiscava meus mamilos que a esta altura estavam inchados e tremendamente pontudos, devia ter quase dois centímetros só de bico, mas que delicia... nesta hora, enquanto ele chupava e mordia meus mamilos, uma de sua mãos, pegou minha mão direita pelo punho e colocou-a para dentro da coberta de lã indo de encontro a sua cintura, e nesta hora pude sentir seu membro tremendamente duro, não tinha noção até aquele momento, de como era um pénis de verdade, e pela primeira vez na vida, olhei fixamente para aquela parte tão linda da anatomia do homem, era enorme, ultrapassava seu umbigo, e tinha a grossura dos meus punhos, mas o que me chamou a atenção, era o tamanho e a forma da cabeça do seu membro, lembro-me de ter pensado naquele momento, como era possível aquilo entrar dentro de uma mulher? sei que em mim, aquilo jamais caberia, nunca. Pois era enorme, grosso e rocha, parecia uma mão fechada só que muito lisa e lustrosa...



No momento em que segurei seu mastro, senti minha calcinha inundar, estava toda molhada e latejando, minhas pernas tremiam muito e não obedeciam mas as minha vontades. Neste momento, meu irmão parou de chupar meus seios e beijou minha boca, retirou a coberta que cobria parte de suas pernas e pude contemplar pela primeira vez, meu lindo irmão completamente nu, ao mesmo tempo que ele me segurando pela cintura, fez me ficar de pé e desceu o ziper da minha saia que ficava do lado direito da minha roupa, deixando-me completamente imóvel e usando apenas uma calcinha minúscula e de cor branca, que deixava transparecer meus pelos pubianos devido ao liquido que havia saído da minha vagina e molhado completamente minha calcinha, chegando a escorrer pelas pernas...



Ele delicadamente, segura nas laterais da calcinha e começa a descer até deixa-la no chão, levanta uma de minhas pernas e coloca sobre a cama, deixando-me aberta e exposta, enquanto contempla minha vagina completamente molhada e pulsando, neste momento, ele vêem de encontro ao meu corpo e coloca sua boca em minha bucetinha, quando sinto sua língua forçar entrada por entre meu buraquinho, não aguento e me molho toda novamente...



Sinto ele sugar e beber todo o líquido que sai de dentro de mim, minhas pernas não suportam o tesão e cedem, como sou magrinha e com apenas 14 anos, ele segura meu corpo e me coloca sentada em sua boca com os dois joelhos sobre a cama, totalmente aberta, segurando firme a cabeceira da cama enquanto sua língua busca desesperadamente entrar fundo em meu corpo, sinto sua língua percorrer toda minha vagina, pelos e ânus.



Agora, ele desliza meu corpo para baixo, enquanto sua língua sobe serpenteando minha barriga, seios e boca, e ao me colocar sentada em seu colo, sinto no meio das coxas, todo seu volume e um frio repentino percorre toda minha espinha, talvez pelo medo do que estava por vir, ou quem sabe receio pelo tamanho e grossura do membro que eu teria que alojar dentro de mim...



Neste momento, meu irmão gira seu corpo, colocando-me deitada sobre a cama enquanto seu corpo fica sobre o meu, com sua mão esquerda, segura firme meus dois braços pelo punho sobre minha cabeça, ele abre minhas pernas e se coloca no meio delas, ouço ele balbuciar algumas palavras, não sei o que ele dizia, pois estou concentrada no que estava para me penetrar, e neste momento ele segura firme seu membro enorme com sua mão direita, colocando-o no rumo da entradinha da minha bucetinha, e bem devagar vai introduzindo aquela cabeçorra enorme no meio das minhas pernas. A cada tentativa de estocada, sinto uma dor tremenda, começo a chorar e pedir para que ele pare, pois esta doendo muito, mas meu clamor parece não fazer efeito, meu irmão, continua segurando seu potente membro e firmemente tenta penetrar com todas as forças a entrada da minha vagina, neste exato momento, sinto algo se dilacerando, parece que minha carne acaba de ser rasgada, e aos berros e prantos, percebo quando a cabeçorra enorme do meu irmão, rompe meu cabaço e penetra furiosamente minha buceta, a dor que sinto é indescritível, minha vagina arde como se tivesse em brasas, e por um breve momento, perco o controle sobre minhas funções e músculos e percebo um caldo muito quente escorrer pelas minhas pernas, penso que não consegui me segurar e urinei toda, mas ao olhar para minhas coxas, vejo uma grande quantidade de sangue saindo da minha rachinha, ainda chorando e desesperada, peço para meu irmão tirar, mas ele na tentativa de me consolar, fala bem baixinho em meus ouvidos para me acalmar, pois o pior já havia passado, tente relaxar, calma, calma , calma meu anjo...



Depois destas palavras, eu parei de berrar e gritar, mas as lágrimas insistiam em continuar saindo dos meus olhos, minha buceta estava tremendamente inchada, mas a dor começava a dar espaço a um sentimento ainda maior, principalmente agora que meu irmão me abraçava forte e colocava sua língua em minha boca. Com bastante carinho, ele voltou a mexer bem devagarinho seu membro novamente dentro de mim, sentia ele penetrar cada centímetro em minhas entranhas e em um movimento cadenciado, fui ficando mais relaxada e quando dei por mim, seu enorme pau estava todo dentro de mim, tudinho mesmo, eu não acreditava no que estava vendo, como poderia aquele colosso estar todo dentro de mim?



A dor havia dado lugar ao tesão e ao prazer, e a medida que ele aumentava a velocidade,  maior era minha vontade de xingar, gritar, morder, chupar... Mas minha única ação naquele momento, era continuar com minha boca completamente aberta.



Estava pronta para gozar novamente como uma cadela; foi quando senti um jorro enorme e muito quente invadir toda minhas entranhas, era como se um líquido incandescente houvesse invadido meu útero e começasse a escorrer pelas laterais da minha vagina, meu irmão havia gozado como um cavalo, era tanta porra que eu nem acreditava, e a medida que ele ia gozando, não suportei mais o tesão e cedi juntamente com ele num gozo imenso que emanava da minha xoxota, ao mesmo tempo em que sentia seu pau latejar e expelir litros de sêmem em minha bucetinha...



Ele caiu desfalecido sobre meu corpo, completamente suado e ardendo como se tivesse febre, com seu pau ainda pulsando e duro, ele foi aos poucos retirando de dentro de mim, e novamente senti aquele mastro me rasgar quando a cabeçorra deixou meu corpo, que mistura de tesão, dor e prazer ao mesmo tempo, minha buceta estava muito vermelha e inchada, era como se tivesse saído para fora, como se um botão de rosa, houvesse se desabrochado, tinha agora me tornado mulher, fêmea e vadia, pois deste dia em diante nunca mais deixei de trepar, transava como uma louca sedenta por pau.



Deste dia em diante, meu irmão começou a me foder diariamente, sempre que tinha oportunidade meu irmão me arreganhava com vontade, passei a fazer coisas que até o diabo duvida, eu e meu maninho passamos a fazer amor de todas as formas possíveis, até o dia em que minha mãe me pegou de quatro em seu quarto sendo penetrada vigorosamente por traz...

mas esta é uma outra história.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

VIRGINDADE PERDIDA - 2

CONTINUAÇÃO...

Como havia dito anteriormente, meu irmão havia ido para a capital estudar para ser PADRE, isto abalou não só a mim, mas principalmente minhas irmãs...
Já haviam passado 6 messes desde que meu irmão fora embora, até que em uma tarde de terça feira o correio entregou uma correspondência dizendo do retorno súbito e inesperado de meu irmão. Apesar de estranhar seu retorno, eu estava eufórica e apreensiva com sua volta, não via a hora de chegar sábado para poder ver, tocar e abraçar meu querido irmão.
No sábado, próximo do meio-dia, um jovem de aparência triste, cabisbaixo e olhar frio, adentra porta adentro abraçando forte minha mãe, lágrimas corriam pelo seu rosto, só não sei ao certo o motivo, talvez felicidade em reencontrar a família, ou quem sabe um motivo ainda desconhecido por nós...
Todos nós nos abraçamos e nos alegramos por estarmos novamente juntos, porem aquela pessoa que estava ali conosco, não era mais o mesmo rapaz lindo, esbelto, alegre, e tremendamente charmoso que outrora conhecemos, estava ali conosco, uma pessoa amargurada, de olhos profundos e sem vida, um homem que ficava trancado em seu quarto horas e horas, mal se sentava a mesa para se alimentar e logo se retirava para o abrigo de seu quarto frio e enfadonho.
Algumas semanas se passarão desde sua chegada, e meu irmão não havia me dirigido uma única palavra sequer; decidi então me aproximar dele para tentar compreender o motivo de sua reclusão e de tamanha tristeza que estava aos poucos consumindo sua vida.
Era uma noite de sexta-feira, e todos haviam saído para uma novena na casa de uma comadre da minha mãe, que ficava em um distrito próximo da nossa cidade; ficaram apenas meu irmão trancado em seu quarto e eu reclusa no meu quarto a espera de uma oportunidade para poder conversar com ele.
Bati levemente na porta e chamei-o pelo seu nome, ao mesmo tempo que, vagarosamente abria sua porta, mesmo sem o seu consentimento. Ele se encontrava deitado e coberto por uma grossa coberta de lã, virou-se para o rumo da porta e pediu para que eu entrasse e viesse ao seu encontro; sentei na cabeceira de sua cama e pousei minhas mãos sobre seu rosto, ao mesmo tempo que indagava sobre sua tristeza e o motivo de tamanha dor, pois estava longe de ser aquele irmão alegre, feliz e vivaz que um dia eu conheci.
Com olhos mergulhados em lágrimas e sua cabeça em meu colo, ele aos poucos começou a balbuciar algumas palavras que num primeiro momento não faziam sentido, mas aos poucos, comecei a perceber a gravidade da situação...
Ele começou a desabafar sobre o motivo de não ter continuado seus estudos como SEMINARISTA, disse que estava preso a pensamentos e desejos extremamentes pecaminosos e abomináveis aos olhos dos homens e de DEUS.
Confessou que o motivo de sua viagem para a capital, era porque estava apaixonado por uma pessoa, e que este amor era proibido, pois se configurava em um pecado mortal e pior que isto, configurava-se em um INCESTO. Não entendia o que ele queria dizer com aquilo, apenas tentava amenizar a situação falando que ele não precisava sofrer por amor, pois todas as mulheres eram loucas por ele, e que ele poderia ter qualquer pessoa a seus pés. Foi neste momento, que ele levantou seu rosto, olhou fixo em meus olhos e disse:
Seria eu capaz de amar minha própria IRMÃ, e ser correspondido com este amor?


continua...

sábado, 4 de junho de 2011

VIRGINDADE PERDIDA

Eu tinha 14 anos quando perdi meu cabaço, isto não é novidade para ninguém, não é mesmo...
o que vai deixar você com os cabelos em pé é saber quem foi a pessoa que me comeu pela primeira vez. Antes de iniciar minha historia, tenho que expor um pouco da minha infância.
Fui agraciada e privilegiada por nascer em um lar estável, eu juntamente com minhas duas irmãs uma mais velha e outra mais nova, adorávamos estar sempre perto do meu irmão o primogénito da família, ele era alto, atlético, lindo e tinha um bocado de garotas a sua volta.
porem, a partir dos 10 anos de idade, eu começava a me diferenciar das outras garotas da mesma idade, pois os brinquedos com bonecas nunca me agradaram, mas adorava brincar na rua, principalmente se havia meninos na brincadeira. Desde cedo minhas irmãs já sabiam o que eu seria no futuro, pois quem melhor do que elas para me ensinarem o mal caminho???
Ao completar meus 14 anos, meu irmão se aproximou de mim e disse que eu era sua irmã preferida, e que ninguém iria me fazer mal algum, e com um forte abraço, beijou-me na face direita e me desejou MUITOS ANOS DE VIDA, dando-me os parabéns pelo meu aniversário. senti-me a pessoa mais segura do mundo naquele momento, pois meu lindo e gostoso irmão havia dito que eu era sua preferida e que me protegeria de todo e qualquer mal...
Naquela época, ele estava com 20 anos de idade, e sua sexualidade podia ser sentida na pele, pois havia uma multidão de garotas interessadas por ele, muitas das quais faziam um esforço tremendo para serem minhas amigas, só para estarem próximas dele. A grande surpresa que me deixou perplexa - e ate hoje não compreendo sua escolha - Foi quando ele desistiu de tudo, trabalho, estudos, namoradas, família... só para ser SEMINARISTA, é isto mesmo, meu lindo irmão optou pelo celibato e foi estudar na capital para ser PADRE. Isto foi motivo de grande alegria para minha mãe, pois morávamos em uma cidadezinha do interior de Minas Gerais e esta decisão abalou todos a quem conheciamos...


continuação...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

UMA VAGABUNDA COMO EU!

Amigos, como havia falado anteriormente, algo que me deixa perplexa, é a HIPOCRISIA. Conheço uma garota, assim como eu, linda, alta, pele e olhos claros, magra e universitária; que por um azar, ou força do destino, carrega um fardo de igual e semelhante peso que o meu, porem ela se acha uma VITIMA do destino e não uma AGENTE de sua própria e inconseqüente vida. Acreditem, pois ela se acha melhor ou superior a mim, mas eu sei o quanto ela se drogou, fumou, bebeu, trepou com viciados e playboys a torta e a direita, passava madrugadas inteiras dando para "amigos", e hoje não passa de um pedaço podre de carne doente, com a responsabilidade de cuidar de um "filho", que possivelmente não será grande coisa no futuro; e para finalizar, tenta de todas as maneiras esquecer o final trágico que a espera. Se me perguntares se tenho inveja desta garota, respondo que sim... Tenho inveja da sua esperança, da sua atitude positiva diante da vida, da sua segurança em relação ao futuro, não sei bem ao certo o motivo de tentar preencher sua miserável e curta vida com coisas banais e fúteis, mesmo sabendo que o que lhe espera não é nada reconfortante. Lamento, mas prefiro viver a realidade, fodendo e sendo fodida por todos, destilando meu ódio e fel em todos aqueles que abusaram, ofenderam ou marcaram meu corpo.
vou trepar até meu último dia de vida, e juro levar comigo, um batalhão de homens e mulheres depravados, mentirosos, traidores, violentos, sacanas, maliciosos, incestuosos, hipócritas... e toda uma corja que venderia a própria mãe para sentir um pouco prazer carnal.