terça-feira, 30 de abril de 2013

CAIXA DE BOMBOM.

Não me lembro de todos os presentes e agrados que já ganhei nesta miserável vida, mas existem alguns que são inesquecíveis, uns pelo seu valor financeiro, outros pelo seu valor sentimental, mas nenhum foi tão importante quanto aquele que eu recebi quando ainda estava com meus 17 anos de idade; claro que naquela época, aquela demostração de carinho e afeto teve pouca, ou nenhuma importância para mim, mas hoje eu sei que talvez aquele tenha sido o único presente que eu tenha ganhado de coração, o único presente que não tentou me subornar ou me comprar, o único presente que foi me dada de bom grado, carinho e paixão. Confesso que este presente que ganhei, não passava de uma simples caixa de bombom... Isto mesmo, uma simples e insignificante caixa de chocolates.


Pode parecer bobeira minha, mas como explicar minha atitude diante de tão insignificante presente? como posso eu dizer que não houve agrado melhor do que esta coisa ridícula e chula? não estaria eu tentando chamar a atenção dos leitores para as coisas pequenas? na verdade não, muitos não vão entender ou compreender o significado das coisas banais que nos cercam, apenas algumas poucas pessoas, pessoas estas de almas feridas ou abandonadas, pessoas que carregam em seu corpo e alma, feridas ainda não cicatrizadas, pessoas que choram a noite, talvez estas entendam o que quero dizer; pois eu só fui entender a importância das coisas pequenas quando não tinha nada mais para perder; aprendi então uma verdade absoluta, toda e qualquer demostração de carinho e afeto são importantes, mas aquelas que são acompanhadas com um brilho nos olhos, e um sorriso verdadeiro nos lábios, são ainda mais importantes, e foi isto que eu ví e não dei importância naquele momento; me lembro perfeitamente do dia em que aquele garoto, naquela época meu namorado, chegou mansamente em minha casa, chamou pelo meu nome e me brindou com pacotes dentro de uma sacolinha de supermercado, recheados de bombons; fingi surpresa e alegria, abri até um na sua frente para não fazer desfeita, e o restante, dei para minha irmã e meu "amante"; sabia que ele não tinha trabalho e mal conseguia se sustentar, mas de alguma forma ele me presenteou com algo que estava muito além de suas posses; mas o que eu queria na verdade, no auge de minha beleza e juventude era ser comprada, aliciada, arrematada pelo maior preço... Chocolates são para crianças; puta gosta é de carros, motéis caros, viagens, festas e orgias... Mas aquele garoto, na tentativa frustrada de me fazer apaixonar por ele, de me fazer ver o quanto ele me amava e de me fazer ver o quanto eu era importante para ele, só conseguiu atiçar ainda mais minha vaidade e aumentar ainda mais meu ego; lembro-me bem dos seus olhos, eles transbordavam veneração, submissão, eles eram paixão, não me pediam nada a não ser uma agonizante súplica de piedade e respeito; mas eu nunca me importei com a dor daqueles que me amaram um dia, eu nunca me importei com o sofrimento alheio, acho até que fui responsável por grande parte da desgraça que hoje rondam vidas; apesar de aparentemente ter aprendido a lição, isto não quer dizer que absorvi toda ela na integra... Se hoje existisse alguém disposto a me presentear com uma simples caixa de bombom; ainda sim, fingiria ficar satisfeita e contente, mas no fundo, chamaria o viado de palhaço e daria grande parte daquela miséria para meu "filho" ou algum 'amante', e continuaria sonhando com carros, viagens, festas e orgias...

quinta-feira, 18 de abril de 2013

CARNE VIVA

Já faz algum tempo que estes fatos acontecerão em minha vida, estes acontecimentos me marcarão, porque foi algo extraordinariamente inesperado; eu estava morando de aluguel e de favores, enquanto esperava ser contemplada pelas casas populares financiadas pela prefeitura no bairro Jd. Célia, enquanto isso, estava sobrevivendo como podia, com meus parcos recursos provenientes do meu "trabalho" e da ajuda financeira dada pelo governo como o auxilio doença; nesta época eu já estava sozinha, morando apenas com meu "filho", meu lindo e frágil "filho", minha grande e esperada 'Victoria' em minha vida; éramos felizes, bom... pelo menos "ele" parecia estar feliz, pois tinha muitos amigos, primos e colegas; confesso que nestes últimos anos, minha família tem me ajudado e muito, devem estar com a consciência pesada ou já estão contando com o inevitável em minha vida, o importante é que meu "filho" não estava só, mas eu sim, e me sentia muito carente, mas de maneira nenhuma deixava isto transparecer para ninguém, nem mesmo para mim; e a vida continuava com seus longos e febris dias, até que certo dia, ao navegar pela Internet, resolvi entrar em uma daquelas comunidades composta em sua maioria de homens e homossexuais portadores de doenças infecciosas, e qual foi minha surpresa em reconhecer um rosto conhecido, já tinha visto ele em um dos meus trabalhos sociais em um grupo de teatro que eu frequentava já fazia alguns anos, e assim como eu, ele também estava sempre acompanhando a trajetória de uma banda independente daqui de Uberlândia; criei coragem e passamos a nos corresponder pelo SMS; e nossas conversas com o tempo, passaram a ser cada vez mais intima e picante, até que não aguentando mais suas insistentes investidas, decidi encontra-lo para podermos nos ver frente a frente pela primeira vez, afinal de contas, o que eu tinha a perder não é mesmo?
 
 
No dia e hora marcada, lá estava eu com meu coração nas mãos, não sei bem o porque, afinal de contas, não é surpresa para mim, sair com pessoas desconhecidas e estranhas, mas acho que eu estava em busca de algo mais, quem sabe um namoro sério ou até um romance destes que só se encontra em filmes... Ao chegar no local marcado, pude vê-lo de longe e notei que ele também parecia estar ansioso e com receio; me aproximei, trocamos sorrisos, beijinhos no rosto e cumprimentos; e não demorou muito para a conversa se tornar menos formal e passamos a sorrir com mais satisfação e tocarmos de leve o braço, rosto e mãos um-do-outro; seu sorriso era maravilhoso, e mais lindo ainda era seus olhos claros, ele era apenas alguns poucos anos mais velho do que eu, éramos jovens solitários, fadados a uma dura cruz, em busca de um pouco de paz e quem sabe satisfação; a noite seguia ligeiro, infelizmente as horas parecem correr quando estou tendo meus raros momentos de prazer; e para não deixar a noite terminar com o fim de um copo vazio de vodka, aceitei seu convite, e fomos em direção a sua casa, e lá chegando, ele foi logo me conduzindo até seu quarto e sem nenhuma palavra, abraçou-me pela cintura e veio em minha direção com seus lábios quentes e carnudos, e depois de muitos e muitos dias sozinha, decidi deixar as coisas acontecerem, deixei então as coisas rolarem, e aquele beijo forte e molhado, foi substituído por mãos que tiravam toda minha roupa, que por sua vez eram substituídos novamente por bocas que chupavam, mordiam e lambiam meu corpo, e mais uma vez eram substituídos por dedos que apertavam, massageavam e se inseriam dentro de mim; eu estava extasiada, contente, tremula... Havia meses que não sentia aquela sensação, aquele arrepio, aquele tesão. Quando dei por mim, já estava completamente nua, úmida e prestes a ser devorada por aquele rosto amigo e corpo completamente estranho; era minha vez agora, de ter o grosso falo daquele homem em minha boca, era minha vez de dar-lhe um pouco de tudo aquilo que havia aprendido, era minha vez de saciar aquele homem desesperado por sexo e paixão, e ao retirar sua roupa, me deparei com um falo extremamente grosso e torto para um lado, seu cajado era extremamente avantajado e emperdigado, mas completamente torto para a direita, e parecia que aquela cabeçorra iria estourar de tão inchada e vermelha; segurei aquele monstro com uma das mãos e o coloquei em minha boca, sua cabeça mal entrava por entre meus dentes, era difícil engolir aquele músculo inchado, mas aos poucos, aprendi a ajeitar aquele colosso em minha garganta e passei a manipular e sugar forte aquele homem, eu salivava mais do que uma cadela no cio, podia sentir suas grossas e calibrosas veias pulsarem por sobre aquele chumaço de carne, o cheiro e o gosto forte daquele homem, parecia dizer que algo de ruim estava por acontecer, e já não aguentando mais, retirei seu cajado da minha boca, deitei sobre o colchão e arreganhei minhas pernas, imediatamente aquele homem veio e se posicionou sobre mim e lentamente pincelou seu mastro inchado na portinha da minha bucetinha molhada e aos poucos introduziu aquela cabeçorra enorme em meu interior, e não demorou muito para todo aquele monstro estar esfolando minha vagina branquinha; meu Deus, como eu estava desesperada por aquilo, aquele mastro entrava e saída do meu interior, de forma bruta e violenta, deixando minha xana inchada e vermelha, e quanto mais ele metia, mais forte e profundo eu queria, implorava para ser empalada, estava com meu corpo e pernas escancaradas, implorando para ser consumida, seu ferro adentrava em meu interior, machucando e esfolando as frágeis paredes da minha vagina, que apesar de estar completamente lubrificada, sentia o desconforto daquele chumaço de carne torto, adentrar e se alojar com violência em meu interior, me restava então gemer e gozar de prazer e tesão; seus movimentos são fortes e profundos, o corpo grosso e enrijecido de seu instrumento, começa a ferir as paredes de minha bucetinha, seu cajado extremamente torto, entra rasgando minha vagina inchada, era como se uma mão estivesse entrando e se alojando em meu útero, eu podia sentir o pulsar de suas artérias contra minha bucetinha vermelha, que com o passar do tempo, foi ficando cada vez mais seca e ardida, a partir daquele momento, o prazer colossal que sentia, transformou-se em dores agonizantes de algo áspero e duro adentrar em meu interior, queria que aquele homem gozasse vigorosamente em meu interior para que as dores da fricção de seu cajado e minha bucetinha cessassem, mas ele parecia um maquina insaciável, com seu órgão ardendo de tão quente; minhas entranhas pareciam estar completamente rasgada devido seu imenso falo retorcido que teimava em se alojar forte e incansável em meu interior, eu suplicava para que ele gozasse logo ou que tirasse seu cajado da minha bucetinha e o colocasse em minha boca, mas ele queria era me ver sofrer, e quanto mais alto eu gemia de dor, mais forte e rápido ele inseria seu vergalhão obliquo em minha racha, até que ele retira de forma violenta seu cacete cabeçudo da minha buceta e o coloca no rumo de minha boca, e rapidamente joga uma quantidade enorme de porra quente e ardida em minha boca, rosto e corpo, seu leite era grosso e abundante, eu mal conseguia condiciona-la em minha boca, ela escorria por todo meu corpo, e seu cheiro e gosto apesar de muito forte não me incomodavam, pois estava feliz por ele ter tirado aquele instrumento de tortura do meu interior; bebi o máximo que consegui daquele sêmem forte, o restante se espalhou por todo meu rosto e corpo, imediatamente coloquei meus dedos sobre minha vagina, derrepente um frio percorreu minha espinha, olhei para baixo, abri os grandes lábios da minha buceta que estava completamente inchada e vermelha e me assustei com o rombo e o estrago que aquele mastro retorcido havia feito com minha xana, ela estava em carne viva, literalmente falando, não havia sangue, mas podia-se ver que a pele da parede da minha bucetinha havia se rompido e uma grande área dela estava extremamente edemaciada; que dor, que calor, que fogo... Com certeza aquela foi uma trepada que eu estava almejando há muitos e muitos meses, mas só não contava com a possibilidade de ver e ter minha buceta na carne viva.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

GEMIDOS NOTURNOS

Quando ainda era muito jovem, passava noites e noites acordada, em festas, bares, luais, shows, e tudo mais que a noite poderia oferecer, confesso que eu aproveitei minha juventude ao extremo, não perdi um minuto se quer da minha energia e vitalidade; e quem for capaz de me condenar, saiba que trepei demais, fui feliz e realizada, não existem fantasias que eu não conheça e nem fetiches a serem realizados, saiba que não existe dor maior do que a frustração de não conhecer o sabor e o ardor da carne, do sexo e do orgasmo, e quanto a este quesito, tenho consciência do quanto fui feliz, do quanto chorei de tesão e do quanto gemi de prazer... È claro que o prazer e o orgasmo não duram para sempre, para ser honesta ele acaba com o findar da noite, com o nascer do dia, com o romper de uma nova manhã; o importante è que, eu gozei, e isto para mim já basta. Mas tudo isto ficou para traz, assim penso eu; querendo ou não, tenho agora mais responsabilidades, mais medo, mais dor... Não que eu tenha deixado de sentir o forte gosto, aroma e sabor do sexo, da depravação e da luxuria, pelo contrario, nunca senti tanto desejo e anseio pelo sexo sádico, imundo e pervertido, como sinto agora com meus trinta e poucos anos, só que agora, minhas noites continuam recheadas de gemidos fortes e atrozes, soluços e lagrimas, sangue e saliva, mas não de prazer, mas de dor e tormento, DOR E TORMENTO!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

COURO MARCADO.

Como toda mulher, eu também sou vaidosa, principalmente quando o assunto é meu corpo, por motivos óbvios procuro manter meu corpo sempre lindo, bem cuidado, hidratado, cheiroso, gostoso... Mas com certeza, o que chama a atenção, alem dos meus seios e bunda, é a imensa tatuagem que tenho nas costas, afinal de contas, que puta não tem o couro marcado? que vaca não tem a marca de seu dono em suas costas? que cadela não lambe as mãos que o alimenta? Reconheço que no inicio da minha juventude, ter uma tatuagem no corpo era mera vaidade, uma forma de fazer parte de um grupo, uma necessidade alienada de ser aceita e me mostrar; hoje vejo que ter serpentes desenhadas em minha carne, tornou-se mais do que uma simples tatuagem, tornou-se parte do meu caráter e da minha índole; Qual outra figura poderia estar estampada em meu couro a não ser minha própria personalidade? Desde os tempos mais remotos, a cobra é vista como um animal dissimulado, ardiloso, astuto, sagaz e enganador, e como vocês bem sabe, estas são algumas das minhas principais qualidades, afinal de contas, eu não raramente me faço de doente para desferir meu fel e ódio, me encontro sempre com minha cara no chão, rastejando minha carne e corpo pela lama, em busca de algo que nunca encontro, quase sempre me faço de vítima, quando na realidade sou eu a única e verdadeira responsável pela minha sina, e só me satisfaço, quando estou com minha "cloaca" recheada de imundície e dejetos; Hoje reconheço que não poderia ter escolhido figura melhor para marcar meu couro, afinal de contas que outro animal se pareceria tanto comigo, já mutilei dezenas de pessoas com meu veneno, já enganei milhares e milhares de vezes aqueles que me amavam, já me fiz de vitima só para destilar meu fel contra muitos inocentes, já engoli centenas de víboras como eu, e por fim, já fui capaz de morder com minha boca imunda, as mãos que um dia me alimentaram; Por todas estas qualidades intrínsecas em minha personalidade é que afirmo que não poderia existir figura melhor para representar meu verdadeiro eu, do que as cobras que marcam meu couro.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

SANTAS NÃO GOZAM

Já me perguntei um milhão de vezes, porque fico postando fatos que marcaram minha vida, ou que simplesmente fazem parte do meu cotidiano, mas até hoje, não sei bem ao certo o motivo, acredito que seja uma forma de me mostrar, dar minha cara a tapa, receber elogios ou críticas, quem sabe? talvez seja apenas uma forma de me tornar imortal na lembranças de meus leitores, já que minha vida será dolorosamente efémera neste mundo, ou quem sabe seja esta minha forma de destilar minha dor e ódio para com aqueles que de alguma forma usufruiram do meu corpo e ao mesmo tempo, mataram meu espírito; talvez minhas palavras sejam minha única forma de esquecer um pouco minha realidade e reviver os bons dias de minha juventude; dias de alegria e felicidade, prazeres e paixões, mas também dias de dor e tormento, angustia e sofrimento, mas como dizia o poeta: "melhor é caminhar por caminhos tortuosos, do que não caminhar"; isto sim é o resumo da minha vida, eu vaguei e continuo perambulando por entre pedras e espinhos, mas continuo...

Na vida, muito aprendemos, e muito ensinamos, hoje em dia, não tenho vergonha de demonstrar o amor incondicional para com meu "filho"; todos os dias que o vejo, o abraço e digo que o amo, estou sempre mandando e-mail ou postando em seu orkut, o quanto "ele" é importante para mim e o quanto estou orgulhosa "dele"; tento não mostrar a "ele" a dor que aos poucos me consome, acho que desta forma o protejo dos dias furiosos que virão; não é fácil para uma mãe, mostrar ao "filho" a realidade desta vida, não é fácil para ninguém, esconder nossos segredos, desejos e instintos mais imundos daqueles que nos amam; eu sei que a vida vai "ensina-lo" a ser forte, e também estou tranquila pois sei que "ele" conseguirá caminhar com suas próprias pernas, se por ventura algum dia eu vier faltar; um dia "ele" saberá quem sua mãe realmente era, espero que "ele" me perdõe pelos dias que falhei e pelas noites em que não estava em casa para "protege-lo", eu bem que tentei ser uma mãe comum, assim como as outras, eu até que tentei "aquece-lo" nas frias noites de inverno, eu ate que tentei deixar de usar as "pedras", eu ate que tentei ficar sozinha; mas não ter quem também me aqueça neste mundo tenebroso de meu Deus, foi para mim uma loucura, desespero insuportável, tormento insano e incontrolável, é por este motivo, que a noite torna-se minha amiga, é na madrugada que me realizo, são as ruas que me acolhem e me protegem, é o suor de um corpo exausto que mata minha sede e o gosto forte da ereção de um homem que me alimenta; mesmo que eu deixe meus cabelos crescerem, frequente uma igreja e passe os finais de semana com minha família, isto não mudará minha essência e nem me tornará uma pessoa melhor, pois a tempos aprendi uma grande lição; a de que SANTAS NÃO GOZAM, e esta é uma verdade universal e absoluta; e minha escolha eu já fiz a muito tempo; entre cheirar a batina de um padre ou seguir os passos de um pastor, prefiro me lambuzar no lamaçal da luxuria, me afogar no mar da depravação e ser arrebatada pelos braços da degeneração.

Quem me vê nesta roupagem de boa mãe, filha querida e amiga amorosa, desconhece o que aflora em minha alma, por de traz destes grandes olhos verdes, corpo frágil e iluminado sorriso; a puta que se esconde em minhas entranhas e se contorce entre minhas pernas, é pura e verdadeira, ela é destituída de qualquer preconceito ou discriminação, ela não julga e nem aponta seus dedos, ela é sincera em relação aos prazeres, dores, amores e paixões, ela sacrifica seu próprio corpo, para o prazer alheio e sua própria satisfação; diferente da boa pessoa que tenho que me tornar, quando me encontro com minha família, irmãs ou amigos, esta sim é mentirosa, atrevida e imunda, pois se disfarça de santa para alcançar a gloria dos homens.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

O INICIO DO FIM - final.

... Como estava dizendo, aquele era o início de um novo começo, não o inicio de uma nova paixão ou amor, apenas o inicio de mais uma grande e ardente aventura, sempre adorei me relacionar com mulheres, talvez porque sejam menos egoísta, ou quem sabe mais compreênsivas do que os homens, mas a verdade é que nunca amei uma mulher como já amei um homem, mas naquele momento, eu não estava apenas carente, eu estava sozinha, eu também me encontrava tão perdida quanto aquela menina; e sentir o perfume de seus cabelos, o sabor de sua saliva e o frescor de seu hálito, fez com que meus pelos se eriçassem por todo meu corpo, e a cada chupada de sua boca sobre minha língua, fazia com que minhas mãos percorressem sedentas cada curva, cada saliência de seu corpo; não me recordo que roupa ela usava, lembro-me apenas de ter em minhas mãos, um dos seios mais lindos que já vi, eram incrivelmente empinados, branquinhos e dotados de pequenas aureolas morenas, era impossível resistir, cai imediatamente de boca sobre sua pele morna e chupei com força cada um daqueles delicados bicos, mordia, sugava e os apertava com meus dentes, e a cada mamada, ouvia-se apenas os gemidos histéricos daquela linda menina; enquanto minha boca devorava faminta os seios daquela jovem, minhas mãos já haviam retirado toda sua roupa, deixando-a apenas de calcinha, só então reparei que esta se encontrava completamente ensopada; foi então que o perfume de seu sexo exalou-se pela sala e com minhas mãos tremulas, abri suas pernas, coloquei sua calcinha de lado e alisei sua fenda coberta por ralos pelos castanhos, meus dedos deslizavam suaves pela borda melada de sua vagina, hora entravam fundo em sua gruta, outras vezes apenas massageava o grelo duro e inchado de sua buceta; parei de morder seus seios e escorreguei minha língua em direção a sua vulva e ao me aproximar, abri os grandes lábios de sua vagina e pincelei forte minha língua de encontro aquela carne morna e húmida, quanto mais forte e mais fundo minha língua ia, mais forte tornava sua respiração e gemidos; não demorou muito para sentir suas pernas tremerem descontroladas e o mel de sua vagina pulsar forte em minha boca; com sua boca escancarada, seus gemidos eram agora gritos agonizantes de um gozo intenso, sua bucetinha pulsava forte, abrindo e fechando, despejando gotas cristalinas de seu orgasmo sobre minha língua que insistia em lamber, chupar e morder sua carne rosada e húmida.
 
 
Ela estava ainda se recuperando de seu orgasmo, quando me levantei e comecei a retirar minha camiseta e short; minha vagina, assim como a dela, ardia em brasas, e com minha bucetinha depilada e completamente encharcada, subi sobre o velho sofá e me agachei sobre sua boca, abrindo minha vulva e oferecendo minha gruta a sua língua, imediatamente senti sua boca me comer forte, enfiando sua língua e seus dedos em meu interior, lambendo e chupando minha cavidade e carne, meus dedos desesperados apertavam meus próprios seios, beliscando forte meus mamilos pontudos e duros, minhas pernas mal conseguiam se aguentar abertas, e já convulsionando, despejei forte meu gozo sobre o rosto e boca daquela linda garota, eu apertava minha bucetinha forte contra a boca e dentes daquela jovem; seus dedos eram enterrados até o talo em minha fenda, podia senti-los tocar meu útero; permaneci naquela posição até a ultima gota do meu gozo se esvair pela boca da minha menina; lentamente ela retirou seus dedos da minha fenda e deslizei meu corpo pelo seu corpo e ficamos deitadas juntas, eu por cima e ela por baixo me abraçando, por uns 10 minutos, ofegantes, suadas e completamente realizadas; foi então que ela olhou direto para mim e disse: Quero mais, quero muito mais... Com um pequeno sorriso no canto da boca e com meus dentes superiores mordendo o lábio inferior, em completa aprovação daquela deliciosa proposta, falei ofegante e imperativamente: chama agora seu namorado para cá, e vamos dar para ele o que ele realmente merece; com sua boca aberta, claramente surpresa ela disse: Ai meu Deus, não sei não, tenho medo, o que ele vai achar?
 
 
Segura do que eu queria, falei: Confia em mim, ele não só vai gostar, como fará tudo o que você pedir pro resto da vida; ajudei-a a se levantar, vestimos nossas roupas e mesmo percebendo sua indecisão, insisti para que ela apenas o convidasse para minha casa, pois teria uma surpresa para ele; fomos até o portão e rapidamente ela atravessou a rua e entrou para dentro, deixei meu portão aberto e corri para meu quarto, tirei algumas coisas que estavam jogadas sobre a cama, fechei as janelas e quando me virei, minha menina juntamente com seu namorado já apontavam na porta da sala; com um sorriso no rosto, pedi que entrassem e fui logo me apresentando para meu vizinho, agradável e gentil, ele me comprimentou mas permaneceu com seu semblante surpreso por aquela repentina visita, percebendo que sua namorada também se encontrava muda e assustada, falei sem rodeios nem cerimonias: Eu te chamei aqui, porque já faz algum tempo que estou interessada em você, e ao conversar com sua namorada, elas me disse que o namoro de vocês anda um pouco frio, por isso tenho uma proposta a fazer para você: Eu adoraria fazer sexo com você, mas com uma condição, sua namorada tem que participar de tudo, topa?
 
 
Sem saber o que estava acontecendo, ou não acreditando no que acabara de ouvir, ele olhava interrogativo para sua namorada e gesticulando com as mãos em sinal de incompreensão, disse gaguejando: como assim fazer sexo comigo? Foi então que sua namorada segurou seu rosto com as duas mãos, olhou em seu olhos e disse: Eu quero ver você comer ela, e quero que você veja ela me comer! Surpreso mas com um sorriso que somente em raras ocasiões podia ser visto, ele imediatamente respondeu: É claro que topo.
 
 
Sem perder tempo, fiz um sinal de aprovação com minha cabeça para sua namorada, que colocou suas mãos dentro da camiseta de seu namorado, afagando o corpo atlético de seu homem, enquanto beijava agradecida a boca de seu macho, aos poucos ela subiu sua camiseta e a retirou, e enquanto ela abria o zíper de sua calça, e a retirava; eu da mesma forma retirava peça por peça da roupa de sua namorada, que rapidamente ficou completamente nua; quando olhei seu namorado completamente nú, fiquei com minha boca completamente aberta, devido a grandiosidade e perfeição daquele jovem; comecei então a me despir na frente daquele homem, que se encontrava duro, com seu falo sendo manipulado pela sua namorada, em uma vigorosa punheta, recheada de lambidas e chupadas; Mais uma vez minha vagina inundou-se com meu liquido e ao ficar completamente pelada, abracei minha menina por traz e passei a alisar todo o corpo eriçado da minha jovem amiga, bem devagar ela virou-se de frente para mim, e beijou-me ardente, como uma virgem se entregando pela primeira vez ao seu grande amor, lentamente, conduzi meu lindo casal para meu quarto e ao me aproximar daquele jovem homem, segurei seu falo com minhas duas mãos e sem perder tempo, coloquei toda sua cabeçorra molhada em minha boca, pedi para que ele se deitasse na cama, e continuei sobre aquele macho saboreando a textura de sua vara, enquanto sua namorada enfiava sua língua faminta em minha bucetinha ensopada, deitada de quatro sobre as pernas daquele homem, abri o máximo que podia minhas pernas e empinei meu quadril e minha bunda em direção a boca perversa da minha menina, que lambia meu cuzinho, mordia meu grelo e enfiava desesperada seus dedos em minha racha, minha vagina ardia de desejo e fome, queria sentir aquele chumaço de músculo, abrir minha carne e esfolar minha pele, tirei então seu cajado da minha boca e me posicionei sobre o seu quadril e lentamente desci meu corpo em direção ao seu ferro ardente, que aos poucos foi-se alojando centímetro por centímetro em minha cavidade, passei a cavalgar freneticamente sobre aquela rola, enquanto minha menina alisava minhas pernas e bunda com suas mãos, seus dedos passeavam sedentos na porta do meu ânus, massageando e lubrificando meu buraquinho, enquanto aquela tora entrava vigorosa em minha fenda, rasgando minha carne e tocando fundo a entrada do meu útero; foi então que pela primeira vez nosso homem gemendo, implorou para que eu parasse de cavalgar pois ele estava preste a gozar em mim, pedi então para minha menina se deitar, pois agora era minha vez de come-la por inteiro com minha boca e dedos, ansiosa ela se deita com suas perninhas arreganhadas, e oferece sua bucetinha molhada de tesão, sem perder tempo, me coloco sobre seu corpo em um gostoso 69, e passo a lamber e a masturbar minha menina, enfiando meus dedos em sua vagina e apertando freneticamente seu grelo, seu corpo parece convulcionar, levantando, abaixando e rebolando seu quadril, enquanto introduzo fundo meus dedos lambuzados em sua fenda, seu homem se coloca atrás de mim, e aponta sua grossa e inchada rola no rumo do meu cuzinho, quando sinto sua cabeçorra abrir meu ânus, grito de desespero e tesão, ao mesmo tempo em que estou sendo enrabada, minha menina esfrega alucinada seus dedos em minha bucetinha, enfiando dois, três, quatro dedos de uma só vez em minha bucetinha, descontrolada, começo a rebolar freneticamente, forçando e enfiando cada vez mais fundo aquele colosso em meu rabo, enquanto meus dedos castigam a vagina inchada da minha menina, pois estou agora com vários dedos de uma das mãos em sua buceta, enquanto a outra começa a explorar aquele cuzinho fechadinho e repleto de finas penugens, completamente molhadas pelo seu suco e seiva, meus dedos entram gulosos em seu cuzinho apertado, que engole um a um dos meus delgados e longos dedos, ao passo que suas pregas, aos poucos vão sendo dilaceradas com a brutalidade dos meus movimentos, pois meus dedos teima em se alojar cada vez mais fundo nas duas fendas daquela doce menina; a brutalidade que imponho a aquele juvenil corpo, é porque estou prestes a gozar forte com aquele cacete atolado até o talo em meu ânus, ele bomba forte, tirando e colocando cada vez mais forte e profundo, seu mastro em meu cú, até que não aguento mais e começo a jorrar literalmente sobre minha menina, gozo tão forte e violentamente, que começo a urinar literalmente sobre minha jovem adolescente, meu tesão é redobrado quando sinto jatos vigorosos de semêm invadirem meu intestino, sua porra é quente e em abundância, e não demora muito para ele preencher completamente meu rabinho dilacerado, e nossa orgia torna-se completa, quando minha menina no auge do seu prazer, goza intensamente, inundando e contraindo seus músculos sobre meus dedos, que são devorados literalmente falando, pela febril mucosa que recobre sua vagina e seu ânus.
 
 
Aquela foi uma noite inesquecível em minha vida, e acredito que na vida daquele jovem casal também, gostaria de dizer que somos amigos até hoje, mas não seria verdade; depois daquele dia, tivemos outros encontros, iguais ou mais intenso do que este primeiro, porém alguns meses depois tive que me mudar daquela casa, pois estava difícil pagar o aluguel; A partir dai, nunca mais os vi novamente, espero que eu tenha reacendido ou pelo menos contribuído para a paixão entre aqueles dois jovens; no mais, creio que a partir daquele dia, eu me tornei uma nova pessoa, a partir daquele dia passei a pensar com menos intensidade no homem que havia me abandonado, a partir daquele dia passei a sentir falta do seu corpo, com um pouco menos de loucura, a partir daquele dia, passei a ama-lo como a um homem, e não como a um Deus; Aquele dia tornou-se o inicio do fim da minha insana enfermidade.