terça-feira, 28 de agosto de 2012

GOZEI, MIJEI E COMO SE NÃO BASTASSE, CAGUEI.

A vida sempre nos guarda surpresas, algumas boas, outras ruins, o importante é que devemos sempre aprender, devemos sempre estar atenta ao que pode nos acontecer, ao inesperado e ao inevitável; reconheço que quando era mais jovem, não me importava muito com o que iria se suceder, estava no auge da minha juventude, no ápice da minha vaidade, no cume das minhas proezas e experiências, achava que já conhecia tudo que se podia conhecer de um homem, do sexo, das fantasias, dos fetiches, das depravações... Até que algo extremamente novo, inimaginavel e extremamente absurdo, aconteceu comigo; Devia estar com meus 18 ou 19 anos quando isto aconteceu, havia acabado de conhecer um rapaz, ele era muito educado, vinha de boa família e visivelmente inexperiente, ele era branco, magro, alto, cursava o ensino médio, e ficava com o pau extremamente duro, quando nos beijávamos, podia sentir seu cacete se avolumar a medida que me aproximava de seu corpo e colocava minha língua em sua boca; ele até que tentava disfarçar o volume em sua calça, mas envergonhado e constrangido, não tinha como esconder o tamanho e a grossura de sua rola dentro daquela calça, confirmando a vontade e o desejo de me comer e colocar todo seu lindo e grosso cacete em minha bucetinha rosada e depilada.


Apesar de gostar da sua companhia , eu achava que ainda não estava pronta para transar com ele, ele era legal e bonitinho, mas eu queria mais, eu queria um homem lindo, com dinheiro, carro, corpo atlético, experiente... enfim, um galã de novela, mais os dias foram passando, e quem eu queria, não estava me querendo, tive então que apelar para minha segunda opção, estava com ele a pouco tempo, algumas semanas apenas, mas já parecíamos como verdadeiros namorados, falávamos todos os dias pelo telefone, ficávamos sempre juntos nos finais de semana, íamos todos os domingos para a igreja, e no sábado geralmente, ficávamos em minha humilde casa, as vezes assistíamos TV, outras vezes íamos ao shopping, mas em sua maioria, ficávamos apenas nos beijando e nos tocando, até que resolvi que já era hora de abrir minhas pernas para ele e oferecer minha buceta, e ensinar-lhe as maravilhas de um sexo gostoso. Decidi então que no sábado da próxima semana, iria transar com ele, abri então minha bolsa e tirei um preservativo e entreguei para ele, dizendo-lhe o que o esperava na próxima semana... Ele nunca me disse como foi a semana que antecedeu nosso encontro, mas garanto que ele estava super ansioso, deve ter perdido noites e mais noites de sono, os dias demoravam a passar, a semana era eterna, até que chegou o bendito dia, porém eu, não estava me sentindo muito bem, havia acordado para trabalhar cedo, e meu estomago já dava sinais que algo não estava bem, e a coisa só piorou com o tempo, e logo depois do almoço, uma dor de estomago e uma diarreia fortíssima tomou conta de mim, no final da tarde estava deitada no sofá suando frio e indo no banheiro de 30 em 30 minutos, estava me sentindo fraca e meu anus já estava todo esfolado devido a forte diarreia; até que ouço meu namorado bater na porta, com um sorriso largo e visivelmente ansioso pela sua tão esperada noite, envergonhada e constrangida, não falei nada sobre a grande dor de barriga que assolava meu corpo, disse apenas que estava com uma cólica e uma dor no estomago horrível, o que não era mentira; percebi imediatamente em seu rosto, sua grande decepção, acredito que ele estava aguardando ansioso por aquele dia, e justo agora eu não estava me sentindo bem, apesar da decepção estampada em seu rosto, ele foi muito compreensivo e carinhoso, sentou-se no sofá, colocou minha cabeça em seu colo e passou a alisar meus cabelos, tocando com suas mãos quentes e carregadas de ternura, todo meu rosto, acariciando meus braços, beijando minha face e se prontificando a me ajudar no que fosse preciso, lentamente eu fui me estabilizando, e a dor começou a dar lugar a um tesão incrível, não é sempre que as pessoas são carinhosas comigo, e naquele momento eu comecei a me sentir segura, e quando dei por mim, suas mãos já estavam alisando meus seios e apertando forte meus bicos rosados e pontudos, ao mesmo tempo em que sentia algo extremamente grande, grosso e duro, se avolumar no interior de sua calça, bem rente a minha cabeça, e sem pensar duas vezes, abri seu zíper e botão, empurrei sua cueca para o lado e contemplei aquela pica enorme, sua jeba era incrivelmente grande e grossa, estava maravilhada com o instrumento do meu namorado, estava orgulhosa com a potencia do seu falo, escancarei minha boca e coloquei aquela cabeçorra inchada e vermelha em minha garganta, chupando e lambendo todo aquele mastro, eu salivava como uma cadela no cio, lubrificando todo aquele cacete, sugando e punhetando aquele mastro emperdigado e enrijecido, e quanto mais forte eu chupava seu cacete, mais forte ele apalpava e beliscava meus seios, minha buceta já piscava de tesão, estava completamente molhada, a dor havia passado, estava apenas insegura devido a forte diarreia, mas o tesão estava falando mais alto, eu queria sentir todo aquele instrumento grande e calibroso em minha racha, eu queria mostrar para ele o quanto eu era gostosa e boa de cama; e rapidamente fui me levantando, peguei sua mão e puxei-o para meu quarto, fechei a porta e comecei a tirar toda minha roupa, ficando completamente peladinha na sua frente, ele estava boquiaberta com que estava vendo, meu corpo era realmente de tirar o folego, e antes mesmo de chegar na cama, meus peitos já estavam sendo mamado e chupado com força pelo meu macho, que também já havia tirado toda sua roupa e me presenteava com a linda visão de seu corpo branco e magro dotado de um cacete imenso, que chegava a ser desproporcional ao seu franzino corpo; me deitei na cama, abri minhas pernas, expondo minha bucetinha completamente depilada, e pedi para que ele me chupasse todinha, e não demorou muito para que meu gozo inundasse sua boca, ao sentir sua língua quente em meu interior, lambendo e chupando meu grelo e carne, gozei freneticamente, despejando meu líquido no interior de sua boca, o qual bebeu todo meu mel, enquanto eu tremia toda em espasmos fortíssimos, aos poucos ele veio para cima de mim, e mal havia terminado de gozar, e ele já estava chupando e mordendo meus peitos, enquanto ele tentava sem sucesso, colocar sua jeba em minha bucetinha, arreganhei mais ainda minhas pernas e segurando seu cacete incrivelmente inchado, conduzi seu mastro até a portinha da minha racha, e comecei a forçar sua cabeçorra contra minha pequena abertura, apesar de estar toda ensopada, seu cacete entrava com dificuldade em meu interior, devido o grande calibre de sua vara, mais aos poucos minha carne foi cedendo e sem demora todo aquele colosso já deslisava gostoso em minha cavidade, senti minha buceta ser dilacerada lentamente por aquele mastro, enquanto ele me penetrava; mas nem bem começou a entrar dentro de mim, e já senti um caldo extremamente quente invadir o interior da minha buceta e útero; o desgraçado nem bem colocou sua rola em mim, e já havia gozado, senti seu cacete pulsar em minha bucetinha arregaçada, ao mesmo tempo que sua porra invadia todo meu interior; decepcionada, comecei a lamentar e esbravejar com ele, não pelo fato dele ter tido ereção rápido demais, mais sim por não ter colocado a camisinha que eu havia dado a ele e ainda por cima ter gozado dentro de mim, não me lembro bem as palavras que proferia naquele momento, mas nervosa, comecei a xingar o pobre coitado de tudo quanto era nome, o que eu não esperava, era a fúria com que ele segurou meu pescoço e começou a apertar minha garganta, ele estava completamente possesso, não se parecia mais com aquele namorado carinhoso e meigo de alguns minutos atrás; me recordo claramente da transformação do meu homem, e do medo que senti quando olhei para seu rosto ensopado de suor e seus olhos cerrados, furioso e justificadamente violentos, calei minha boca imediatamente, ao passo que agora, é ele que inicia a me tratar de forma bruta e violenta, falando e xingando furioso, enquanto continua a apertar minha garganta contra o colchão, e rapidamente, segura seu cacete semi-endurecido e força violentamente contra minha bucetinha, alojando-o ferozmente dentro de mim, e com brutalidade, inicia novamente a me penetrar, colocando todo seu falo de uma só vez, dentro da minha lambuzada racha, seu instrumento mais uma vez, fica duro feito aço e grosso como um hidrante, e devido a violência em que estou sendo penetrada, meu corpo começa a tremer descontroladamente, com minhas pernas completamente arreganhadas e colocadas para cima, sinto as fortes estocadas de seu cacete em meu útero, e a dor a medida que vai ficando mais forte, diminui meu controle sobre meus músculos e carnes, até que ele força de maneira brutal seu membro em meu interior, fazendo com que eu não me segure mais, e comece a urinar intensamente, expelindo jatos de urina que vão saindo a medida que seu cacete entra e sai da minha bucetinha, o fato de ter urinado, deve-se a dor tremenda imposta pelas estocadas profundas e violentas impostas por aquele cacete dentro de mim, que feriu não só minha vagina, como machucou-me internamente inclusive o colo do meu útero, e não satisfeito pela dor que me causara, retirou seu cajado de dentro da minha bucetinha, ergueu ainda mais minhas pernas para cima e apontou seu cacete no rumo do meu cuzinho; implorando, pedi para ele parar pois eu não estava me sentindo bem, eu suplicava e tentava sair daquele colchão gelado e completamente molhado de urina, mas ele não me dava atenção, e derrepente começo a sentir seu cacete imenso e inchado, forçar entrada em meu anús, e completamente dominada por ele, não consigo impedir que ele me penetre, só sinto o momento em que ele força de maneira violenta e brutal, seu cacete contra meu cú, fazendo com que aquela cabeçorra inchada e gigante, rasgue meu esfincter e penetre de uma só vez em meu rabinho, e mais uma vez, perco completamente o controle sobre meu corpo, e a medida que ele vai penetrando cada vez mais fundo e mais forte em meu cuzinho, dilacerando de forma covarde meu cuzinho rosado e esfolando violentamente com seu cacete imenso, todo o interior do meu intestino, fazendo com que eu não me segure e comece a evacuar enquanto ele continua a me comer; grito e esperneio muito, mas já é tarde demais, começo a cagar forte, expelindo um líquido amarelado e com cheiro muito forte, que aos poucos começa a lambuzar a cama, minhas pernas e corpo, e é claro, todo seu cacete, e mesmo com tudo isso, ele parece não importar, pois continua a colocar seu falo todo cagado em meu reto, forçando cada vez mais rápido e profundo, enquanto sai os últimos resíduos de fezes do meu cú, ele retira seu cajado imundo do meu rabo, desce minhas pernas e coloca seu cajado sujo, novamente em minha buceta e continua sodomizando meu corpo, penetrando e sujando toda minha bucetinha ferida, e não demora muito, seus movimentos vão se intensificando, ficando cada vez mais rápido e profundo, e mais uma vez, sinto seu sêmem invadir meu interior, seu cajado duro, contrai violentamente, expelindo as últimas gotas de seu leite morno; ao retirar seu monstro de dentro de mim, um pouco de sua porra juntamente com fezes e outros líquidos saem da minha bucetinha inchada, ferida e suja.
Neste dia, eu aprendi uma valiosa lição, "não faça com os outros o que você não quer que aconteça com você", eu xinguei, maltratei e humilhei meu namorado, e ele me pagou com a mesma moeda, me fazendo gozar, mijar e até cagar de dor e prazer.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A DOR DE SE GOZAR SOZINHA

Vocês não são capazes de imaginar o quanto é triste a solidão de uma mulher, a minha tristeza teima em invadir meu peito a todo momento, mas são nos finais de semana, que minha dor se acentua; são os finais de tarde das sextas-feiras, hora em que me sinto mais carente e sozinha, são nestes momentos que costumo colocar meu rosto para fora de casa ou da janela, e apenas olhar para rua, ver as pessoas eufóricas, umas chegando do trabalho, outras saindo, e algumas simplesmente conversando, algumas acompanhadas de seus esposos e namorados, outras em grupos de amigos, mas nunca sozinhas, e neste momento a solidão bate forte, as lagrimas não se contentam em apenas cair, mas insistem em queimar as maças do meu rosto, deixando um nó em minha garganta e uma inveja profunda em meu peito; retorno então novamente para a proteção fria e insipida da minha casa e adentro para o banheiro, na esperança de que um bom e quente banho, leve com suas águas, pensamentos ruins e tristes que inundão minha mente e esfolam minha carne, deixo o chuveiro ligado enquanto as mornas águas saboreiam meu corpo magro, com contornos delicados porém firmes, molhando minha pele, aquecendo minha carne ao mesmo tempo que diminui minha ansiedade e tristeza; minhas mãos percorrem todo meu corpo, despejando sobre ele o gostoso aroma de sabonete, enquanto meus cabelos recebem o mesmo tratamento com shampoos e cremes de perfume e textura incomparavel; e em meio a tanta solidão e carência, meus dedos percorrem meus delicados, pequenos e pontudos seios, massageando e apertando minha própria carne, beliscando de forma firme e ao mesmo tempo carinhosa, meus rosados e duros bicos, e a medida que a água desce serpenteando meu corpo, meus dedos percorrem indecentemente minha barriga, umbigo e vagina, abrindo meus grandes lábios e lavando delicadamente toda minha bucetinha rosada, geralmente a temperatura em que ela se encontra é bem superior do que a da própria água que a banha, e imersa em pensamentos que envolvem sexo, homens e prazer, inicio quase que inconscientemente, tocar e massagear minha própria buceta, enfiando delicadamente meus dedos em minha vagina, masturbando-me lentamente, sentindo o calor intenso da minha carne, meus líquidos se misturam com a água do chuveiro, tornando a penetração de meus dedos em meu interior, cada vez mais fácil e profundo, me deixando cada vez mais ofegante e feliz, a medida que vou introduzindo 3, 4 dedos dentro da minha buceta, me masturbando cada vez mais forte, e a medida que aumento a velocidade e a profundidade dos meus dedos, aumentam também meu gozo e orgasmo, sendo obrigada a me deitar no chão do banheiro diante da força e intensidade da minha ereção; meu gozo é tão forte que perco completamente as forças em minhas pernas, e fico completamente encolhida no frio azulejo, enquanto minha buceta pulsa em contrações fortes sobre meus dedos; enquanto minha vagina expele o mais quente e doce líquido, meus olhos vertem a mais cristalina e salgada lágrima de meus olhos, confirmando o quanto me tornei carente e sozinha nesta vida.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

MEU "AMADO" E PEQUENO BROCHA

O que leva uma mulher a se apaixonar por um homem? certamente quando um homem é bonito, inteligente, formoso, rico, engraçado, bom de cama, bem dotado... fica fácil entender por que nos apaixonamos tão rápido e cegamente por qualquer uma destas qualidades, mas o dificíl de explicar é quando nos vimos atraídas por um homem destituído de todos estes adjetivos, um homem completamente subtraído de qualquer beleza física ou conhecimento intelectual, um homem medíocre, que nem mesmo sabe corresponder aos apelos e desejos sexuais de uma fêmea, é esta a figura masculina que tenho em minha casa, é este o tipo de homem com quem me deito e me levanto dia-após-dia, é esta a criatura que tolero entre as minhas pernas... A razão por ter me apaixonado por tão desprezível e vil criatura é simples, Foi ele o único a estender suas mãos quando eu mais precisei, Foi ele o único a me comer quando ninguém mais queria, Foi ele o único a cuidar do meu filho e trata-lo como uma grande "victoria" em minha vida e não uma decepção ou desgraça, Foi ele que colocou um teto sobre minha cabeça e comida sobre minha mesa... Por tudo isso, fica fácil compreender o porque me apaixonei por um homem feio, desprezível, doente e broxa. Meu Deus, as vezes me pergunto se mereço passar pelo que estou passando, as vezes me pergunto até quando serei escrava desta gratidão, as vezes me pergunto se já não paguei minha dívida para com ele... Me perdoe "Rogi", espero que você jamais leia estas palavras que aqui estão, compreendo o quanto elas são fortes e até mesmo injustas, mas preciso desabafar, e este é o único lugar onde sou livre e verdadeira, e mesmo que você se sinta ferido e magoado, saiba que eu me feri primeiro, saiba que sou eu a grande derrotada desta história.
Logo eu, a melhor de todas as amantes, a mais devassa de todas as mulheres, a mais dependente de todo tipo de sexo sádico, sujo e depravado, que me entrego por completa diante de um grande e grosso cacete, que adora ser ferida e abusada por homens insaciáveis e indecentemente pervertidos. Imagine então minha dor e frustração diante da realidade de ter que conviver com "Rogi" um homem de pênis minusculo, e que ainda por cima, não consegue mais dar no couro, me obrigando a me alimentar de velhas lembranças, de quando minha buceta era invadida constantemente por órgãos colossais e formidáveis, e minha bundinha sofria lacerações descomunais diante de tão dolorosa penetração, mas ai sim, eu era feliz, ai sim eu não chorava de dor, mas de um prazer indescritível e imensurável.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

DIA APÓS DIA, EU AGRADEÇO A MÃO QUE ME AÇOITA

Eu me espanto todas as vezes que vou até a medicina aqui de Uberlândia; alguns anos atrás fiquei internada por alguns dias devido um acidente, e logo depois veio o resultado de que eu estava gravida e para completar minha situação, foi neste período que descobri que estava contaminada com a famosa "doença das putas", e em meio a tanta turbulência e problemas, passei a olhar mais para as pessoas que estavam a minha volta, pessoas deitadas em macas fétidas, com cobertas e lençóis imundos, amontoados de sacos e sacolas com restos de alimentos, pessoas com semblante sofrido e cabeças cabisbaixas, pessoas que sofrem e gemem de dor, pessoas pobres e necessitadas, pessoas como eu... Mas havia naquele recinto, jovens e distintas pessoas trajando seu alvo e perfumado jaleco branco, empunhando em seu pescoço o conhecido aparelho de estetoscópio, perambulando pelos corredores do PS com ar altivo, superior, tratando com desdenho e desleixo, os pobres e miseráveis que ali estavam, que imersos em total ignorância e desespero, sentião-se aliviados e gratos por estarem sendo tratados, mesmo que com desprezo e desconsideração por parte dos residentes e acadêmicos de medicina; mas ainda sim, gratos por não estarem sozinhos, por ter alguém velando por eles, por ter um "médico" cuidando de suas feridas...

Inocentes e sofridas almas, desgraçados desde o dia em que nasceram, pelejam pela vida e por um pouco de dignidade, beijando agradecidos as mãos que os atormentam e os açoitam... é assim que vejo nossa tosca sociedade, é assim que me vejo, quando preciso dos nossos "ilustres" doutores, que na verdade não passam de alunos inseguros e perdidos em sua própria vaidade, pessoas que desprezam seu próprio semelhante, jovens que só são o que são, porque toda a sociedade, inclusive eu, pagamos seus longos anos de estudos e dedicação, e que no final de tudo isto, ao invés de agradecer a sociedade e todos aqueles que deram seu sangue e suor para eles se formarem, me tratam como se eu estivesse devendo favores a eles ou pior, como se eles estivessem fazendo um favor para mim; quão enganados eles estão, pois na verdade, não fazem um décimo de sua obrigação e dever, são pessoas que deviam tratar melhor a sociedade que os sustentam, e não se sentirem superiores a nós, que damos nosso sangue, suor e carne, para mante-los empunhando suas esporas e azorragues sobre nossos lombos. 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O CAPETA FEZ O "DIABO" COM MEU CORPO.

Era véspera de um feriado prolongado, quando alguns alunos da minha sala, planejaram participar de um encontro musical de bandas independentes na praça Sérgio Pacheco, onde alguns dos meus amigos iriam tocar. Mas havia um aluno na faculdade que visivelmente me evitava de toda maneira, eu podia sentir em seu olhar, uma aversão tremenda em relação a mim, mas eu nem ligava, afinal de contas ele era o garoto caladão da sala, que nunca conversava com ninguém; mas havia um ar mistico, um silêncio desconcertante, uma apatia profunda envolvendo aquele garoto, não sei o porque aquela criatura chamava tanta minha atenção, percebia que as vezes ele ficava me olhando e me fitando por vários minutos, e aquilo me constrangia e muito, mas toda vez que eu tentava me aproximar, ele se esquivava e saia de perto da minha pessoa, com ar arrogante e presunçoso, sabia que ele não era aluno regular da minha turma, achava que era aluno de outro curso, e estava fazendo aquela matéria como optativa.


Algo me dizia que ele sabia das coisas que eu fazia e da puta que eu era, e de alguma forma, minha presença na faculdade, perturbava aquele rapaz, seu ar ríspido e extremamente altivo, me tratava como se eu não existisse, como se eu não fosse ninguém, como se ele tivesse algo a me ensinar e eu a aprender...


No dia do tão esperado festival, estavam todos meus amigos reunidos na praça, quando derrepente avisto a figura daquele jovem rapaz, debaixo de uma arvore, reencostado em seu tronco e me olhando fixamente, devorando meu corpo com os olhos, despertando um tesão que há tempos estava adormecido em mim, não conseguia desviar meus olhos um minuto sequer daquele homem, meu corpo estava completamente tomado por uma febre inesplicavel, estava sentindo um calor adolescente em minha racha, uma vontade incontrolável de me aproximar daquele garoto e me oferecer descaradamente para ele, e foi o que aconteceu, comecei a me afastar da multidão e ir em direção ao local onde ele estava, me aproximei e sem dizer uma única palavra, ele estendeu suas mãos em direção as minhas e me puxou, conduzindo-me lentamente em diração a seu carro de cor prata, 4 portas, teto solar e vidros completamente escuros e espelhados, entramos e rapidamente nos dirigimos rumo a saída da cidade, pela rodovia BR 365, em direção a cidade de Araguari, imaginei que o safado estava me levando para um motel qualquer, minha surpresa veio, quando entramos em uma via de terra a direita da rodovia, passando por baixo de um pequeno viaduto arredondado, no qual passava um trilho de trem, continuamos a nos dirigir até chegar em uma pequena casa com uma piscina na lateral, era final de tarde, o sol estava se pondo, e ao estacionarmos, reparei que o local não estava vazio, aos poucos notei a presença de uma velha senhora, trajando um velho vestido estampado, com seus ralos cabelos despenteados segurando um balde contendo roupas, ao qual parecia estar prestes a estende los em algum varal, ao avistar meu acompanhante, ela abaixou a cabeça e saiu da porta, deixando a passagem livre para adentrarmos na casa, em seu interior, era visível a presença de quartos e algumas garotas se arrumando, outras se preparando para o banho e algumas completamente maquiadas, usando apenas roupas intimas transparentes e decotadas; não compreendia que lugar era aquele, não compreendia o que estávamos fazendo naquele ambiente, estava completamente perdida e ao mesmo tempo muda, diante daquela situação, eu não conseguia abrir minha boca para perguntar o que estava acontecendo, pra ser sincera, eu não conseguia nem mesmo olhar para o rosto do meu acompanhante, não entendia o que estava se passando, era como se eu estivesse possuída ou quem sabe hipnotizada diante daquele homem altivo e com ares extremamente severo, seu desdenho e apatia era tamanha que sua boca só abriu para proferir algumas palavras somente naquele momento, em que adentrávamos rumo ao último comodo daquela pequena casa, e ao fechar a porta assim que entramos naquele quarto, olhou-me e disse: VOU-LHE ENSINAR AGORA, ALGO QUE NÃO SE APRENDE NA FACULDADE... TIRE TODA SUA ROUPA E DEITE-SE NA CAMA. Foram apenas estas as palavras que ouvi sussurrar em meus ouvidos, depois disto, minha vida nunca mais foi a mesma.

Assim como ele havia ordenado, obedeci prontamente seu desejo, abrindo o zíper da minha saia indiana e levantando minha camiseta, desabotoando meu sutiem e descendo minha calcinha, ao ficar completamente nua, deitei na cama empinando levemente meu tronco, deixando meus seios erguidos e expostos, ao mesmo tempo em que uma de minhas pernas se encontrava ligeiramente arqueada cujo joelho levemente dobrado, procurava esconder ou quem sabe, proteger a mais linda e delicada vagina, desprovida de todo e qualquer pêlo; enquanto meus pensamentos e temores borbulhavam em minha cabeça, meu homem já se encontrava completamente nú na minha frente, com seu corpo perfeitamente modelado, cujas pernas tronco e braços, pareciam ser a concretização dos meus mais profundos desejos, o estranho é que aquele corpo, parecia não corresponder com as lembranças que eu tinha daquele garoto da minha sala de aula, mas era ele, em carne e osso, com um membro de tamanho e grossura invejável, e que aparentemente ainda não se encontrava em sua plenitude, sorrateiramente ele se sentou na beirada do colchão, próximo dos pés da cama pegando delicadamente minha perna direita, levantando-a e levando-a até sua boca, neste momento sinto sua língua serpentear por todo o meu pé, chupando e lambendo cada um dos meus delicados dedos, sua língua parecia ter vida própria, como se ela fosse capaz de tocar cada nervo, cada receptor, cada célula capaz de me proporcionar prazer, todo meu corpo estava arrepiado, minha pele se encontrava completamente eriçada, dos pés a cabeça, meus seios já despontavam duros e doloridos, enquanto sentia minha vagina se esquentar a medida que ficava cada vez mais úmida; com sua língua incontrolavel, ele foi subindo cada vez mais atrevido, serpenteando e chupando minha perna, tornozelo, coxas e parte interior da virilha, neste momento eu já estava em brasas, sentindo sua língua e seus dentes, morderem vigoroso minha carne, deixando marcas e vergões por toda minha cava branca e lisinha, eu me abria toda, estava com minhas pernas escancaradas, implorando para sentir seu toque, sua boca sua língua em minha bucetinha encharcada, quanto mais eu pedia, mais ele me torturava com sua boca ao redor da minha grutinha, até que chegou o momento em que senti o toque de sua língua gulosa invadindo de maneira áspera e profunda, lambendo e chupando com força, toda minha buceta, bebendo e sorvendo todo meu suco que saía em abundancia; sentia sua língua tocar o mais intimo da minha xana, era como se sua língua pudesse alcançar todo meu interior, preenchendo toda minha cavidade, e me proporcionando um gozo intenso enquanto meu clítoris era massageado por seus lábios e dedos; eu gozava em espasmos fortes e delirantes, falava frases desconexas enquanto meu gozo era expelido em jatos que escorriam e inundavam toda minha bucetinha, encharcando-a e fazendo com que meu homem devorasse cada gota da minha forte ereção; após beber todo meu suco e deixar meu grelo extremamente inchado, aquela língua ferina volta a serpentear por sobre meu corpo, subindo pelo quadril, cintura e seios, cujos bicos pontudos e duros foram chupados e mordidos com ânsia e desespero, sentia sua língua envolver e lamber as pequenas aureolas do meu peito, enquanto seus dentes acariciavam e mordiscavam frenéticos meus bicos rosados, ao mesmo tempo em que sua mão e dedos beliscavam e torciam meu outro mamilo, deixando-o retesado e e extremamente empinado, com uma sensação única de querer verter leite ou qualquer outro líquido, que por ventura ali tivesse; mal havia terminado de gozar, e minha bucetinha já estava novamente lubrificada, piscando e ansiosa para ser novamente invadida e penetrada, principalmente quando o cacete daquele homem, tocava minhas pernas e corpo, eu sentia o calor e o calibre daquele músculo parcialmente duro, podia sentir o peso daquele colosso, e ao imaginar aquela estrutura imensa dentro de mim, um calafrio percorria minha espinha, fazendo minha bucetinha se contrair de tesão e medo; meus seios já estavam inchados e doloridos de tanto serem mordidos e chupados, neste momento, ele se coloca completamente sobre meu corpo, com seu rosto na altura do meu rosto, e ao olhar sua face, arregalo meus olhos em visível expressão de surpresa e com minha boca aberta em uma explosão incontestavel de pavor, cujo sangue some em um piscar de olhos das minhas veias, fazendo com que meu corpo se congele diante de tão assustador e estarrecedor fato... Aquele não era meu colega de sala, aquele homem não era a mesma pessoa que se sentava calado e apático na faculdade, aquela figura nem mesmo era homem, para não dizer humana; apesar de não conseguir fitar meus olhos em seu semblante, via claramente que aquela cabeça e rosto trazia contornos irregulares que não correspondião a nenhum ser humano; o quarto estava com a lampada acesa, apesar de estar enegrecido por algum tipo de fumaça ou neblina que ofuscavam minha visão, ao mesmo tempo em que meus olhos por algum motivo estavam embaralhados, não conseguindo focar qualquer ponto que estivesse em movimento, não conseguia gritar nem mesmo dizer alguma palavra, apenas congelei, da cabeça aos pés com minha boca escancarada, perplexa diante do que estava acontecendo, não sabia se estava sonhando ou tendo alucinação, seria imaginação ou delírio? quando seu rosto se aproximava bem perto dos meus olhos, para me beijar e chupar minha língua, seu rosto se transformava novamente no meu colega de sala, mas ao se afastar, minhas vistas se embaralhavam e eu via somente um vulto com contornos diabólicos e com uma cabeça desproporcional a um ser humano, mais ai, novamente ele se aproximava, e tocava minha boca com desejo e tesão, despejando uma saliva morna e doce em minha boca, chupando e serpenteando sua língua no interior da minha pequenina boca, minimizando meus temores e acalmando meu franzino corpo, que tremia muito diante do inimaginavel, e a cada beijo, chupada e toque do seus lábios em minha boca, eu me sentia segura, sem medo ou receio, apenas um tesão enorme que invadia todo meu corpo, numa vontade imensa de me entregar, e ter meu corpo tomado por aquele sentimento que fazia minha alma arder de vontade e desejo de ser possuída; enquanto ele despeja sua saliva que mais se parecia mel em minha boca, sinto seu pesado membro, que até este momento estava encostado em minhas coxas, se avolumar e se erguer endurecido, encostando em minha racha semi-aberta, levanto meu tronco para tentar ver o tamanho e o calibre daquele colosso, mas não consigo, minhas vistas estão turvas, apenas sinto na pele, o roçar daquela monstruosidade, e aos poucos ele vai aproximando aquele chumaço de carne na portinha da minha bucetinha, que piscando de desejo, sente o calor escaldante daquele músculo liso e grosso, ele continua roçando forte seu cajado em meu clítoris, pressionando e dando pequenas estocadas na portinha da minha bucetinha, lambuzando seu cacete com meu suco e espalhando meu líquido por toda aquela cabeçorra enorme, cujo calibre não consegue entrar em minha xoxota, eu forço meu corpo para baixo, quero sentir minha carne ser arregaçada, quero sentir o calor daquele instrumento me invadir, quero ter meu amago preenchido; derrepente ele ergue seu corpo, ficando agachado entre minhas pernas e segurando o que parece ser seu falo, pressiona-o contra minha bucetinha e me penetra ardentemente, sinto aquela cabeçorra adentrar e enlarguecer minha vagina e pelves, seu membro entra rasgando minha carne, o calor daquele mastro vai penetrando fundo minha bucetinha, até senti-lo tocar meu útero, seus movimentos são extremamente cadenciados, penetrando todo seu colosso em meu interior até sentí-lo atingir forte meu útero e novamente o retira quase todo para fora, massageando minha gruta por completo, meu tesão é tanto, que não consigo me segurar, e ao mesmo tempo que ele me fode, eu forço toda minha pélvis contra seu corpo, friccionando meu clítoris contra a grossa base daquele cacete, e sem muita demora, volto a gozar descontroladamente, perdendo por completo as forças sobre minhas pernas e corpo, minha racha arde a cada contração, a cada pressão involuntária, a cada estrangulamento da minha buceta no cajado grosso e grande daquele homem, enquanto tenho espasmos de prazer, ele continua a estocar seu falo em meu interior, seus movimentos constantes e profundos, só aumentam meu orgasmo, e permaneço durante horas com minhas pernas arreganhadas, tomando vara e ferro em meu interior, já estou toda ferida e machucada, mas o desgraçado parece não perceber ou importar, apenas continua com a mesma intensidade e ânsia, alojando todo seu membro em meu interior, já havia perdido as contas de quantas vezes havia gozado, agora sentia apenas ardor e agonia, devido as lacerações em minha cavidade vaginal após horas de penetração; como era possível um homem trepar durante horas sem gozar e sem diminuir seu rítimo? eu não entendia, e quanto mais eu pedia para parar, mais rápido seus movimentos se tornavam, porém ele nunca gozava, somente permanecia bombando e estocando seu cajado em mim, cada vez mais forte, rápido e profundo; apesar das lágrimas em meus olhos, eu não queria chorar, estava apenas me sentindo saciada, completa, satisfeita e apesar da dor dilacerante, meu corpo ainda assim agradecia aquele colosso em seu interior, ainda assim eu desejava no funda da alma, que aquela noite se prorrogasse por mais um tempo; foi então que aquele homem diminuiu seu rítimo e bem devagar começou a retirar seu falo imenso de dentro de mim, quando aquela cabeçorra saiu pela primeira vez de dentro da minha buceta, um misto de alívio e histeria tomou conta do meu corpo, não sabia se sorria ou se gritava, chorava ou agradecia, estava tomada de dor, felicidade e plenitude; e antes mesmo de pensar em fazer qualquer coisa, ele suspendeu minhas pernas pelos tornozelos, trazendo-a para próximo de mim, ao mesmo tempo em que minha bundinha ficava completamente exposta e levantada para cima, nesta hora ele leva seu cacete extremamente duro e inflamado para a entrada do meu cuzinho, e lentamente força seu cajado contra minhas pregas anais, eu gritava e gemia alto, tentando impedir que ele me penetrasse, mas minhas súplicas pareciam não fazer efeito, e quanto mais eu berrava, mais forte ele impunha seu cajado contra minha bundinha, até que senti a cabeça daquele colosso me arregaçar as pregas e entrar forte e de uma só vez em meu cú... Grito, choro e sangue são os adjetivos que melhor traduzem o que estava se passando comigo naquele momento, minha carne havia se dilacerado e meu interior estava sendo castigado por movimentos profundos daquele cacete que deslizava agonizante em meu intestino, seus movimentos fortes e profundos, introduzia todo seu cajado de maneira bruta e sem compaixão em todo meu reto; com seus braços fortes, ele segurava minhas pernas completamente abertas e sobre minha cabeça, e com seu corpo sobre o meu, ele me mantinha imóvel, a merce de toda e qualquer violência aplicada sobre meu frágil corpo; desta forma ele tinha total controle e acesso ao meu cuzinho, penetrando de maneira rude e sem benevolência, impondo dor e sofrimento sobre meu corpo devido ao tamanho e grossura de seu membro, ao mesmo tempo em que, de maneira cadenciada e firme, deslizava seu falo com uma vontade descomunal de me proporcionar prazer, foi então que entendi, que ele não estava apenas transando comigo, ele estava me dando uma lição, uma lição que eu jamais iria esquecer; pois ele não tinha apenas me comido, ele estava me devorando; ele não tinha apenas me machucado, ele estava me violentando; ele não tinha apenas desejo pelo meu corpo, ele estava com fome de prazer; ele não queria me fazer feliz, ele estava apenas me saciando; ele não queria apenas marcar meu corpo, mas estava deixando cicatrizes permanentes em minha alma; ele não queria apenas me fazer gozar, ele estava me mostrando a dor de uma ereção; e deste modo passei a entender o quanto é tênue a linha que separa o prazer da dor, a satisfação da exaustão, a vontade do desejo a violência da violação...



E desta forma, me entreguei completamente para aquele homem, me esquecendo da dor e de minhas limitações, passei então a pedir em alto e bom tom, para que ele metesse forte e com vontade em meu cú, esfola meu rabo seu caralhudo, goza em meu cú desgraçado, esbravejava estas palavras de maneira alucinada, não mais me importando com as consequências, sentia apenas seu falo penetrar forte, rápido e profundo em meu intestino, dilacerando qualquer vestígio de pregas anais que por ventura ali tivesse, sentindo seu colosso enlarguecer as paredes sensíveis do meu intestino, preenchendo completamente minha cavidade anal; horrorizada com aquele coito anal que parecia não ter fim, ele metia com uma ânsia e com uma vontade indescritível, sua verga incansável parece mais uma máquina, até que sinto um jato forte e ardente invadir o mais profundo do meu âmago, uma seiva fervente e abundante inundar meu cú, seu leite invade meu rabo e transborda tamanha a quantidade de porra secretada por aquele mastro, sinto as veias calibrosas daquele caralho, contrair-se em espasmos violentos, despejando aquele tão precioso e desejado líquido em meu intestino, e ao retirar seu cacete ainda duro de dentro do meu ânus, mais e mais sêmem aflora e se espalha por todo meu corpo, aliviando com seu calor, a inflamação e as feridas da minha buceta e do meu cuzinho. Ele se retirou de cima de mim, me deixando estendida e completamente sem forças sobre a cama, meu corpo ainda ardia e convulsionava devido ao grande esforço por mim despendida naquela maratona sexual; meu acompanhante se levantou,vestiu suas roupas e abriu a porta, e uma claridade ofuscante entrou pelo quarto, só então notei que já era dia, o sol já se despontava forte lá fora, me levantei apressadamente, vesti minhas roupas, e com meu corpo ainda dolorido e minhas pernas parcialmente dormentes, cambaleei em direção a porta e saímos apressados. Aquela foi a última vez que vi meu colega de sala, nunca mais o ví novamente, perguntei por ele na faculdade, mas ninguém soube me informar o que teria acontecido; a única certeza que tenho, é que naquela noite, o diabo usou e abusou do meu corpo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

MEU CORPO É MEU GANHA PÃO

Vou falar um pouco sobre meu corpo, meus pêlos, meus contornos e orifícios; eu já fui amante de mim mesma, eu já senti o aroma e o gosto da minha própria pele, eu já me deleitei diante da minha própria imagem refletida em um espelho, eu já me achei a mais linda e perfeita das mortais; não pense que é exagero ou fruto da minha vaidade, nem tão pouco sou narcisista, não, pois para ser honesta, eu já despertei a paixão e a cobiça de muitos e muitos homens, e o que mais me deixa furiosa e puta da vida, é quando um homem se recusa a me comer, de duas uma, ou ele perdeu o "bilau"ou nunca teve um... A verdade é que eu sou, ou melhor, fui sem exagero nenhum, a garota mais gostosa, a buceta mais apertada e apetitosa e o cuzinho mais desejado da UFU. meninos, garotos, homens e mulheres, já tiveram o prazer de me esperimentar, confesso que não sou modesta quando digo que todos eles gozarão, e muito; mas apesar disto, muitos deles insistem em fingir que não me conhecem, preferem manter as aparências para suas esposas e mulheres, bem tenho que respeitar suas vontades, mas espero que compreendam se algum dia eu revelar seus nomes, afinal de contas, vocês me pagarão para ter prazer e gozar em meu interior, e não para manter minha linda boca fechada.

Meu corpo magro, com minúsculos e finos pelos loiros espalhados pelos braços, se tornam cada vez mais escassos, conforme sobem em direção aos mais lindos e formosos seios, eles são gêmeos idênticos em tamanho e forma, pequenos e rígidos, com pequenos bicos rosados e delicados, que ao menor toque, incham e se transformam na mais perfeita criação de Deus; minhas pernas longas e depiladas, sobem rumo a fenda mais cobiçada pelos homens, minha buceta branquinha e depilada, esconde delicadas carnes rosadas e húmidas, cujo interior macio e extremamente quente, aloja os mais diversos tipos, tamanho e cores de falos e objetos que você possa imaginar, mas nada se compara a minha grande e lisinha bundinha, ela sim é motivo de orgulho, extremamente simétrica e empinada, guarda o cuzinho mais apetitoso e gostoso de todos os tempos, minhas pregas rosadas, se dilatam com o simples toque de uma língua ou dedo, e é capaz de guardar em seu interior, membros de diâmetros inacreditáveis, que entram profundos em meu interior, arrancando gemidos indescritíveis e as vezes até lagrimas, que confirmam meu tesão diante de tão grande e completo prazer.