segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

MINHA MANINHA NÃO PASSA DE UMA PUTINHA BARATA.

Eu sempre fui contra a hipocrisia das pessoas que olham e apontam apenas os defeitos alheios, e se esquecem de se olhar no espelho, para poderem verem refletidos, seus erros e falhas ali estampadas; mas em se tratando de hipocrisia, a maior de todas as hipócritas estava bem debaixo do meu nariz, morando sobre o mesmo teto e comendo do mesmo prato em que eu comia, esta é a minha irmã mais velha, uma putinha que adorava me dar lição de moral, mas que no final das contas, tornou-se uma ramera de primeira, a putinha mais barata do bairro, que ainda hoje, permanece pobre, semi-analfabeta, mãe da minha linda sobrinha, que apesar de novinha, tornou-se a maior vadia da escola e para completar sua história, só namorava velho, brocha e pobre.

Há muitos anos atrás, ela tentou ganhar a vida no exterior, pensou até em gravar um disco, mas no final, a única coisa que restou, foi o bucho cheio, pois ficara gravida de um " la plata" e o cú esfolado de tanto ter que trepar, para poder pagar a passagem de volta. Depois desta infeliz viagem, ela bem que tentou arranjar emprego, mas burra feito uma cabaça, só arrumava emprego de terceira categoria, e o salário era quase sempre o mínimo; os anos foram passando, e ela ficando cada vez mais velha e decadente, até que chegou num ponto em que ela começou a ver a vida que eu levava, e viu que ser vadia e puta, também tem seus benefícios, e assim como eu, aos poucos ela resolveu mudar de vida, tingiu o cabelo de loiro, passou a fazer escova e a usar maquiagem, pintava as unhas com esmaltes cintilantes e passou a usar roupas cada vez mais curta e colada no corpo, não deu outra, com o tempo, passou a ter um homem diferente a cada semana, e hoje, trabalha em uma empresa de porte médio e já trepou com todos os chefes, gerentes e supervisores dali; é o que eu sempre digo, apontar o dedo é fácil, quero ver chupa-lo todo santo dia.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

AS MARCAS DE UM ESTUPRO.

A alguns anos atrás, fui abordada por dois homens em um carro, próximo da minha casa no condomínio "morada do sol", eles pararam bruscamente, um deles abriu a porta, saiu e me agarrou pelo braço, me empurrando para dentro do carro; apesar de gritar e lutar muito, eu não consegui fugir, nem mesmo oferecer o mínimo possível de resistência, pois ele mostrou-se muito mais forte, e não conseguindo me desvincilhar, fui arrastada para dentro daquele veículo e levada para um lugar completamente deserto, rodeado apenas por mato e arvores.

O homem que havia me arrastado para dentro do automóvel, já havia rasgado minha blusa e tirado metade da minha roupa, enquanto o motorista parava o carro no meio do mato, pronto para me violentar sexualmente, quando os dois me deixaram completamente nua, parei de lutar e simplesmente abri minhas pernas e com um sorriso malicioso nos lábios disse calmamente:

NÃO EXISTE NADA QUE VOCÊ FAÇA COMIGO, QUE OUTRAS PESSOAS JÁ NÃO FIZERAM.

Naquele final de tarde, fui estuprada por aqueles dois homens, eles me violentaram por várias horas, executarão todo tipo de violência e depravação com meu corpo, eu não disse uma única palavra, nem se quer dei uma única gemida de dor, apenas satisfazia as fantasias e prazeres daqueles dois filhos de uma puta; ao final daquela atrocidade sexual, me jogaram no meio do mato, com minhas roupas todas rasgadas, e meu corpo cheio de hematomas.

Creio que aquele foi um dia que jamais conseguirei esquecer, aquele foi um dia que jamais sairá da minha memoria, e com certeza será uma data inesquecível para aqueles que usarão e abusarão do meu corpo, pois levarão consigo, muito mais que a simples lembrança de um estupro, mas carregam para sempre as chagas que também estavam em meu corpo.