sábado, 29 de dezembro de 2012

CONTRADIÇÕES DE UMA BUCETA CARENTE

As vezes me pergunto: O que é pior? A dor física ou emocional? A ferida na carne ou no espírito? O sacrifício do corpo ou da alma? não tenho respostas para tais indagações, a verdade é que já esprementei ambas, e confesso que as duas são dolorosas, e se for para escolher, escolho não sentir nenhuma delas; pois acredito que a intensa dor física, com o tempo minam nossas forças e nossa juventude, acabam com nossa alegria e esperança, mata nossa alma e espírito; e da mesma forma a dor sentimental, a desilusão amorosa, a paixão do espírito que é a força vital que alimenta nossa alma, a centelha que todos conhecem como amor, que ao se apagar, apaga também a chama da vida.


Já faz algum tempo que tenho me desiludido com os homens, eu tento, eu me declaro, eu me entrego, mas eles insistem em me ferir e machucar, mentem a todo momento, me usam quando bem querem e me desprezam quando mais preciso; estou cansada de procurar a felicidade sobre a cama de um homem; estou cansada de sempre me dar, e nunca, nunca, nunca receber; estou cansada de me levantar todas as manhãs e acordar pior do que quando me deitei. O mais bizarro, é que eu amo aquele corpo forte, bonito, rígido, tenso; eu amo o calor de seus braços, a grossura de suas pernas, o tamanho avantajado do seu tronco e peito; eu fico completamente ardida com seu pênis, saliva e dedos; eu choro diante da sua ausência, e fico completamente atordoada com o perfume de seu travesseiro e nuca. Perdõe a contradição da minha buceta, mas apesar de amar o falo emperdigado e enrijecido de um homem, ela tem se mostrado cada vez mais carente e sedenta pelos cuidados de uma mulher.


Não tenho vergonha de dizer o quanto estou carente e precisada, não sou adepta da hipocrisia, por isso não me conformo com a solidão e com o estar só, e se digo que não quero mais homens em minha vida, não é porque deixei de ama-los, pelo contrario, o motivo é que aos poucos estou morrendo de paixão; mesmo se esta minha declaração, estivesse em um outdoor, mesmo assim eles não me compreênderiam; é esta então minha razão de tentar encontrar um pouco de felicidade, entre as pernas de uma menina, mesmo que meus sentimentos não sejam correspondidos por alguma mulher, elas são mais sensíveis, sinceras e verdadeiras com os próprios sentimentos; não digo que não vou me magoar, apenas acredito, e ainda tenho esperança de encontrar nas curvas e fendas do corpo feminino, o prazer que tanto busco em minha vida.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

FOCK-MY, PLEASE.

Tenho saudades de uma época que jamais voltara, de uma época em que crianças não falavam de sexo, beijar na boca era um sonho e trepar era proibido. Sou uma saudosista inveterada, me alimento do passado e de minhas gloriosas lembranças que jamais esquecerei. Eu amei e fui amada como jamais serei novamente; e aprendi desde a mais tenra idade, o  que me fazia feliz e despertava minhas paixões. Sou agora um cabedal de sonhos e pensamentos memoráveis; e a cada dia que passa, minha sede de regressar ao que era antes, torna-se cada vez maior; talvez meu maior desejo, seja recobrar minha INOCÊNCIA; só quem perdeu este sopro de vida, esta imaculada parte de um ser, sabe do que estou falando.  A inocência juntamente com a pureza, nos faz extremecer de prazer, na mais pequenina e ingênua transgresão, onde tudo se torna proibido, onde o melhor lugar do mundo para se estar, era onde você estava...


Os anos foram devastadores para mim! nunca estive tão fraca como estou agora, se fraquejo, é porque estou perdendo a batalha; se você me olha e não vê a tristeza em meu sorriso, é porque não olhou-me nos olhos; se fumo várias pedras por dia, não é para esquecer dos problemas, mas para procurar um motivo oculto em continuar de pé; se me cubro com a aparente figura de boa mãe, é para disfarçar, meu fracasso como filha; se divido meu pão com você, é para que não descubras minha avareza; e se algum dia deitares em minha cama, não espere receber calor ou afeto. Eu abracei a vida com tanto desejo e prazer, que ao descobrir que ela era frágil, já a tinha despedaçado. VAI TOMA NO CÚ, todos aqueles que se sobressaíram; espero que "meu filho" não tenha a mesma sorte do que eu; mas apesar de o considerar minha grande "victoria", compreendo que sua feição débil e disforme, com grandes óculos em um rosto cravejado de dentes tortos, não facilitará em nada sua estada neste mundo. 


Mas porque se lamentar da vida e viver do passado, se ainda tenho a oportunidade de me esbaldar e chafurdar nos requintes do sexo e da perversão; como me lamentar se ainda sou adepta incondicional das sandices e das imundícies do corpo humano; como me ver triste diante de tantos depravados e sodomitas que ainda abusão do meu corpo; eu quero mais é trepar, até minha buceta se encher de feridas, eu quero dar meu cú, até ele se esfolar todinho, eu quero chupar  e beber todo ranço humano; eu quero dar e ser fodida dos quatro cantos; quero ficar inchada e ferida de tanto sexo; o que eu quero mesmo: É SER FODIDA!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

VIDA, LONGA VIDA

Pensei que este ano seria melhor do que o ano passado, acreditei que as mudanças, os estudos, o trabalho, meu esforço... Me levariam a um patamar superior, a uma vida melhor, a uma situação de conforto; mas por enquanto, tenho notado que o ano não iniciou como eu esperava, como eu tanto almejava; sonhos são difíceis de se realizar, e os meus parecem rastejar a passos lentos, acredito que minhas ações estão dando sim, alguns frutos, mas não o bastante, não o ideal; gostaria de mudar de vida da noite para o dia, mas sabemos que isto não acontece, por mais que você queira, reze, peça ou implore, a vida jamais será justa; aprendi que: a vida é dura com quem é dura com ela, a vida é cruel com os bons, a vida é injusta com os que pregam a justiça, a vida é trágica com os fracos e acima de tudo, a vida é extremamente covarde com os mansos e generosos. Porra quanta dor ainda será preciso eu sentir, antes que a vida me leve? quantos homens ainda terei que chupar? quanto sexo ainda terei que fazer? quanta humilhação ainda terei que suportar nesta insuportavel vida?
 
 
Ser mulher, é ser sozinha, sempre, mesmo quando estamos dividindo a mesma casa, o mesmo quarto, a mesma cama com um homem, ainda assim estamos sozinhas, caminhamos sozinhas dia-apos-dia, pensamos estar segura com nossos maridos e esposos, que nos prometeram cuidar e nos proteger, mas no final, enfrentamos a dor e os problemas de forma solitária, queria acreditar que nós mulheres somos o sexo forte, mas se isto fosse verdade, porque eu me desabo em prantos quando estou sozinha? porque preciso tanto de um homem do meu lado? porque me sinto mais feliz quando estou sendo violada? Ser mulher é antes de mais nada: "Caminhar pelo vale da sombra da morte" e "Temer todo mal cometido pelo homem", sinceramente, ser mulher é antes de mais nada, ser feliz com a infelicidade batendo a todo momento em nossa porta.
 
 
Não é sempre, mas as vezes, existem dias que me sinto mais sozinha, mais carente, mais triste... Geralmente as sextas e sábados meus dias são silenciosos; agradáveis, mas silenciosos, introspectivos, solitários; talvez porque são estes os dias que tiro para pensar e refletir na semana que passou, no mês que se foi, em mais um ano de luta, em uma vida que é no mínimo agonizante; eu digo que levo uma vida de agonia, pois estou sempre esperando o pior, o provável, o inevitável, há tempos deixei de ter esperança, há tempos deixei de acreditar, há tempos deixei de ter fé, pois a vida já me mostrou que o pior cego é aquele que não quer enxergar, e ter fé no dias de hoje, e tentar ludibriar a si próprio, é enganar a si mesmo, é acreditar numa mentira que você gostaria que se tornasse verdade, afinal de contas, há um ditado popular que diz: Uma mentira contada mais de 1000 vezes, acaba se tornando realidade, Mas sabemos que isto não é verdade, pois uma mentira será sempre uma mentira. Finais de semana deviam ser sagrados, deviam ser compartilhados com quem amamos, deviam ser dias de descanso e paz... Mas não para mim, pois são estes os dias que reservo para falar com Deus, são estes os dias de súplicas e pedidos, são estes os dias em que me curvo e me prostro diante do meu opressor, do meu aniquilador, da minha santa e sagrada DOR. São nos finais de semana, que me pego em profundos devaneios em relação ao meu passado, de quando eu era linda, jovem e esbanjava vida, de uma época em que eu era o centro das atenções, de um passado repleto de vida, sonhos e contradições, de um tempo em que minhas lágrimas eram sinônimos de prazer extremo, de uma luxúria incontrolável, de um êxtase quase que divino; Talvez retornar ao passado em meus pensamentos e lembranças, seja a única forma de continuar forte, ativa, feliz; quem sabe seja esta a minha forma de fugir do presente, e parar , por apenas um instante, de pensar no futuro, num futuro no mínimo surpreendente.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

QUERIA VER DEUS, APESAR DE CAMINHAR LADO A LADO COM O CAPETA.

"Quero paixão, prazer, bebedeira e todo mal. Quero ver rostos, roçar em corpos e se possível beber um benedictine ardente. Quero conhecer pessoas perversas e ser intimo delas. Quero ver você duro, sentir você grosso e não me abalar com você grande. Quero morder seu corpo, rasgar sua carne, beber seu sangue. Quero fumar um pouco, tomar um trago, picar meu braço. Quero sentir na veia o calor do sangue subir na cabeça. Quero viver mais um pouco, me aproveitar de você como um todo, exaurir meu corpo. Quero surrar o mais fraco e ficar com quem vence. Quero tremer, arrepiar , gemer, gritar. Quero dizer mentiras, ocultar a verdade, falar bobagem, ouvir sacanagem. Quero a brisa em meus cabelos, o vento em meu rosto, molhar meu corpo. Quero a garupa de sua moto, o estofado de seu carro, o sofá de sua sala, o colchão de sua cama. Quero brincar com sua cara e ser severa com sua carne. Quero abrir a boca, morder a vida e ser despedaçada por ela".
 
 
CARNAVAL, uma festa que celebra a vontade e os desejos da carne, período em que as pessoas se sentem no direito de trepar em demasia, violentar, trair, sobrepujar; semana em que muitos morrem, se ferem, machucam e se contaminam; dias de euforia, bebedeira, correria; noites de pecado, prazer, luxúria e glória; momentos intensos de pura rendição a música, a dança, ao beijo, e as mãos; dias de entrega, de êxtase, de revelador suor; período em que abraçamos o diabo e contemplamos sua face; e foi justamente neste período, a muitos anos atrás, que algo surpreendente aconteceu; eram dias furiosos de carnaval, já estava pronta para a dor, a insonia e ao álcool, foi ai que, quando eu menos esperava, quando estava prestes a sentir o doce e morno hálito do diabo, momentos finais de agonizante espera, que tive um encontro com DEUS. Hoje ao fechar os olhos, penso: Melhor seria não ter o conhecido, talvez assim sua fúria fosse mais branda, talvez minha ignorância aplacaria sua íra, quem sabe não serias tão severo com sua filha... Tudo bem se não queres me ajudar, pois sei que não sou digna de alcançar sua misericordia, gostaria então que fosses neutro, imparcial e não tomes partido contra minha integridade física, não me açoite e nem levante suas poderosas mãos sobre mim; MALDITO o dia em que nasci, todos a minha volta estão sorrindo neste momento, lagrimas existem apenas em meu rosto, e quem disse que o sol é para todos? BLASFÊMIA são as únicas palavras que sãem naturalmente da minha boca dia após dia, quem disse que não tenho o direito de ser amarga, nutrir-me de rancor, extrapolar minha ira? por quê tenho que aceitar calada meu destino? por quê não posso querer mais da vida? Sou eu quem vou dizer quando parar, sou eu quem vou tomar as rédeas da minha história, sou eu quem faço as regras a partir de agora. Não me mande ficar calada, se há tanto o que dizer, não me impeça de enxergar o que esta a minha frente, ouça meu alarido quando a última trombeta tocar, mas não me diga o quanto errei, pois o senhor errou primeiro comigo.
 
 
Como eu havia dito, meu encontro com DEUS, foi algo inesperado, casual, quase que acidental, pois estava preparada para curtir o carnaval em uma pequena cidade aqui da nossa região, se não me engano, estávamos no ano de 1994, mas por força maior, fui obrigada a permanecer reclusa em minha casa, e sem poder viajar, me ví coagida a continuar na tosca cidade de Uberlândia, e sinceramente, carnaval em Uberlândia só dá Preto, Pobre e Puta; sem alternativa fui forçada a acompanhar minha irmã mais velha até uma igreja que ela frequentava já fazia algum tempo, não me lembro bem, mas creio que estava possessa e vermelha de ódio, pois aquele era o último lugar que eu gostaria de estar naquele momento; mas no final daquela reunião, quando já estava descendo suas escadas, eis que eu vejo a Criatura que iria mudar para sempre meu destino, o Homem que tomaria para si minha vida , o Deus que atormentaria minha alma e espírito para sempre, o Incrédulo que me faria crer na divindade do amor, o Anjo que despertaria meus demônios, o Santo que me abandonaria no mais árido deserto, o Salvador que me condenaria a uma vida de eterna dor e sofrimento...
 
 
Aqueles dias, foram dias felizes, dias de paz, dias de paixão, dias de calmaria, de uma calmaria morbita como aquelas que antecedem a tempestade, uma tempestade forte e duradoura, cujo rastro de destruição, se faz presente até os dias de hoje, cujas feridas abertas, ainda não se cicatrizarão, cuja febre permanece latente em meu sangue e a dor pulsa incompreendida entre minhas pernas; Aqueles foram dias de aprendizado, dias de crescimento, dias de entendimento, dias em que eu vi e vivi o mais próximo da face de Deus, dias em que as amarras se soltaram e o escuro véu que cobria meus olhos caíram; dias em que a pupa transformou-se em borboleta, o céu tornou-se vermelho e compreendi que o inferno é aqui mesmo na terra; dias em que quando eu mais precisei de Deus, e implorei pela sua presença em minhas orações, e seus ouvidos pareciam não me escutar, e tu não se fizeste presente... Foi então que o diabo me acolheu.

domingo, 9 de dezembro de 2012

O FILHO DA FILHA DE UMA FILHA DA PUTA.

Já dizia um velho ditado que: "filho de peixe, peixinho é". Nestas simples palavras, reside uma grande verdade, pautada no mais puro e simplório conhecimento popular; isto quer dizer que: você é o espelho de seus país, você será igualzinho a eles amanhã, você não passa de uma miniatura de seus progenitores; se eu me ater a estes fatos, creio que sou igualzinha a minha "querida" e "amada" mãezinha, nem melhor, nem pior, simplesmente igual; resumindo, amanhã, eu serei o que ela é hoje, ou melhor, eu sou hoje, o que ela era ontem, entenderam?
 
 
Diante de tal esclarecimento, gostaria de compreender o que faz uma mulher escorraçar sua própria filha de casa, o que faz uma mãe maldizer e amaldiçoar sua própria cria, o que faz uma mãe odiá-la, pelo que você é, se você não passa de uma copia fiel do que ela foi um dia? palavras fortes estas, para caracterizar a mãe que tenho, a mãe que um dia me expulsou de casa, a mãe que um dia bateu em minha cara e me chamou de vagabunda, perdida e rameira, a mãe que um dia não mais me aceitou como sua filha... Eu não guardo rancor, e nem fico me alimentando e remoendo esta tragédia em meu passado, prefiro olhar para frente, e tentar compreender, o que esta acontecendo com meu "filho", o porquê ele é o que é, e a cada dia que passa, ele esta se transformando em uma pessoa cada vez mais parecida comigo, em todos os sentidos; vejo agora, que eu sou o retrato do que minha mãe foi um dia, e meu "filho" esta se tornando uma cópia do que eu sou hoje; agora é tarde para arrependimentos, agora é tarde para concertar o que não pode ser concertado, agora é tarde para para tentar ser o que não sou... Algo dentro de mim, grita com uma voz surda, o futuro certo e tortuoso que minha própria cria irá trilhar neste mundo miserável e cada vez mais pagão; mas quem sou eu para critica-lo ou renuncia-lo, quem sou eu para dar-lhe lição de moral, já que a imoralidade reside entre minhas pernas e de todos os meus antepassados, quem sou eu para mostrar qual caminho seguir, se eu mesma não sei que caminho estou trilhando; uma coisa é certa, a luxúria, a depravação, a dor insaciável da carne e o calor agonizante em cada cavidade e poros do meu corpo, são passados de geração a geração; O desejo descomunal por homens bem dotados e irresistivelmente canalhas, a insensatez e insanidade diante do sexo fácil e o ardor que tenho entre as pernas, são os mesmos que minha mãe tinha, e é o mesmo que meu "filho" carrega; por isso, não o culpo pelo que ele esta se tornando, não o culpo pela vida depreciativa e vulgar que ele esta levando, não o culpo por estar sendo severamente subjugado por sádicos e violentos homens e carniceiros, afinal de contas, antes de mais nada, ele é minha grande "vitória".
 
 
Meus olhos se enchem d'água quando vejo seu franzino corpo repleto de marcas, hematomas e arranhões, cuja desculpa para suas feridas, são as brincadeiras na escola; mas aquela voz surda que grita dentro de mim, me atormenta constantemente, querendo revelar a verdade, mesmo eu não querendo acreditar, pois tenho medo do que possa descobrir, por isso prefiro fechar meus olhos para a verdade que brada nos olhos tristes do meu "filho", nas roupas que pouco escondem o seu corpo, na voz fina e delicada que sai de sua boca, na ausência de boas pessoas e verdadeiros amigos em sua vida... Que frio é este que percorre minha espinha quando começo a pensar nestas coisas? é como se eu pudesse voltar os anos e rever novamente minha vida , na adolescência perdida do meu "filho", ou no passado obscuro, tortuoso e incestuoso da vadia, puta e ramera da matriarca da família, cujo única herança que ela nos deixa além de seu sobrenome, é o desgraçado estigma de ser filho da filha de uma filha da puta.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

O SACANA DO MEU CUNHADO, SACANEOU MEU CUZINHO.

Eu me considero uma pervertida, mas jamais imaginaria que o namorado da minha irmã caçula, também fosse um filho de uma puta sacana, quem não o conhece, acha que ele não passa de play-boy, riquinho e mimado, confesso que o desgraçado é lindo, e tem um corpo de dar inveja a qualquer um, mas quem o conhece, como eu o conheci, sabe que ele é pervertido e extremamente depravado; vou relatar um fato que se sucedeu há muitos anos atrás, quando ele era apenas o namorado da minha maninha, confesso que meu corpo se estremeceu toda quando o vi pela primeira vez na sala de nossa insalubre casa, ele estava sentado junto da minha irmã, roçando suas mãos pelos seios empinados da vadia, tenho que concordar que senti uma pontada de inveja da minha irmãzinha caçula, afinal de contas era sempre ela quem arrumava os rapazes mais lindos e ricos para namorar, eu como sempre tinha que me contentar com as sobras; me critiquem quem nunca teve inveja nesta vida? quem nunca sentiu ciumes? quem nunca desejou algo melhor, pelo menos uma vez nesta desprezível e miserável vida? a verdade era que a vadiazinha era e sempre foi linda, com seus cabelos loiros, grandes e encaracolados, sempre bem cuidados, combinavam perfeitamente com seu rosto de traços finos e delicados, que só eram superados pelo seu corpo perfeitamente escultural, na realidade ela não se parecia em nada comigo ou com nossa irmã mais velha, a única coisa que tínhamos em comum era a vadia de nossa mãe e é claro o rabo avantajado de família.




Minha irmãzinha se chama ANAIR da ... Mas naquele momento ela não passava de uma vadia, vagabunda, filha de uma puta, foi com estes pensamentos medonhos e com uma inveja insana que me tranquei dentro de nosso quarto, enquanto a safada estava sendo apalpada e alisada por aquele gato no sofá de nossa sala; naquela noite, decidi que não queria mais ficar com restos e nem sobras, queria participar do banquete como todo mundo faz, e não me importava o que teria que fazer para conseguir meu lugar ao sol, foi então que resolvi que já era hora de ir atraz dos meus objetivos, e com certeza iria começar por tomar o desgraçado da "santinha" da minha maninha caçula.



Logo que o play-boy foi embora, corri para sala e fingindo estar interessada, fui logo perguntando quem era o gato? e bobinha como uma mula, minha maninha me colocou a par de tudo, me contou tudo sobre o fulano, e o que ela fez para agarrar o safado; e sem perder tempo, fui logo elaborando uma forma de conhecer melhor o filhinho de papai, e mostrar a ele que havia algo muito melhor que a mosca morta da minha maninha. Se passarão algumas semanas e minha irmã viajou para casa de nossa mãe, mas seu namorado não pôde ir por causa da faculdade, na época ele era universitário, foi então que peguei o numero de seu telefone e liguei para o filho da mãe, perguntando se ele poderia vir em minha casa naquela noite, pois eu precisava conversar com alguém, e se ele não se importaria de passar um tempo comigo para que eu pudesse desabafar um pouco... O viado ficou todo empolgado, notei pela sua voz a euforia por traz de sua conversa melosa e complacente, ele sabia que eu estava sozinha e o quanto eu era sapeca, já que quando ele estava com minha maninha, eu fazia questão de usar mini-saias e shorts curtíssimos, só para me mostrar e despertar o desejo do desgraçado; Não demorou muito para o desgraçado aparecer, ele mal esperou a noite cair e lá já estava ele, lindo, cheiroso e extremamente charmoso em sua roupa cara e de marca famosa, pedi para que ele entrasse e se sentasse no sofá, pois eu tinha acabado de tomar banho e ainda estava me arrumando, o viado estava com o sorriso mais sacana do mundo, como se já soubesse o que iria acontecer naquela noite... Eu havia tomado um longo banho e me depilada toda, estava com a bucetinha totalmente raspada, e profundamente cheirosa, devido ao sabonete líquido e de higiene interna, usado para lavar e perfumar a bucetinha de uma garota; coloquei um fio-dental de cor branca, juntamente com um shortinho estampado e uma blusinha transparente, que deixavam os bicos dos meus seios, transparecerem por sobre o fino tecido de algodão.


Ao voltar para sala, notei que o safado me comia com os olhos, sentei ao seu lado no sofá, e como quem não quer nada, perguntei o porque ele não quiz viajar com minha irmã? e com um sorriso sarcástico ele respondeu: Porque eu queria estar aqui com você! sorrimos e voltamos a jogar mais conversa fora, não demorou muito para ele começar a me elogiar, sempre me comparando com a puta da minha irmã, "você é mais cheirosa do que sua irmã, você tem um corpo mais desenvolvido do que sua irmã, você é mais"... Estava cansada de ouvir falar da minha irmã, e subitamente falei de forma imperativa: Você não consegue esquecer minha irmã mesmo estando aqui sozinho comigo? foi como se eu tivesse dado uma marretada no viado, e imediatamente ele contornou dizendo: Me desculpe, não foi esta a minha intensão, eu só estava querendo dizer que estou muito mais afim de você e com muito mais tesão, do que eu jamais senti pela sua maninha... Agora sim eu havia ficado feliz, havia conseguido ludibriar o idiota, a ponto de faze-lo trocar uma vadia por outra, e sem pensar duas vezes perguntei: Se você esta tão interessado, porque continua ai parado, só me olhando? Só mesmo assim para o viadinho ter a iniciativa de se jogar sobre mim e colocar sua boca sobre a minha, num beijo desesperado e forte.


Vocês não imaginam que boca deliciosa aquela, foi uma das melhores e mais gostosa saliva, língua e hálito que já experimentei, eu chupava seus lábios com sede e fome, queria ser devorada, deflorada, comida por aquele gostoso da cabeça aos pés, meu tesão era tanto, que quando dei por mim, estava completamente nua, apenas com meu fio-dental na altura dos joelhos, o desgraçado já havia retirado minha blusa e short, e se encontrava neste momento com seus dedos dentro de mim, e seus dentes cravados em meus seios, chupando-os de forma violenta e extremamente prazerosa, eu já havia tirado sua camisa e aberto sua calça, minhas mãos procuravam desesperadas pelo cacete daquele macho, forcei então sua roupa para baixo e retirei sua calça, deixando exposto um membro pequenininho e flácido, em meio a uma floresta de pelos pubianos, no inicio fiquei meio constrangida, pois esperava um homem muito bem dotado, tirando por base aquele corpo de Deus do Olimpo; foi então que me levantei colocando minha bucetinha no rumo de seu rosto, ao mesmo tempo em que me aproximei de seu pintinho e coloquei-o em minha boca, iniciando um delicioso boquete enquanto minhas mãos seguravam seu cacete punhetando-o de forma que, aos poucos seu membro começa a ganhar vida, vai ficando maior e mais grosso, mais duro e firme, até que o vejo completamente rijo, em toda sua plenitude, com mais ou menos 19 cm de pica, não era nada muito impresionante, afinal de contas eu já fui presenteada por homens com falos incrivelmente grandes e grossos, mais não custava nada mentir um pouco, e fingir surpresa com o tamanho de seu delgado cajado; abri um sorriso largo ao mesmo tempo em que elogiava o tamanho "enorme" de seu caralho, eu engolia sua pica por inteiro, colocando-o completamente em minha garganta, chupando e lambendo-o da cabeça a base, eu deixava-o completamente molhado e quanto mais eu salivava, mais o filho da mãe gostava; enquanto eu engolia todo seu membro, sua língua buscava de forma desesperada, alcançar meu útero de tão profundo que o miserável lambia e chupava minha xana; sentia seus dedos e sua língua brigarem para entrar dentro de mim, podia sentir a força em que ele fazia para me sentir o mais profundo possível, ele colocava seus dedos dentro de mim, sem nenhum pudor nem respeito, abria toda minha carne sem compaixão, ao mesmo tempo em que balbuciava palavrões, chingando-me de tudo quanto era nome e me pedindo para sentar em seu caralho; retirei então seu cacete duro da minha boca e me virei novamente, desta vez colocando seu emperdigado membro de uma só vez em minha racha, cavalgava em seu cacete como uma verdadeira amazonas, levantava meu quadril e descia forte, enterrando todo seu membro em meu interior, suas mãos percorriam minha enorme bunda, abrindo minhas nádegas e massageando meu cuzinho rosado, que já piscava forte de tesão; enquanto eu subia e descia sobre seu cacete, fazia questão de juntar uma porção de saliva em minha boca e escarrava toda dentro da sua, o viado estava amando aquilo; e quanto mais forte eu cuspia em sua boca, mais ele amava, mais forte ele me comia, mais fundo seus dedos adentravam em meu cuzinho; notei que o viado estava prestes a gozar, pedi então para ele me foder forte por traz, implorando para ser enrabada por aquele "pausão" enorme; imediatamente ele retirou seu membro de dentro de mim, e me colocou de quatro sobre o sofá, e sem piedade, forçou aquela cabeçorra para dentro do meu anus, e com apenas duas ou três estocadas, seu cajado já estava completamente enterrado em meu rabinho, ele me fodia com força e violência, e quanto mais perverso o filho da puta era, mais eu gemia e berrava de tesão, sentia ele retirar parte do seu mastro do meu cu e enfia-lo novamente de forma rápida e voraz, estava completamente estérica só de pensar que meu cunhado estava esfolando meu cuzinho, suplicava para que ele gozasse em meu cuzinho arregaçado, e sem demora começo a sentir os jatos de porra invadirem meu reto, os gemidos do meu cunhado eram fortes e altos, e quanto mais eu pedia para ele gozar, mais porra ele depositava em meu rego; permanecemos um bom tempo naquela possição, até que a ultima gota de sêmem fosse deixada em meu cu, e quando eu estava prestes a me levantar, ele pediu para que eu continuasse naquela possição, pois tinha uma surpresa para mim, foi então que comecei a sentir um jato de líquido muito quente e abundante invadir meu intestino, o desgraçado estava urinando dentro do meu cu, que delicia de sensação, havia tanta urina, que não demorou muito e meu intestino estava completamente tomado e inundado com sua seiva, e já não suportando mais tamanha quantidade de seu alcalino e insipido suco, seus líquidos começarão a descer pelas minhas nádegas e pernas em uma cascata forte de mijo e porra, Aiiiiii que sensação libertadora de prazer, o desgraçado havia gozado em meu cu, e como se não bastasse, ainda estava sacaneando com ele, inundando-o com sua urina quente e abundante; só depois de despejar todo seu suco em mim, foi que ele retirou seu falo já flácido e murcho de dentro do meu rabo, enquanto os últimos resquícios de seu sumo escorriam pelo meu corpo e se depositavam sobre o velho sofá.


Inicialmente, eu queria tomar o namorado da minha irmã; mas depois daquela noite, notei que não era aquilo que eu queria para mim, ele era bonito, mas não era completo, ele era sacana, mas não um sádico, ele era rico, mas não poderoso, afinal de contas, todos sabem que eu adoro uma sacanagem e principalmente uma perversão, mas sinceramente, fora o fato do meu cunhado ter urinado em meu cú, nada mais foi tão interessante a ponto de perder a amizade da minha maninha querida, por este motivo, decidimos guardar segredo sobre o ocorrido, e que manteria minha boca fechada, desde que, ele voltasse a sacanear meu cuzinho novamente, a qualquer dia e hora que eu quiser.

sábado, 1 de dezembro de 2012

CATIVO DO MEU CORPO

Há muitos anos atrás, quando eu ainda morava de aluguel com minhas irmãs em um casebre insalubre na -IAN- conheci um garoto que mudaria para sempre minha vida, eu não sabia, nem mesmo fazia ideia que daquele dia em diante, minha vida jamais seria a mesma, eu me tornaria uma pessoa... não digo melhor, talvez mais forte, mais resistente, menos ingênua, passaria a ver a vida e o mundo com mais clareza, ele me fez ver, ou melhor, sentir na pele o amargo gosto da realidade, o insípido sabor da amargura, a fria e alcalina sensação do estar sozinha, abandonada, desamparada, mas nenhuma destas palavras se comparavam com as perguntas que martelavam e esmiuçavam minha mente e alma 24 horas por dia: PORQUÊ VOCÊ ME DEIXOU?  O QUE FIZ DE ERRADO?  O QUE FAÇO PARA TRAZE-LO DE VOLTA? Por vários meses, busquei incansavelmente estas respostas, recorrendo a lembranças, a fragmentos de memória, palavras ditas, gestos incompreendidos... Mas não encontrei a resposta; compreendi então, que o erro não estava em mim, eu não havia feito nada de errado, eu tinha me entregado de corpo e alma àquela relação, mas o que eu era, o que eu tinha, o que eu fazia, nunca era o bastante, ele queria mais, ele almejava algo que naquele momento eu não poderia lhe dar, ele queria mais do que minha carne, mais do que meus presentes baratos, mais que meu espírito apaixonado; ele queria que eu fosse outra pessoa, na verdade, independente do que eu fizesse, ele precisava apenas de uma desculpa para dizer que não me queria, que ele jamais me quis.
 
 
Hoje consigo ver isto claramente, tão claro quanto um dia ensolarado de verão, mas naquele tempo não, naquele tempo meus olhos estavam encobertos pelo véu da inexperiência, da inocência, da mais cândida e imaculada paixão; foi a partir daí que eu me forjei, a partir daí que eu deixei de ser vítima, a partir daí que compreendi que minha força e poder não estavam nas palavras apaixonadas, nem no amor incondicional das poesias, muito menos nesta casca de bondade e educação; mas jazia escondida entre minhas pernas, no meio das minhas coxas, em cada cavidade e curva do meu corpo, em cada movimento firme e cadenciado do meu quadril; Há se eu tivesse consciência disto naquele tempo, quem me dera ter conhecimento das coisas que hoje sei naquela época, talvez hoje tudo fosse diferente, talvez hoje eu também estaria compartilhando um pouco da sua felicidade, e quem sabe ele dividindo um pouco da minha dor; o importante é que a lição foi aprendida, e sei que se existisse a possibilidade de voltar no passado, eu teria levado-o para meu quarto infecto, tirado sua calça jeans, libertado seu mastro inchado daquela incomoda roupa e colocaria-o em minha boca, chuparia seu cacete com vontade e maestria, sugando e lambendo aquela cabeça extremamente grande e vermelha, lubrificando-o com minha saliva e língua, fazendo-o tocar fundo minha garganta, punhetaria seu cajado com minhas mãos enquanto minha língua percorreria seu instrumento da cabeça até sua grossa base, deixando-o louco de tesão e no limite de uma ereção; tiraria então toda minha roupa e deixaria seus olhos e mãos percorrerem cada curva e silhueta do meu corpo, mostraria de maneira orgulhosa e satisfeita minhas cavidades rasadas e mornas, aproximaria minha pele clara e macia do seu corpo para que pudesse sentir o calor e o perfume que emanam da minha carne, tocaria o bico dos meus seios com minhas mãos oferecendo-os para serem chupados, e abriria meus poros e buracos com meus próprios dedos e logo em seguida colocaria-os em sua boca para que pudesse sentir todo o meu gosto; me deitaria sobre a cama puxando seu corpo e colando-o ao meu enquanto o beijaria, lançando minha língua e minha saliva dentro de sua boca e sorvendo ao mesmo tempo, todo seu lábio, pescoço e orelhas, enquanto minhas mãos desesperadas, segurariam forte seu cajado duro, conduzindo-o até a portinha da minha molhada e precisada bucetinha, introduzindo lentamente sua cabeçorra inchada em minha vagina flamejante e carente, receberia todo seu viril instrumento em minha abertura, faria com que seu cajado desliza-se gostoso pela minha vagina, abrindo-a e massageando todo meu interior febril, em um vai-e-vêm que me faria enlouquecer, não teria vergonha nem timidez em relação ao meu tesão, cravaria minhas unhas em suas costas, pernas e nádega, forçando-o a me penetrar cada vez mais forte e profundo, deixaria-o lamber chupar e morder meus seios, coloca-lo todo na boca e cravar seus dentes gulosos na base chupando-os forte e dolorido, até deixar meus mamilos duros e pontudos; e quando eu estivesse prestes a gozar, me posicionaria sobre seu corpo, implorando para que ele chupe meu grelo ao mesmo tempo que sua língua invadiria minha gruta já encharcada e completamente escancarada; e despejaria de forma violenta e abundante, todo meu orgasmo e gozo extremo sobre seu corpo, despejaria uma cascata de líquidos literalmente falando em seu rosto, encharcaria e inundaria sua boca com todo meu mel; e mesmo com minhas pernas tremulas, minha respiração ofegante e meu corpo ainda em convulsão, ficaria de quatro, empinaria minha bundinha e suplicaria para que ele colocasse seu cajado em meu cuzinho, seguraria seu falo com minha mão e empurraria aquela cabeçorra grossa, vagarosamente em meu ânus, e lentamente empurraria minha bunda de encontro ao seu cajado, introduzindo cada centímetro de seu pau em meu reguinho, sentindo todo o calibre de seu músculo recoberto de grossas veias, enlarguecer e distender meu esfincter, e alucinada, pediria para ele me comer forte, meter seu pausão sem dó em meu cu, implorando para ser rasgada, e finalmente berraria entre súplicas e gemidos até sentir seu caldo quente e grosso invadir meu intestino, num gozo forte e profundo; retiraria seu cacete do meu cú esfolado e levaria-o imediatamente á minha boca, lambendo, chupando e bebendo as ultimas gotas de seu leite, engoliria todo seu cajado melado, sugando e limpando os últimos resíduos até a completa flacidez de seu membro.
 
 
Acredito que, meu erro não foi o que fiz, mas o que deixei de fazer, reconheço que fui infeliz em minha empreitada, me fazendo de santa, obediente, boa garota... Sendo que na verdade, o que ele queria, era que eu fosse uma puta na cama, uma vadia entre quatro paredes, uma cachorra debaixo dos lençóis, ou seja, ele queria nada mais, nada menos que eu fosse eu mesma; desta forma então, eu teria feito dele meu dependente, meu cão submisso, mais um escravo do meu sexo, mais um insano pelo meu corpo, mais um cativo entre minhas pernas.