O ser humano, é hipócrita dos pés a cabeça, é o único ser que fala uma coisa e faz outra, e se isso não bastase, ele é capaz de julgar e condenar uma pessoa, que tem os mesmos problemas e comete os mesmos erros do que ele; Por que algumas pessoas insistem em tentar me mudar? Por que querem que eu mude de vida? Por que querem que eu seja uma pessoa melhor? Não tenho as respostas para todas estas perguntas, mas creio que seja porque vivemos em uma sociedade de aparências, onde uma mulher não pode ser quem ela realmente é, e nem querer o que ela realmente gosta; Somos fantoches nas mãos dos homens; Eles querem se deitar comigo, mas não querem acordar do meu lado; Eles querem trepar, usufruir e machucar meu corpo, mas não querem fazer amor e nem cuidar de mim; Eles querem gozar e sentir prazer, mas não querem pagar o preço; Eles querem despejar seus líquidos e ranço em meu corpo, mas não querem beber da minha saliva; Eles querem colocar seus órgãos imundos em minhas fendas, mas não querem se sujar com meu perfume e batom; Eles querem inundar meu útero e intestino com seus sêmen, mas não querem carregar meu filho; Eles querem ... Mas, e EU? O que quero não é importante? Devo continuar na penumbra da noite, me escondendo e disfarçando meu verdadeiro eu? Não posso também querer TREPAR, GOZAR, SATISFAZER MEUS DESEJOS E FANTASIAS? A sociedade implora para que eu seja mais uma menina de rosto bonito e comportamento irrepreensível, não me querem perambulando pelas ruas, nem fazendo amizade com suas filhas, não me querem próxima de seus maridos nem do lado de seus filhos, não me querem nas festas, praças nem igrejas, na verdade, eles não me querem de maneira nenhuma... Mas quando se sentem só, embriagados pela solidão e pelo ardido fel da desilusão; O meu nome, é o primeiro a ser clamado por todos aqueles que precisam de um pouco de carinho e atenção!
SOU LINDA, JOVEM, UNIVERSITÁRIA, BRANCA, MAGRA E PUTA. ADORO TRANSAR, FAÇO SEXO POR PRAZER E COM QUALQUER UM, E POR ISSO HOJE TENHO UM "FILHO" E SOU PORTADORA DE UM "BICHINHO" QUE ME ACOPANHARÁ PARA O RESTO DA MINHA CURTA VIDA.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
XEROX DO MEU RAIO-X
Se você pudesse voltar atrás, para que época retornaria? infância? adolescência? juventude?... Eu penso nestas coisas, todos os dias; não porque eu me arrependa de alguma coisa que fiz, não; São apenas devaneios, que flutuam em minha mente, e me levam a refletir e a indagar como seria minha vida se eu tivesse feito tudo diferente.
Se pudesse voltar os anos até o inicio de minha juventude, naqueles anos em que trepei, bebi, cheirei e me piquei em demasia, dias em que me entreguei ao prazer e ao sexo, época de extrema contradição entre dor e prazer, sorrisos e lágrimas, céu ou inferno; Ainda assim não conseguiria mudar o rumo em que minha vida se encontra, mesmo fazendo tudo diferente a partir do inicio da minha louca juventude, não conseguiria minimizar o fardo que carrego sobre meus ombros.
Se pudesse voltar ainda mais os anos, época da minha adolescencia; Anos em que deixei de ser aprendiz e passei a ser profissional no quesito "sexo", dias gloriosos regados a muita perversão extrema, imoralidade e inocência corrompida; Dias em que o dinheiro, o sexo, os homens eram meus Deuses; Dias felizes, em que o brilho do sol eram ofuscados pelo sorriso de uma obscena garota; Se fizesse tudo diferente nesta época, ainda assim teria que carregar a cruz que hoje levo.
Se pudesse retornar aos loiros anos da minha imaculada inocência, época da minha infância, dos meus dias de criança, época em que eu tinha uma boneca como filha e minhas brincadeiras machucavam apenas minha pele, e não minha alma; Lembro-me dos bons momentos em que papai me colocava em seu colo, e me fazia sonhar; Lembro-me das gostosas brincadeiras de rua, e dos proibidos esconderijos atrás de nossa casa; E mesmo nesta época, se eu pudesse retroceder, ainda assim, estaria fadada a trazer comigo, todos os problemas e fantasmas que hoje ainda me assustam.
É por isso que eu digo, que de nada adiantaria ter uma segunda chance em minha vida; Talvez a única época que poderia fazer alguma diferença em minha vida, fosse aquela em que eu ainda me configurava como um simples embrião no ventre de minha mãe, uma criatura ainda incompleta e disforme, esperando resolutamente para ser parida; Compreendo então que, por mais que a vida nos dê novas chances, existem pessoas, assim como eu, que se nega a mudar de vida, e prefere permanecer no lamaçal do prazer, do que viver no manto puro da ingenuidade e inocência. Se você pudesse me conhecer, ou pelo menos me ver por dentro, entenderia o porque minha alma se parece com a xerox do meu próprio raio-x; Por isso é que eu digo: "Soy la hija de una puta"
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
BUCETINHA QUE ARDE.
Meu maior medo, sempre foi o de me engravidar, não tinha condições nem mesmo de me sustentar, imagine então criar uma criança? nem pensar! por este motivo, sempre que alguém inundava minha bucetinha com porra, eu além de fazer uso de anticoncepcionais, introduzias dois comprimidos (você sabe quais ) dentro da minha bucetinha, e aguardava ansiosa a vinda bendita da menstruação; para evitar uma gravidez indesejada, eu já fui capaz de fazer de quase tudo, já abortei, tomei incontáveis "pílulas do dia seguinte", soquei arame em minha buceta, tomei litros e mais litros de "ervas abortivas", usei anticoncepcionais injetáveis, fiz raspagem, inseri objetos estranhos em meu útero, e muitos outros artifícios que pudessem prevenir ou por fim a uma gravidez indesejada; A única coisa que eu não consegui fazer, foi o de manter minhas pernas fechadas, pois algo dentro de mim, não me deixa em paz, meu corpo geme quando estou só, minhas fendas imploram por um pouco de calor, minha mente grita por um pouco de prazer, minha carne chora de saudade de sua anatomia, meus seios se petrificam quando não são chupados e minha buceta arde de desejo e vontade por um pouco de atenção; Não é justo querer tanto me entregar de corpo e alma para alguém, e não ter ninguém para saciar este desejo insano que consome minha carne e mente; Não é justo, ter em meu caminho, apenas pessoas que querem me usar e abusar do meu corpo, sem nunca se preocupar comigo; Não é justo ter que implorar por um pouco de paixão, se em cada fenda e poro do meu corpo transpiram desejo e ardor; Não é justo que minha carne arda em chamas e brasas, e eu não tenha nenhum consolo que possa me confortar e aplacar um pouco desta saudade que sinto em te querer novamente. Se meu maior pecado, foi ter "abortado", me considero então "redimida", pois a cada dia que passa, sou eu quem estou partindo desta para melhor, e a única coisa que tenho eliminado do meu útero e entranhas nestes últimos anos são: Dor e Sofrimento.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
IMUNDA
Já se passava das 02:00 horas da madrugada, eu estava completamente dopada pelo álcool e pelas drogas, já tinha ingerido litros de vódica e cerveja, já tinha fumado uma floresta inteira, já tinha cheirado e injetado, quilos de pó e pedra; Estava completamente alucinada, eu cantava, dançava, seduzia meus amigos e me oferecia descaradamente para qualquer um que estivesse naquele recinto; estávamos em uma balada em uma pequena cidade de São Paulo, não me lembro ao certo qual era, só sei que era uma cidadezinha do interior... Foi quando um carinha, se aproximou com sua voz mansa, dizendo não sei o que, como se quisesse algo de mim, me tratando como se eu fosse a vadia mais fácil daquele lugar... A princípio escorracei com o viado, mas logo notei que ele também não passava de um filho da puta pervertido, e que não tinha medo do que eu poderia fazer com ele, ou melhor, ele não tinha ideia do que eu poderia fazer com ele... Saímos então daquele lugar, e entramos no primeiro motel que encontramos, parecia-se mais com um pardieiro, mas para mim, bastava apenas uma cama e nada mais, eu estava louca para dar, queria trepar e sentir minhas entranhas serem preenchidas, e sem demora tirei a roupa do viado e fui logo abocanhado seu cacete que ficava cada vez maior e mais grosso, até que chegou ao ponto de mal conseguir coloca-lo em minha boca, mas o desgraçado forçava minha cabeça com violência para baixo, obrigando-me a alojar todo aquele chumaço de músculo grosso em minha garganta, eu mal conseguia respirar, e quanto mais ele forçava, mais fundo seu instrumento entrava, e já com os olhos vermelhos e repletos de lágrimas, e com o maxilar dolorido de tanto me escancarar para aquele colosso, não suportei quando aquela cabeçorra tocou fundo minha garganta, fazendo com que um jato de vômito saísse furioso para fora, e lambuzasse todo aquele cacete, agora purulento e cheirando forte, mal terminei de vomitar, e mais uma jorrada de substancias biliares eram expelidas com violência de minha boca, que sensação maravilhosa aquela, era uma verdadeira sessão de descarrego, e quanto mais eu vomitava, mais imunda e depravada eu me sentia, e sem pensar duas vezes, passei a chupar aquele cacete novamente, só que agora além de mama-lo, eu também bebia do meu próprio vomito; acho que ele não estava preparado para aquilo, pois não demorou muito, para o desgraçado levantar sua cabeça e começar também a expelir fortes jatos de vomito, em uma clara demostração de nojo e repulsa, mas eu estava tão louca e alterada, que passei a beber além do meu vomito, os dejetos por ele expelidos, chupava, lambia e bebia aquele corpo repleto de secreções e ranço, acho que eu devia estar com o diabo no corpo, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, resolvi naquele momento, que iria sodomizar aquele viado, e fazê-lo "comer daquilo que eu já havia comido", foi então que eu me levantei, assentei sobre seu cajado e passei a cavalgar forte naquela "jeba", subindo e descendo, colocando toda aquela "tora" suja dentro de mim; e quando ele estava novamente duro e enterrado completamente em minha bucetinha, parei e comecei a urinar gostoso sobre aquele corpo lambuzado; de forma súbita e violenta, o viado empurrou-me, e me derrubou da cama, jogando-me no canto daquele quarto sórdido, levantei-me e continuei a urinar, deixando meu liquido morno e alcalino, escorrer em forma de cascata pelas minhas pernas abertas; Ao término da minha bizarra performance, olhei para aquele homem de feição estarrecida, repleto de ira e cólera, que esbravejava insultos e me cobria de infinitas saraivada de ofensas verbais e injurias, abri então um sorriso largo acompanhado de uma gostosa gargalhada, mostrando todo meu desprezo por ele, e o chamei de viado, pois só um viado insultaria uma mulher disposta a fazer de tudo, até mesmo beber do seu vomito; Nem bem terminei de xingar o covarde, e ele rapidamente retrucou: o que tenho de fazer para trepar com você? fala! o que você quer de mim? e de forma rápida e segura respondi:
Quero cagar em sua boca! Se você quer realmente trepar comigo, preciso cagar em sua boca agora.
Não faço ideia do que tenha se passado na cabeça daquele homem, o que sei é que, ele voltou a se deitar na cama, enquanto eu subia sobre seu corpo e me agachava sobre seu rosto, escancarando minhas pernas e assentando no rumo de sua boca, e com força, pressionei minha barriga, espremendo meu abdomem, e forçando a passagem de um canudo de fezes que percorria meu intestino, e com o auxílio dos meus dedos, abri meu esfíncter, e logo em seguida, comecei a defecar dentro da boca do desgraçado; Com sua boca completamente escancarada, ofertei aquele homem, com uma quantidade considerável de material evacuado, cuja as fezes passavam direto para sua garganta, quando terminei de depositar todo meu excremento em sua boca, me virei rapidamente, e juntos começamos a devorar os últimos resíduos da minha quente e fermentada merda. Aquela foi uma noite de cão, trepamos e rolamos por aquela cama pestilenta por toda noite, e ao raiar do dia, percebi que, mais suja que a própria cama, era a IMUNDA que se encontrava sobre ela.
Não faço ideia do que tenha se passado na cabeça daquele homem, o que sei é que, ele voltou a se deitar na cama, enquanto eu subia sobre seu corpo e me agachava sobre seu rosto, escancarando minhas pernas e assentando no rumo de sua boca, e com força, pressionei minha barriga, espremendo meu abdomem, e forçando a passagem de um canudo de fezes que percorria meu intestino, e com o auxílio dos meus dedos, abri meu esfíncter, e logo em seguida, comecei a defecar dentro da boca do desgraçado; Com sua boca completamente escancarada, ofertei aquele homem, com uma quantidade considerável de material evacuado, cuja as fezes passavam direto para sua garganta, quando terminei de depositar todo meu excremento em sua boca, me virei rapidamente, e juntos começamos a devorar os últimos resíduos da minha quente e fermentada merda. Aquela foi uma noite de cão, trepamos e rolamos por aquela cama pestilenta por toda noite, e ao raiar do dia, percebi que, mais suja que a própria cama, era a IMUNDA que se encontrava sobre ela.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
MALDITO CARALHO
O seu instrumento era lindo, de tamanho e formato fabuloso, a grossura e o calibre deste seu roliço músculo recoberto por grossas artérias satisfazia meu ego e minha vaidade, lustroso e liso era a cabeça de seu mastro, e quão grande e pesado era seu caralho; fecho meus olhos e consigo visualizar cada centímetro de seu instrumento, e uma saudade desesperadora se abate sobre mim, e as lembranças de um tempo em que eu tinha todo este órgão rígido, grosso e duro só para mim, penetrando meu interior, invadindo minha boca e garganta, dilatando e distendendo minha carne, rasgando e ferindo meu esfincter; eu me lembro de como eu me oferecia para você, de como eu me abria, de como eu me entregava e me jogava sobre seu corpo; me recordo das muitas vezes em que você introduzia seu sexo em minha bucetinha ao mesmo tempo em que sussurrava obscenidades em meus ouvidos, minha "cona" pulsava tamanho era meu tesão; sua vara era introduzida com experiência e vontade, arrebatando suspiros e gemidos da minha alma; sentia seu órgão pulsar quente dentro de mim, distendendo minha vagina em um vai-e-vêem cadenciado, alojando maravilhosamente sua estrutura em meu interior; ainda hoje, posso sentir o gosto forte e cítrico de seu esperma, que era ejaculado aos jatos dentro da minha garganta, e eu com minha boca aberta, recebia orgulhosa, sua seiva quente de quantidade considerável e cheiro caracteristico; Que saudade tenho de quando você subjugava, dominava e fustigava meu corpo com severidade, transformando-me em sua boneca, em seu brinquedo, na sua mais obediente criada; Sinto falta de suas pesadas mãos em meu rosto, me corrigindo e ensinando com paixão e austeridade; Tenho saudade daquela época em que cada fenda, ou dobra do meu corpo, eram atormentados por sua virilidade e seu desejo descabido de introduzir seu membro insaciável em meu âmago; Quantas vezes amanheci com meu sexo esfolado, ardido, exausto de tanto receber-te por toda madrugada, ainda posso sentir a agonia da carne ferida, sendo dilacerada pela volúpia proporcionada por seu membro impiedoso; Recordo-me de quando segurava seu "falo" com minhas duas mãos, guiando-o certeiro para meus buracos e aberturas, maltratando-o com minha saliva, ranço e suor, e você, já na eminencia de me brindar com sua seiva, colocava seu mastro na portinha do meu cuzinho, e enterrava-o com atrocidade e inclemência, dilacerando minha frágil carne e introduzindo todo seu colosso em meu reto de forma bruta e desumana, mas que ao sentir seu caldo incandescente, preencher meu intestino e as vibrações energéticas de seu mastro inchado, dilatando meu rabinho ferido, só me restava gemer, chorar e berrar de felicidade e ardor; e as marcas deixadas por aquele tempo glorioso, permanecem cravados em meu delgado corpo, até hoje.
Agora fica fácil entender o porque me desabo em prantos e desespero quando me lembro do passado e o comparo com meu presente, e ao refletir sobre a vida que hoje levo e o "órgão" que me consome, só me resta divagar por onde anda aquele lindo e maldito caralho que botou um sorriso em meu rosto e marcou para sempre o couro desta saudosa vaca.
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