sábado, 28 de julho de 2012

ME CASEI, ARREPENDIDA FIQUEI E SEM ALTERNATIVA ME FERREI.

Apesar dos pesares, Houve um tempo em que eu acreditei que poderia ser feliz, havia me casado com um homem controlado financeiramente, tive um "filho" lindo, que hoje se configura como minha grande benção, minha grande " Victoria", estava em paz com minha família e passava parte do meu dia me dedicando aos meus estudos e trabalho, mas como tudo na vida é passageiro, até mesmo a própria vida, foi-se as alegrias, as esperanças, os projetos, os pequenos e preciosos momentos de paz... restaram apenas amargura, frustração, tristeza, uma vida vazia, apática e desinteressante.
 
 
Não tenho mais a emoção, o calor, e as desventuras de outrora; meu marido já não me come como antes; seu falo duro e de média envergadura, já não se levanta com a mesma facilidade; seu desejo descontrolado para me enrabar, transformaram-se em obrigações agonizantes para ele; nossas noites regadas a sangue, suor e secreções, deram espaço apenas a roncos e sonos profundos; sua linguá que antes atrevia-se a invadir minha bucetinha constantemente, hoje é usada apenas para me magoar e maldizer; seus dedos que incessantemente adentravam por todos os buracos e poros do meu corpo, hoje servem apenas para apontar meus erros e falhas; sua saliva que em outros tempos matava minha sede no auge do meu gozo, hoje é expelida com violência sobre meu rosto, em um escarro fétido e pestilento; minhas pernas e virilha que eram por ele beijadas, chupadas, mordidas e acariciadas, atualmente se encontra recoberta de hematomas e feridas, provocadas por chutes e ponta-pés violentos contra minha integridade física; seu falo que antes vertia sua seiva e seu leite em meu amago, boca, útero e intestino, proporcionando prazer e alimentando minha fome de sexo e desejo, hoje despeja jatos de urina em minha cara e garganta como forma de repressão e desdem para com minha pessoa; nossos agradáveis fins-de-semana juntos e inseparáveis, são hoje desculpa para passarmos o mais distante possível um-do-outro; as longas horas que passávamos tocando, chupando e trepando descaradamente, são agora desperdiçados com brigas, discuções e muita violência verbal; sua boca e dentes que todas as noites chupavam e mamavam meus seios deixando-os duros e inchados, hoje se abrem apenas para me amaldiçoar e vomitar seu fel rancoroso sobre mim; seu corpo que antes era meu escudo, minha fortaleza e meu abrigo seguro, atualmente nada mais é do que um amontoado de carne e ossos sem nenhuma serventia; suas mãos que incessantemente procuravam me agradar no passado, acariciando e me puxando para si, hoje me repele com rebeldia, esbofeteando meu rosto de pele clara, marcando-a com cicatrizes e vergões; seu cajado que ardentemente me empalava inserido em meu anús nas frias madrugadas, hoje se configura, frio, flácido e murcho, não conseguindo se erguer, mesmo que eu clame por um pouco de prazer carnal; minha vagina que constantemente se mostrava ensopada e ardida de tanto alojar seu cacete, hoje ressecada e frouxa, se definha numa espera ansiosa por um pouco de carinho e atenção...
 
 
É esta a verdade dos casamentos atuais, é esta a minha verdade hoje, é assim que nós mulheres nos sentimos e somos tratadas por nossos homens e maridos; eles já tiveram o que queriam, sugaram toda nossa vitalidade e juventude; hoje com seus membros flácidos e brochas, nos desprezam devido a sua impotência e sua falta de virilidade; nos fazem nos sentir menores, rejeitadas, repudiadas quando na verdade, são eles que não conseguem manter seu pau endurecidos para nos proporcionar cinco minutos que seja de prazer; com o passar do tempo, não são nossos corpos que se modificam e deixam de lhes proporcionarem tezão, e sim a necessidade e a dependência que eles possuem em relação ao "viagra" e ao "fio-terra", pois são estes os principais estímulos que conseguem faze-los gozar, no meu caso, se quero ver um pau endurecido, tenho que enterrar meus dedos no cú peludo do maricas do meu marido. É por isso que digo que me casei e arrependida fiquei.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

É NA NOITE QUE ENCONTRO MINHA FELICIDADE

Estava vadiando pelas ruas, praças e calçadas desta nossa linda cidade, perambulando como uma cadela sem dono, com um olhar lascivo e insinuante, de quem se oferece descaradamente a primeira criatura que esteja disposta a perder alguns poucos segundos de sua vida, ouvindo o convite de uma vagabunda qualquer, cujo conteúdo da conversa, não passa de elogios baratos e mentirosos, floreados com a falsa promessa de prazeres indescritíveis e inesquecíveis; a palavra NÃO tem se entoado como uma constante em meus ouvidos; meu esmalte e batom, não escondem mais as marcas do tempo; minhas roupas provocantes, já não chamam mais a atenção para meu delgado e flácido corpo; meu hálito já não tem mais o doce aroma do mel; meus seios já não despontam atrevidos sobre o fino tecido da blusa; meus longos dedos dos meus pés, que outrora se mostravam perfeitos e bem cuidados, hoje se configuram curvos, sujos e infestados de fungos, devido as longas marchas pela madrugada adentro; meus cabelos curtos, cheirosos e perfeitamente tratados com shampoos e cremes, hoje dispersa um ranso forte de sebo e suor; meus olhos grandes e verdes, tornaram-se avermelhados com o passar do tempo, e o cansasso, toma conta de minhas pálpebras dia-apos-dia; meu ventre firme e tonificado que antes ficava a mostra exibindo meu pequeno e delicado umbigo, hoje frouxo e recoberto por estrias, não esconde minha flácida e protuberante barriga; minhas pernas longas e bem torneadas, que no passado eram o delírios dos homens, hoje se escondem através de meias e vestes longas, que recobrem as muitas feridas, varizes e pelos que despontam incessantemente de cima a baixo; minha bunda firme, grande e redondinha, que antigamente elevou e transcendeu meu nome e minha fama, além das fronteiras nacionais, e que despertou os mais loucos e depravados desejos carnais, alojando em seu interior, membros de tamanho e calibre inacreditaveis, hoje sofre com toda sorte de doença, perebas e cicatrizes, me fazendo chorar de dor devido a hemorróidas agonizantes que projetam meu intestino para fora e sangram constantemente pelas várias fissuras e sarcomas.



Claro que esta não é a descrição literal e nem fidedigna do meu corpo, claro que seria uma inverdade utilizar todos estes adjetivos e substantivos para descrever minha carne, na verdade, acho que esta é a forma que me vejo, é assim que me sinto, cansada, decadente, um verdadeiro trapo humano, talvez seja assim que minha alma ou espirito se configurem, talvez seja este o reflexo que se forma no espelho da minha alma, talvez a única solução que me resta, é continuar perambulando pelas ruas, praças e avenidas, me oferecendo e mostrando meu corpo ainda belo, em trajes indecorosos, que assanham o fetiche e a promiscuidade dos homens, fingindo ser a santa que não sou, orgulhando-me de um diploma universitário mais vagabundo do que a própria graduada, concebendo prazer e dor a todos que me conhecem, envolvida em um rótulo bonito de mãe, esposa e responsável, mas que na verdade, chora ansiosa pelo sexo selvagem, depravado, sujo, indecente, vagabundo e acima de tudo promíscuo; cujo aroma e sabor dos muitos homens que me tem, permanecem em meu corpo até o raiar de um novo dia

quarta-feira, 13 de junho de 2012

DESESPERADA, MAMEI E FUI MAMADA PELO MEU HOMEM

Existem dias que são especiais em nossas vidas, dias que nos marcam, dias que nos fazem tremer, dias que não esqueceremos jamais, eu já tive muitos dias inesquecíveis nesta minha vida, mas nenhum se compara ao dia do nascimento do meu filho, foi realmente um dia de muita emoção e felicidade, foi um dia de gloria, um dia de "Victoria", apesar de no inicio da minha gravidez, ter desejado abortar aquela criança, e hoje talvez, seja ela a única razão da minha vida, a responsável pelos poucos momentos felizes que tenho, a única pessoa que realmente me ama; em meio a tantas lembranças boas, recordo-me do dia em que tive meu primeiro orgasmo anal depois do nascimento do meu lindo filho, ele já estava com três meses e alguns dias, quando eu e o pai desta criança, decidimos ficar em casa naquele feriado prolongado, e curtimos nosso filho juntos e sozinhos, sem a presença de amigos ou parentes; preparei então um jantar especial, enquanto meu homem tomava seu banho e cuidava de nosso bebe, eu estava feliz e a todo momento me insinuando para ele, com um desejo sexual estampado em nossa cara, com uma vontade tremenda de ficar só e relembrar os velhos momentos de depravação e luxúria, eu olhava meu homem de cima em baixo, como quem quer devorar cada pedaço daquele corpo, eu estava me sentindo quente, febril, safada... eu queria, ou melhor, precisava gozar naquela noite, meu corpo clamava por prazer, e meu macho mais do que depressa, fez nossa criança dormir enquanto eu me preparava para meu banho, a mesa já estava posta e preparada para jantarmos, iria apenas tomar um rápido banho, com a firme intenção de apagar um pouco daquele fogo que me consumia e fazia minha xoxota arder de tesão, terminei meu banho, saí do banheiro e mal entrei em meu quarto, e já fui logo surpreendida pelo meu homem retirando toda sua roupa, e se aproximando com seu cajado duro e grosso em minha direção, me agarrando pela cintura, retirando minha toalha, me abraçando, beijando e apertando aquele mastro enrijecido em minha carne morna e molhada, eu estava desesperada para sentir um pouco de prazer, eu queria minha vagina sendo aberta e invadida por um homem, eu precisava sentir o carinho bruto de um macho bem no meio das minhas pernas, eu precisava sentir o calor, suor e cheiro de um macho em meu corpo; e sem perder tempo, retribui seu beijo, despejando minha saliva em sua boca e sorvendo sua língua com força e desespero de uma mulher carente e precisada, minha pele estava em brasas, minhas pernas mal seguravam meu corpo, meu seios duros e inchados, vertiam leite em abundancia, pois eu ainda estava amamentando meu filho, e o tesão a flor da pele, fazia com que gotas do mais puro licor da vida, saíssem dos meus peitos, um leite de cor branco-amarelado, com um forte gosto de ferrugem e nata, os quais eram sorvidos com força e violência por meu homem, que mamava, mordia e chupava forte meu peito, abocanhando desesperado meus mamilos e chupando com força e com vontade, bebendo e saciando toda sua sede com meu leite, ao mesmo tempo em que minha mão desesperada, massageava e manipulava aquele membro duríssimo, punhetava aquele cacete a ponto de sentir todo aquele músculo inchado vibrar, em ponto de ebulição, no limiar de despejar todo seu caldo sobre meu corpo; confesso a vocês, que seu cacete não era grande, e nem mesmo tão grosso, já tive o privilégio de ter vários e vários homens bem-dotados em minha cama, mas naquele momento de necessidade e desespero, qualquer cacete, se tornava único, qualquer membro se tornava gigante, qualquer falo iria me fazer ver estrelas... O tesão era visível em nos dois, estávamos realmente desesperados por um pouco de prazer, em meio a toda a desgraça que cerceava nossas vidas, sem perder tempo, fui conduzida até nossa cama e aos poucos, sua boca e língua deixavam meus seios e desciam rumo a minha barriga cintura e ventre, eu estava pronta para gozar, minha vagina estava completamente molhada, eu ansiava por sentir o toque áspero de uma língua em minha buceta, invadindo o mais fundo possível minha gruta, chupando e lambendo meu pequeno grelo; e sem muita demora, minhas preces foram atendidas, pois não demorou muito, e sua língua já estava toda atolada em minha gruta, lambendo e bebendo todo o meu mel, meu grelinho era brutalmente massageado com sua língua enquanto dois de seus dedos eram firmementes introduzidos em minha vagina, masturbando e atingindo fundo minha vagina, e em meio a todo aquele desespero, não resisti e gozei forte, contraindo minha buceta com movimentos involuntários que mordiam os dedos do meu macho com força e desespero, enquanto mais e mais caldo eram por minha vagina expelido, que delicia de gozada, que sensação extraordinaria de gozar a ponto de perder completamente as forças em minhas pernas, que tesão maravilhoso em ter todos os músculos do meu corpo retesados e contraídos, devido a enorme descarga de energia que se apodera de nossa alma e carne; mal havia terminado de gozar, e em meio a todos os gemidos e palavras desconexas, sentia meu homem aproximando sua língua da minha boca novamente, ao mesmo tempo em que percebo sua vara dura bem no meio das minhas pernas, podia sentir seu membro rígido aproximar da portinha da minha bucetinha que ainda piscava forte, e que aos poucos ia sendo invadida por aquela barra de ferro quente, que sem nenhuma dó, se alojava cada vez mais fundo em minha gruta, com movimentos lentos, porém firmes, seu cacete penetrava fundo em meu amago de maneira fabulosa, sentia minha carne abraçar aquela pírosca, envolvendo-o em um mar de líquidos vaginais, sua vara estava em brasas, sentia o calor do seu músculo através da minha bucetinha ensopada, e aquele movimento cadenciado e profundo, estava me deixando novamente exitada; com seu corpo forte e suado sobre o meu, movimentava firme seu quadril, me empurrando para cima, e introduzindo profundamente seu cajado em meu interior, enquanto minhas pernas completamente escancaradas, recebia calorosamente aquele homem dentro de mim; eu sentia aquele falo completamente introduzido em meu interior, sentia seu saco bater forte em meu ânus, enquanto ele tentava desesperadamente colocar mais e mais do seu falo em minha racha, porém, não tinha mais o que enfiar, seu cajado estava atolado até o talo em minha xoxotinha; mas eu queria mais, queria gozar novamente, foi então que retirei seu cajado duro e febril da minha xana ardida, e me coloquei de quatro, guiando aquele membro rumo a portinha do meu cuzinho, e desesperadamente, introduzi vagarosamente e de uma só vez, todo aquele cajado em meu interior, seu caralho deslizou firme e profundo em meu ânus, só parou quando ficou completamente dentro de mim, sentia uma dorzinha profunda, como se algo estivesse distendendo meu intestino, mas ter um cacete completamente guardado em minha bunda, era algo que eu almejava, e muito, a partir deste momento, meu macho passou a colocar e retirar seu instrumento dentro do meu rabinho, seu cacete deslizava suavemente pelo meu intestino, quase saindo para fora, e mais uma vez ele empurrava deliciosamente para dentro, com movimentos lentos e profundos, ao mesmo tempo em que seus dedos massageavam minha xoxota já inchada de tanto receber vara, eu forçava meu rabinho violentamente contra aquele cacete, cujos movimentos começaram a se intensificar, acelerando a velocidade e a brutalidade com que ele me penetrava, começo a sentir meu corpo mais uma vez se desequilibrar e meu gozo chegar violentamente, fazendo com que eu me incline para cima, e sua vara penetre o mais fundo possível em meu cú, mais uma vez, meu corpo se contrai em fortes movimentos de abrir e fechar os músculos, e seu cajado é literalmente engolido e mordido pelo meu esfincter anal, e meu gozo se completa quando sinto seu caldo quente preencher meu intestino, e invadir o mais profundo da minha cavidade, seu corpo treme em vibrações vigorosas, despejando todo seu caldo flamejante em meu interior, que aos poucos vão saindo pelo meu cuzinho e espalhando pela xoxota e pernas; eu simplesmente deixo meu corpo desabar sobre o colchão, com seu membro ainda dentro de mim, com seu corpo suado sobre minhas costas, sinto as últimas gotas de seu sêmem saírem do meu rabo juntamente com seu cajado completamente lambuzado, ele termina nossa maravilhosa noite, conduzindo seu falo para minha boca, o qual abocanho desesperada, chupando e sorvendo, os últimos resíduos do meu gozo anal, sugando e bebendo os últimos requicios de seu morno leite, chupava seu cajado com uma fome violenta, como quem quer ser recompensada pelo leite roubado dos meus seios e que foram por ele sugado até a última gota. Naquela noite eu gozei como nunca havia gozado em muitos e muitos meses, lembro-me que minha vagina e meu cú, permaneceram inchados por vários dias, mas nada apaga da minha memória, esta primeira ereção depois do nascimento do meu lindo e bastardo filho.

sábado, 26 de maio de 2012

MINHA "CONA" ARDEU EM PORTUGAL



Estive neste final de ano em Portugal, juntamente com minha amiga Ana, conheci um pouco da nossa história na versão de nossos colonizadores, e principalmente, conferi de perto os falos portugueses, e como se era de esperar, voltei completamente ardida e inchada, como dizem em Portugal, com a cona inflamada




Aqui vai uma palhinha da minha amiga Ana, e nossa festa na capital portugesa.






 


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segunda-feira, 30 de abril de 2012

CONHECENDO UMA VADIA POR DENTRO.

Nos mulheres, somos escravas de nossa própria ignorância, curiosidade, desconhecimento, bem! pelo menos a grande maioria de nós, no que diz respeito a nossa vagina, nosso reprimido orgão sexual, nossa genitália oculta... Acreditem, pois a maioria das mulheres nunca tiveram o despudor, a indecência o descaro de pegar um pequeno espelho e coloca-lo na frente de sua buceta, abri-la e ver como ela é por dentro, suas dobras, seu canal, seu interior... Ao contrario dos homens, que acordam e dormem, manipulando seu sexo, seu falo, sua glande... Confesso que são raras as bucetinhas bem delineadas, rosadas e perfeitas, a grande maioria, se caracterizam por um excesso de pele, excesso de rugas, excesso de cor...


Mas a razão de manipularmos nosso sexo, não é porque ele é bonito ou feio, grande ou pequeno, apertado ou largo, branco ou preto... A razão está em nos conhecermos melhor, dedicarmos mais em nosso auto-conhecimento, exploramos as últimas fronteiras do nosso reprimido libido, eu me conheço desde os 14 anos de idade, quando meu irmão me mostrou o "caminho das pedras", de lá para cá, tenho buscado constantemente me conhecer melhor, explorar minhas taras, minhas indecências, meus desejos sujos e obscuros, meus anseios selvagens e carnais, meus limites em relação a dor e ao prazer, eu posso dizer com absoluta certeza que me conheço da cabeça aos pés, não existe uma única pinta, uma única cicatriz, um único fio de cabelo, que eu não tenha explorado em meu corpo, meus dedos já percorrerão todo meu interior, da cavidade vaginal, tocando meu ponto G chegando as portas do meu profundo útero, até o mais profundo do meu intestino, que uma mão consegue ir, já senti o gosto forte do meu cú e o leite do meu próprio peito, mas nenhumas destas proezas, é tão gratificantes quanto, além de nos conhecer, ter uma pessoa que nos conhece bem, melhor ainda do que nós mesmas, eu tive um homem, que me conheceu de cabo a rabo, bem, na verdade, muitos já me conheceram neste sentido, mas nenhum foi tão profundo quanto meu doce e lindo brasiliense, do qual abortei um filho, este sim soube me fazer mulher, submissa, vadia, feliz, imunda... Com ele aprendi a satisfazer um homem e em troca, realizei todo tipo de tara, sandice, perversão, promiscuidade e sadismo que uma mulher é capaz de aguentar e se submeter, honestamente, EU NÃO GOSTOS DOS BONZINHOS, PREFIRO OS PERVERTIDOS, SACANAS E ESCROTOS QUE SABEM COMO TREPAR E FAZER UMA GAROTA GOZAR.

domingo, 15 de abril de 2012

EMPALADA VIVA.

O que vou relatar a vocês agora, aconteceu a muitos anos atrás, quando eu ainda era uma jovem adolescente, quando eu ainda era linda, quando eu ainda acreditava em DEUS. Como vocês já sabem, eu sempre fui magrinha com lindos olhos verdes e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, meus seios são pequenos e pontudos e minha pele branquinha esta sempre bem depilada, deixando minha bucetinha sempre rosada e exposta, assim como hoje, sempre gostei de ter cabelos curtos, estilo channel, proporcionando assim, uma harmonia perfeita entre meu lindo e delicado rosto e meu alto e esbelto corpo, chamando a atenção dos homens, desde os mais jovens, até aqueles de mais idade; naquela época eu namorava um garoto da igreja, cujo perfil já foi por mim aqui abordado, "era o virgenzinho bocó que eu vivia colocando chifres", não gostava dele, apenas ficava com ele, para não me sentir só, ou para ter alguém com quem conversar na igreja, ou quem sabe ganhar de vez enquanto algum agrado; a verdade é que eu trepava com um monte de garotos, menos com ele. Mas tinha um que era especial, ele era filho do dono da casa onde morávamos, digo morávamos pois residíamos eu e mais duas irmãs em uma casa de aluguel nos fundos da casa deste garoto, ele era magro mas tinha um corpo lindo, pernas grossas e cabelos longos e lisos, eu adoro homens de cabelos compridos, e sou especialmente tarada por homens bem dotados, e mesmo namorando e frequentando a igreja, eu não conseguia deixar de pensar no meu vizinho, ele vivia me comendo com os olhos, mas minha irmã mais velha, ficava me vigiando, pois ela sabia o quanto eu era vagabunda, e meu namorado era muito amigo dela, ficava então com medo de que ela me dedurasse para ele, mas quando estava sozinha em casa, ficava louca de desejo e tesão, torcendo para que ele aparecesse na rua ou no quintal para que nós pudéssemos conversar, ou quem sabe eu poderia convida-lo para tomar um café...

Como nos morávamos sozinha, e minha família reside toda em uma pequena cidade próxima de Uberlândia, constantemente, eu ou alguma das minhas irmãs viajávamos para lá, para passarmos o final de semana com minha mãe, foi num destes finais de semana, que minhas irmãs viajaram e eu decidi ficar, mas falei para meu namorado que iria viajar também, queria ficar sozinha, queria tirar um tempo só para mim, queria trepar sem medo de ser pega... e naquele fim de semana a noite, convidei meu vizinho para minha humilde casa, para conversar um pouco, talvez assistir a um filme, o bom é que não demorou muito para o indecente começar a me elogiar e dizer gracejos para mim, e quando dei por mim, já estava beijando e sendo alisada pelo safado, e no meio daquele gostoso amasso, notei o volume enorme que se formava entre as pernas do meu vizinho, era algo deliciosamente descomunal, escondida por um pequeno short estilo aqueles usados por jogadores de futebol, e não me contendo mais, passei a alisar as grossas pernas do garoto, que em contra partida, enfiava sua língua toda dentro da minha boca e apalpava forte meus seios por sobre o fino tecido da minha camiseta; como eu detestava soutien, quase nunca o usava, e aquele era um destes dias, meus bicos já se mostravam duríssimos, meus seios doíam de tanto tesão, e a cada aperto e passada de mão, meu corpo se estremecia todo, minha vagina depilada, estava completamente lubrificada, e a eminente possibilidade de trepar naquela noite, fazia minha bucetinha piscar cada vez mais forte, ergui meu corpo para trás e levantei minha camiseta, jogando-a para o chão, e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, o safado veio faminto chupar meus peitos, ele chupava, mordia e mamava com vontade e desespero, arrancando de mim, suspiros e gemidas incontroláveis, enquanto um peito era chupado, o outro era apalpado e beliscado por seus dedos; minhas mãos estavam agora alisando seu tronco e cintura, até que derrepente eu a desci até seu minúsculo short e alisei seu cajado... Eu não acreditava que eu tinha em minha mãos, algo tão grande e duro; mesmo por cima daquele short, eu sentia o tamanho e a rigidez de seu instrumento, era realmente colossal, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, enfiei logo minhas mãos para dentro de sua bermuda e coloquei todo aquele chumaço para fora, nossa senhora como era grande... Eu devia estar massageando um cacete com no mínimo 25 cm de comprimento cujo o diâmetro era da grossura dos meus punhos, e naquela época, um instrumento daquele tamanho era novo para mim, fui logo me abaixando e colocando aquela cabeçorra em minha boca, escancarei o máximo que podia e alojei aquela cabeça roxa em minha boca, sentindo o calor e o gosto daquele cacete duro e emperdigado, lambia, chupava e lubrificava toda aquela rola com minha saliva, ao mesmo tempo em que massageava aquele colosso, masturbando-o lentamente com minha mão; minha saliva saia em abundância, lubrificando cada centímetro daquele instrumento, foi então que ele retirou sua camiseta, se levantou e desceu seu short, ao mesmo tempo em que, segurou meus braços e puxou-me para cima , enfiando sua mão por baixo da minha minissaia jeans, tirando-a e descendo minha calcinha, deixando-me completamente pelada diante dele, com minha bucetinha toda melada e pingando, e ali de pé diante dele, estava tendo meus peitos novamente chupados enquanto seus dedos penetravam profundamente minha bucetinha, eu estava com minha pernas semi abertas, e seus dedos percorriam toda minha região genital, esfregando e alisando meu clitóris, ao mesmo tempo em que ele forçava passagem em meu buraquinho com dois ou três de seus dedos, ele retira-os de minha bucetinha após várias penetradas vigorosas, e leva-os até sua boca, sugando e chupando seus dedos completamente melados com meu sumo, me vira então de costas para ele e me coloca de joelhos sobre meu sofá, fazendo com que eu empine minha bundinha para cima, e exponha completamente meu cuzinho rosado, só sinto a hora em que sua língua áspera e molhada invade meu rabinho e buceta, percorrendo e procurando penetrar em cada um dos meus buracos, lambendo e chupando minha carne, mordiscando meu grelo com seus lábios e enfiando sua língua em meu cuzinho, seus dedos voltam a abrir passagem para sua língua, que procura entrar cada vez mais profundo dentro de mim, tento puxa-lo para cima de mim, pois estou louca para alojar aquele gigante em meu interior, mas ele insiste em sentir o gosto da minha buceta e beber cada vez mais o suco por ela vertido, ele então se posiciona de pé atrás de mim e segurando seu falo, aproxima-o da portinha da minha bucetinha e vagarosamente o empurra para dentro da minha xoxota, eu estou completamente alucinada com o tamanho e a grossura daquele cajado, quero alojar em meu interior todo aquele colosso emperdigado, e com movimento lentos e cadenciados porém firmes e fortes, minhas carnes vão cedendo a sua insistência e persistência, até que mais da metade de seu cacete já está todo dentro de mim, mas eu quero mais, eu quero ele todo em meu interior, eu quero ter as entranhas preenchidas por aquele cajado fenomenal, mas já começo a sentir dores fortes, pois seu cacete já alcançou meu útero e o está machucando devido as vigorosas estocadas, cada vez mais profundas e violentas; vejo agora que é impossível alojar todo aquele colosso em mim, decepcionada, mas já não aguentando mais de dor, peço para ele que não force mais, pois mesmo eu querendo muito, já estava sentindo dores atrozes, ele então diminuiu o rítimo e bem devagar começou a retirar toda sua manjuba de dentro da minha arregaçada buceta, não podia ver, mas sabia o estrago que aquele cacete havia feito em minha racha, ela estava larga e frouxa, e ao mesmo tempo, inchada e muito vermelha; minha decepção era visível diante da tragédia de não conseguir alojar todo aquele colosso em mim, e quando pensei em me levantar do sofá, meu vizinho pediu para que eu continuasse naquela posição, e que não me preocupasse, pois ele iria gentilmente colocar todo seu cacete em meu cuzinho, e me explicou que apesar do rabinho ser mais apertado, ele era muito mais profundo, e que seu cacete iria até o fim do meu cuzinho, e que ele pararia imediatamente se eu pedisse, permaneci então de quatro sobre meu sofá, enquanto ele deixa cair na porta do meu cuzinho, uma quantidade considerável de saliva saída de sua boca, e com ajuda de seus dedos, espalha em volta e dentro de todo meu rabinho, logo em seguida, direciona seu grande e grosso falo, para a entrada do meu rego e segurando forte seu cajado com uma de suas mãos, força entrada de sua cabeçorra espremendo-a contra minhas pregas anais; a dor em meu cú é involuntária, mas mesmo assim, insisto para que ele penetre em meu rego, nem que para isto ele tenha que me rasgar, foi então que a cabeça de seu cacete entra violentamente em meu cuzinho, fazendo com que minhas pregas anais estrangule seu cajado com força e violência, piscando involuntariamente diante de tão grossa pica em meu ânus, sinto como se meu butão estivesse completamente esfolado, mas aos poucos minhas pregas vão cedendo e dando espaço para que o restante daquele jumento entre em mim, com movimentos lentos mais profundos, centímetro por centímetro daquele colosso vai se espremendo e entrando em meu interior, se alojando mesmo que violentamente por entre minhas entranhas, sinto seu cacete aprofundar cada vez mais em minhas vísceras, alargando e empurrando tudo que esta em meu interior, até que sinto seus pelos e pernas tocarem minhas pernas e nádegas, olho para trás e vejo que ele colocou todo seu membro em meu intestino, não deixando nenhum centímetro para fora, ele então inicia um vai e vêm cadenciado, tirando e colocando seu caralho dentro de mim, retirando apenas parte de seu instrumento de dentro de mim e logo em seguida empurrando-o novamente para meu interior, introduzindo-o completamente em meu cú, cada vez mais forte e mais rápido; até que sinto um caldo muito quente invadir as paredes do meu intestino, provenientes de contrações vigorosas em seu cacete, despejando milhões e milhões de espermatozoides em meu rego, e diante do calor de sua seiva, eu me rendo a brutalidade daquela situação e gozo freneticamente, expelindo gotas do meu mel oriundo da minha inchada bucetinha; ao mesmo tempo em que ele retira sua tora de dentro de mim, e sua porra escorre por toda minha bunda e pernas, estou agora satisfeita com o resultado, pois do meu interior vertem líquidos em abundância, enquanto minha buceta e cú piscam incessantemente, expelindo as últimas gotas daquele morno leite... Se vocês tivessem tido o privilégio de presenciar aquela cena, saberiam que naquele dia uma garota foi EMPALADA VIVA, e mesmo assim, ficou mais feliz do que nunca por ter alojado um instrumento de indescritível tamanho e grossura em seu interior.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

CORRIMENTO VAGINAL

Uma das maiores frustrações de uma mulher, é quando ela acorda e derrepente, nota que sua calcinha esta manchada de algo até aquele momento desconhecido para ela, imediatamente ela leva um de seus dedos até sua buceta e percebe que algo não esta certo, uma secreção de cor, cheiro e viscosidade até aquele momento estranho e inespecífico, lambuza toda sua genitália, secreção esta, que não provoca dor, apenas um leve desconforto devida a abundância e as vezes uma pequena irritação no interior da bucetinha, agora ela percebe que se trata de um grotesco e inevitável corrimento vaginal, e a primeira pergunta que passa pela sua cabeça é: Como eu peguei esta desgraça? No meu caso, isto não é novidade, até porquê, esta seria a menor dos meus problemas, fico pensando apenas naquelas mulheres casadas ou que tenham namorado fixo, qual deve ser sua reação? que respostas elas esperam diante desta pergunta? que atitude elas tomam? honestamente, eu não me importo, pois sei que sou responsável, "em parte", por grande parte desta legião de homens que levam até suas mulheres e esposas, um pouco daquilo que é vertido pela minha bucetinha constantemente, e acreditem, tem homens que adoram me chupar, eu também não me faço de rogada, pois adoro ser chupada, só não sei ao certo, que gosto têm, mas garanto que ninguém, até hoje, reclamou.

Existem todo tipo de corrimento, alguns de cores amareladas, outros transparentes, alguns com odores fortes outros sem cheiro, algumas provocam até mesmo pequenas feridas, o problema é quando a doença que você pega não deixa feridas, marcas, cicatrizes ou corrimentos, ai sim, você deveria se preocupar, pois geralmente, é esta que nem mesmo a "santa penicilina" irá te ajudar.