O que vou relatar a vocês agora, aconteceu a muitos anos atrás, quando eu ainda era uma jovem adolescente, quando eu ainda era linda, quando eu ainda acreditava em DEUS. Como vocês já sabem, eu sempre fui magrinha com lindos olhos verdes e uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, meus seios são pequenos e pontudos e minha pele branquinha esta sempre bem depilada, deixando minha bucetinha sempre rosada e exposta, assim como hoje, sempre gostei de ter cabelos curtos, estilo channel, proporcionando assim, uma harmonia perfeita entre meu lindo e delicado rosto e meu alto e esbelto corpo, chamando a atenção dos homens, desde os mais jovens, até aqueles de mais idade; naquela época eu namorava um garoto da igreja, cujo perfil já foi por mim aqui abordado, "era o virgenzinho bocó que eu vivia colocando chifres", não gostava dele, apenas ficava com ele, para não me sentir só, ou para ter alguém com quem conversar na igreja, ou quem sabe ganhar de vez enquanto algum agrado; a verdade é que eu trepava com um monte de garotos, menos com ele. Mas tinha um que era especial, ele era filho do dono da casa onde morávamos, digo morávamos pois residíamos eu e mais duas irmãs em uma casa de aluguel nos fundos da casa deste garoto, ele era magro mas tinha um corpo lindo, pernas grossas e cabelos longos e lisos, eu adoro homens de cabelos compridos, e sou especialmente tarada por homens bem dotados, e mesmo namorando e frequentando a igreja, eu não conseguia deixar de pensar no meu vizinho, ele vivia me comendo com os olhos, mas minha irmã mais velha, ficava me vigiando, pois ela sabia o quanto eu era vagabunda, e meu namorado era muito amigo dela, ficava então com medo de que ela me dedurasse para ele, mas quando estava sozinha em casa, ficava louca de desejo e tesão, torcendo para que ele aparecesse na rua ou no quintal para que nós pudéssemos conversar, ou quem sabe eu poderia convida-lo para tomar um café...
Como nos morávamos sozinha, e minha família reside toda em uma pequena cidade próxima de Uberlândia, constantemente, eu ou alguma das minhas irmãs viajávamos para lá, para passarmos o final de semana com minha mãe, foi num destes finais de semana, que minhas irmãs viajaram e eu decidi ficar, mas falei para meu namorado que iria viajar também, queria ficar sozinha, queria tirar um tempo só para mim, queria trepar sem medo de ser pega... e naquele fim de semana a noite, convidei meu vizinho para minha humilde casa, para conversar um pouco, talvez assistir a um filme, o bom é que não demorou muito para o indecente começar a me elogiar e dizer gracejos para mim, e quando dei por mim, já estava beijando e sendo alisada pelo safado, e no meio daquele gostoso amasso, notei o volume enorme que se formava entre as pernas do meu vizinho, era algo deliciosamente descomunal, escondida por um pequeno short estilo aqueles usados por jogadores de futebol, e não me contendo mais, passei a alisar as grossas pernas do garoto, que em contra partida, enfiava sua língua toda dentro da minha boca e apalpava forte meus seios por sobre o fino tecido da minha camiseta; como eu detestava soutien, quase nunca o usava, e aquele era um destes dias, meus bicos já se mostravam duríssimos, meus seios doíam de tanto tesão, e a cada aperto e passada de mão, meu corpo se estremecia todo, minha vagina depilada, estava completamente lubrificada, e a eminente possibilidade de trepar naquela noite, fazia minha bucetinha piscar cada vez mais forte, ergui meu corpo para trás e levantei minha camiseta, jogando-a para o chão, e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, o safado veio faminto chupar meus peitos, ele chupava, mordia e mamava com vontade e desespero, arrancando de mim, suspiros e gemidas incontroláveis, enquanto um peito era chupado, o outro era apalpado e beliscado por seus dedos; minhas mãos estavam agora alisando seu tronco e cintura, até que derrepente eu a desci até seu minúsculo short e alisei seu cajado... Eu não acreditava que eu tinha em minha mãos, algo tão grande e duro; mesmo por cima daquele short, eu sentia o tamanho e a rigidez de seu instrumento, era realmente colossal, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, enfiei logo minhas mãos para dentro de sua bermuda e coloquei todo aquele chumaço para fora, nossa senhora como era grande... Eu devia estar massageando um cacete com no mínimo 25 cm de comprimento cujo o diâmetro era da grossura dos meus punhos, e naquela época, um instrumento daquele tamanho era novo para mim, fui logo me abaixando e colocando aquela cabeçorra em minha boca, escancarei o máximo que podia e alojei aquela cabeça roxa em minha boca, sentindo o calor e o gosto daquele cacete duro e emperdigado, lambia, chupava e lubrificava toda aquela rola com minha saliva, ao mesmo tempo em que massageava aquele colosso, masturbando-o lentamente com minha mão; minha saliva saia em abundância, lubrificando cada centímetro daquele instrumento, foi então que ele retirou sua camiseta, se levantou e desceu seu short, ao mesmo tempo em que, segurou meus braços e puxou-me para cima , enfiando sua mão por baixo da minha minissaia jeans, tirando-a e descendo minha calcinha, deixando-me completamente pelada diante dele, com minha bucetinha toda melada e pingando, e ali de pé diante dele, estava tendo meus peitos novamente chupados enquanto seus dedos penetravam profundamente minha bucetinha, eu estava com minha pernas semi abertas, e seus dedos percorriam toda minha região genital, esfregando e alisando meu clitóris, ao mesmo tempo em que ele forçava passagem em meu buraquinho com dois ou três de seus dedos, ele retira-os de minha bucetinha após várias penetradas vigorosas, e leva-os até sua boca, sugando e chupando seus dedos completamente melados com meu sumo, me vira então de costas para ele e me coloca de joelhos sobre meu sofá, fazendo com que eu empine minha bundinha para cima, e exponha completamente meu cuzinho rosado, só sinto a hora em que sua língua áspera e molhada invade meu rabinho e buceta, percorrendo e procurando penetrar em cada um dos meus buracos, lambendo e chupando minha carne, mordiscando meu grelo com seus lábios e enfiando sua língua em meu cuzinho, seus dedos voltam a abrir passagem para sua língua, que procura entrar cada vez mais profundo dentro de mim, tento puxa-lo para cima de mim, pois estou louca para alojar aquele gigante em meu interior, mas ele insiste em sentir o gosto da minha buceta e beber cada vez mais o suco por ela vertido, ele então se posiciona de pé atrás de mim e segurando seu falo, aproxima-o da portinha da minha bucetinha e vagarosamente o empurra para dentro da minha xoxota, eu estou completamente alucinada com o tamanho e a grossura daquele cajado, quero alojar em meu interior todo aquele colosso emperdigado, e com movimento lentos e cadenciados porém firmes e fortes, minhas carnes vão cedendo a sua insistência e persistência, até que mais da metade de seu cacete já está todo dentro de mim, mas eu quero mais, eu quero ele todo em meu interior, eu quero ter as entranhas preenchidas por aquele cajado fenomenal, mas já começo a sentir dores fortes, pois seu cacete já alcançou meu útero e o está machucando devido as vigorosas estocadas, cada vez mais profundas e violentas; vejo agora que é impossível alojar todo aquele colosso em mim, decepcionada, mas já não aguentando mais de dor, peço para ele que não force mais, pois mesmo eu querendo muito, já estava sentindo dores atrozes, ele então diminuiu o rítimo e bem devagar começou a retirar toda sua manjuba de dentro da minha arregaçada buceta, não podia ver, mas sabia o estrago que aquele cacete havia feito em minha racha, ela estava larga e frouxa, e ao mesmo tempo, inchada e muito vermelha; minha decepção era visível diante da tragédia de não conseguir alojar todo aquele colosso em mim, e quando pensei em me levantar do sofá, meu vizinho pediu para que eu continuasse naquela posição, e que não me preocupasse, pois ele iria gentilmente colocar todo seu cacete em meu cuzinho, e me explicou que apesar do rabinho ser mais apertado, ele era muito mais profundo, e que seu cacete iria até o fim do meu cuzinho, e que ele pararia imediatamente se eu pedisse, permaneci então de quatro sobre meu sofá, enquanto ele deixa cair na porta do meu cuzinho, uma quantidade considerável de saliva saída de sua boca, e com ajuda de seus dedos, espalha em volta e dentro de todo meu rabinho, logo em seguida, direciona seu grande e grosso falo, para a entrada do meu rego e segurando forte seu cajado com uma de suas mãos, força entrada de sua cabeçorra espremendo-a contra minhas pregas anais; a dor em meu cú é involuntária, mas mesmo assim, insisto para que ele penetre em meu rego, nem que para isto ele tenha que me rasgar, foi então que a cabeça de seu cacete entra violentamente em meu cuzinho, fazendo com que minhas pregas anais estrangule seu cajado com força e violência, piscando involuntariamente diante de tão grossa pica em meu ânus, sinto como se meu butão estivesse completamente esfolado, mas aos poucos minhas pregas vão cedendo e dando espaço para que o restante daquele jumento entre em mim, com movimentos lentos mais profundos, centímetro por centímetro daquele colosso vai se espremendo e entrando em meu interior, se alojando mesmo que violentamente por entre minhas entranhas, sinto seu cacete aprofundar cada vez mais em minhas vísceras, alargando e empurrando tudo que esta em meu interior, até que sinto seus pelos e pernas tocarem minhas pernas e nádegas, olho para trás e vejo que ele colocou todo seu membro em meu intestino, não deixando nenhum centímetro para fora, ele então inicia um vai e vêm cadenciado, tirando e colocando seu caralho dentro de mim, retirando apenas parte de seu instrumento de dentro de mim e logo em seguida empurrando-o novamente para meu interior, introduzindo-o completamente em meu cú, cada vez mais forte e mais rápido; até que sinto um caldo muito quente invadir as paredes do meu intestino, provenientes de contrações vigorosas em seu cacete, despejando milhões e milhões de espermatozoides em meu rego, e diante do calor de sua seiva, eu me rendo a brutalidade daquela situação e gozo freneticamente, expelindo gotas do meu mel oriundo da minha inchada bucetinha; ao mesmo tempo em que ele retira sua tora de dentro de mim, e sua porra escorre por toda minha bunda e pernas, estou agora satisfeita com o resultado, pois do meu interior vertem líquidos em abundância, enquanto minha buceta e cú piscam incessantemente, expelindo as últimas gotas daquele morno leite... Se vocês tivessem tido o privilégio de presenciar aquela cena, saberiam que naquele dia uma garota foi EMPALADA VIVA, e mesmo assim, ficou mais feliz do que nunca por ter alojado um instrumento de indescritível tamanho e grossura em seu interior.
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