O dia 3 de junho de 2005, marcou minha vida profundamente, era uma sexta feira, já se passava das 14:00 horas, quando a polícia desceu a borracha violentamente em todos que estavam protestando, ali no terminal central, centro de Uberlândia; Eramos estudantes, em sua maioria universitários da UFU, pois a passagem de ônibus havia passado de 1,50 r$ para 1,90 r$; eu, como não havia nada melhor para fazer, resolvi fazer baderna e algazarra, juntamente com meus amigos ali no centro da cidade, xingávamos os policiais, desacatávamos as autoridades, quebramos lixeiras e monumentos públicos, enfim, tocamos o foda-se naquele lugar, e não demorou muito, para o esquadrão de choque da polícia intervir e sentar o cacete nos manifestantes ali presentes, de cara, fui uma das primeiras a tomar uma cacetada no meio da cara, um dos policiais, acertou-me com um forte golpe com seu cassetete em meu rosto, minha cara ficou inchada na hora, e isto me deixou muito nervosa e agressiva, fui então levada por uma viatura, algemada juntamente com um amigo, para uma delegacia, pela acusação de desacato a uma autoridade. Lá chegando, fui conduzida até a presença de um delegado, que de cara reconheceu a vadia que eu era, tratou-me como se eu fosse uma prostituta rameira e barata, me humilhou chamando-me de vagabunda e arruaceira, e como se não bastasse, mandou que um de seus subalternos, me fichasse por perturbação da ordem pública e desacato; fiquei aterrorizada com o fato de ser fichada, afinal de contas, ninguém quer ter seu nome, registrado em uma delegacia, comecei então a chorar e a pedir ao adjunto do delegado, que não fizesse aquilo, eu pedia pelo amor de Deus, para me soltarem, e que eu faria qualquer coisa para não ter meu nome sujo diante da justiça; o adjunto do delegado me conduziu até uma sala, aos fundos da delegacia, e começou a fazer o boletim de ocorrência, foi então que eu me desaguei em lágrimas, não acreditava que aquilo estava acontecendo comigo, foi então que aquele homem parou de digitar seu computador e me disse: Sei que você é universitária, inteligente, muito bonita, mas tenho que fazer o que o delegado me ordenou, infelizmente não tenho outra opção. Implorei por tudo que havia de mais sagrado, e prometi fazer o que ele quisesse, se ele conversasse novamente com o delegado, para não me fichar e me liberar; ele levantou-se de sua cadeira e foi de encontro ao delegado. Passaram-se alguns minutos, "que mais pareceram uma eternidade", quando ele novamente adentra em sua sala, balançando sua cabeça em sinal de negativa, antes mesmo que eu voltasse a chorar, ele foi logo me dizendo: O homem lá, está nervoso, ele não quer aliviar a barra de ninguém, o que você acha que é capaz de fazer para nós esquecermos este contratempo? novamente, repeti com muita ênfase que seria capaz de fazer qualquer coisa, que ele me pedisse, que eu estava disposta a atender qualquer desejo dele ou do delegado, só para não ter meu nome sujo. Ele novamente sentou-se em sua cadeira e me olhando de cima em baixo, respondeu: Você gostaria de aparecer em minha casa hoje a noite? podemos conversar, você me fala que curso está fazendo, e quem sabe podemos acabar nos tornando bons amigos? Na hora entendi o que ele queria, estava louco para me levar para sua casa e me comer por inteira, e sem pensar duas vezes, respondi: por que esperar até a noite para nos conhecermos melhor se podemos fazer isto aqui mesmo? por que você não aproveita que estou algemada e me coloca sobre sua mesa e faz tudo aquilo que tiver vontade de fazer, eu prometo ficar caladinha e obedecer tudinho, juro que vou fazer tudo aquilo que me ordenar... notei que naquele momento os olhos do pervertido brilharam de tesão, sabia que havia mexido com o safado, e não deu outra, o vagabundo rapidamente se levantou, caminhou até a porta, trancou-a e voltou para sua mesa, só que desta vez, assentou-se sobre ela, bem na minha frente, passou suas mãos sobre meus cabelos e rosto, e me perguntou se eu realmente queria aquilo, ao mesmo tempo em que alisava sua calça no rumo de seu cacete, eu imediatamente respondi: não só quero, como a partir de agora serei sua subalterna e você meu delegado, o tarado foi logo tirando seu cinto, e abrindo o zíper de sua calça, e colocando para fora uma deliciosa jeba, grande e dura, cai de boca imediatamente naquele cacete, colocando completamente em minha pequenina boca, chupava e mamava aquele cacete como se estivesse morrendo de sede, serpenteava minha língua sobre aquela cabeçorra vermelha que machucava minha garganta, subia e descia meus lábios, comprimindo cada centímetro daquela piroca, abocanhava gulosamente seu falo, deixando-o cada vez mais duro e inchado, lambuzando-o com minha saliva, que escorria em abundância, até seu saco, enquanto isso, ele já havia descido a alcinha da minha blusa e massageava meus pequenos seios, que já se encontravam duros de tesão, meus bicos ardiam a cada puxão e beliscada que ele me dava, derrepente ele se levanta e me coloca debruçada sobre sua mesa, levanta minha saia indiana e desce rapidamente minha calcinha, sinto apenas o calor de sua língua e saliva molharem minha bucetinha, lambendo e sugando meu suco; com suas mãos, ele abre minha bundinha e enfia sua língua com força em meu cuzinho, lambendo toda minha virilha buceta e cú, neste momento ele se coloca de pé, e com uma de suas mãos, segura meus cabelos, puxando-os para traz, para que meu corpo fique arqueado e meu rosto não se machuque na mesa, já que estou algemada com os braços para traz, nesta hora sinto sua jeba tocar minha bucetinha, e com ajuda de sua outra mão, ele a empurra lentamente para dentro da minha racha, que delicia esta sensação de vulnerabilidade e servidão, aos poucos ele vai colocando todo seu cajado dentro de mim, tento abrir o máximo que posso minhas pernas, para facilitar a entrada magistral daquele colosso em meu âmago; sua penetrada é lenta e profunda, ele procura colocar até o talo de sua vara, me fazendo ver estrelas, tamanho é seu cacete, ele então levanta uma das minhas pernas, e a coloca sobre a mesa, me arreganhando e deixando exposta minha bundinha branca e avantajada, seu cacete agora, começa a entrar em minha bucetinha com mais facilidade, deslizando profundamente até alcançar meu útero, além de estar comendo minha buceta com aquele cajado enorme, uma de suas mãos alisam e apertam minhas nádegas, cujos dedos começam a invadir meu cuzinho, com seu polegar, ele vai forçando entrada pelo meu esfíncter, até o total desaparecimento dele em meu ânus, ele então passa a enfiar cada vez mais forte e profundo, seu polegar dentro de mim, e como se não bastasse, ele lentamente solta meus cabelos, colocando meu rosto sobre sua mesa e começa a introduzir o outro polegar da sua mão em meu rabinho, aquela sensação de preenchimento é completa, estou agora com um enorme falo na buceta e dois polegares massageando e abrindo meu cuzinho cada vez mais forte e profundo, seus movimentos começam a se acelerar e a se intensificar, até que sinto o calor e a força dos seu jatos de semêm invadirem minha bucetinha, ele goza intensamente dentro de mim, seu cacete esta todo dentro da minha bucetinha, despejando em contrações vigorosas, todo seu leite morno em minhas entranhas, seus dedos estão completamente enterrados em meu cú, alargando e distendendo minhas paredes anais; é realmente delicioso servir sexualmente um homem que sabe o que quer; e naquele dia, eu tomei de uma só vez, dois chás de cacete, um na rua e outro sobre a escrivaninha nos fundos de uma velha delegacia.
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