sábado, 24 de outubro de 2015

Terra de Gigantes

Já fazem mais ou menos dois meses que você se foi, mas a lembrança que tenho de ti, é cada vez maior e mais forte, a saudade é tanta que as vezes, as lágrimas dão espaço a gemidos baixinho de dor e revolta, todas as vezes que fecho meus olhos, é a imagem dos seus olhos amarelos e amedrontados que me vem a cabeça, então mais uma vez, me ponho a chorar e amaldiçoar o ser que não lhe protegeu, cultivo a minha dor com palavras de conforto e sorriso discreto, mas no fundo ela se intensifica voraz e amarga, remoendo minhas entranhas e assombrando meus pensamentos; a fé inabalável que eu tinha, abalou-se a tal ponto de me fazer questionar a existência de um Deus. Deus...   onde estavas tu quando ele mais precisou de ti? onde estas agora quando mais preciso de ti?

Não me olhes assim, meu amor, não procure em mim a esperança e a força que precisas, pois sou pequena e fraca, e foi justamente na minha fraqueza que encontrei forças para lhe dar um último abraço, me fiz forte para sorrir de nossa tragédia e fui gigante quando não chorei ao lhe ver apenas pele e osso quando dei-lhe o derradeiro banho.

Me perdoe mãe, família e amigos, por não comungar mais da tua FÉ, pois o teu Deus me mostrou o quanto ele é misericordioso para com os pequenos, fracos e oprimidos. Nenhum filho ou filha deveriam ver o que eu vi, assim como nenhum pai ou mãe deveriam passar pelo que estou passando. Continuem com sua fé, fiquem em paz com vosso Deus, adorem aquele que acreditam ser seu salvador, mas por favor, não me obriguem fechar meus olhos para tudo que vi e vivi; peço então que tenham misericórdia de mim, e me deixem em paz com meus fantasmas e demônios; quem sabe um dia eu possa novamente contemplar sem medo ou pavor a face de seu Deus.

Pai, filho e amigo, só há uma coisa que desejo desta miserável vida, que em seu leito de morte, tenhas tido a oportunidade de saber e sentir o quanto foi amado, o quanto fará falta para aqueles que aqui ficaram e o quanto eu, TE AMO por ter sido este gigante, sagrado e imensurável  em minha vida. O vazio que sinto é do tamanho da dor que carrego por te perder!


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

OS ULTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS

Todos acreditavam que eu seria a primeira a partir deste mundo cruel, que o diabo não tardaria a me carregar em seu colo; mas contrariando a vontade de todos, eu ainda estou aqui, e bem! O que não contavam, era que meu anjinho, criatura inocente, ser celestial e pura, criança indefesa que diante da indiferença, da apatia, da inercia dos homens, tombou! este meu bravo e lindo soldado se foi; meu único e amado principe caiu diante de tão violenta batalha; apesar de lutar bravamente, e nunca perder a esperança, e mais ainda, sua fé inabalavel de que EU poderia fazer algo por ele, acrescentava em seus últimos dias, um fio de esperança de que tudo acabaria bem, que tudo aquilo era passageiro, mas seus olhinhos, já diziam o que seu corpo teimava em acreditar; Maldito seja aqueles que poderiam ter ajudado e nada fizeram, maldito seja aquele que não ouviu minhas preces, e se ouviu, pouco se importou; maldito seja aqueles que não conseguiram aliviar sua dor; maldito seja...

Já chorei muito, não porque você se foi cedo demais, mais pelas oportunidades perdidas em que eu podia ter te abraçado e não fiz; as oportunidades de ter confortado seu coraçao e espirito, e ao inves disto, me mantive muda; as oportunidades de ter dito o quanto lhe amava, mas eu apenas sorria... A vida é mesmo uma desgraça, um palco recheado de tragedias, que ferem nossos corpos e esmiuçam nosso espirito; e aqueles que pensavam em nos deixar, permanecem intactos, mas aqueles que desejam a vida, estes se vão cedo demais!

Que o maldito veja e sinta o horror que guardo em meu coração!   

terça-feira, 7 de julho de 2015

SINTA O GOSTA DA MINHA CLOACA PODRE!

Desde já, peço perdão pelo título da minha mais nova postagem, mas não poderia ser diferente, até porque, diferente de outras pessoas, eu não sou hipócrita ao ponto de ficar floreando e procurando "arco-iris e borboletas" nesta vida; a vida é uma merda, e querendo ou não estamos mergulhados nela, bom! pelo menos até o dia em que formos sentar no colo do capeta; Deixando a demagogia de lado, a vida para 99% das pessoas se resumem em : comer, dormir e trabalhar, e as vezes, trepar. Acrescente a estes verbos, a palavra DOR; imagine passar 24 horas do seu dia, convivendo com esta indesejada "amiga" , conviver dia-apos-dia com esta insuportável sensação... Chega um dia que você se cansa e quer que tudo e todos que estão a sua volta, vão para o meio do inferno. Eu, já passei desta fase, com o tempo, aprendi que, ninguém se importa realmente com você; estamos sozinhos neste mundo, e sozinhos partiremos; e para aqueles que semeiam honestidade e carisma, se preparem para colher sofrimento e injustiça; por isso, hoje, ofereço ao mudo, o que há de mais sujo, podre e nojento em mim, espero sinceramente que minha família, amigos e companheiro vá pra puta que o pariu, vão tomar no meio do cú, vá para o diabo que o carregue, vão para o meio do inferno...  Não pense que estou revoltada com todos a minha volta, não pensem que odeio minha família e amigos, seria uma injustiça dizer que meus amigos e irmãs não me dão apoio e ajuda. A verdade simples e nua é a de que tenho medo de partir, tenho medo de olhar os olhos de meu "filho" quando eu for dizer adeus, tenho medo por aqueles que irão ficar, tenho medo da dor que você ainda não sentiu, tenho medo de que se espante com meu aspecto cadavérico, tenho medo de que chorem por mim... 

Ofereço então a quem quiser, um pedaço da minha carne, quem sabe, um pouco do meu sangue e se não estiver saciado, venha provar o gosto da minha cloaca! 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O QUE EU MAIS QUERO... É SER FODIDA!

Já faz algum tempo, para não dizer bastante, que não posto nada de novo em meu blog, o motivo nem mesmo eu sei ao certo, quem sabe seja falta de tempo, ou então desinteresse...  Pra ser sincera, acho que o motivo seja minha doença, não porque esteja me sentindo mal, de modo algum, mas talvez seja minha necessidade de fazer de tudo para esquecer desta desgraça que se abateu sobre minha vida, e este blog, querendo ou não, me faz voltar ao passado, me faz refletir sobre o presente e chorar quando penso no futuro.

Estou cansada, cansada de tudo, cansada de andar cabisbaixo, cansada de ter medo, cansada de estar sozinha, cansada da miséria que me cerca, cansada dos parentes e amigos, cansada da vida...   Gostaria de pular do lugar mais alto que existe neste mundo, mergulhar meu corpo de encontro ao vento, esmiuçar minha cabeça em direção ao inferno, só para sentir o gosto daqueles últimos minutos de vida, aquele ultimo momento em que mais nada importa, aquela última lagrima em meus olhos, aquele ultimo sorriso de desdenho enquanto levanto meu dedo médio para os céus. 

Não ligue para o que estou dizendo, não de importância para a agonia que estou passando, me deixe esquecer, pelo menos por algum instante, os demônios que me cercam; hoje vim aqui para falar da falta que estou sentindo de um verdadeiro amor em minha vida, daquele sentimento adolescente que há tempos desapareceu de minha vida, daquela euforia insana de assentar em seu colo no escuro da sala, e sentir "o tamanho" de sua paixão por mim. OH! Deus de miséria, maldito seja o dia em que tu colocaste tão vil criatura diante de minha face. Pois foi deste dia em diante, que tudo se transformou, foi neste exato momento que perdi minha ingenuidade, e com ela, tudo aquilo que havia de melhor e mais sagrado em mim, minha pureza.

Assim como Eva "que comeu do fruto proibido no paraíso" sou eu em relação ao sexo. Desde que experimentei pela primeira vez, não consigo mais parar; meu pecado agora, é não poder saciar esta fome que tenho todo santo dia, este desejo sujo e ardente que pulsa entre minhas pernas, deste fogo que homem nenhum é capaz de apagar. Meu tesão é tanto, que estou a ponto de cometer uma loucura...     Sou professora em uma escola do bairro Luizote de Freitas, e já faz algum tempo que venho flertando com um dos meus alunos, ele é jovem, muito jovem para uma mulher como eu, mas tem um corpo que esta me fazendo perder a cabeça; ele não me respeita, e sabe que estou prestes a dar pra ele; semana passada, ele me pressionou contra a parede, em plena sala de aula, no fim do expediente; e sem nenhum pudor, enfiou uma de suas mãos por baixo da minha saia e massageou toda minha buceta enquanto a outra tampava minha boca de forma violenta e viril, não demorou muito para que ele abrisse apenas dois botoes da minha blusa e começasse a chupar e morder meu seios com tamanha volúpia e força, que me fez me molhar toda.

Ao ouvir um barulho se aproximando, ele se afastou rapidamente, enquanto eu procurava desesperadamente me recompor; não sei por quanto tempo mais vou me segurar, mais uma coisa é certa, se eu não encontrar um homem adulto que me queira, vou acabar cedendo as investidas deste menino, e me entregando de forma escandalosa em seus braços. Não sei o que vai acontecer na próxima semana, não sei como chegar na sala de aula e olhar para ele, não sei o que me espera, mais uma coisa é certa, estou me lixando para as convenções sociais ou éticas, não estou nem ai para o que vão falar, afinal de contas, não tenho nada mesmo a perder; e o que eu mais quero neste momento, é suor, saliva, porra e rola, quero sentir a vara esfolar minha buceta, quero rola na xana, quero gritar e gemer, quero gozar em meu menino e beber do seu leite, quero ser rasgada e fodida por todos os cantos.     

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

NOSTALGIA

Vou falar do dia em que te vi pela janela de um ônibus, uma das últimas vezes que contemplei seu rosto; apesar dos poucos segundos, esta é uma das lembranças mais vivas que guardo em minha memória; só deus sabe a saudade que sinto de você, só eu sei a dor que sua ausência causou e ainda causa em mim, apesar dos muitos anos já passados, gostaria de poder voltar atrás no tempo e consertar o que não estraguei e refazer o que você fez questão de estraguar.

Não me lembro da data exata, mas sei que era uma sexta-feira, final de tarde, o sol descansava longe, prestes a deixar a noite tomar conta da minha vida; eu estava com meus recem completados 18 anos, estava indo para minha casa, sentia-me cansada pela semana exaustiva, mas estava feliz pela chegada do final de semana; a linha do ônibus que eu pegava para ir embora passava pelo centro da cidade, em frente a praça coronel Virgílio, na rua Quinze de Novembro; e lá estava eu, sentada no banco de um ônibus com minha cabeça deitada sobre a janela, com meus olhos longe, entorpecidos pela agitação da cidade, onde nada me chamava atenção, até aquele momento; foi quado avistei, mesmo de relance, um rosto conhecido, voltei meus olhos rapidamente e lá estava você...   em pé, falando em um telefone público, com um sorriso lindo, e uma euforia contagiante de alguem que espera muito de uma sexta-feira a noite. Uma pontada súbita em meu peito, fez com que um calafrio percorresse minha nuca, afinal de contas, já fazia meses que você saíra da minha vida, mas a ferida deixada, ainda estava fresca e pulsava de tal forma, que não consegui tirar meus olhos de ti; até hoje não entendo como apenas alguns segundos, são capazes de se tornarem eternos em nossas vidas, eu sei que foi apenas o prazo de dois ou três passageiros descerem do ônibus naquele ponto, mas foi o bastante para saber naquele momento, em um cruzar de olhares, o evidente amor, a insuportavel paixão que eu ainda nutria por você, e o mais doloroso foi constatar a indiferença em seus olhos, o desdenho do seu sorriso ao me ver, me senti mortalmente ferida, como em uma pintura antiga em que retrata a superioridade do cavaleiro sobre a cabeça do dragão.

Acho que esta lembrança me marcou, pelo fato de descobrir, ou melhor, aceitar que o que existiu entre nós, havia acabado, e que você nunca mais voltaria para mim; a certeza que tenho, é a de que deste dia em diante, me tornei mais triste, deixei de acreditar nas pessoas e passei a tratar o mundo, com uma ironia quase amarga, e como não poderia deixar de ser; desejei tudo que existe de mais ruim, podre e perverso, recaísse sobre sua cabeça; pois só assim, conseguiria eu, continuar em frente.  

sábado, 11 de janeiro de 2014

ARREGAÇADA.

Não é fácil ser quem sou, quem eu quero que me tenha, não me quer; e daqueles que quero distancia, são justamente estes que querem me foder. Os anos passam lentos e dolorosos para mim, quase não me lembro dos bons tempos de minha adolescencia e juventude; pouco consigo me recordar dos amigos de escola, vizinhos ou colegas de trabalho; só não esqueço das depravações, do sexo, da vadiagem, dos homens e seus retesados instrumentos...    





Posto esta foto que guardo como recordação dos bons momentos em que passei com meu cunhado (marido da minha irmã mais velha), com quem trepava descaradamente, só para sentir o duro couro do banco de sua moto; são estas as lembranças que me alimentam e me fazem ter certeza de que não passei toda minha vida "dormindo em berço esplendido", forão estes os momentos que me marcaram, momentos de muito sexo sádico, violação anal e penetrações diárias com cacetes de diferentes tipos de forma cor e tamanho.



Eu fui uma linda e gostosa putinha, dei e gemi como uma cadela no cio, trepei e gozei até minha buceta ficar inchada, esfolei meu cú até ele ficar arregaçado, e nem mesmo uma gravidez, um marido e uma desgraça em minha vida, conseguirão me afastar das ruas e becos.


Continuarei seguindo em frente, trepando menos, sobrevivendo dos restos e fingindo ser uma boa mãe de família, mas nunca me esquecendo de quem eu fui um dia, e na puta, velha, pestilenta e arregaçada que me tornei hoje,    



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL - UMA NOITE DE CÃO

Hoje, véspera de Natal, e estou aqui me preparando para passar mais uma noite ao lado de pessoas imundas e nojentas, chamadas de "parentes". Minha família que me perdõe, mais sabemos que a falsidade e as mentiras imperam em nosso meio; e por mais que eu não queira, sou obrigada a conviver com tais pessoas. mas para ser honesta, melhor se assentar na roda de escarnecedores, do que ficar só, como eu estou aqui e agora.

Já houve o tempo em que eu brindava e me alegrava nas noites chuvosas de Natal, já houve dias em que eu me importava com aqueles que me cercavam, já houve dias que eu dava o que tinha de melhor em mim, sem esperar receber nada em troca; mas estes bons tempos se foram, restaram apenas lembranças, doces lembranças de dias gloriosos que jamais voltarão.

O que me resta a não ser erger minha cabeça e fingir que tudo esta bem, e que estou feliz por estar ali comemorando não sei o que, rodeada de cerveja quente e carne de terceira, com alguns parentes me abraçando e me importunando sobre minha saúde. Um frio tremendo acaba de tomar conta de mim neste exato momento, e uma agonia maior ainda aflige minha alma e faz com que minha garganta se torne seca e lágrimas queiram deslizar sobre minha face; toda esta tristeza não é só por ter que estar onde não quero, muito menos por ter que fingir gostar de quem não suporto; mas sim pelo fato de passar mais uma noite só, mesmo estando rodeada de pessoas, não uma noite qualquer, mas a noite de natal; o que tem de especial nesta noite se não passamos ela onde e com quem queremos? 

Eu queria trepar! simples assim, com quem não importa muito, desde que consiga me fazer sentir o que a anos eu não sinto, desde que consiga aquecer minha carne fria e frigida, desde que me faça esquecer da dor e da solidão que sinto agora, desde que me faça levitar ao me chupar e me comer. Preciso de um homem, um homem de verdade que queira cuidar de uma mulher, que queira comer e fuder uma buceta com gana e fome, um macho que trate sua mulher como a uma puta na cama, que me vire do avesso e me faça gemer de dor e prazer, um homem que encha minha boca de porra e ainda tenha energia de foder meu cú; um macho que não tenha nojo de beber meu fel, e nem medo de tirar sangue da minha buceta e rabo, um macho de verdade que segure forte meus cabelos e rosto e escarre em minha boca para que eu sinta o seu gosto, um homem que abra minha pernas e coloque de forma impiedosa seu mastro até o fundo do meu útero com socadas vigorosas e profundas, um homem que fale em meus ouvidos palavras indecorosas e me diga o quanto sou vadia e puta, um macho que cometa atrocidades com meu anus rosado e minhas pregas dilatadas, sem se importar se vou ou não sujar seu mastro com meus resíduos.

Isto sim seria um Natal de verdade, se existe algo que gostaria de pedir ao "papai noel" seria este o meu desejo: A de que um macho de verdade me recheasse como a um peru, e que eu pudesse assentar em seu colo e socar seu mastro em minhas entranhas até esconder seu enorme e inchado saco, e de quebra me embriagar de tanto beber de sua espessa e quente porra. Mas infelizmente não acredito em contos de natal, por isto estou hoje aqui, sobrevivendo a esta noite de cão!