sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O QUE EU MAIS QUERO... É SER FODIDA!

Já faz algum tempo, para não dizer bastante, que não posto nada de novo em meu blog, o motivo nem mesmo eu sei ao certo, quem sabe seja falta de tempo, ou então desinteresse...  Pra ser sincera, acho que o motivo seja minha doença, não porque esteja me sentindo mal, de modo algum, mas talvez seja minha necessidade de fazer de tudo para esquecer desta desgraça que se abateu sobre minha vida, e este blog, querendo ou não, me faz voltar ao passado, me faz refletir sobre o presente e chorar quando penso no futuro.

Estou cansada, cansada de tudo, cansada de andar cabisbaixo, cansada de ter medo, cansada de estar sozinha, cansada da miséria que me cerca, cansada dos parentes e amigos, cansada da vida...   Gostaria de pular do lugar mais alto que existe neste mundo, mergulhar meu corpo de encontro ao vento, esmiuçar minha cabeça em direção ao inferno, só para sentir o gosto daqueles últimos minutos de vida, aquele ultimo momento em que mais nada importa, aquela última lagrima em meus olhos, aquele ultimo sorriso de desdenho enquanto levanto meu dedo médio para os céus. 

Não ligue para o que estou dizendo, não de importância para a agonia que estou passando, me deixe esquecer, pelo menos por algum instante, os demônios que me cercam; hoje vim aqui para falar da falta que estou sentindo de um verdadeiro amor em minha vida, daquele sentimento adolescente que há tempos desapareceu de minha vida, daquela euforia insana de assentar em seu colo no escuro da sala, e sentir "o tamanho" de sua paixão por mim. OH! Deus de miséria, maldito seja o dia em que tu colocaste tão vil criatura diante de minha face. Pois foi deste dia em diante, que tudo se transformou, foi neste exato momento que perdi minha ingenuidade, e com ela, tudo aquilo que havia de melhor e mais sagrado em mim, minha pureza.

Assim como Eva "que comeu do fruto proibido no paraíso" sou eu em relação ao sexo. Desde que experimentei pela primeira vez, não consigo mais parar; meu pecado agora, é não poder saciar esta fome que tenho todo santo dia, este desejo sujo e ardente que pulsa entre minhas pernas, deste fogo que homem nenhum é capaz de apagar. Meu tesão é tanto, que estou a ponto de cometer uma loucura...     Sou professora em uma escola do bairro Luizote de Freitas, e já faz algum tempo que venho flertando com um dos meus alunos, ele é jovem, muito jovem para uma mulher como eu, mas tem um corpo que esta me fazendo perder a cabeça; ele não me respeita, e sabe que estou prestes a dar pra ele; semana passada, ele me pressionou contra a parede, em plena sala de aula, no fim do expediente; e sem nenhum pudor, enfiou uma de suas mãos por baixo da minha saia e massageou toda minha buceta enquanto a outra tampava minha boca de forma violenta e viril, não demorou muito para que ele abrisse apenas dois botoes da minha blusa e começasse a chupar e morder meu seios com tamanha volúpia e força, que me fez me molhar toda.

Ao ouvir um barulho se aproximando, ele se afastou rapidamente, enquanto eu procurava desesperadamente me recompor; não sei por quanto tempo mais vou me segurar, mais uma coisa é certa, se eu não encontrar um homem adulto que me queira, vou acabar cedendo as investidas deste menino, e me entregando de forma escandalosa em seus braços. Não sei o que vai acontecer na próxima semana, não sei como chegar na sala de aula e olhar para ele, não sei o que me espera, mais uma coisa é certa, estou me lixando para as convenções sociais ou éticas, não estou nem ai para o que vão falar, afinal de contas, não tenho nada mesmo a perder; e o que eu mais quero neste momento, é suor, saliva, porra e rola, quero sentir a vara esfolar minha buceta, quero rola na xana, quero gritar e gemer, quero gozar em meu menino e beber do seu leite, quero ser rasgada e fodida por todos os cantos.     

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

NOSTALGIA

Vou falar do dia em que te vi pela janela de um ônibus, uma das últimas vezes que contemplei seu rosto; apesar dos poucos segundos, esta é uma das lembranças mais vivas que guardo em minha memória; só deus sabe a saudade que sinto de você, só eu sei a dor que sua ausência causou e ainda causa em mim, apesar dos muitos anos já passados, gostaria de poder voltar atrás no tempo e consertar o que não estraguei e refazer o que você fez questão de estraguar.

Não me lembro da data exata, mas sei que era uma sexta-feira, final de tarde, o sol descansava longe, prestes a deixar a noite tomar conta da minha vida; eu estava com meus recem completados 18 anos, estava indo para minha casa, sentia-me cansada pela semana exaustiva, mas estava feliz pela chegada do final de semana; a linha do ônibus que eu pegava para ir embora passava pelo centro da cidade, em frente a praça coronel Virgílio, na rua Quinze de Novembro; e lá estava eu, sentada no banco de um ônibus com minha cabeça deitada sobre a janela, com meus olhos longe, entorpecidos pela agitação da cidade, onde nada me chamava atenção, até aquele momento; foi quado avistei, mesmo de relance, um rosto conhecido, voltei meus olhos rapidamente e lá estava você...   em pé, falando em um telefone público, com um sorriso lindo, e uma euforia contagiante de alguem que espera muito de uma sexta-feira a noite. Uma pontada súbita em meu peito, fez com que um calafrio percorresse minha nuca, afinal de contas, já fazia meses que você saíra da minha vida, mas a ferida deixada, ainda estava fresca e pulsava de tal forma, que não consegui tirar meus olhos de ti; até hoje não entendo como apenas alguns segundos, são capazes de se tornarem eternos em nossas vidas, eu sei que foi apenas o prazo de dois ou três passageiros descerem do ônibus naquele ponto, mas foi o bastante para saber naquele momento, em um cruzar de olhares, o evidente amor, a insuportavel paixão que eu ainda nutria por você, e o mais doloroso foi constatar a indiferença em seus olhos, o desdenho do seu sorriso ao me ver, me senti mortalmente ferida, como em uma pintura antiga em que retrata a superioridade do cavaleiro sobre a cabeça do dragão.

Acho que esta lembrança me marcou, pelo fato de descobrir, ou melhor, aceitar que o que existiu entre nós, havia acabado, e que você nunca mais voltaria para mim; a certeza que tenho, é a de que deste dia em diante, me tornei mais triste, deixei de acreditar nas pessoas e passei a tratar o mundo, com uma ironia quase amarga, e como não poderia deixar de ser; desejei tudo que existe de mais ruim, podre e perverso, recaísse sobre sua cabeça; pois só assim, conseguiria eu, continuar em frente.  

sábado, 11 de janeiro de 2014

ARREGAÇADA.

Não é fácil ser quem sou, quem eu quero que me tenha, não me quer; e daqueles que quero distancia, são justamente estes que querem me foder. Os anos passam lentos e dolorosos para mim, quase não me lembro dos bons tempos de minha adolescencia e juventude; pouco consigo me recordar dos amigos de escola, vizinhos ou colegas de trabalho; só não esqueço das depravações, do sexo, da vadiagem, dos homens e seus retesados instrumentos...    





Posto esta foto que guardo como recordação dos bons momentos em que passei com meu cunhado (marido da minha irmã mais velha), com quem trepava descaradamente, só para sentir o duro couro do banco de sua moto; são estas as lembranças que me alimentam e me fazem ter certeza de que não passei toda minha vida "dormindo em berço esplendido", forão estes os momentos que me marcaram, momentos de muito sexo sádico, violação anal e penetrações diárias com cacetes de diferentes tipos de forma cor e tamanho.



Eu fui uma linda e gostosa putinha, dei e gemi como uma cadela no cio, trepei e gozei até minha buceta ficar inchada, esfolei meu cú até ele ficar arregaçado, e nem mesmo uma gravidez, um marido e uma desgraça em minha vida, conseguirão me afastar das ruas e becos.


Continuarei seguindo em frente, trepando menos, sobrevivendo dos restos e fingindo ser uma boa mãe de família, mas nunca me esquecendo de quem eu fui um dia, e na puta, velha, pestilenta e arregaçada que me tornei hoje,    



terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL - UMA NOITE DE CÃO

Hoje, véspera de Natal, e estou aqui me preparando para passar mais uma noite ao lado de pessoas imundas e nojentas, chamadas de "parentes". Minha família que me perdõe, mais sabemos que a falsidade e as mentiras imperam em nosso meio; e por mais que eu não queira, sou obrigada a conviver com tais pessoas. mas para ser honesta, melhor se assentar na roda de escarnecedores, do que ficar só, como eu estou aqui e agora.

Já houve o tempo em que eu brindava e me alegrava nas noites chuvosas de Natal, já houve dias em que eu me importava com aqueles que me cercavam, já houve dias que eu dava o que tinha de melhor em mim, sem esperar receber nada em troca; mas estes bons tempos se foram, restaram apenas lembranças, doces lembranças de dias gloriosos que jamais voltarão.

O que me resta a não ser erger minha cabeça e fingir que tudo esta bem, e que estou feliz por estar ali comemorando não sei o que, rodeada de cerveja quente e carne de terceira, com alguns parentes me abraçando e me importunando sobre minha saúde. Um frio tremendo acaba de tomar conta de mim neste exato momento, e uma agonia maior ainda aflige minha alma e faz com que minha garganta se torne seca e lágrimas queiram deslizar sobre minha face; toda esta tristeza não é só por ter que estar onde não quero, muito menos por ter que fingir gostar de quem não suporto; mas sim pelo fato de passar mais uma noite só, mesmo estando rodeada de pessoas, não uma noite qualquer, mas a noite de natal; o que tem de especial nesta noite se não passamos ela onde e com quem queremos? 

Eu queria trepar! simples assim, com quem não importa muito, desde que consiga me fazer sentir o que a anos eu não sinto, desde que consiga aquecer minha carne fria e frigida, desde que me faça esquecer da dor e da solidão que sinto agora, desde que me faça levitar ao me chupar e me comer. Preciso de um homem, um homem de verdade que queira cuidar de uma mulher, que queira comer e fuder uma buceta com gana e fome, um macho que trate sua mulher como a uma puta na cama, que me vire do avesso e me faça gemer de dor e prazer, um homem que encha minha boca de porra e ainda tenha energia de foder meu cú; um macho que não tenha nojo de beber meu fel, e nem medo de tirar sangue da minha buceta e rabo, um macho de verdade que segure forte meus cabelos e rosto e escarre em minha boca para que eu sinta o seu gosto, um homem que abra minha pernas e coloque de forma impiedosa seu mastro até o fundo do meu útero com socadas vigorosas e profundas, um homem que fale em meus ouvidos palavras indecorosas e me diga o quanto sou vadia e puta, um macho que cometa atrocidades com meu anus rosado e minhas pregas dilatadas, sem se importar se vou ou não sujar seu mastro com meus resíduos.

Isto sim seria um Natal de verdade, se existe algo que gostaria de pedir ao "papai noel" seria este o meu desejo: A de que um macho de verdade me recheasse como a um peru, e que eu pudesse assentar em seu colo e socar seu mastro em minhas entranhas até esconder seu enorme e inchado saco, e de quebra me embriagar de tanto beber de sua espessa e quente porra. Mas infelizmente não acredito em contos de natal, por isto estou hoje aqui, sobrevivendo a esta noite de cão!    

MY NAME IS - PUTA

Já faz algum tempo que um desejo medonho de escancarar minha verdadeira identidade, grita em meu peito; não sei por mais quanto tempo, vou suportar esconder meu verdadeiro nome, minha verdadeira raiz, minha verdadeira pessoa...      Poucas pessoas conheceram minha alma, minha essencia, minha vida; mas meu desejo, é revelar a todo o mundo, o verdadeiro nome de minha mãe, minhas irmãs, meus muitos homens, meu "filho" bastardo, e é claro eu mesma. Mas o momento não é propício para tais declarações, principalmente agora que acabei de passar em um concurso publico, acreditem ou não, apartir de agora sou uma servidora pública do estado; voces não imaginam o quanto eu esperei por isso, afinal de contas, vender o meu corpo nas ruas, já não estava dando nem mesmo para me alimentar, imaginem ter de sustentar minha prole; Enquanto não me revelo, saiba o que quer dizer as iniciais do meu "santo" nome.

FBM ( Fudida Bandida e Meretriz). Somente estas tres palavras, já dizem muito sobre mim, elas traduzem ao pé da letra quem eu sou. Meu nome sempre foi motivo de orgulho e vaidade, até encontrar as palavras que melhor descrevem minha pessoa, ou quais adjetivos se aplicam a mim, ai sim eu percebi o quanto sou uma filha da puta, pois todos os adjetivos e substantivos que me caracterizavam, eram depreciativos e horrendos; todos eles acabam por fazer referência a puta, fudida e vadia. Diante desta realidade, sou forçada a reconhecer minha verdadeira essencia, meu verdadeiro eu. Obrigado mãe pelo nome que me deste, pois ele diz muito sobre minha pessoa e é claro, sobre a sua. FBM ( Mother Fucked Bestially) sou uma verdadeira cadela diante do dinheiro fácil; amo de paixão homens e mulheres que tratam seus semelhantes com desprezo e rancor; quero e vou contaminar com minha pestilencia e veneno, todos aqueles que estão ao meu redor; meu sonho é ver os santos, cairem na lama e se tornarem escravos do diabo; e a todos aqueles que usaram e abusaram do meu corpo, espero vêementemente que suas carcaças apodreçam com feridas mordazes e febres que vão até o fundo dos ossos.

Não nasci uma pessoa má, mas tornei-me perversa pois foi assim que o mundo me tratou; com porrada na cara, violencia em meu corpo, e uma miseria de dar nojo. Quero que o mundo vá para o inferno, e aqueles bem aventurados, com suas casas e carros de dar inveja, possam experimentar um pouco da dor, da miséria, da infelicidade, do despreso, da tragédia, das doenças e demais infortunios que cairam sobre mim. FBM sou ou não sou uma verdadeira filha da puta?

FBM - PIRANHA - PUTA - VADIA - VAGABUNDA - MERETRIZ - SAFADA - RAMERA - DEPOSITO DE PORRA - PORCA - IMUNDA - PROSTITUTA BARATA - VACA - QUENGA - PÉ SUJO - ARREGANHADA - CADELA - FDP

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

BLASFEMEA !

Não dêem atenção, para o que vou escrever agora; as palavras que aqui estão, são reflexos de uma mente insana e atormentada pelos demônios imundos da ira e da incompreensão. Uma vez me disserão que neste mundo pagamos por tudo de mau e ruim que fazemos; mas que maldade tem o coração do meu "anjinho"? que pecado mortal cometeu este meu "porto-seguro" que sempre esteve ao meu lado? que absurdo atribuir culpa a um ser tão iluminado e repleto de bondade, quando seu único pecado, era o de estar com suas mãos sempre estendidas para mim. Maldito o ser que brindou meu "AMIGO, FILHO, CONFIDENTE, PAI..." com uma morte certa e dolorosa; miserável o ser que debruçou sua ira e rancor sobre aquele que sempre me protegeu.

 Se eu disser que DEUS me abandonou nesta hora tão escura em minha vida, certamente estarei mentindo, pois como poderia ele ma abandonar, se nuca esteve realmente comigo? Nunca o amaldiçoei por ter me abandonado e escorraçado de sua santa presença; mas maldito seja por ter feito isto com uma criatura tão indefesa que sempre bendiz o teu santo nome. Eu mas do que ninguém, sei que mereço queimar e me contorcer no inferno, mas ele não! Maldito porquê fizeste isto com ele?

Minha alma se prostra de rancor e ódio, por não poder fazer nada pelo meu "anjinho"; dolorosa sina esta minha, em ter que contemplar dia apos dia, o semblante amedrontado daquele que sempre me deu forças; seus olhos vermelhos e lacrimejantes, fazem os meus arderem de dor; seu corpo antes sadio e firme, hoje padece com dores agonizantes no mais profundo de seus ossos; não espere que eu aceite calada, a atrocidade que tu estas fazendo com meu "porto-seguro"; miserável, saiba que farei por ele o que não fostes capaz de fazer, que é jamais o abandonar; não compreendo o porque fizeste isto com ele, já que sou eu a culpada  por toda maldade, desgraça, e abominação em minha família.

Juro por tudo que é mais sagrado, que antes que a última chama se apague, antes do meu último sopro de vida, antes que a última trombeta soe, que contemplarei mais uma vez, aquele sorriso despido de qualquer dor, mas repleto de alegria e felicidade, sorriso aquele capaz de iluminar o mundo inteiro, sorriso este acompanhado de assovios e pequenas estrofes de musicas cantadas com leveza e ritmo que só se encontra em pessoas que estão em paz com a vida, sorriso este que sempre se fez presente acompanhado de uma estrondosa gargalhada, que nos fazia sorrir só de ouvi-la.

Hoje sangro por ti, pois sei o quanto estas com medo do futuro, eu lamento por não poder lhe ajudar neste momento impar em sua vida, a blasfemea que hoje é escarrada pela minha boca, deve-se ao fato de já te-la transbordado em meu coração, queria que tudo isto fosse apenas um pesadelo, queria acreditar que tudo vai terminar bem, queria que alguem despedaçasse meu sexo com seus dentes para que a agonia de minha alma seja menor diante da agonia do meu corpo, queria que meu útero sangrasse até minha última gota de sangue, queria ser empalada por algo tão grosso e profundo, até minhas tripas se rasgar ao meio, queria que toda enfermidade que assola teu frágil corpo, se prostrasse sobre o meu, comendo e devorando minha carne como o câncer que aos poucos, devora sua vítima.

Hoje estendo meu dedo médio para os céus, em sinal da minha loucura em difamar um ser que se diz pai, protetor e justo; mas que no fundo mostrou-se ser um tirano, sádico e inclemente; por tudo isso é que venho através das minhas preces, maldizer e difamar o Deus dos homens, que inerte em sua santa generosidade, não fez nada, absolutamente nada por aquele que hoje chora.  

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

VIDA DE CÃO.

 

Ultimamente, meus dias passam lentos, repletos de dores, angustias, sofrimento, desespero e tormento, meu corpo já marcado pelo cansaço e fadiga, já não suporta o peso da inconsequência, da irresponsabilidade, da solidão; mas pior que minha carne, esta minha mente, os fantasmas que cerceiam minha mente, não me dão um minuto se quer de paz, monstros não me deixam dormir, demônios sussurram em meus ouvidos, e o próprio diabo esta constantemente querendo se fazer presente em minha vida; quem foi que disse que a vida é uma dadiva divina? não falo por todas, mas no meu caso, a vida tem se tornado o palco de uma longa e interminavel tragédia; não quero me lamentar, e nem tão pouco pedir desculpas pelo meus erros, mas não posso fechar meus olhos diante do que esta por acontecer; infelizmente, o inevitável bate em minha porta, e mais uma vez, estou prestes a chorar; os lobos que passaram a vida toda me devorando, querem agora minha "cria", meu bem mais precioso, meu "anjinho" que sempre esteve comigo a me proteger e a me ensinar que, pior do que a morte, são os dias que ainda me restam. Hoje eu choro e lamento, não por mim, não pela minha dor, não pela minha desgraça... Mas pela angustia e medo que se abateu sobre meu querido "porto seguro". Lamentar é pouco pelo que estou sentindo, injustiçada, traída, enganada, abandonada... quem sabe descreve melhor a situação em que me encontro, pois da mesma forma que um câncer devora nossa carne, todos estes sentimentos estão aos poucos devorando minha alma e espirito, gostaria de poder gritar, bradar, rogar, mas sei que o responsável não estará me ouvindo, acredite ou não, esta semana me joguei aos seus pés, só para implorar por clemencia, mas vejo que seu rosto, mais uma vez, não se inclinou sobre mim, pensei então em dar-lhe todo meu desprezo e ódio, mas ao contemplar os olhos medrosos e ao mesmo tempo esperançosos do meu "anjinho", sobrepujei meu orgulho e mais uma vez lhe implorei perdão e supliquei desesperada, para que suas pesadas mãos recaia sobre meus ombros, poupando assim meu querido "porto seguro" do mal que se aproxima sorrateiro e implacável, e mais uma vez, sua resposta foi severa, meus olhos então encheram-se de lágrimas, minha garganta tornou-se seca, e me faltaram as forças que me sustentavam de pé, e a brutalidade com que me presenteaste, transformou-me em uma covarde, pois me faltam a energia e a firmeza de espirito em poder abraça-lo e olhar em seus temerosos olhos e lhe dizer o quão triste e doloroso, é o que ainda esta por vir, quando esta tempestade chegar; e mesmo contrariando todo meu ceticismo ou razão, quero crer, ou melhor, preciso acreditar que de alguma forma, enfrentaremos bem mas este intransponivel obstáculo, e sabe porque? porque estaremos juntos até o fim desta angustiante jornada, OBRIGADO PORRA!