terça-feira, 25 de setembro de 2012

CASADA CARENTE, MAS FALTANDO POUCO PARA ME TORNAR SOLTEIRA FELIZ.


Estou feliz pois estou confiante e esperançosa que minha vida vai melhorar de agora para frente, recentemente fiz uma prova de proficiência (proflin) em língua estrangeira (espanhol) e fui aprovada, esta prova é o início de minha batalha para entrar no mestrado da UFU, o edital acabou de sair e já tenho orientador e projeto engatilhado, falta apenas me preparar um pouco mais, para me sair bem na prova. Estou ansiosa para ver meu nome estampado na lista de aprovados e provar para todo mundo, que ainda tenho forças para me levantar, e continuar com minha cabeça erguida até meu último sopro de vida; Pessoas vão se assustar, quando verem que uma puta, safada, ramera e barata, conseguiu uma cadeira na elite dos discentes da UFU; verei olhos vermelhos de fúria e ódio por não compreenderem como uma devassa, vadia e doente conseguiu algo que muitos tentaram, mas poucos alcançaram; contemplarei a dor nos olhos daqueles que me desejaram tanto mal, e torceram para que eu fracassasse, quando olharem em meu rosto, e contemplarem um sorriso de triunfo e gloria; e então, poderei deitar minha cabeça sobre meu travesseiro e dormir em paz, sabendo que naquela noite, meus pesadelos darão lugar aos mais lindos e desejados sonhos, afinal de contas, eu mais do que ninguém, preciso, mereço um pouco de paz, segurança, esperança... Imaginem a alegria do meu esposo, a felicidade do meu filho, o orgulho dos meus pais, e é claro, minha sensação de ter ido além, ter ultrapassado todas as barreiras, ter me superado quando o mundo disse não.
 
Para muitos, isto pode não parecer grande coisa, mas para mim, que vim de um cortiço pestilento e de um puteiro barato, chegar a fazer mestrado em uma universidade federal, é motivo de grande alegria e felicidade, nem eu mesma esperava tanto de mim, mas estou disposta a vencer mais esta batalha, e conseguir tudo aquilo que é meu de direito, eu já fiz tantas coisas, e nenhuma delas me levou a lugar nenhum, ou melhor, me deixarão cada vez mais atolada na lama com minha cara enfiada em um chiqueiro, mas não me arrependo de nada que eu fiz e muito menos do que ainda irei fazer, a vida é curta, e a minha é mais curta ainda, por isso farei qualquer coisa, sem medir as consequências para conquistar o que eu sempre desejei, que nada mais é do que meu espaço ao sol, quero dinheiro, bons carros, um apartamento lindo, frequentar lugares interessantes, fazer viagens incríveis, e se não for pedir muito, gostaria de um homem lindo que saiba como agradar uma mulher, pois estou cansada de ter que me contentar com o brocha que esta do meu lado, mas convenhamos, é melhor me satisfazer com um homem que põe comida em minha mesa, do que me satisfazer com um que só sabe me fazer gozar em minha cama.
 
Meu marido que me perdõe, mais assim que conseguir minha independência financeira, meto-lhe o pé no meio do rabo e deixo novamente um homem de verdade meter sua rola em minha racha, e é claro, em minha bunda!

domingo, 16 de setembro de 2012

ME OFERECI DESCARADAMENTE; E MESMO ASSIM ELE NÃO ME QUIZ.

Uma das maiores tristezas em minha vida, mas não a única, foi quando me vi apaixonada pelo homem perfeito, daquele dia em diante, eu me entreguei completamente nos braços daquela criatura, todos meus pensamentos voltaram-se exclusivos para ele, seus desejos se tornaram os meus desejos, seus problemas passaram a atormentar minha alma, suas alegrias se tornaram meu maior prémio, meu ar passou a depender de sua respiração... Como vocês podem ver, eu me apaixonei violentamente, verdadeiramente, desgraçadamente... A paixão, o amor, o desejo, o ódio, e varios outros sentimentos que invadem nossa alma e corpo, nos fazem arrepender amargamente, esta é uma verdade incontestavel; para uns, a dor vem ligeira, forte como um tornado, destruindo e arrazando tudo de bom que um dia existiu, para outros ela tarda, mas jamais falha, ela vem mansa, quase que imperceptível, mas quando se instala, deixa um vazio tão grande, tão profundo, que você raramente consegue se erguer novamente, estas são as marcas deixadas pelo amor intempestuoso daquelas que amam sozinhas, daquelas cujo o amor não são correspondidos com a mesma medida, daquelas que sofrem caladas nas solitarias noites em suas casas, daquelas que caminhão sem rumo e sem destino por nossas ruas e avenidas...
Por todos estes motivos, farei hoje uma oração a todos os deuses, para que transforme seu corpo perfeito em uma massa de carne pútrida, fétida e imunda, pois assim meus desejos mais insanos não sobrepujarão minha lucidez, minha sensatez, minha comedida sobriedade, rogarei então, para que o inferno tenha piedade do seu espirito maldito, de sua alma nojenta, de seu corpo doente e infectado, porque eu, não terei!

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

PAPAI FEZ COMIGO, O MESMO QUE FEZ COM A MAMÃE.

Já postei em meu bloog, o dia em que papai molestou-me pela primeira vez, tocando, alisando e passando sua mão imunda e áspera em minha xoxotinha, porém naquele dia eu não fui estuprada nem violentada por ele, mas os anos foram passando, e as lembranças ruins desaparecendo com o tempo, restando apenas fragmentos desconexos, do dia em que papai tirou minha calcinha e ficou massageando minha bucetinha infantil, eu estava com mais ou menos 6 ou 8 anos naquela época, mas a medida que fui crescendo e me tornando adolescente, fui aos poucos me distanciando gradualmente do meu pai, eu tinha muito respeito por ele, tanto que mal conseguia olhar em seus olhos, mas algo dentro de mim, pressentia que ele me olhava diferente, com olhos de cobiça; certo dia enquanto estava tomando banho, notei que havia alguem atrás da porta do banheiro, me observando pelo buraco da fechadura, não posso provar que era meu pai que estava me observando, mas algo dentro de mim tinha certeza que era ele que estava do outro lado da porta me observando e se masturbando... Eu já estava com mais ou menos 16 anos, quando papai veio visitar eu e minha irmã aqui em Uberlândia, eu havia sido expulsa de casa pela minha mãe com 15 anos, e estava morando em um cortiço, juntamente com minha irmã mais velha, lembro-me que fiquei super feliz de ver e abraçar meu pai, já fazia mais de ano que não via ninguém mais da minha família, e ter meu pai perto de mim, me deu segurança, estava carente e muito sozinha, aquele dia, foi um dia muito feliz em minha vida.



O cortiço em que eu morava, havia apenas 3 cômodos, uma cozinha conjugada com a sala, um quarto em que dormia eu e minha irmã, e um banheiro fedorento do lado de fora, fechado com uma velha porta de madeira, tivemos então que colocar um lençol sobre o velho sofá e forra-lo, para que meu pai pudesse ficar hospedado com a gente; apesar de tentar recepciona-lo da melhor forma possível, notei o quanto o senhor OTERO M, estava constrangido e visivelmente desconfortável por estar naquele local, mais aos poucos fomos deixando ele mais a vontade e fizemos questão de lhe dizer que não era incomodo nenhum tê-lo conosco; a semana prosseguiu normalmente, até que chegou o final de semana, e minha irmã mais velha, disse que iria viajar a trabalho, mas eu sabia muito bem que ela iria era dar para o patrão o final de semana inteiro, foi então que um frio súbito percorreu minha espinha, e percebi que iria ficar sozinha com meu pai, por todo o final de semana; lembranças ruins, voltaram como em passe de mágica a assombrar meus pensamentos, e tive medo de que ele pudesse tentar alguma coisa comigo, já que eu era uma adolescente muito bonita, sapeca e de corpo perfeito, que atiçava o tesão de qualquer homem.



Era final da tarde de um sábado, estava me preparando para tomar meu banho, quando papai entra pela porta carregando em suas mãos um amontoado de sacolas repletas de compras do supermercado, fiquei muito feliz e aliviada, pois na geladeira havia somente agua fria e nada mais, prometi então a meu pai, que iria preparar um jantar especial para ele após meu banho; me retirei e fui para o banheiro juntamente com meus fantasmas do passado, que insistiam em me tirar o sossego com pensamento da minha infância; após o banho preparei uma refeição caprichada para nós e logo depois, fomos assistir TV na sala, acompanhados de uma garrafa de vinho tinto suave, a noite foi se esvaindo, assim como todo o vinho, e quando dei por mim, a garrafa já estava completamente vazia, decidi então que já estava na hora de ir para meu quarto dormir, e com uma " boa noite" como despedida, me levantei e entrei para meu quarto, e antes mesmo de começar a trocar minha roupa, percebo a porta se abrir e a figura estarrecedora do meu pai adentrar furtivamente para dentro do meu quarto, assustada, pergunto o que ele deseja, e sem dizer uma única palavra, ele puxa a ponta de seu cinto para o lado e começa a retirar sua calça, desabotoando e descendo seu zíper, completamente amedrontada, começo a chorar e pedir para que meu pai pare o que esta fazendo, e a medida que ele vai se aproximando de mim, mais intensa se torna minhas lagrimas e meu clamor, completamente paralisada pelo medo e susto, sinto apenas aquelas mãos grossas e asquerosas tocar meu braço, e me puxar de encontro aquele corpo flácido e desnudo, coberto apenas por uma relachada cueca velha e sua camisa toda aberta cobrindo apenas seu ombro e costa; seu hálito forte de álcool se aproxima do meu rosto, numa tentativa forçada de me beijar os lábios, cuja boca murcha e coroada de cacos de dentes podres e amarelados, força sua língua imunda em minha boca, lambendo e despejando sua saliva fétida em todo meu rosto, desesperada, tento me desvincilhar do senhor OTERO M; que enlaça meu corpo com seus braços, e me prende de forma a apertar meu franzino e delicado corpo, contra seu corpo repleto de pêlos e surrado pelos anos de serviço pesado, mas que ainda guarda uma força incrível; ao mesmo tempo em que suas mãos percorrem todo meu corpo, apalpando e apertando minhas carnes, aos poucos sinto seu cajado ficar cada vez maior e mais grosso, e a medida que suas mãos tiram minha blusa e meu short, ele desce sua cueca e encosta seu cacete fétido e emperdigado em meu corpo, e neste momento, meu corpo não se segura mais, e começo a tremer toda de pavor e medo; meu pai então me empurra para cima da cama, e abre minhas pernas enfiando suas pernas no meio das minhas, e rapidamente sobe sobre meu corpo e empurra seu cajado extremamente duro dentro de mim, penetrando violentamente minha bucetinha, e afundando de maneira violenta seu mastro em meu interior; da minha boca só se ouve choro e gemidos, numa incomprenção inexplicavel do porquê um pai estaria violentando sua própria filha? de sua boca ouço palavras de exortação e repreênção, como se ele estivesse me dando uma lição, ou me ensinando algo, e a medida que ele esbraveja o quanto eu fui uma filhinha má, e que ele como meu pai vai me dar uma lição, ele movimenta seu corpo pesado sobre o meu, em um vai e vêm interminavel, forçando cada vez mais seu instrumento grosso para dentro de mim, sinto sua verga adentrar completamente em meu canal vaginal, alojando-o furioso em minhas entranhas e tocando com a cabeça inchada de seu membro, o fundo do meu útero, me fazendo sentir dores agonizantes; mais o pior não é ser violentada, estuprada e serviciada pelo próprio pai, mais ter que ouvir que ele esta me dando uma lição por ter sido uma garotinha safada, uma putinha barata e uma ramera de primeira que deu para o próprio irmão... e como se não fosse o bastante, ele se gabava de estar fazendo o mesmo que fazia com minha mãe, e que iria me fazer hurrar como uma cadela e beber da própria porra que me criou...
 
 
Ouvir estas palavras, me encherão de nojo e vergonha, e a dor que se apoderou da minha alma, foi maior que a dor imposta em meu corpo, que estava sendo castigado e abusado pelo membro enrijecido e emperdigado do meu próprio pai, eu estava sendo empalada, literalmente dizendo; aquele velho metia em minha racha com uma fome voraz, usando meu corpo como se ele fosse dono, ou tivesse pagado uma fortuna para tê-lo, e quanto mais me desespero, mais ele arreganha minhas pernas para o lado e para cima, forçando cada vez mais fundo, seu instrumento inchado, de encontro ao meu útero ferido e inflamado; após horas de agonia e sofrimento, meu "amado" pai retira seu cacete ardido de dentro da minha arregaçada bucetinha, segura-o com sua mão direita e despeja seu caldo quente e abundante, sobre todo meu corpo, dando-me um banho de sêmem da cabeça aos pés, e após despejar todo seu leite sobre minha carne, aproxima seu cacete já flácido e mole do meu rosto e pincela aquela cabeçorra lambuzada de porra em minha boca, me fazendo sentir o gosto forte de sua ereção, ao mesmo tempo em que ele me obriga a chupar seu falo parcialmente amolecido, seus dedos esparramam sua porra pelo meu corpo, lambuzando meus seios, barriga e virilha, e como se não bastasse, seus dedos grossos e totalmente lambuzados, rumarão em direção a minha vagina, e novamente tive a buceta preenchida e invadida pelo meu pai, seus dedos entravam e saiam da minha racha, massageando e explorando todo meu interior, seus dedos grossos, percorriam toda minha região perianal, as vezes invadindo meu cuzinho, abrindo minha carne e enfiando um, dois, até três dedos de uma só vez em meu cuzinho, outras vezes, invadia minha buceta, me masturbando violentamente, introduzindo quase todos seus dedos em meu interior, após introduzir todos seus dedos em meus orifícios, meu pai retirou-se da cama, lambendo seus próprios dedos que acabara de sair do meu interior, sorvendo os últimos resíduos deixados pela minha bucetinha e cuzinho, chupando os últimos resquiceos do meu corpo e carne; eu estava exausta, ferida e sem lágrimas para chorar, minha mente estava tomada de um sentimento indescritível de raiva, medo, fúria, nojo, desespero...
Mas meu corpo, pela primeira vez após muitos e muitos meses, estava satisfeito e exausto, apesar da dor descomunal entre minhas pernas, um calor maior e mais intenso, se aflorou da minha vagina, e daquele dia endiante, eu nunca mais deixei de gozar.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O SILÊNCIO FALA MAIS ALTO.

Meu mundo é estranho e estarrecedor, confesso que não é fácil ser quem eu sou, mas desistir seria não só sinal de fraqueza, seria uma confirmação da minha mediocridade, da minha fragilidade diante dos problemas, da minha fraqueza perante meus inimigos, da minha covardia em relação a dor e ao sofrimento, da minha facilidade de me vender barato para qualquer um...
 
 
Por este motivo, eu finjo ser feliz e permaneço com minha cabeça erguida, mesmo que minha alma e meu espirito estejam prostrados, curvados e mergulhados no pó e atolada na mais podre lama, mesmo assim, eu ainda encontro forças para continuar, gritando por socorro, desesperada por ajuda, bradando por compaixão e paz; e nas horas ferozes de dor e sofrimento, quando minhas imensuraveis fraquezas calam até mesmo minha voz, são estes momento de intenso e ensurdecedor silêncio, que melhor exprimem o que e quem eu sou.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

GOZEI, MIJEI E COMO SE NÃO BASTASSE, CAGUEI.

A vida sempre nos guarda surpresas, algumas boas, outras ruins, o importante é que devemos sempre aprender, devemos sempre estar atenta ao que pode nos acontecer, ao inesperado e ao inevitável; reconheço que quando era mais jovem, não me importava muito com o que iria se suceder, estava no auge da minha juventude, no ápice da minha vaidade, no cume das minhas proezas e experiências, achava que já conhecia tudo que se podia conhecer de um homem, do sexo, das fantasias, dos fetiches, das depravações... Até que algo extremamente novo, inimaginavel e extremamente absurdo, aconteceu comigo; Devia estar com meus 18 ou 19 anos quando isto aconteceu, havia acabado de conhecer um rapaz, ele era muito educado, vinha de boa família e visivelmente inexperiente, ele era branco, magro, alto, cursava o ensino médio, e ficava com o pau extremamente duro, quando nos beijávamos, podia sentir seu cacete se avolumar a medida que me aproximava de seu corpo e colocava minha língua em sua boca; ele até que tentava disfarçar o volume em sua calça, mas envergonhado e constrangido, não tinha como esconder o tamanho e a grossura de sua rola dentro daquela calça, confirmando a vontade e o desejo de me comer e colocar todo seu lindo e grosso cacete em minha bucetinha rosada e depilada.


Apesar de gostar da sua companhia , eu achava que ainda não estava pronta para transar com ele, ele era legal e bonitinho, mas eu queria mais, eu queria um homem lindo, com dinheiro, carro, corpo atlético, experiente... enfim, um galã de novela, mais os dias foram passando, e quem eu queria, não estava me querendo, tive então que apelar para minha segunda opção, estava com ele a pouco tempo, algumas semanas apenas, mas já parecíamos como verdadeiros namorados, falávamos todos os dias pelo telefone, ficávamos sempre juntos nos finais de semana, íamos todos os domingos para a igreja, e no sábado geralmente, ficávamos em minha humilde casa, as vezes assistíamos TV, outras vezes íamos ao shopping, mas em sua maioria, ficávamos apenas nos beijando e nos tocando, até que resolvi que já era hora de abrir minhas pernas para ele e oferecer minha buceta, e ensinar-lhe as maravilhas de um sexo gostoso. Decidi então que no sábado da próxima semana, iria transar com ele, abri então minha bolsa e tirei um preservativo e entreguei para ele, dizendo-lhe o que o esperava na próxima semana... Ele nunca me disse como foi a semana que antecedeu nosso encontro, mas garanto que ele estava super ansioso, deve ter perdido noites e mais noites de sono, os dias demoravam a passar, a semana era eterna, até que chegou o bendito dia, porém eu, não estava me sentindo muito bem, havia acordado para trabalhar cedo, e meu estomago já dava sinais que algo não estava bem, e a coisa só piorou com o tempo, e logo depois do almoço, uma dor de estomago e uma diarreia fortíssima tomou conta de mim, no final da tarde estava deitada no sofá suando frio e indo no banheiro de 30 em 30 minutos, estava me sentindo fraca e meu anus já estava todo esfolado devido a forte diarreia; até que ouço meu namorado bater na porta, com um sorriso largo e visivelmente ansioso pela sua tão esperada noite, envergonhada e constrangida, não falei nada sobre a grande dor de barriga que assolava meu corpo, disse apenas que estava com uma cólica e uma dor no estomago horrível, o que não era mentira; percebi imediatamente em seu rosto, sua grande decepção, acredito que ele estava aguardando ansioso por aquele dia, e justo agora eu não estava me sentindo bem, apesar da decepção estampada em seu rosto, ele foi muito compreensivo e carinhoso, sentou-se no sofá, colocou minha cabeça em seu colo e passou a alisar meus cabelos, tocando com suas mãos quentes e carregadas de ternura, todo meu rosto, acariciando meus braços, beijando minha face e se prontificando a me ajudar no que fosse preciso, lentamente eu fui me estabilizando, e a dor começou a dar lugar a um tesão incrível, não é sempre que as pessoas são carinhosas comigo, e naquele momento eu comecei a me sentir segura, e quando dei por mim, suas mãos já estavam alisando meus seios e apertando forte meus bicos rosados e pontudos, ao mesmo tempo em que sentia algo extremamente grande, grosso e duro, se avolumar no interior de sua calça, bem rente a minha cabeça, e sem pensar duas vezes, abri seu zíper e botão, empurrei sua cueca para o lado e contemplei aquela pica enorme, sua jeba era incrivelmente grande e grossa, estava maravilhada com o instrumento do meu namorado, estava orgulhosa com a potencia do seu falo, escancarei minha boca e coloquei aquela cabeçorra inchada e vermelha em minha garganta, chupando e lambendo todo aquele mastro, eu salivava como uma cadela no cio, lubrificando todo aquele cacete, sugando e punhetando aquele mastro emperdigado e enrijecido, e quanto mais forte eu chupava seu cacete, mais forte ele apalpava e beliscava meus seios, minha buceta já piscava de tesão, estava completamente molhada, a dor havia passado, estava apenas insegura devido a forte diarreia, mas o tesão estava falando mais alto, eu queria sentir todo aquele instrumento grande e calibroso em minha racha, eu queria mostrar para ele o quanto eu era gostosa e boa de cama; e rapidamente fui me levantando, peguei sua mão e puxei-o para meu quarto, fechei a porta e comecei a tirar toda minha roupa, ficando completamente peladinha na sua frente, ele estava boquiaberta com que estava vendo, meu corpo era realmente de tirar o folego, e antes mesmo de chegar na cama, meus peitos já estavam sendo mamado e chupado com força pelo meu macho, que também já havia tirado toda sua roupa e me presenteava com a linda visão de seu corpo branco e magro dotado de um cacete imenso, que chegava a ser desproporcional ao seu franzino corpo; me deitei na cama, abri minhas pernas, expondo minha bucetinha completamente depilada, e pedi para que ele me chupasse todinha, e não demorou muito para que meu gozo inundasse sua boca, ao sentir sua língua quente em meu interior, lambendo e chupando meu grelo e carne, gozei freneticamente, despejando meu líquido no interior de sua boca, o qual bebeu todo meu mel, enquanto eu tremia toda em espasmos fortíssimos, aos poucos ele veio para cima de mim, e mal havia terminado de gozar, e ele já estava chupando e mordendo meus peitos, enquanto ele tentava sem sucesso, colocar sua jeba em minha bucetinha, arreganhei mais ainda minhas pernas e segurando seu cacete incrivelmente inchado, conduzi seu mastro até a portinha da minha racha, e comecei a forçar sua cabeçorra contra minha pequena abertura, apesar de estar toda ensopada, seu cacete entrava com dificuldade em meu interior, devido o grande calibre de sua vara, mais aos poucos minha carne foi cedendo e sem demora todo aquele colosso já deslisava gostoso em minha cavidade, senti minha buceta ser dilacerada lentamente por aquele mastro, enquanto ele me penetrava; mas nem bem começou a entrar dentro de mim, e já senti um caldo extremamente quente invadir o interior da minha buceta e útero; o desgraçado nem bem colocou sua rola em mim, e já havia gozado, senti seu cacete pulsar em minha bucetinha arregaçada, ao mesmo tempo que sua porra invadia todo meu interior; decepcionada, comecei a lamentar e esbravejar com ele, não pelo fato dele ter tido ereção rápido demais, mais sim por não ter colocado a camisinha que eu havia dado a ele e ainda por cima ter gozado dentro de mim, não me lembro bem as palavras que proferia naquele momento, mas nervosa, comecei a xingar o pobre coitado de tudo quanto era nome, o que eu não esperava, era a fúria com que ele segurou meu pescoço e começou a apertar minha garganta, ele estava completamente possesso, não se parecia mais com aquele namorado carinhoso e meigo de alguns minutos atrás; me recordo claramente da transformação do meu homem, e do medo que senti quando olhei para seu rosto ensopado de suor e seus olhos cerrados, furioso e justificadamente violentos, calei minha boca imediatamente, ao passo que agora, é ele que inicia a me tratar de forma bruta e violenta, falando e xingando furioso, enquanto continua a apertar minha garganta contra o colchão, e rapidamente, segura seu cacete semi-endurecido e força violentamente contra minha bucetinha, alojando-o ferozmente dentro de mim, e com brutalidade, inicia novamente a me penetrar, colocando todo seu falo de uma só vez, dentro da minha lambuzada racha, seu instrumento mais uma vez, fica duro feito aço e grosso como um hidrante, e devido a violência em que estou sendo penetrada, meu corpo começa a tremer descontroladamente, com minhas pernas completamente arreganhadas e colocadas para cima, sinto as fortes estocadas de seu cacete em meu útero, e a dor a medida que vai ficando mais forte, diminui meu controle sobre meus músculos e carnes, até que ele força de maneira brutal seu membro em meu interior, fazendo com que eu não me segure mais, e comece a urinar intensamente, expelindo jatos de urina que vão saindo a medida que seu cacete entra e sai da minha bucetinha, o fato de ter urinado, deve-se a dor tremenda imposta pelas estocadas profundas e violentas impostas por aquele cacete dentro de mim, que feriu não só minha vagina, como machucou-me internamente inclusive o colo do meu útero, e não satisfeito pela dor que me causara, retirou seu cajado de dentro da minha bucetinha, ergueu ainda mais minhas pernas para cima e apontou seu cacete no rumo do meu cuzinho; implorando, pedi para ele parar pois eu não estava me sentindo bem, eu suplicava e tentava sair daquele colchão gelado e completamente molhado de urina, mas ele não me dava atenção, e derrepente começo a sentir seu cacete imenso e inchado, forçar entrada em meu anús, e completamente dominada por ele, não consigo impedir que ele me penetre, só sinto o momento em que ele força de maneira violenta e brutal, seu cacete contra meu cú, fazendo com que aquela cabeçorra inchada e gigante, rasgue meu esfincter e penetre de uma só vez em meu rabinho, e mais uma vez, perco completamente o controle sobre meu corpo, e a medida que ele vai penetrando cada vez mais fundo e mais forte em meu cuzinho, dilacerando de forma covarde meu cuzinho rosado e esfolando violentamente com seu cacete imenso, todo o interior do meu intestino, fazendo com que eu não me segure e comece a evacuar enquanto ele continua a me comer; grito e esperneio muito, mas já é tarde demais, começo a cagar forte, expelindo um líquido amarelado e com cheiro muito forte, que aos poucos começa a lambuzar a cama, minhas pernas e corpo, e é claro, todo seu cacete, e mesmo com tudo isso, ele parece não importar, pois continua a colocar seu falo todo cagado em meu reto, forçando cada vez mais rápido e profundo, enquanto sai os últimos resíduos de fezes do meu cú, ele retira seu cajado imundo do meu rabo, desce minhas pernas e coloca seu cajado sujo, novamente em minha buceta e continua sodomizando meu corpo, penetrando e sujando toda minha bucetinha ferida, e não demora muito, seus movimentos vão se intensificando, ficando cada vez mais rápido e profundo, e mais uma vez, sinto seu sêmem invadir meu interior, seu cajado duro, contrai violentamente, expelindo as últimas gotas de seu leite morno; ao retirar seu monstro de dentro de mim, um pouco de sua porra juntamente com fezes e outros líquidos saem da minha bucetinha inchada, ferida e suja.
Neste dia, eu aprendi uma valiosa lição, "não faça com os outros o que você não quer que aconteça com você", eu xinguei, maltratei e humilhei meu namorado, e ele me pagou com a mesma moeda, me fazendo gozar, mijar e até cagar de dor e prazer.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A DOR DE SE GOZAR SOZINHA

Vocês não são capazes de imaginar o quanto é triste a solidão de uma mulher, a minha tristeza teima em invadir meu peito a todo momento, mas são nos finais de semana, que minha dor se acentua; são os finais de tarde das sextas-feiras, hora em que me sinto mais carente e sozinha, são nestes momentos que costumo colocar meu rosto para fora de casa ou da janela, e apenas olhar para rua, ver as pessoas eufóricas, umas chegando do trabalho, outras saindo, e algumas simplesmente conversando, algumas acompanhadas de seus esposos e namorados, outras em grupos de amigos, mas nunca sozinhas, e neste momento a solidão bate forte, as lagrimas não se contentam em apenas cair, mas insistem em queimar as maças do meu rosto, deixando um nó em minha garganta e uma inveja profunda em meu peito; retorno então novamente para a proteção fria e insipida da minha casa e adentro para o banheiro, na esperança de que um bom e quente banho, leve com suas águas, pensamentos ruins e tristes que inundão minha mente e esfolam minha carne, deixo o chuveiro ligado enquanto as mornas águas saboreiam meu corpo magro, com contornos delicados porém firmes, molhando minha pele, aquecendo minha carne ao mesmo tempo que diminui minha ansiedade e tristeza; minhas mãos percorrem todo meu corpo, despejando sobre ele o gostoso aroma de sabonete, enquanto meus cabelos recebem o mesmo tratamento com shampoos e cremes de perfume e textura incomparavel; e em meio a tanta solidão e carência, meus dedos percorrem meus delicados, pequenos e pontudos seios, massageando e apertando minha própria carne, beliscando de forma firme e ao mesmo tempo carinhosa, meus rosados e duros bicos, e a medida que a água desce serpenteando meu corpo, meus dedos percorrem indecentemente minha barriga, umbigo e vagina, abrindo meus grandes lábios e lavando delicadamente toda minha bucetinha rosada, geralmente a temperatura em que ela se encontra é bem superior do que a da própria água que a banha, e imersa em pensamentos que envolvem sexo, homens e prazer, inicio quase que inconscientemente, tocar e massagear minha própria buceta, enfiando delicadamente meus dedos em minha vagina, masturbando-me lentamente, sentindo o calor intenso da minha carne, meus líquidos se misturam com a água do chuveiro, tornando a penetração de meus dedos em meu interior, cada vez mais fácil e profundo, me deixando cada vez mais ofegante e feliz, a medida que vou introduzindo 3, 4 dedos dentro da minha buceta, me masturbando cada vez mais forte, e a medida que aumento a velocidade e a profundidade dos meus dedos, aumentam também meu gozo e orgasmo, sendo obrigada a me deitar no chão do banheiro diante da força e intensidade da minha ereção; meu gozo é tão forte que perco completamente as forças em minhas pernas, e fico completamente encolhida no frio azulejo, enquanto minha buceta pulsa em contrações fortes sobre meus dedos; enquanto minha vagina expele o mais quente e doce líquido, meus olhos vertem a mais cristalina e salgada lágrima de meus olhos, confirmando o quanto me tornei carente e sozinha nesta vida.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

MEU "AMADO" E PEQUENO BROCHA

O que leva uma mulher a se apaixonar por um homem? certamente quando um homem é bonito, inteligente, formoso, rico, engraçado, bom de cama, bem dotado... fica fácil entender por que nos apaixonamos tão rápido e cegamente por qualquer uma destas qualidades, mas o dificíl de explicar é quando nos vimos atraídas por um homem destituído de todos estes adjetivos, um homem completamente subtraído de qualquer beleza física ou conhecimento intelectual, um homem medíocre, que nem mesmo sabe corresponder aos apelos e desejos sexuais de uma fêmea, é esta a figura masculina que tenho em minha casa, é este o tipo de homem com quem me deito e me levanto dia-após-dia, é esta a criatura que tolero entre as minhas pernas... A razão por ter me apaixonado por tão desprezível e vil criatura é simples, Foi ele o único a estender suas mãos quando eu mais precisei, Foi ele o único a me comer quando ninguém mais queria, Foi ele o único a cuidar do meu filho e trata-lo como uma grande "victoria" em minha vida e não uma decepção ou desgraça, Foi ele que colocou um teto sobre minha cabeça e comida sobre minha mesa... Por tudo isso, fica fácil compreender o porque me apaixonei por um homem feio, desprezível, doente e broxa. Meu Deus, as vezes me pergunto se mereço passar pelo que estou passando, as vezes me pergunto até quando serei escrava desta gratidão, as vezes me pergunto se já não paguei minha dívida para com ele... Me perdoe "Rogi", espero que você jamais leia estas palavras que aqui estão, compreendo o quanto elas são fortes e até mesmo injustas, mas preciso desabafar, e este é o único lugar onde sou livre e verdadeira, e mesmo que você se sinta ferido e magoado, saiba que eu me feri primeiro, saiba que sou eu a grande derrotada desta história.
Logo eu, a melhor de todas as amantes, a mais devassa de todas as mulheres, a mais dependente de todo tipo de sexo sádico, sujo e depravado, que me entrego por completa diante de um grande e grosso cacete, que adora ser ferida e abusada por homens insaciáveis e indecentemente pervertidos. Imagine então minha dor e frustração diante da realidade de ter que conviver com "Rogi" um homem de pênis minusculo, e que ainda por cima, não consegue mais dar no couro, me obrigando a me alimentar de velhas lembranças, de quando minha buceta era invadida constantemente por órgãos colossais e formidáveis, e minha bundinha sofria lacerações descomunais diante de tão dolorosa penetração, mas ai sim, eu era feliz, ai sim eu não chorava de dor, mas de um prazer indescritível e imensurável.