segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

MINHA MANINHA NÃO PASSA DE UMA PUTINHA BARATA.

Eu sempre fui contra a hipocrisia das pessoas que olham e apontam apenas os defeitos alheios, e se esquecem de se olhar no espelho, para poderem verem refletidos, seus erros e falhas ali estampadas; mas em se tratando de hipocrisia, a maior de todas as hipócritas estava bem debaixo do meu nariz, morando sobre o mesmo teto e comendo do mesmo prato em que eu comia, esta é a minha irmã mais velha, uma putinha que adorava me dar lição de moral, mas que no final das contas, tornou-se uma ramera de primeira, a putinha mais barata do bairro, que ainda hoje, permanece pobre, semi-analfabeta, mãe da minha linda sobrinha, que apesar de novinha, tornou-se a maior vadia da escola e para completar sua história, só namorava velho, brocha e pobre.

Há muitos anos atrás, ela tentou ganhar a vida no exterior, pensou até em gravar um disco, mas no final, a única coisa que restou, foi o bucho cheio, pois ficara gravida de um " la plata" e o cú esfolado de tanto ter que trepar, para poder pagar a passagem de volta. Depois desta infeliz viagem, ela bem que tentou arranjar emprego, mas burra feito uma cabaça, só arrumava emprego de terceira categoria, e o salário era quase sempre o mínimo; os anos foram passando, e ela ficando cada vez mais velha e decadente, até que chegou num ponto em que ela começou a ver a vida que eu levava, e viu que ser vadia e puta, também tem seus benefícios, e assim como eu, aos poucos ela resolveu mudar de vida, tingiu o cabelo de loiro, passou a fazer escova e a usar maquiagem, pintava as unhas com esmaltes cintilantes e passou a usar roupas cada vez mais curta e colada no corpo, não deu outra, com o tempo, passou a ter um homem diferente a cada semana, e hoje, trabalha em uma empresa de porte médio e já trepou com todos os chefes, gerentes e supervisores dali; é o que eu sempre digo, apontar o dedo é fácil, quero ver chupa-lo todo santo dia.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

AS MARCAS DE UM ESTUPRO.

A alguns anos atrás, fui abordada por dois homens em um carro, próximo da minha casa no condomínio "morada do sol", eles pararam bruscamente, um deles abriu a porta, saiu e me agarrou pelo braço, me empurrando para dentro do carro; apesar de gritar e lutar muito, eu não consegui fugir, nem mesmo oferecer o mínimo possível de resistência, pois ele mostrou-se muito mais forte, e não conseguindo me desvincilhar, fui arrastada para dentro daquele veículo e levada para um lugar completamente deserto, rodeado apenas por mato e arvores.

O homem que havia me arrastado para dentro do automóvel, já havia rasgado minha blusa e tirado metade da minha roupa, enquanto o motorista parava o carro no meio do mato, pronto para me violentar sexualmente, quando os dois me deixaram completamente nua, parei de lutar e simplesmente abri minhas pernas e com um sorriso malicioso nos lábios disse calmamente:

NÃO EXISTE NADA QUE VOCÊ FAÇA COMIGO, QUE OUTRAS PESSOAS JÁ NÃO FIZERAM.

Naquele final de tarde, fui estuprada por aqueles dois homens, eles me violentaram por várias horas, executarão todo tipo de violência e depravação com meu corpo, eu não disse uma única palavra, nem se quer dei uma única gemida de dor, apenas satisfazia as fantasias e prazeres daqueles dois filhos de uma puta; ao final daquela atrocidade sexual, me jogaram no meio do mato, com minhas roupas todas rasgadas, e meu corpo cheio de hematomas.

Creio que aquele foi um dia que jamais conseguirei esquecer, aquele foi um dia que jamais sairá da minha memoria, e com certeza será uma data inesquecível para aqueles que usarão e abusarão do meu corpo, pois levarão consigo, muito mais que a simples lembrança de um estupro, mas carregam para sempre as chagas que também estavam em meu corpo.

domingo, 29 de janeiro de 2012

O QUE SERÁ ISTO QUE ME CONSOME POR DENTRO?

É esta a pergunta, que as vezes não quer se calar, eu mesma, já me perguntei um milhão de vezes, o que é isto que esta dentro de mim, que não me deixa ser uma pessoa normal? O que é isto que eu tenho, que não me deixa permanecer com as pernas fechadas? O que é isto que eu tenho, que não consigo ser feliz? O que é isto que eu tanto quero, que procuro todas as noites e não encontro?...

Os dias, os meses, os anos passam, e eu continuo sendo violentada, explorada, sodomizada, abusada... Todos os santos dias por qualquer um e a qualquer hora; quando penso que encontrei uma pessoa legal, que me compreende, que me devora, que me leva a loucura na cama, que me faz gozar me fazendo assim, esquecer dos problemas e da dor; logo percebo que tudo não passou de um lindo e gostoso sonho...   Basta apenas alguns poucos dias, para que minha vida de princesa, se transforme em pesadelo, o sexo deixa de ser interessante, o carinho se transforma em violência, a paixão em ódio, e o gozo em sangue...    É sempre assim, a vida não me deixa ser feliz, eu não consigo ter paz, as vezes penso que minha vida anda de mãos dadas com a dor, com o sofrimento e com a desgraça...    Não bastava ter sido violentamente abusada na adolescencia, não bastava ter passado fome e morado em favelas na juventude, não bastava ter abortado quando queria ter um filho, e ter tido um filho quando queria estar sozinha, não bastava ter me tornado puta e contraído o pior de todos os males, não bastava...    Aqui e agora, relato os bons e os maus momentos por que passei, recordo-me das deliciosas trepadas que tive, lembro-me dos bem dotados homens que conheci, tenho as marcas em meu frágil corpo, das muitas surras e violências a que fui submetida, trago comigo, o odor e as feridas provocadas por enfermidades atrozes, e o que me resta agora é me perguntar, o que é isto que me consome por dentro, que me faz querer cada vez mais, ser a puta de muitos, deflorar virgens garotos, e chupar lindas meninas?

sábado, 21 de janeiro de 2012

O DEFECAR DE UM HOMEM NA BOCA DE UMA MULHER - FINAL

Quando meus olhos se abriram, avistei dezenas de pessoas que estavam a minha volta, me olhando e falando todos ao mesmo tempo, não conseguia distinguir uma só palavra daqueles que ali estavam, mas sabia que o motivo de todo aquele aglomerado de pessoas era devido ao ocorrido entre mim e meu namorado, que obviamente evadiu-se daquele local, imediatamente depois de me desferir um forte e potente soco em meu rosto, minha cara parecia estar enorme e muito inchada, meu olho direito mal conseguia ficar aberto, muitos daqueles que ali estavam, me ofereceram ajuda e queriam de qualquer jeito me levar até a um hospital mais próximo ou chamar a polícia, mas eu me recusava, queria apenas sair imediatamente daquele local, me recordo apanas de aceitar a carona de uma pessoa que se prontificou a me levar de volta até minha casa...

Havia se passado uma semana, desde o ocorrido acima descrito, eu ainda não acreditava no que tinha acontecido, não havia contado para ninguém sobre o que se sucedeu, nem mesmo falado com minha família sobre minha gravidez, estava morrendo de medo, principalmente agora que estava sozinha e sem o apoio do pai do meu filho, e foi exatamente neste momento, que o telefone toca e minha irmã mais velha me chama dizendo que tem alguém no telefone querendo falar comigo, ao atender o telefone, reconheci a voz do homem que havia me surrado a uma semana atrás por estar esperando um filho dele, meu primeiro impulso foi o de desligar o telefone, mas sua voz estava carregada de lamento e sofrimento, ele não cansava de me pedir perdão e que estava arrependido do que tinha feito, mas entrara em choque quando soubera que iria ser pai, e agora, queria me encontrar novamente para assumir sua responsabilidade diante do ocorrido, pediu para que eu o aguardasse próximo da minha casa, no quarteirão de baixo hoje a noite, pois ele iria resolver o problema que nós havíamos cometido; as sete horas da noite, seu carro se aproxima do local marcado e ele gentilmente me pede para entrar em seu carro, pois iria me levar para um local discreto para que pudéssemos conversar; mesmo ressentida e com receio, aceito sua proposta, afinal de contas eu não sabia como contar a minha família sobre minha gravidez, começamos a nos dirigir rumo a saída da cidade em direção aos velhos motéis baratos e que por mim, eram bem conhecidos pelos bons tempos de sexo selvagem e depravações com aquele desgraçado, mas ao invés de adentrar para algum daqueles motéis pestilentos, ele continuou a dirigir até chegarmos numa pequena estrada de terra, em um local de difícil acesso e escondido por altas arvores de eucalipto ao derredor de um amontoado de casebres que se encontravam dispersos uns dos outros, como se fossem cortiços abandonados, com exceção daquele que estacionamos em frente, pois já estava com as luzes acesas, assustada perguntei o que estávamos fazendo ali? mas calmamente, ele disse que tinha alugado aquele lugar, e que tudo aquilo estava abandonado, e ali poderíamos conversar a vontade e sem medo, e que ele havia decidido assumir meu filho, mas eu teria que fazer algo por ele, por isso ele queria ficar a sós comigo, entramos e ele foi logo me dizendo, que apesar de não estar preparado para ser pai, ele me amava muito, e que jamais esqueceria os momento que tínhamos passado juntos e que sentia falta do meu corpo, e se eu quisesse, nós iriamos juntos contar para minha mão sobre minha gravidez, naquele momento meus olhos se encheram de lágrimas, pois ouvir aquilo me tirava um peso enorme das minhas costas e traziam alivio a minha vida, pois não iria ter que assumir sozinha a responsabilidade de criar um filho, e que agora eu estaria amparada...

Imediatamente ele se aproximou de mim e me beijou, levando-me para uma pequena cama em um dos cômodos daquele chalé, na verdade era uma enorme e grossa tábua colocada sobre dois cavaletes, com um fino colchão sobre ela; ele foi logo levantando minha camiseta e chupando meus pequenos mamilos, e já não suportando mais, me entrego completamente as deliciosas mordidas que meu homem dava em meus seios, ele mordia forte e chupava, colocava todo meu peito em sua boca e mordia forte, fazendo com que meus bicos ficassem inchados e pontudos, e a cada chupada nos meus peitos, minha vagina se tornava cada vez mais úmida e lubrificada, minha buceta já estava completamente molhada quando ele desceu minha calça e enfiou seus dedos em minha racha, me masturbando forte e violentamente, apertando meu grelo entre seus dedos e introduzindo cada vez mais fundo em meu buraquinho completamente encharcado, minhas mãos vai de encontro a sua calça e começo a tirar seu cinto e desabotoar sua calça, tirando para fora aquele seu colosso branco, completamente duro e lubrificado com líquidos em toda aquela cabeçorra vermelha e inchada, imediatamente, ele me empurra para o canto da cama e me coloca sentada em seu colo, levanta meu corpo pela cintura e coloca de uma só vez, aquele cacete em minha racha, seu coloço entra macio pela minha bucetinha úmida e sedenta por aquele cacete, e de uma só vez ele coloca todo seu membro dentro de mim, fazendo com que seu caralho machuque meu útero, mas a sensação de ser completamente preenchida, me faz esquecer a dor daquela jeba enorme em minha buceta e a única sensação que tenho, são as fortes contrações de gozo e prazer que minha bucetinha insiste em aplicar sobre aquele instrumento que num vai e vem frenético, me faz gozar e ter espasmos coloçais, que saudade eu estava daqueles momentos, e mesmo tendo gozado violentamente, continuo sendo penetrada incansavelmente, minha racha arde tamanho é o diâmetro daquele cacete em meu interior, então passo a cavalgar forte, subindo e descendo minha buceta sobre aquele coloço, e enquanto minha racha é castigada por seu cacete, meu anus é penetrado por seus dedos, ele enfia seus dedos no meu cú, cada vez mais forte e profundo, puxando e enlarguecendo minhas paredes anais, me fazendo sentir dores atrozes, e ao enfiar seus dedos em meu cú, eles se lambuzam completamente tamanho é a profundidade que ele os coloca; e ao mesmo tempo ele os retira do meu rabo e os coloca em minha boca, me obrigando a chupar seus dedos repletos de secreções e fezes, tento virar meu rosto, mas tenho a boca escancarada pelos seus dedos enfiados bem fundo em minha garganta, sou então obrigada a sentir o gosto das minhas próprias fezes, mas eu não me importo, pois o importante é que eu estou gozando como nunca havia gozado antes, neste momente ele retira sua jeba da minha buceta inchada e me coloca deitada na cama e me pede para arreganhar bem as pernas, e começa a enfiar sua lingua toda dentro da minha buceta, chupando e mordiscando toda minha racha, e a medida que ele vai me chupando, minha racha fica cada vez mais molhada e encharcada de saliva, minha buceta esta agora sendo invadida por sua lingua e seus dedos, numa masturbação que me leva ao delírio, ao mesmo tempo que ele me chupa e me invade com seus dedos, ele vira seu corpo num 69 invertido, ficando sobre mim, com seu cacete extremamente duro, enfiado em minha boca, eu mamo e chupo seu cacete com a mesma violência que ele me arregaça a buceta com seus dedos e boca, ele esta possuido por um tesão tremendo, e nesta posição que ele se encontra, ficando de quatro sobre meu corpo e com seu cacete sendo abocanhado por mim, tenho a oportunidade de passar minha lingua e meus dedos em seu anus, fazendo o safado morrer de tesão, apartir de agora ele começa a enfiar os dedos de uma das mãos em minha buceta enquanto os dedos da outra mão, vão sendo enfiados em meu cuzinho, ele esta literalmente me violentando, a dor esta se tornando cada vez mais forte e insuportavel, peço e imploro para que ele não faça aquilo, mas quanto mais eu peço, mais forte e violento o filho de uma puta se torna, ele esta tentando enfiar toda sua mão em minha buceta enquanto a outra rasga literalmente meu cú, sinto o momento em que as pregas do meu cuzinho se rasgam e começão a sangrar, a dor é descomunal, tento sair de baixo do desgraçado mas não consigo, ele esta com quatro de seus dedos em meu cú, forçando cada vez mais forte para dentro, não se importando com meus berros ou sofrimentos, tento fechar minhas pernas e sair daquele pesadelo, mas seu peso sobre meu franzino corpo e sua força bruta, impedem até mesmo que eu me mecha, e no meio daquele desespero tremendo, e já não suportando mais, dou uma mordida violenta no seu cacete, fazendo com que ele comece a sangrar paulatinamente, naquela hora, imediatamente ele retira seus dedos de dentro do meu cú e da minha buceta, e com um gemido profundo, ele coloca todo seu peso sobre mim, assentando sobre meu rosto, não consigo nem mesmo respirar... Nesta mesma posição, porém, com uma de suas mãos abertas, ele segura minha garganta, forçando forte meu pescoço, ele se coloca agachado sobre meu rosto, e começa a defecar por toda minha boca e cara, eu entro em desespero, ele despeja todo seus dejetos sobre mim, cagando em abundância sobre minha boca, começo a sentir ansias profundas de vomito, e derrepente, um canudo de vômito sai pela minha boca e nariz, começo a me afogar com meu próprio vomito em minha narinas, ao mesmo tempo em que kilos de excrementos estão por toda minha face, imediatamente ele solta meu pescoço, e se levanta, e eu num reflexo inconciente, já na eminência de me afogar, engulo grandes quantidades de fezes, juntamente com meu próprio vômito, na necessidade de respirar, evidentemente causada pela falta de ar; o gosto putrido de fezes em minha garganta, faz com que outro jato de vômito saia violentamente pela minha boca novamente, viro meu pescoço para o lado, e com minhas mãos, retiro toda aquela nojera que esta sobre meu rosto, não tenho forças para mais nada, sinto apenas que vou desmaiar tamanho é a atrocidade a que estou sendo submetida, aquele cheiro horrivel e pestilento, parece ter entrado dentro do meu nariz, e por mais que eu virasse minha cabeça de um lado para o outro, ele não saída de mim, tentei inutilmente me levantar, neste momento, sinto ele novamente me agarrar pelos braços e pernas e me colocar de bruços, deixando minha cara afundada naquele colchão imundo e repleto de fezes e vômito, ele esta agora com um de seus joelhos em minhas costas, colocando todo seu peso sobre meu corpo, e ao virar meu rosto para o lado, vejo que ele esta com um cabo de vassoura em uma das mãos e com um preservativo na outra mão, vejo ele colocar a camisinha no cabo daquela vassoura e derrepente ele começa a penetrar violentamente minha vagina com aquele cabo de vassoura, ele empurra com toda sua força, aquele instrumento dentro de mim, meus gritos e berros parecem não sair da minha garganta, sinto aquele objeto rasgar e ferir todo meu útero, e a sensação que tenho, é que todo meu interior esta sendo dilacerado, e a dor é tão forte, que é impossivel descrever, lembro-me apenas de continuar deitada de bruços e ver meu corpo sendo violentamente açoitado e penetrado com um cabo de vassoura, e meus olhos novamente se fecham num desmaio profundo de dor e agonia...

Lentamente começo a recobrar meus sentidos, antes mesmo de conseguir abrir meus olhos, já sinto o cheiro horrivel e indiscritivel daquele lugar, estou toda lambuzada de excremento e vômito, não consigo me mecher, a sensação que tenho é de que existe um "nó" nas minhas entranhas, era como se estivesse paralisada do abdomem para baixo, ergo apenas meu pescoço para o lado, tentando ver se o pai do meu filho está presente naquele recinto, não o vejo, mas ao olhar para baixo, vejo de relance o colchão repleto de sangue, e só agora me dou conta de que talvez tenha perdido meu filho... aos poucos vou me movendo até me retirar daquela cama imunda, desabo sobre o chão frio e cimentado, e neste momente ouço passos saindo da sala e vindo ao meu encontro, era ele, o homem que mais amei nesta vida, o homem que poderia ter sido o pai do meu filho, se aproximar e dizer calmamente para mim: Me perdõe se te machuquei, mas era necessario te mostrar que eu não estou pronto para ter um filho com vôce.

Ele me ajudou a me levantar, me deu banho e me levou de volta para casa... dois dias depois fui internada em um hospital por hemorragia interna e infeção no útero, perdi meu filho e tive um dos ovarios mutilado, e com a dúvida se algum dia eu poderia engravidar novamente.

Naquele mesmo ano, eu e minha família nos mudamos para uma cidade do interior, e nunca mais tive noticias do homem que um dia quase se tornou o pai do meu filho, e que hoje se configura em minha mente como o único homem que defecou em minha boca e me fez sentir o gosto pútrido de suas fezes.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O DEFECAR DE UM HOMEM NA BOCA DE UMA MULHER - PARTE 1

Seria um verdadeiro clichê, postar aqui, envolvimentos e relações com primos, vizinhos, namorados... afinal de contas, quem nunca trepou com eles? não é mesmo? Mas o que vou relatar agora, excede toda e qualquer expectativa, distorcendo e subvertendo a própria natureza humana e alterando os caminhos naturais das relações interpessoais. Eu estava com 15 anos nesta época, morava com toda minha família em um cortiço e frequentava quase que diariamente uma igreja próxima de nossa casa, e foi lá, que conheci o grande amor da minha vida, era um homem jovem, de vinte e poucos anos, mas seu corpo e rosto, era de um homem já formado, ele era alto, branco, tinha um queixo enorme e com um lindo furinho, e quando estava de barba serrada, seu rosto era tomado por graciosos pelos que lhe davam uma cor esverdeada na pele, ele era simplesmente lindo, seus braços e pernas, eram perfeitos e fortes, sua voz aguda, entonava a virilidade já presente naquele corpo alto e esbelto, seus cabelos lisos e moderadamente compridos, escondiam dois olhos profundamente envolventes e provocantes de cor castanho claro, e é claro, seria um ultraje se eu não descrevesse com detalhes, a parte mais gostosa e perfeita de sua anatomia masculina... Seu "cacete" era simplesmente imenso, ele tinha seus pelos pubianos, perfeitamente aparados, e seu enorme cacete, era todo branquinho, recoberto por grandes e grossas veias, que engessava e transformava aquele instrumento numa formidável máquina de me fazer gozar, sua cabeça era lisa como seda, e de um vermelho vivo quase que escarlate, cuja calibre e grossura, mal cabia em minha boca...


 
Recordo-me agora daquele tempo, e vejo o quanto a vida tentou me ensinar, o quanto a vida tentou me dar uma chance de ser diferente, o quanto a vida tentou me alertar dos perigos futuros... Mas eu, imersa e centrada apenas no meu próprio prazer carnal e momentâneo, sedenta por gozar cada vez mais e mais forte, implorava por ter no meio das minhas pernas, o colosso de um homem lindo e rico; não me preocupava com as consequências que poderiam, e que efetivamente, se concretizaram, me trazendo grande dor e desespero; mas nem mesmo passando por momentos tão difíceis e de grande tribulação, eu não fui capaz de aprender com meus erros e hoje, colho e recolho, todos os dejetos e podridão deixadas por mim, no decorrer da vida.


 
Era uma sexta feira, estávamos na igreja nos preparando para sair, quando abordei de forma descarada e oferecida, o homem que tanto amava, nós nos relacionávamos já fazia algum tempo, para inveja das muitas vadias que suspiravam pelo meu gato, eu fazia questão de agarra-lo em público, para que todas vissem que aquele trofeu era meu, e que não tentassem me roubar, pois eu sabia perfeitamente, que para segurar aquele macho lindo, eu teria que dar muito mais que minha buceta e seios, eu teria que satisfazer todos seus desejos e fantasias, eu teria que ser sua escrava sexual e me submeter a suas insanidades e fetiches, eu teria que me submeter as mais degradantes e nojentas perversões sexuais. E foi isto que aconteceu, eu me rebaixei a tal ponto, que fui capaz até mesmo de ter o meu corpo, repleto de fezes, urina e vômito deste homem, é isto mesmo, eu fui uma verdadeira latrina humana, cuja humilhação, só teve um fim, quando eu perdi o filho que estava esperando, deste homem.


 
Como eu estava dizendo, era uma sexta feira, eu estava com planos de sair da igreja e ir imediatamente para um motel, com meu homem, como eu tinha apenas 15 anos e era de menor, minhã mãe jamais deixaria eu sair sozinha com meu namorado, até porque ela já sabia o que havia acontecido comigo no passado, entre eu e meu irmão... Mas eu vivia mentindo para minha mãe, dizendo que depois da igreja, todos os jovens iriam fazer serenata na casa dos amigos, e que não tínhamos hora de chegar, e já que meu namorado era saxofonista, era imperativo que eu fosse, mas na verdade, eu estava viciada em abrir minhas pernas para meu homem, e sentir todo o prazer que só aquele colosso podia me proporcionar durante toda a madrugada; e cada dia que passava, ele me brindava com uma nova fantasia sexual, com uma nova posição, sempre em um novo buraco ou abertura do meu corpo... Neste dia, saímos juntamente com um bando de jovens, que iriam para uma pizzaria e logo depois, sairíamos para nossa serenata, mas o que eu queria mesmo era sentir meu namorado dentro de mim, não ficamos nem mesmo 5 minutos na pizzaria e rapidamente fomos para o motel mais próximo e barato que existia na rodovia, e mais uma vez, tive as entranhas preenchidas por vigorosas estocadas, minha buceta foi mais uma vez, palco de constante penetração por seu cacete, língua, dedos e os mais variados objetos, que ele inseria violentamente em meu corpo; naquela noite, meu anús foi perversamente castigado, através de vigorosas penetrações executadas por seu pênis e dedos, sem nenhum tipo de lubrificante ou anestésico, e aquilo me deixava nas nuvens, cada vez mais apaixonada e louca de tesão, eu queria e estava disposta a fazer qualquer coisa por aquele homem, e sonhava com o dia em que ele me tiraria da casa da minhã mãe e me levaria para morar junto com ele; mas eu não sabia o quanto estava enganada e iludida, pois a exatamente dois meses depois daquela noite, eu me surpreendi com o fato de estar grávida, e o que foi um choque inicialmente para mim, tornou-se uma forma de segurar para sempre aquele homem em minha vida, assim pensava eu ... A princípio eu não tive coragem de contar nada a minha mãe, guardei segredo absoluto do exame que eu havia acabado de fazer, e corri para casa de uma amiga, da qual me orientou entrar em contato com meu namorado, e contar-lhe do exame e do resultado, e se ele realmente me amasse, ele ficaria ao meu lado e me daria o apoio necessário para revelar o ocorrido para minha família, e foi isto que eu fiz; liguei para o trabalho dele e perguntei se ele poderia me encontrar naquela noite, mas não queria que fosse em minha casa, por isso fiquei de encontra-lo em um lugar mais reservado, em um barzinho quem sabe? onde poderíamos ter uma conversa longa e séria.


 
As 20:00 horas então, me aproximei do meu gato e fiquei bem próxima do seu rosto, não tive coragem nem mesmo de beija-lo, estava nervosa e com muito medo, esperava que ele tomasse a iniciativa e me beijase, ou que no mínimo me desse um abraço, ou quem sabe me perguntasse como havia sido o meu dia, mas ao invés disto, ele de forma rustica e um tanto irritado, veio logo esbravejando, que eu não devia ficar ligando para seu trabalho, que lá não era o lugar apropriado para ficarmos marcando encontro, e se mostrou bastante aborrecido pelo telefonema que eu tinha dado naquela tarde, para o seu serviço... Tentei explicar-lhe, que o que eu tinha para dizer era sério e que não podia esperar, mas mesmo assim, ele não quiz dar ouvidos e foi logo me mandando dizer o que eu tinha para falar, já que era tão urgente assim... Coloquei minha mão direita dentro da minha bolça e retirei um envelope, e pedi para que ele lê-se, com o semblante fechado e desconfiado, quase que pressentindo o que estava por vir, ele rapidamente pegou o envelope e começou a ler... Balançando a cabeça de um lado para o outro, em sinal de negativa, como se não estivesse acreditando nas palavras que estavam ali escritas, ele foi logo me perguntando: O que é isso aqui? Porquê você está me entregando este papel? Após fazer estas perguntas, ficou parado aguardando uma resposta, eu inocentemente demonstrando surpresa com sua reação, disse que parecia óbvio o que estava acontecendo, e para não deixar dúvida, disse olhando bem em seus olhos, que eu estava grávida dele, que ele seria pai.
Com um sorriso irônico, ele disse que, havia entendido o exame, e sabia que eu estava grávida, ele só não entendia o porque eu achava que o filho era dele... Naquele momento eu fiquei estarrecida, não acreditava que meu namorado havia dito aquelas palavras para mim, e tremendo de raiva e ódio disse em alto e bom som, que se ele estivesse pensando que iria escapar da responsabilidade, estava redondamente enganado, que ele também era o responsável, e teria que casar comigo, querendo ou não... E com o mesmo sorriso desdenhoso e sarcástico em seu rosto, virou seu rosto para um lado e depois para o outro, levantou-se da cadeira e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, desferiu-me um soco, extremamente forte e violento em meu rosto... E a ultima coisa que me lembro antes de me desfalecer, era de estar caída no chão, e ouvir ao longe o som de um pneu de carro cantar e sair em disparada no mesmo tempo em que um amontoado de pessoas se aproximam de mim, perplexas diante do acontecido, fecho então meus olhos e tudo mais desaparece, e um vazio profundo se apodera da minha mente e alma, e tudo se apaga no mais profundo desmaio.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

UMA VAGABUNDA NA UFU!

Um dos dias mais felizes da minha vida, foi quando fui aprovada em um dos muitos cursos oferecidos pela Universidade Federal de Uberlândia; nossa, eu fiquei super feliz e extasiada, como podia uma vadia como eu, cursar uma faculdade de nível superior em uma instituição federal? até porque, nunca fui muito boa nos estudos, passava de ano, só quando chupava ou "dava" para o professor, mas agora eu havia conseguido, pela primeira vez, passar no vestibular e cursar uma faculdade, através de minhas próprias mãos, e não abrindo minhas pernas e me oferecendo. Confesso que meu curso não é lá estas coisas, eu nem se quer trabalho na mesma área em que me formei, fiz alguns projetos e desenvolvi alguns trabalhos com a comunidade local, mas nada de excepcional ou interessante. Trabalho mesmo, é o que eu desenvolvo nas noites e nas madrugadas desta tórrida cidade, eu pego literalmente no "duro"; as vezes não tenho tempo nem mesmo para cuidar da minha saúde, que já anda bastante debilitada, mas assim é melhor, pois esqueço de todos os problemas que me esperam em casa como meu "filho", meu esposo, minha família, minha vida privada e particular como um todo, enfim, quem é que não tem problemas nesta vida? não é mesmo? Pelo menos em meu caso, ainda consigo sentir algum prazer nesta miserável vida, e as vezes me pego recordando do passado, e me lembro da época de ouro que foi quando eu estava na faculdade, eram tantos amigos, tanta festa, tantas baladas, eram tantos homens, garotos e meninos que já tiveram o prazer de sentir meu gosto e o calor do meu corpo, houve uma época que cheguei a trepar com três garotos em uma mesma noite na época da calorada, bons tempos aqueles, eu me divertia e divertia quem estava ao meu lado, as festas realizadas por universitarios são as melhores, principalmente aquelas realizadas em repúblicas masculinas, nossa como eu me divertia, todo final de semana tinha uma festa em algum canto, em algum lugar, e todos os finais de semana era uma nova casa, um novo quarto, um novo flerte, um novo homem, um novo macho que estava ao meu lado quando eu me levantava, tempos felizes aqueles, eu bebia, fumava, beijava e era constantemente violentada por garotos inocentes que desejavam apenas uma noite de absoluto prazer, e com certeza eu lhes dava isto, e muito mais... Pra resumir minha vida acadêmica, eu aproveitei cada dia naquela instituição, e quando os problemas surgiram, eu não suportei as consequências e cai prostrada, de cara no chão, mas com a certeza de derrubar muitos e muitos outros infelizes comigo, e até hoje eu me espanto quando penso que já houve uma vagabunda na UFU.

domingo, 8 de janeiro de 2012

CRÔNICA DE UMA MULHER CARENTE


Eu sofro, eu choro, eu grito...
Eu corro, eu pulo, eu salto...
Eu trabalho, eu estudo, eu aprendo...
Eu clamo, eu chamo, eu imploro...
Eu brinco, eu sorrio, eu me alegro...
Eu me embruteço, eu me entristeço, eu fico muda...
Eu canso, eu deito, eu durmo...
Eu dou, eu chupo, eu transo...
Viu só! eu sou igualzinha a você, nem melhor, nem pior, somente IGUAL, e as vezes, somente as vezes, eu queria ser uma outra pessoa, não uma pessoa qualquer, não uma pessoa comum, não uma simples mortal... Mas queria ser a mão direita de Deus, o porto seguro de alguém, o "ar" de um homem apaixonado, a bússola do navegante e o norte do viajante, no fundo, o que eu realmente queria era ser a razão do seu viver