terça-feira, 8 de novembro de 2011

RELATOS DE UM FUDIDO.

No passado eu quis transar,

Hoje eu já não quero mais...

Minha ex disse estar grávida,

Lamento muito, mas vou ser pai...

Vou pagar sua pensão,

Mesmo não tendo condição,

Enquanto isso minha ex...

Alimenta o Ricardão,

Pra piorar minha desgraça

Peguei siflis, cancro duro e algo mais...

Meu "amiguinho" já não levanta,

Nem com reza ou erva santa...

Me resta ainda o Viagra,

Pra consolo das putaiada,

Tudo bem se eu chorar...

Não posso mais voltar atrás

Se pudesse, continuaria virgem

Me masturbando e nada mais.

Encontrei na Internet, estas lindas palavras de um poeta anónimo, acredito que apesar de simplório e engraçada, estas palavras possuem um significado muito forte, afinal de contas, quando somos adolescentes, a coisa que mais queremos na vida é transar, mais depois que as consequências batem as nossas portas, o que realmente desejamos, era que permanecêssemos puras e imaculadas.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

QUEM DISSE QUE TOMAR "PAU" NA ESCOLA É RUIM?

Mete, Mete esta jeba preta em minha buceta, Me deixa gozar neste cacete imenso meu garanhão negro... Foram estas as palavras que eu proferia no auge do prazer, na primeira vez que transei com um negro.


Eu estudava no Colégio Anglo, aquele da Cipriano Del Fávero, próximo do UTC, trabalhava o dia todo em uma loja na Floriano Peixoto e estudava a noite, e havia naquela escola um professor que eu admirava muito, ele era alto e lindo, apesar de ser negro, eu nunca havia transado com um negro, sinceramente eu nem mesmo gostava de pretos, nunca namorei um, mas aquele homem era tão inteligente e seguro, sabia que ele era casado, mas eu não conseguia deixar de pensar de como seria transar com um negro bonito e elegante como aquele. Lembro-me que apesar de adorar a aula dele, eu estava indo de mal a pior, pois nunca gostei de estudar e honestamente, a matéria era um saco, e com o passar do tempo, minhas dúvidas só aumentavam, até que certa noite, no intervalo da aula, me aproximei do professor, e falei que estava completamente perdida em sua matéria, e que não iria conseguir prosseguir, eu falava tudo isto, com muita calma e serenidade, porém meus olhos repletos de malícia, olhavam fixamente para seus olhos, eu nem sequer piscava, e acho que aquilo o deixava sem jeito e sem ação, percebi o quanto minha presença mexia com o safado, pois ele procurou de todas as formas descobrir qual era o meu problema e minha dificuldade, notei que ele também me olhava sempre com um pequeno sorriso no canto da boca, e seus olhos não conseguiam disfarçar o seu tesão por mim; eu dizia que achava a matéria muito complicada, e que o problema não era as aulas dele, mas sim eu, que não estava conseguindo acompanhar a sala, ele então perguntou se eu tinha alguém ou algum grupo de alunos que pudessem me ajudar nos estudos? eu respondi que não, pois meus amigos, também trabalhavam e estavam piores do que eu... ele então fez um pequeno momento de absoluto silêncio, como quem esta prestes a decidir qual direção tomar, foi então que ele se aproximou bem perto do meu rosto, como quem quer lhe confessar um segredo e perguntou se eu gostaria de ter uma aula de reforço com ele? nossa, mas é claro que sim, respondi imediatamente a sua pergunta, e com os olhos fixo naquele olhos tão negros quanto a cor de sua pele, eu soube que, o que aquele negro queria, era muito mais do que me dar uma simples aula, ele então se prontificou a me dar uma aula de reforço no próximo sábados após o almoço, pois eu trabalhava na parte da manhã até o meio-dia.

A semana não passava nunca, parecia uma eternidade, ele havia marcado um local público para que pudéssemos estudar porém era um lugar sossegado e próprio para os estudos, iríamos então nos encontrar na biblioteca da UFU, no Campus Santa Mónica as 14:00. No sábado então as duas da tarde eu compareci para nosso estudo, estava eufórica e com medo, pois eu queria saber como era estar com um negro? como devia ser seu "pau"? era mesmo grande como todos falam? eram tantas dúvidas e curiosidades, e eu estava disposta a sana-las por completo e de uma vez por todas, esperei o vagabundo por 30 minutos, já estava quase indo embora quando o safado finalmente chega, nem mesmo se desculpou pelo atraso e foi logo pedindo para que eu o acompanha-se até o segundo andar, sentamos em uma mesa qualquer e ele foi logo me perguntando qual era minha dificuldade? respondi que todas, que não estava entendendo nada da sua matéria, ele abriu uma apostila e iniciamos desde o princípio, procurei me concentrar no que ele estava falando,mas não tinha jeito, minha mente não parava de pensar no "pinto" preto daquele macho, bonito e cheiroso. Derrepente, sem mais-nem-menos, avisei que era melhor parar, que não adiantava estudar pois minha mente estava em outro lugar, e eu não conseguia pensar nem raciocinar direito, enquanto estivesse com aquilo em mente... Assustado ele perguntou:


- O que te preocupa tanto para termos que parar de estudar? será que eu posso de algum modo te ajudar?


- Claro que não! respondi, como você poderia me ajudar se é você o responsável pelas minhas noites mal dormidas e minha cabeça cada vez mais distante do meu corpo? com os olhos arregalados e um ar de espanto, aquele homem de rosto perfeito e corpo extremamente forte, abriu um sorriso enorme com aquela boca de lábios carnudos e escuros, como se não acreditasse no que acabara de ouvir, imaginado que eu estivesse, quem sabe, brincando ou simplesmente sendo sarcástica; a verdade é que quando acabei de dizer aquilo, me aproximei subitamente e dei-lhe um beijo na boca... Creio que agora ele notou o quanto eu falava sério, pois de uma só vez, ele se afastou de mim, levantou de sua cadeira e olhou para os lados, confirmando se ninguém havia presenciado aquilo, com um semblante fechado e rosto muito sério, ele disse baixinho, quase sussurrando: - Você esta louca, como pode... se vôce não sabe eu sou casado, não viu a aliança??? que loucura...


Virei minha cabeça em sua direção erguendo meus olhos e disse: Claro que eu sei que você é casado, não estou lhe pedindo em casamento muito menos querendo algum laço afetivo com você, eu só quero transar, e queria que fosse você o primeiro negro a me comer... mas eu entendi que você não quer, então pode ir embora... vai!


Virei meu rosto para o lado e agi como se nada estivesse acontecido, e pior que isto, agi como se estivesse indiferente a sua recusa... Ele se aproximou novamente da mesa, pegou sua apostila, a feixou e falou baixinho, bem próximo do meu ouvido: Se você queria transar, era só ter pedido, levaria você para qualquer lugar... Menos num local público como este...


Retornei meu rosto novamente em sua direção e com uma carinha de garota sapeca e levada eu disse: Então me leva para qualquer lugar longe daqui, e só hoje, faça o que você quiser comigo...


Vocês podem até não acreditar, mas neste momento, o meu professor pegou em minhas mãos e sem nenhuma palavra, me levantei e saímos daquele local, sem nem mesmo olharmos para traz. Em seu carro, seguimos em direção a rodovia que vai para Araguari, e rapidamente chegamos ao CQsabe-motel, e lá pude acabar com todas minhas dúvidas e receios, medos e preconceitos, e naquele dia eu tive um dos homens mais bonitos e carinhosos dentro de mim... Aquele negro tinha um corpo lindo, e um "membro" grande, muito maior que aqueles que eu estava acostumada a receber na "lindinha". Ele não havia falado nada em todo o percurso até o motel, apenas balbuciava algumas palavras dizendo que aquilo era loucura, e me olhava de cima em baixo, como se não estivesse acreditando que ao seu lado estava sua aluna de pele clarinha e cabelos channel, com idade inferior aos 20 anos, e disposta a dar para ele... Ao chegar, ele me deu a chave e pediu para que eu fosse abrindo a porta enquanto ele trancava o carro e fechava a garagem, ao entrar, ele se deparou comigo em pé, ao lado da cama, completamente nua o aguardando, pedi para que ele fechasse a porta e dali mesmo retirasse toda sua roupa, queria ver como era seu corpo de longe e principalmente como era seu cacete... De peça-em-peça ele foi retirando toda sua roupa, ficando apenas de cueca, nesta hora ele fez menção de se aproximar, e eu imediatamente balancei minha cabeça em sinal de negativa, como quem quisesse dizer, que ainda faltava uma peça de roupa a ser retirada, e com um sorriso sarcástico e ao mesmo tempo confiante, ele desceu aquela última peça de roupa, deixando a mostra um maravilhoso e negro órgão, que daquela distância já se podia ver aquelas calibrosas veias e nervos em torno daquele chumaço de carne que começava a dar sinal de vida... ele veio se aproximando e ao chegar bem perto de mim, arqueou seu corpo em minha direção e me beijou, colocando sua língua em minha boca e chupando ao mesmo tempo minha pequenina língua, senti quando ele me deu um forte abraço e minha barriguinha apertou seu cacete, que neste momento forçava forte meu corpo, num claro sinal de excitação e tesão, quando me afastei para poder ver e pegar aquele membro, me entusiasmei com o tamanho e a grossura daquele caralho, nossa, me lembro de ter achado aquela "vara" enorme, talvez porque estava acostumada a trepar apenas com adolescentes, hoje eu sei que aquele era o tamanho médio de qualquer homem, mas naquele momento, era como se um terceiro braço estivesse no meio daquele corpo negro e musculoso, pronta para entrar em mim e me comer por completa, com suas mãos enorme, ele retirou alguns cabelos que estavam sobre meu rosto, enquanto eu contemplava aquele cacete preto, grosso e duro em minha frente, olhei para seus olhos e segurei firme aquele colosso em minhas mãos, ainda segurando e massageando aquele cacete, subi sobre a cama e fiquei de joelhos com meu rosto no rumo daquele badalo negro e grosso, e aos poucos, passei a chupar aquele membro, passando minha lingua sobre aquela cabeçorra roxa e inchada, aquele instrumento mal cabia em minha boca, e quanto mais eu chupava, mais grossa e lubrificada aquela rola se tornava, o safado estava morrendo de tesão, ele passou a segurar minha cabeça por trás, forçando-a para que eu colocasse aquela jeba em minha garganta e a engolisse por inteiro, minha boca doía toda de tanto que eu a escancarava, e lágrimas saíam dos meus olhos, pois aquele colosso tocava fundo minha garganta, e já não aguentando mais, retirei aquela jeba da minha boca e com os olhos repletos de lágrimas eu disse: Vem cá meu negrão, quero sentir sua língua na minha buceta, me chupa gostoso, vem, vem... Deitei sobre a cama e abri minha pernas, ao mesmo tempo em que aquele homem caiu de boca sobre minha "xana" e me chupou ardentemente, sua língua era grande e áspera, sentia aquele desgraçado chupar fundo minha buceta, lambendo e mordiscando cada pedacinho da minha racha, ele segurou minhas pernas e a abriu completamente, deixando minha xoxota depilada completamente exposta, o tesão era tanto que eu não tive outra alternativa se não gozar na boca daquele negro pervertido.

Eu gozava gostoso, enquanto minha buceta piscava em contrações vigorosas de tesão, neste momento aquele negro vem subindo pelo meu corpo serpenteando sua língua pelo meu umbigo, chupando meus peitos e beijando minha boca, com aquela sua boca toda lambuzada com meus líquidos vaginais, posso sentir o próprio gosto da minha buceta impregnada em sua língua e lábios, derrepente, aquele negro posiciona seu "cajado" no rumo da minha buceta e inicia uma deliciosa penetração, bem devagar e apoiado sobre seus braços, aquele homem me penetra de forma espetacular, sem pressa, sem violência, apenas seu imenso corpo sobre o meu empurrando cadenciadamente meu corpo também para frente, em um único movimento, eu me entrego toda, sentindo cada centímetro do seu membro dentro de mim, eu passeio com minhas mãos por todo seu corpo, sentindo a força e a rigidez de cada músculo daquele perfeito corpo, seu cacete entra e sai vagarosamente da minha xana, sinto seu membro massagear cada parte da minha molhada vagina, meu clítoris está inchado de tanto tesão, e quando ele começa a acelerar os movimentos de seu quadril, enfiando cada vez mais forte e mais profundo sua "jeba" em meu âmago, eu não consigo mais me segurar e abraço forte aquele macho, segurando firme seus ombros por trás e gozo novamente, com gemidas profundas e verdadeiras, meu corpo se estremece todo, minha buceta parece que vai explodir de tanto tesão, e quanto mais minha xana "pisca" no cacete daquele homem, mais forte e mais profundo aquele safado me invade, e eu no auge do prazer, começo a implorar para o safado... " mete, mete esta "jeba" preta em minha buceta, me deixa gozar neste cacete imenso meu garanhão negro... Eu não acredito, mas eu já havia gozado duas vezes e aquele homem ainda estava me comendo, tirando e colocando aquele seu membro dentro de mim, derrepente, ele retira seu cacete extremamente duro e lubrificado de dentro da minha xana, e o segura com uma das mãos, fazendo menção de que iria gozar naquele instante, eu não me segurei e cai de boca sobre aquele músculo preto, colocando toda aquela cabeçorra rocha dentro da minha boca e segurando forte aquele músculo negro em minhas mãos, nesta hora sinto jatos vigorosos de sêmem invadirem minha boca e garganta, era tanta porra que cheguei a engasgar tamanha era a quantidade daquele leite quente e grosso que invadia minha garganta, meus olhos encherão de lágrimas, devido o forte gosto e a imensa jeba que tentava se alojar no fundo da minha boca, bebi todo o semem daquele cacete, não deixei uma gota sequer sair da minha boca, e ao termino daquela maratona sexual, minha vagina estava extremamente ardida, minhas pernas ainda tremiam um pouco devido ao grande esforço de ter um cacete duro e viril no meios delas, ficamos deitados sobre aquela cama por mais ou menos 20 minutos, até nos recompormos e irmos tomar um banho naquele final de tarde de sábado, saímos daquele motel, prometendo guardar segredo sobre nossa gostosa aventura, e realmente nunca comentei com ninguém o ocorrido, até hoje é claro, mas fica ai um alerta.

Se você é casada, cuidado, pois quando você menos espera, o "pau" do seu marido que pensava ser acima de qualquer suspeita, pode estar fazendo uma outra mulher feliz. E foi isto que aconteceu comigo, tive a buceta invadida pela primeira vez por um membro negro, graças ao meu lindo professor, que nem sequer se arrependeu de trair a confiança da própria esposa e dos filhos, só para fazer sua aluninha feliz.

sábado, 22 de outubro de 2011

NÃO ESPERAVA SER FODIDO QUANDO ME FODEU.

Nestes últimos dias, estou acamada por causa de uma forte gripe, acho que é por causa deste tempo seco, que inflige poeira e baixa humidade, proporcionando o aumento de doenças respiratórias e alérgicas, aproveito esta época para cuidar melhor de mim, e ir regularmente no H.C. verificar meu sistema imunológico, e tenho muito tempo para escrever minhas memórias, pensamentos, desejos e vontades, uso meu computador diariamente e entro em meu blog quase todos os dias, mas meu desejo mesmo, é sair da cama e aproveitar a noite, adoro sair e frequentar os diversos movimentos culturais de Uberlândia, recentemente estive no Uberlândia fest-folia e quero ir no triângulo music, adorei todos os dias de festa, e até conheci uma galera super legal, mas havia um carinha lindo, que estava ao meu lado no mesmo camarote, confesso que não consegui tirar os olhos dele, e nem ele de mim, mas tive que tomar muito cuidado, pois meu "marido" estava comigo, e flertar com outras pessoas, só mesmo quando ele estivesse caindo de bêbado...


Não demorou muito para o rapaz se aproximar de mim, mesmo sabendo que eu estava acompanhada, e logo começar a puxar uma deliciosa conversa, mas eu sei o que ele realmente queria, pois quem melhor do que eu para saber as verdadeiras intenções de um homem, seus olhos não paravam de olhar o decote do meu "abadá" e enquanto dançávamos, suas mãos tocavam a todo momento, mesmo que de leve, por sobre meu minúsculo short, esfregando e apalpando minha bunda, aquele safado queria me "comer" de qualquer maneira, e se eu deixasse, ele tiraria minha roupa ali mesmo... Não sou santa, e mesmo estando perto do meu "marido" eu sentia uma atração muito grande por aquele homem, ele era realmente muito lindo, aparentava ter entre 30 e 35 anos, e um sorriso fenomenal, mas o que me atraía no safado, eram suas pernas, mas que pernas... Eu precisava ficar a sós, nem que fosse por cinco minutos, com aquele rapaz... falei para meu marido que eu iria até o banheiro, e com a cara mais deslavada do mundo, comia aquele homem com os olhos, na esperança de que ele me seguisse até o toalhete, não deu outra, o safado veio como um cachorrinho atrás de mim, e antes mesmo de chegar ao toalhete, ele segurou meu braço e me arrastou para o banheiro masculino, aquele filho-de-uma puta queria mesmo me "comer", e sem pedir licença, foi logo me levando para o canto do banheiro no ultimo box e passou a me beijar e apertar deliciosamente meus seios por sobre a camiseta, eu sentia o volume de seu "cacete" por baixo daquele short, e a cada passagem de minha língua em sua boca, sentia seu "pau" estremecer e se avolumar, tocando e roçando minha cintura e barriga, aos poucos, ele levantou minha camiseta e passou a chupar e morder meus mamilos, mordia e mamava meus bicos com um tesão sem igual, ao mesmo tempo que passava suas mãos e apertava minha vagina sobre o short; eu já não aguentando mais de tesão, enfiei minhas mãos por dentro do seu short e peguei aquele "mastro" extremamente duro e que eu tanto desejava, imediatamente desci sua calça e me agachei ficando de cara com aquela 'jeba" imensa e sem pensar duas vezes, abocanhei gulosamente aquele cacete, chupando e passando minha língua sobre aquele "músculo de carne" de cabeça enorme e roxa, chupava e massageava aquela longa e grossa "vara", e sentia o gosto salgado dos seus líquidos lubrificantes, que eram expelidos aos poucos daquele imenso instrumento, como não podia me demorar, me levantei ao mesmo tempo em que o safado descia meu short e massageava minha bucetinha que já estava completamente lubrificada, nesta hora ele fez menção de agachar e pegar um preservativo no bolso de sua calça, mas insisti que eu estava sem tempo e levantei minha perna direita colocando-a sobre a privada e falei para o otário: Lindinho, se você quiser me "comer" que seja agora, caso contrário não me faça perder tempo, vi que ele ficou um pouco ressabiado, mas com minha mão direita, peguei seu vigoroso pau e aproximei-o da portinha da minha buceta e bem devagar comecei a introduzi-lo em meu buraquinho, nesta hora o safado deixou-se levar pelo tesão e não mais se importou com a falta da camisinha, eu gemia baixinho e gostoso em seu ouvido a cada penetrada dentro de mim, com minhas pernas escancaradas, recebia lentamente aquele vigoroso instrumento em minha racha, enquanto minhas mãos passeavam por todo aquele corpo perfeito e forte, massageando seu peito peludo, suas grossas pernas e seu bumbum enorme e durinho, enfiava minhas unhas com vontade naquela bunda gostosa, e recebia em troca, toda a sua "jeba" dentro de mim, derrepente, ele segura minha bunda por baixo e me suspende, deixando minhas duas pernas no ar e minhas costas colada na parede, com seus braços por baixo das minhas pernas e segurando forte minha bunda, ele passou a ter controle total sobre minha buceta, enfiando agora, sua vara de maneira violenta e rápida em minha vagina, com movimentos profundos, seu cacete toca fundo minha buceta, sinto sua vara ferir meu útero, aquele instrumento grosso, entrando e saindo de dentro de mim estava me levando a loucura, e no auge do clímax, gozo desesperadamente, gritando e arranhando as costas do filho-de-uma puta, que descarrega em mim, todo seu esperma, inundando o interior da minha racha que pulsa e pisca violentamente em volta daquele gostoso caralho, nossa como é bom gozar... devo ter ficado uns dois minutos naquela posição sentindo apenas as vibrações do seu cacete dentro de mim e da minha bucetinha sobre seu cacete, bem devagar ele me abaixou novamente e retirou seu cacete de dentro de mim; ainda saía "porra" de dentro da minha buceta, quando me preparava para colocar meu short, peguei então um pedaço de papel e enrolei colocando-o sobre a calcinha, desta forma, evitaria que mais sêmem escorresse pela minha perna no decorrer da noite, e antes de sairmos do banheiro, pedi para o safado não dar "bandeira" e nem comentar com ninguém sobre o ocorrido, pois meu "marido" poderia desconfiar, e causar algum problema para nós... saímos do banheiro e retornamos cada um para o seu canto, meu esposo já estava mais bêbado do que um gambá, e apesar da demora no banheiro, acredito que ele não tenha desconfiado de nada, voltei a dançar e apreciar o show como se nada tivesse acontecido, quando novamente percebo que o safado se aproxima de fininho, e fica a mais ou menos 5 metros de distancia de onde eu estava, e ao contrário do que eu havia pedido a ele, ele estava agora com mais dois amigos cochichando e olhando para mim... pronto, a besteira estava feita, o filho-de-uma puta, não se conteve e teve que espalhar para seus amigos, que acabara de traçar uma gostosa no banheiro masculino, comecei a ter medo, pois seus amigos além de bêbados e eufóricos, poderiam se aproximar de mim e querer me chantagear, para que eu transasse com eles também... Mas antes que o pior acontecesse, parei de dançar e comecei a andar na direção dos safados, e cheguei bem perto do "viado" que havia me "comido" e disse em alto tom, para que seus amigos também pudessem ouvir:

Sua mãe não te ensinou que não se deve transar sem camisinha? É perigoso...

E com uma expressão de garota sapeca e indiferente á aquela situação, me virei e fui me afastando, com um sorriso malicioso nos lábios... É naquele momento eu soube que acabara de foder com a vida de quem um dia quis, de toda maneira me foder.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O CORNO - I

Em conversas recentes com colegas e amigas, tenho notado a grande quantidade de mulheres que tem traído seus maridos, noivos ou namorados ultimamente; isto só vem confirmar a grande insatisfação que nós mulheres estamos sentindo em relação aos homens; os motivos são muitos, mas acredito que o maior deles, ainda seja a "indiferença" e a "frieza" com que eles nos tratam; eles olhão, mas não nos vê; eles transam, mas não fazem amor; eles pagam, para ficarmos longe; eles nos vigiam, mas não nos protegem; eles criticam, mas não elogiam; eles se satisfazem, mas não a nós; eles casam, mas não se comprometem; eles estudam, mas não apredem; eles não conversam, agridem; eles nos punem pelos seus erros e defeitos, mas não reconhecem sua fraqueza.


Diante deste trágico cenário, somos levadas a acreditar que, falhamos enquanto mulher, femea e amante. Mas não, a verdade é que, ao invés de abaixar-mos a cabeça e aceitar o pesado fardo do descontentamento, da infelicidade, da insatisfação...     Estamos disposta a tentar mais do que nunca, ser feliz; mesmo que para isto, tenhamos que explorar novos horizonte, novas pessoas, novas camas...     Me perdõem estes homens de falo incapacitante, cuja a grandiosidade de seus membros existem apenas nas conversas entre eles; se não aprenderem a ver, ouvir ou sentir sua companheira, sentirás então em seu próprio corpo, o nascimento de um novo e inesperado orgão, membro ou qualquer outro adjetivo que queira dar ao "chifre" que se erguerá imponentes em suas cabeças.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DEIXE-ME GOZAR NESTE MUNDO CÃO.

Há quem acredite que o "Demônio" é o causador de todo e qualquer mal que assola o mundo. Eu não acredito em Capeta, Demônio ou Satanás, Pois não são eles que estupram as mulheres, não são eles que violentam as crianças, não são eles que tirão a vida dos pais de família em uma rodovia, não são eles que brutalizam o corpo de jovens virgens, não são eles os responsáveis pelas atrocidades cometidas nas guerras, não são eles que queimam os corpos de nossos filhos em sinal de vingança e rivalidade, não são eles que exploram o trabalhador até sua última gota de sangue e suor, não são eles que viciam nossos irmãos e amigos, não são eles que abusão sexualmente de nossos anjinhos, não são eles que propagam a doença e a invalidez nos mais velhos, não são eles que apodrecem nossos corpos e os infestão de doenças malditas e incuráveis, não são eles...


Os homens, eles sim, são os verdadeiros culpados de toda atrocidade e maldade existente no mundo, são eles a personificação da maldade, do incesto, do maligno, da virulência, do algoz... são eles que violam nossos corpos com desdenho e brutalidade, são eles que nos obrigam a carregar sua prole fétida e mal formada, são eles que disseminam toda sorte de peste e câncer sobre nossa carne, são eles que me fazem "gozar" nas frias noites de inverno e me levam ao "clímax" nas mornas manhãs de verão.


É fácil perceber então, que o demônio ou o capeta, não está perto ou dentro de nós... Nós mesmos somos  o próprio demónio, em corpo e alma, nós mesmos somos os geradores de toda podridão e devastação que aqui há, nós mesmos somos as vítimas e os responsáveis pela dilaceração de nossas carnes e corpos. Mas se me perguntarem se eu quero um mundo perfeito, com a ausência deste ser maligno e atroz, um mundo apenas de santos e ovelhas, um mundo onde o amor impera sobre a dor, eu digo que não... Pois sem ele, como vou exercer meu santo e sagrado direito de gozar?

domingo, 25 de setembro de 2011

EM MEU CAMINHO HAVIA UMA PUTA. HAVIA UMA PUTA EM MEU CAMINHO.


Este fato que se sucedeu, poderia até ter como título "ESPELHO", pois o que vemos através dos olhos, é o que a alma esta disposta a dizer, e se vocês tivessem a oportunidade de me conhecer, saberiam o que meu espírito esta tentando a todo custo esconder, mas meu olhar não consegue mentir.


Aprendi que o melhor exemplo esta em casa, nos espelhamos sempre em nossos pais, então como explicar a vida que levo? De quem é a culpa então? Sou o reflexo de quem? Acredito que a maior culpada pelos meus erros seja eu mesma, mas me lembro claramente do dia em que conheci "verdadeiramente" a pessoa mais ordinária do mundo, a pessoa mais dissimulada e traidora que eu já conheci, a verdadeira personificação da mentira e do engano, e acreditem, quem a conhece acha que é uma santa, um exemplo de mulher batalhadora e honesta, mas eu tive o desprazer de flagrar uma puta na casa da minha mãe.


Tudo começou quando eu fui expulsa de casa pela minha própria mãe, ao me flagrar cometendo incesto com meu próprio "irmão", eu tinha apenas 14 anos. Vim para Uberlândia para morar com parentes e amigos, e aos poucos fui me reestabelecendo novamente, encontrei trabalho e passei a estudar, e com o passar dos messes, o ódio que minha mãe nutria por mim, foi se esmaecendo até que passamos a nos perdoar e voltarmos a ser como éramos antes, mãe e filha. Eu estava com 18 anos quando voltei para minha cidade natal em uma visita de final do ano, estava de férias e minha família iria se reunir para comemorar o natal e a passagem de ano todos juntos, eu me lembro que todos ficaram encantados comigo, pois agora eu estava muito diferente daquela adolescente magricela que todos conheciam, eu tinha agora corpo de mulher, e uma vaidade mesclada com uma beleza intrigante, eu trazia estampado em meu corpo, curvas e linhas sedutoras e meu rosto uma delicadeza jovem e maliciosa e meus olhos gritavam por desejo e satisfação... Minha mãe conversava normalmente comigo, mas com uma falta de afeto e uma frieza de quem esta conversando com um estranho, mas tudo bem, eu me contentava só de poder estar perto daquela mulher forte e severa, e ao mesmo tempo, sofrida e batalhadora novamente. Andar por aquelas ruas novamente, me traziam lembranças há muito esquecidas, minha infância, minhas alegrias, meus pecados, meu irmão... Mas agora eu estava mudada, estava mais forte, havia aprendido a pegar tudo aquilo que eu queria, deixei de ter medo de tudo, passei a viver a vida com mais intensidade, deixei de ser usada pelos outros, e passei a usar as pessoas para proveito próprio, só eu sei o que um rosto bonito e um corpo perfeito podem fazer...


Passamos um natal reunidos com muita comida e bebida " a bebida que falo era refrigerante" pois minha família, como todo bom cristão, não bebia bebidas alcoólicas, aquele tinha sido um bom natal, e já que estava de férias, fiquei também para comemorar a passagem de ano, na casa da minha mãe, ali só moravam ela e minha irmã caçula, a mais velha já tinha se mudado também para Uberlândia, e havia quartos de sobra naquela velha casa. Eu queria de todas as formas, resgatar novamente o amor de minha mãe por mim, por isso passava a maior parte do tempo, dentro de casa, ajudando com os trabalhos domésticos o máximo possível, já que minha mãe trabalhava com a fabricação e venda de polpa de frutas, e aquilo lhe tomava muito do seu tempo.


Acho que vocês notaram que momento algum eu falo do meu pai, isto porque eu nunca tive certeza se aquele homem a quem acostumei chamar de pai, era realmente meu pai biológico, pois minha mãe, em sua juventude, havia tido muitos e muitos homens diferentes em sua vida, o que sei é que eu mais minha irmã caçula, somos filha de seu segundo casamento; apesar da grande quantidade de homens em sua vida,  ela teve que criar quase que sozinha seus filhos; ela era uma mulher de estatura média-baixa, com cabelos compridos geralmente enrolados sobre a cabeça em forma de "coque", e com uns quilinhos acima do peso, nós nunca tivemos o hábito de andar nua ou estar desnuda perto uma da outra, por isso eu nunca vi minha mãe pelada e imagina-la tendo relação sexual com alguém, era inimaginável. Mas o inimaginável sempre acontece... Não me lembro bem que dia da semana era, mas lembro-me que era um final de tarde, e minha irmã caçula tinha o hábito de passar a noite na casa da minha tia juntamente com nossa prima da sua idade, sempre naquele dia da semana, eu resolvi que também iria para a casa da minha tia, peguei apenas uma blusa e seguimos caminhando, eu e minha irmã rumo a casa da minha tia, minha mãe ficara sozinha em casa fazendo seu trabalho na preparação de sucos e polpas, e acredito que estava satisfeita por mim ter saído de casa e de perto dela, já que notei que minha presença ainda incomodava e desagradava minha mãe.


Minha tia era uma mulher muito simples mais muito gentil, foi logo me dando um abraço de boas vindas e me pedindo para entrar, sua casa estava repleta de gente, seus filhos e netos estavam reunidos para também passar a passagem de ano juntamente com ela, comprimentei meus primos, tio e demais parentes, e logo percebi que não seria possível passar a noite por ali, já que a casa estava lotada de pessoas que iriam dormir espalhadas por todos os cómodos daquela pequena casa, mas tudo bem, não me importava de retornar para casa da minha mãe, afinal, a cidade era pequena e muito calma, e a casa da minha mãe ficava apenas a alguns quarteirões de distância, uma média de 1,5 km. Já passava das 22:00 horas quando eu me levantei do sofá para ir embora, minha tia até que insistiu para que eu ficasse, mas não, eu preferi ir embora, meu tio também se prontificou a me acompanhar pois já era tarde, mas eu não deixei, falei que não tinha problema, a cidade era calma e a rua ainda tinha um movimento considerado de pessoas transitando de um lado para outro.


Calmamente segui ruma a casa da minha mãe, lembrando do passado e das loucuras que tinha feito até ali, reconhecendo os velhos casarões e os mesmos vizinhos, olhares e cabeças voltavam toda hora em minha direção, assobios e elogios eram dirigidos a todo momento para minha pessoa por pessoas estranhas que passavam de carro ao meu lado, era como se meu corpo já estivesse predestinado a ser cobiçado e usofruido por muitos e por estranhos, já estava chegando em casa quando notei que havia um carro estacionado bem em frente a casa da minha mãe, pensei que poderia ser algum amigo da família ou cliente da minha mãe, mas ao me aproximar, percebi que as luzes estavam apagadas e a porta da frente trancada, peguei a chave da porta que minha irmã havia me emprestado e entrei silenciosamente em direção ao meu quarto, quando derrepente passo a ouvir sussuros e gemidos vindos do quarto da minha mãe, assustada, caminho vagarosamente em direção ao seu quarto e pela fresta da porta entreaberta, vejo um rapaz muito jovem, com não mais de 30 anos, transando com minha mãe. Meu primeiro impulso foi, sair imediatamente dali, e caminhar silenciosamente até a porta e voltar para casa da minha tia, mas o que eu iria dizer? pensei então em entrar para meu quarto e fingir que não havia ouvido nada, mas minha mãe com certeza iria desconfiar, o jeito era eu encarar aquela situação com naturalidade e da maneira menos constrangedora possível. Sorrateiramente fiquei olhando minha mãe deitada na cama completamente nua, com um homem com metade da sua idade, sobre ela, chupando e mordendo seus seios, enquanto sua mão massageava vigorosamente sua vagina coberta de grandes pêlos pubianos, ela segurava forte aquele jovem pelos cabelos enquanto permanecia com suas pernas abertas, ao mesmo tempo em que dava suspiros profundos e pequenos gemidos de prazer, aquele moço masturbava cada vez mais forte e mais rápido a vagina da minha mãe, introduzindo seus dedos de forma vigorosa e sem nenhuma dó, e com o tempo, ele foi introduzindo mais dedos e cada vez mais profundo, e os gemidos tornavam-se cada vez mais alto e evidente, sinalizando daquela forma, um principio de grande dor, notei que aquele homem estava com todos os seus dedos dentro daquela buceta peluda, e forçava cada vez mais forte, porém em rítimo mais lento, com a firme intenção de alojar toda sua mão dentro daquela "racha", minha mãe escancarava o máximo possível suas pernas, deixando sua buceta bem a mostra, quando derrepente, com um pequeno grito e um arqueamento súbito de seu corpo, minha mãe teve a buceta completamente tomada pelas mãos daquele homem, seus dentes rangiam a medida que aquele jovem forçava seu braço para frente e para trás, em movimentos lentos e miúdos, tocando fundo a vagina arregaçada da minha mãe, apesar de conhecer desde cedo a promiscuidade e a perversão, aquilo me chocava e muito, primeiro porque quem estava naquele quarto, era minha própria mãe, um modelo de santidade e pureza; segundo, jamais tinha presenciado uma mulher daquela idade tendo relações sexuais com um homem com a metade de sua idade, e terceiro, a depravação de ter a buceta invadida completamente por uma mão inteira, era algo marcante. Neste momento, o jovem vagarosamente começa a retirar sua mão de dentro daquela racha, é possível ver, o quanto as paredes de sua buceta estão distendidas e muito avermelhadas, e derrepente de uma só vez, como se estivesse expelindo para fora, a mão daquele homem sai de dentro daquele buraco, extremamente enlarguecido e avantajado, imediatamente ele começa a lamber os lábios vaginais e introduzir sua língua dentro daquela buceta, ao mesmo tempo que ouço minha mãe esbravejar palavrões com aquele jovem, dizendo que ele havia regaçado sua buceta e que agora ele devia cuidar e muito bem dela... Jamais imaginei ouvir ou presenciar tamanha atrocidade sexual, aquilo despertou em mim um sentimento de descrença e raiva, passei a acreditar que todo o mundo era podre e imoral, o ódio que eu sentia não era pelo que tinha acabado de presenciar, mas pela hipocrisia de uma prostituta velha e arregaçada, que "pousava de santa" e que na verdade era uma sodomita, pervertida que mantinha relações sexuais extremamentes indecentes e profanas com um rapaz que poderia ser seu filho devido a pouca idade.



Hoje tenho consciência dos meus atos e erros, mas não posso levar a culpa sozinha por tudo que já aconteceu comigo, afinal de contas, em meu caminho havia uma puta, pra ser sincera, sempre houve uma puta em meu caminho.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A VIDA QUE EU LEVO, MOSTRA A PUTA QUE SOU.

Certa vez, ainda muito jovem, conheci uma garota que assim como eu, tinha sonhos e fantasias quanto ao futuro, quanto a namorados, escola, casamento... Nos freqüêntavamos a mesma igreja, porém adorávamos um Deus diferente; ela acreditava e tinha fé em um Deus único e verdadeiro; eu acreditava no homem e no poder que emana do seu corpo; ela retida em sua santidade, orava e pedia bênçãos para sua vida e seu futuro, enquanto eu; ajoelhava nos fundos da igreja e "chupava" a todos aqueles que me desejavam; ela venerava sua virgindade e preservava a pureza de espírito e a não violação do seu corpo; eu trazia as marcas da adulteração e da promiscuidade em todos os poros da minha carne e a certeza do sexo fácil em meus olhos; ela rogava perdão divino todos os dias de sua vida; enquanto eu implorava por satisfação, clamando por prazer todas as noites...
 
 
O tempo passou, eu saí da igreja e nos distanciamos até a total separação, eu mudei, meus sonhos e fantasias ficaram para trás, meus objetivos não são mais aqueles da minha juventude, e a nossa amizade permanecia apenas em minhas lembranças...   Até o dia em que eu a reencontrei inesperadamente, no Hospital de Clínicas de Uberlândia; ela era aluna residente do corpo médico, e eu interna na ala de M.I. (moléstia infecciosa). Senti um misto de surpresa, vergonha e inveja; na hora meu rosto ficou corado e minhas mãos suavam frio devido o desconforto que a presença daquela pessoa me proporcionava, tentei disfarçar minha presença, virando meu rosto para o lado e fingindo não tê-la reconhecido, mas a pompa e a altivez que aquela figura impunha naquele quarto, me causava raiva e rancor, inveja pura e simples, desdenho e amargura... Com aquele ar seguro e a certeza de ter vencido na vida e atingido seus objetivos, aquela criatura se aproximou de mim com um sorriso desdenhoso e me chamou a atenção, me comprimentando e certificando-se de que nós nos conhecíamos e de que éramos grandes amigas no passado.
 
 
Disfarcei naquele momento, fingindo surpresa e alegria em tê-la reencontrado, mas notei que por trás daquele sorriso fingido e desdenhoso, havia uma pessoa incomodada, receosa e com nojo de abraçar-me, ou comprimentar pegando minha mão, e quem sabe, até mesmo em respirar o mesmo ar pestilento que eu exalava. Com a mesma apatia, comprimentei-a e perguntei como ela estava? Com uma resposta positiva, ela também perguntou pela minha saúde e como eu estava passando? Não tão bem como você, respondi.
 
 
Após uma consulta rápida e informal, ela se retirou do quarto, com uma alegria estampada no rosto, muito maior e mais evidente do que quando entrara, pelo fato, quem sabe, de ter reencontrado sua ex-amiga em uma situação humilhante, depreciativa e vergonhosa por ter contraído um mal que só as putas, mais rameiras e vagabundas, destituídas de qualquer pudor e conhecimento intelectual podem sofrer e contrair, comprovando definitivamente a vida vadia que eu levo e a rapariga que sou.