quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DEIXE-ME GOZAR NESTE MUNDO CÃO.

Há quem acredite que o "Demônio" é o causador de todo e qualquer mal que assola o mundo. Eu não acredito em Capeta, Demônio ou Satanás, Pois não são eles que estupram as mulheres, não são eles que violentam as crianças, não são eles que tirão a vida dos pais de família em uma rodovia, não são eles que brutalizam o corpo de jovens virgens, não são eles os responsáveis pelas atrocidades cometidas nas guerras, não são eles que queimam os corpos de nossos filhos em sinal de vingança e rivalidade, não são eles que exploram o trabalhador até sua última gota de sangue e suor, não são eles que viciam nossos irmãos e amigos, não são eles que abusão sexualmente de nossos anjinhos, não são eles que propagam a doença e a invalidez nos mais velhos, não são eles que apodrecem nossos corpos e os infestão de doenças malditas e incuráveis, não são eles...


Os homens, eles sim, são os verdadeiros culpados de toda atrocidade e maldade existente no mundo, são eles a personificação da maldade, do incesto, do maligno, da virulência, do algoz... são eles que violam nossos corpos com desdenho e brutalidade, são eles que nos obrigam a carregar sua prole fétida e mal formada, são eles que disseminam toda sorte de peste e câncer sobre nossa carne, são eles que me fazem "gozar" nas frias noites de inverno e me levam ao "clímax" nas mornas manhãs de verão.


É fácil perceber então, que o demônio ou o capeta, não está perto ou dentro de nós... Nós mesmos somos  o próprio demónio, em corpo e alma, nós mesmos somos os geradores de toda podridão e devastação que aqui há, nós mesmos somos as vítimas e os responsáveis pela dilaceração de nossas carnes e corpos. Mas se me perguntarem se eu quero um mundo perfeito, com a ausência deste ser maligno e atroz, um mundo apenas de santos e ovelhas, um mundo onde o amor impera sobre a dor, eu digo que não... Pois sem ele, como vou exercer meu santo e sagrado direito de gozar?

domingo, 25 de setembro de 2011

EM MEU CAMINHO HAVIA UMA PUTA. HAVIA UMA PUTA EM MEU CAMINHO.


Este fato que se sucedeu, poderia até ter como título "ESPELHO", pois o que vemos através dos olhos, é o que a alma esta disposta a dizer, e se vocês tivessem a oportunidade de me conhecer, saberiam o que meu espírito esta tentando a todo custo esconder, mas meu olhar não consegue mentir.


Aprendi que o melhor exemplo esta em casa, nos espelhamos sempre em nossos pais, então como explicar a vida que levo? De quem é a culpa então? Sou o reflexo de quem? Acredito que a maior culpada pelos meus erros seja eu mesma, mas me lembro claramente do dia em que conheci "verdadeiramente" a pessoa mais ordinária do mundo, a pessoa mais dissimulada e traidora que eu já conheci, a verdadeira personificação da mentira e do engano, e acreditem, quem a conhece acha que é uma santa, um exemplo de mulher batalhadora e honesta, mas eu tive o desprazer de flagrar uma puta na casa da minha mãe.


Tudo começou quando eu fui expulsa de casa pela minha própria mãe, ao me flagrar cometendo incesto com meu próprio "irmão", eu tinha apenas 14 anos. Vim para Uberlândia para morar com parentes e amigos, e aos poucos fui me reestabelecendo novamente, encontrei trabalho e passei a estudar, e com o passar dos messes, o ódio que minha mãe nutria por mim, foi se esmaecendo até que passamos a nos perdoar e voltarmos a ser como éramos antes, mãe e filha. Eu estava com 18 anos quando voltei para minha cidade natal em uma visita de final do ano, estava de férias e minha família iria se reunir para comemorar o natal e a passagem de ano todos juntos, eu me lembro que todos ficaram encantados comigo, pois agora eu estava muito diferente daquela adolescente magricela que todos conheciam, eu tinha agora corpo de mulher, e uma vaidade mesclada com uma beleza intrigante, eu trazia estampado em meu corpo, curvas e linhas sedutoras e meu rosto uma delicadeza jovem e maliciosa e meus olhos gritavam por desejo e satisfação... Minha mãe conversava normalmente comigo, mas com uma falta de afeto e uma frieza de quem esta conversando com um estranho, mas tudo bem, eu me contentava só de poder estar perto daquela mulher forte e severa, e ao mesmo tempo, sofrida e batalhadora novamente. Andar por aquelas ruas novamente, me traziam lembranças há muito esquecidas, minha infância, minhas alegrias, meus pecados, meu irmão... Mas agora eu estava mudada, estava mais forte, havia aprendido a pegar tudo aquilo que eu queria, deixei de ter medo de tudo, passei a viver a vida com mais intensidade, deixei de ser usada pelos outros, e passei a usar as pessoas para proveito próprio, só eu sei o que um rosto bonito e um corpo perfeito podem fazer...


Passamos um natal reunidos com muita comida e bebida " a bebida que falo era refrigerante" pois minha família, como todo bom cristão, não bebia bebidas alcoólicas, aquele tinha sido um bom natal, e já que estava de férias, fiquei também para comemorar a passagem de ano, na casa da minha mãe, ali só moravam ela e minha irmã caçula, a mais velha já tinha se mudado também para Uberlândia, e havia quartos de sobra naquela velha casa. Eu queria de todas as formas, resgatar novamente o amor de minha mãe por mim, por isso passava a maior parte do tempo, dentro de casa, ajudando com os trabalhos domésticos o máximo possível, já que minha mãe trabalhava com a fabricação e venda de polpa de frutas, e aquilo lhe tomava muito do seu tempo.


Acho que vocês notaram que momento algum eu falo do meu pai, isto porque eu nunca tive certeza se aquele homem a quem acostumei chamar de pai, era realmente meu pai biológico, pois minha mãe, em sua juventude, havia tido muitos e muitos homens diferentes em sua vida, o que sei é que eu mais minha irmã caçula, somos filha de seu segundo casamento; apesar da grande quantidade de homens em sua vida,  ela teve que criar quase que sozinha seus filhos; ela era uma mulher de estatura média-baixa, com cabelos compridos geralmente enrolados sobre a cabeça em forma de "coque", e com uns quilinhos acima do peso, nós nunca tivemos o hábito de andar nua ou estar desnuda perto uma da outra, por isso eu nunca vi minha mãe pelada e imagina-la tendo relação sexual com alguém, era inimaginável. Mas o inimaginável sempre acontece... Não me lembro bem que dia da semana era, mas lembro-me que era um final de tarde, e minha irmã caçula tinha o hábito de passar a noite na casa da minha tia juntamente com nossa prima da sua idade, sempre naquele dia da semana, eu resolvi que também iria para a casa da minha tia, peguei apenas uma blusa e seguimos caminhando, eu e minha irmã rumo a casa da minha tia, minha mãe ficara sozinha em casa fazendo seu trabalho na preparação de sucos e polpas, e acredito que estava satisfeita por mim ter saído de casa e de perto dela, já que notei que minha presença ainda incomodava e desagradava minha mãe.


Minha tia era uma mulher muito simples mais muito gentil, foi logo me dando um abraço de boas vindas e me pedindo para entrar, sua casa estava repleta de gente, seus filhos e netos estavam reunidos para também passar a passagem de ano juntamente com ela, comprimentei meus primos, tio e demais parentes, e logo percebi que não seria possível passar a noite por ali, já que a casa estava lotada de pessoas que iriam dormir espalhadas por todos os cómodos daquela pequena casa, mas tudo bem, não me importava de retornar para casa da minha mãe, afinal, a cidade era pequena e muito calma, e a casa da minha mãe ficava apenas a alguns quarteirões de distância, uma média de 1,5 km. Já passava das 22:00 horas quando eu me levantei do sofá para ir embora, minha tia até que insistiu para que eu ficasse, mas não, eu preferi ir embora, meu tio também se prontificou a me acompanhar pois já era tarde, mas eu não deixei, falei que não tinha problema, a cidade era calma e a rua ainda tinha um movimento considerado de pessoas transitando de um lado para outro.


Calmamente segui ruma a casa da minha mãe, lembrando do passado e das loucuras que tinha feito até ali, reconhecendo os velhos casarões e os mesmos vizinhos, olhares e cabeças voltavam toda hora em minha direção, assobios e elogios eram dirigidos a todo momento para minha pessoa por pessoas estranhas que passavam de carro ao meu lado, era como se meu corpo já estivesse predestinado a ser cobiçado e usofruido por muitos e por estranhos, já estava chegando em casa quando notei que havia um carro estacionado bem em frente a casa da minha mãe, pensei que poderia ser algum amigo da família ou cliente da minha mãe, mas ao me aproximar, percebi que as luzes estavam apagadas e a porta da frente trancada, peguei a chave da porta que minha irmã havia me emprestado e entrei silenciosamente em direção ao meu quarto, quando derrepente passo a ouvir sussuros e gemidos vindos do quarto da minha mãe, assustada, caminho vagarosamente em direção ao seu quarto e pela fresta da porta entreaberta, vejo um rapaz muito jovem, com não mais de 30 anos, transando com minha mãe. Meu primeiro impulso foi, sair imediatamente dali, e caminhar silenciosamente até a porta e voltar para casa da minha tia, mas o que eu iria dizer? pensei então em entrar para meu quarto e fingir que não havia ouvido nada, mas minha mãe com certeza iria desconfiar, o jeito era eu encarar aquela situação com naturalidade e da maneira menos constrangedora possível. Sorrateiramente fiquei olhando minha mãe deitada na cama completamente nua, com um homem com metade da sua idade, sobre ela, chupando e mordendo seus seios, enquanto sua mão massageava vigorosamente sua vagina coberta de grandes pêlos pubianos, ela segurava forte aquele jovem pelos cabelos enquanto permanecia com suas pernas abertas, ao mesmo tempo em que dava suspiros profundos e pequenos gemidos de prazer, aquele moço masturbava cada vez mais forte e mais rápido a vagina da minha mãe, introduzindo seus dedos de forma vigorosa e sem nenhuma dó, e com o tempo, ele foi introduzindo mais dedos e cada vez mais profundo, e os gemidos tornavam-se cada vez mais alto e evidente, sinalizando daquela forma, um principio de grande dor, notei que aquele homem estava com todos os seus dedos dentro daquela buceta peluda, e forçava cada vez mais forte, porém em rítimo mais lento, com a firme intenção de alojar toda sua mão dentro daquela "racha", minha mãe escancarava o máximo possível suas pernas, deixando sua buceta bem a mostra, quando derrepente, com um pequeno grito e um arqueamento súbito de seu corpo, minha mãe teve a buceta completamente tomada pelas mãos daquele homem, seus dentes rangiam a medida que aquele jovem forçava seu braço para frente e para trás, em movimentos lentos e miúdos, tocando fundo a vagina arregaçada da minha mãe, apesar de conhecer desde cedo a promiscuidade e a perversão, aquilo me chocava e muito, primeiro porque quem estava naquele quarto, era minha própria mãe, um modelo de santidade e pureza; segundo, jamais tinha presenciado uma mulher daquela idade tendo relações sexuais com um homem com a metade de sua idade, e terceiro, a depravação de ter a buceta invadida completamente por uma mão inteira, era algo marcante. Neste momento, o jovem vagarosamente começa a retirar sua mão de dentro daquela racha, é possível ver, o quanto as paredes de sua buceta estão distendidas e muito avermelhadas, e derrepente de uma só vez, como se estivesse expelindo para fora, a mão daquele homem sai de dentro daquele buraco, extremamente enlarguecido e avantajado, imediatamente ele começa a lamber os lábios vaginais e introduzir sua língua dentro daquela buceta, ao mesmo tempo que ouço minha mãe esbravejar palavrões com aquele jovem, dizendo que ele havia regaçado sua buceta e que agora ele devia cuidar e muito bem dela... Jamais imaginei ouvir ou presenciar tamanha atrocidade sexual, aquilo despertou em mim um sentimento de descrença e raiva, passei a acreditar que todo o mundo era podre e imoral, o ódio que eu sentia não era pelo que tinha acabado de presenciar, mas pela hipocrisia de uma prostituta velha e arregaçada, que "pousava de santa" e que na verdade era uma sodomita, pervertida que mantinha relações sexuais extremamentes indecentes e profanas com um rapaz que poderia ser seu filho devido a pouca idade.



Hoje tenho consciência dos meus atos e erros, mas não posso levar a culpa sozinha por tudo que já aconteceu comigo, afinal de contas, em meu caminho havia uma puta, pra ser sincera, sempre houve uma puta em meu caminho.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A VIDA QUE EU LEVO, MOSTRA A PUTA QUE SOU.

Certa vez, ainda muito jovem, conheci uma garota que assim como eu, tinha sonhos e fantasias quanto ao futuro, quanto a namorados, escola, casamento... Nos freqüêntavamos a mesma igreja, porém adorávamos um Deus diferente; ela acreditava e tinha fé em um Deus único e verdadeiro; eu acreditava no homem e no poder que emana do seu corpo; ela retida em sua santidade, orava e pedia bênçãos para sua vida e seu futuro, enquanto eu; ajoelhava nos fundos da igreja e "chupava" a todos aqueles que me desejavam; ela venerava sua virgindade e preservava a pureza de espírito e a não violação do seu corpo; eu trazia as marcas da adulteração e da promiscuidade em todos os poros da minha carne e a certeza do sexo fácil em meus olhos; ela rogava perdão divino todos os dias de sua vida; enquanto eu implorava por satisfação, clamando por prazer todas as noites...
 
 
O tempo passou, eu saí da igreja e nos distanciamos até a total separação, eu mudei, meus sonhos e fantasias ficaram para trás, meus objetivos não são mais aqueles da minha juventude, e a nossa amizade permanecia apenas em minhas lembranças...   Até o dia em que eu a reencontrei inesperadamente, no Hospital de Clínicas de Uberlândia; ela era aluna residente do corpo médico, e eu interna na ala de M.I. (moléstia infecciosa). Senti um misto de surpresa, vergonha e inveja; na hora meu rosto ficou corado e minhas mãos suavam frio devido o desconforto que a presença daquela pessoa me proporcionava, tentei disfarçar minha presença, virando meu rosto para o lado e fingindo não tê-la reconhecido, mas a pompa e a altivez que aquela figura impunha naquele quarto, me causava raiva e rancor, inveja pura e simples, desdenho e amargura... Com aquele ar seguro e a certeza de ter vencido na vida e atingido seus objetivos, aquela criatura se aproximou de mim com um sorriso desdenhoso e me chamou a atenção, me comprimentando e certificando-se de que nós nos conhecíamos e de que éramos grandes amigas no passado.
 
 
Disfarcei naquele momento, fingindo surpresa e alegria em tê-la reencontrado, mas notei que por trás daquele sorriso fingido e desdenhoso, havia uma pessoa incomodada, receosa e com nojo de abraçar-me, ou comprimentar pegando minha mão, e quem sabe, até mesmo em respirar o mesmo ar pestilento que eu exalava. Com a mesma apatia, comprimentei-a e perguntei como ela estava? Com uma resposta positiva, ela também perguntou pela minha saúde e como eu estava passando? Não tão bem como você, respondi.
 
 
Após uma consulta rápida e informal, ela se retirou do quarto, com uma alegria estampada no rosto, muito maior e mais evidente do que quando entrara, pelo fato, quem sabe, de ter reencontrado sua ex-amiga em uma situação humilhante, depreciativa e vergonhosa por ter contraído um mal que só as putas, mais rameiras e vagabundas, destituídas de qualquer pudor e conhecimento intelectual podem sofrer e contrair, comprovando definitivamente a vida vadia que eu levo e a rapariga que sou.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

RASGARAM MEU ÚTERO E EU RASGUEI VOCÊ.

Muitos momentos marcantes que fizeram parte da minha vida, já foram aqui postadas, porém existem algumas histórias que ainda não foram publicadas, devido ao seu conteúdo extremamente chocante e impróprio, cuja a perversão sexual, os atos libidinosos e a degeneração sádica das relações sexuais, degradam não só a minha pessoa, mas toda a natureza humana como a conhecemos.



Um momento ímpar da minha vida, aconteceu quando eu ainda estava grávida do meu filho; devia estar com oito meses de gestação, pois minha barriga estava enorme e meus seios completamente inchados cuja as aureolas que circulam os bicos as vezes doíam muito, mas apesar de barriguda, eu estava linda, eu me sentia linda e as vezes, em raros momentos, feliz... Apesar de estar faltando apenas um mês para o parto, eu tinha desejos sexuais muito mais apurados e a flor da pele, do que anteriormente, tinha dia que eu estava louca para transar, chegava a bater siririca umas três vezes ao dia, tamanho era meu tesão, e já que estava morando com o "pai" do meu "filho", deixei de trepar com os amigos da faculdade e com os garotos das baladas, tive então que me contentar com que tinha em mãos, as vezes, aquele homem com quem morava dava conta do recado, mas na grande maioria do tempo, eu tinha que me satisfazer sozinha. Esta situação perdurou até o dia em que tive uma discussão com meu "marido", e falei que ele era o homem mais frouxo que eu havia conhecido, e que meus dedos davam mais no coro que seu pequeno pau...



Acho que aquelas palavras foram fortes demais, acho que não deveria ter sido tão injusta com ele, até porque aquilo não era totalmente verdade, já que, foi ele quem decidiu cuidar de mim e de nosso "filho", mesmo sabendo quem eu era, ele nunca pensou em me abandonar e o sexo com ele, antes de engravidar, era extremamente prazeroso e repleto de fantasias e fetiches. Mas acredito que com minha gravidez e com os resultados de sangue terrivelmente devastador, meu homem nunca mais havia sido o mesmo, ele era triste e a cada dia que passava, eu via em seus olhos o horror e o medo em sua alma, e isto o estava matando, e eu apesar de chorar constantemente, era forte e jamais me entregaria ao desespero e a depressão sem antes lutar... por todos estes motivos, acredito que tinha sido extremamente egoísta e perversa com meu "marido", e aquelas palavras só o fizerão ficar mais triste e deprimido. Decidi então reverter aquele quadro, e brindar meu homem, com um final de semana inesquecivel...



Naquele fim de semana, havia planejado ficar em casa e não sair para casa dos amigos ou da minha irmã, tomei um longo e demorado banho, e vesti uma roupa extremamente sensual, composta de uma cinta-liga e um fio-dental de cor preta e um soutien também preto com uma fina borda vermelha. deixei no quarto, dentro do criado, uma surpresa para meu marido, era um enorme vibrador de borracha, o "consolo" devia ter mais ou menos uns 27 centímetros era preto e muito grosso, havia pegado emprestado de uma amiga, e queria que meu homem me sodomizasse por completo naquela noite... Já passava das 18;00 horas quando meu marido chegou do trabalho, ele retirou seu sapato e seguiu rumo ao banheiro como de costume, e ao retirar sua roupa para tomar banho, fui logo abordando meu homem por trás e procurando sua boca para beija-lo, ele estava visivelmente surpreso, pois já havia muito tempo que ele não me via de lingerie, e há tempos eu não o abordava tão bonita e disposta a trepar com ele; ao mesmo tempo que beijava sua boca, minhas mãos tocava seu cacete numa lenta e gostosa massagem, punhetando aquele membro que apesar de endurecer com facilidade, não era muito grande e nem muito grosso, acho que era de tamanho normal para um homem, ao perceber que ele me queria naquele momento, disse bem baixinho em seu ouvido: seja ligeiro neste seu banho, pois eu estarei te aguardando em nossa cama com uma surpresa... dei as costas e fui saindo de mansinho do banheiro, enquanto meu homem toma seu banho mais do que depressa.



Estava deitada sobre a cama, quando meu homem apareceu com sua toalha enrolada sobre a cintura e visivelmente atordoado e surpreso pelo fato de eu estar querendo transar com ele, pela primeira vez desde que fiquei grávida e soube dos resultados de sangue. Eu estava deitada com minhas costas apoiadas na cabeceira da cama, e com minhas pernas completamente abertas, mostrando minha minúscula calcinha de renda preta, estava sedenta para trepar com aquele homem, talvez pelo fato de estar com minha consciência pesada ou quem sabe aquela era minha maneira de pedir desculpas, a única certeza que eu tinha, era que eu estava louca para sentir todos meus buracos sendo preenchidos por cacetes, quer sejam de verdade ou de borracha... Minha "xana" estava húmida de tesão, não via a hora de ter um membro dentro de mim, para que eu pudesse esquecer dos problemas que me assolavam; Neste momento, meu homem desenrola a toalha de sua cintura e sobe de joelhos sobre a cama, vindo em minha direção com sua vara dura e levantada para cima, aproxima-se bem devagar e coloca sua "jeba" no rumo da minha cara, imediatamente eu a coloco toda em minha garganta, abocanhando com vontade aquele mastro duro e começo a chupar vigorosamente aquele cacete como há tempos não fazia, seguro seu cacete com minha mão direita e vou massageando aquele mastro ao mesmo tempo que serpenteio minha língua sobre aquela cabeça vermelha e inchada, vou sorvendo com toda minha força aquele cacete ao mesmo tempo em que minha mão esquerda percorre a cintura e a bunda do meu homem, e toda vez que aproximo meus dedos do seu anús, percebo que o tesão do safado aumenta, passo então a massagear com a ponta do meu dedo indicador a portinha do seu cú peludo, dando pinceladas no seu anús, tirando e colocando meu dedinho em seu rabo... Enquanto isto, meu homem já esta com sua mão dentro da minha calcinha, massageando e colocando seus dedos dentro da minha "racha", rapidamente fico ensopada com a visão do meu homem ajoelhado na minha frente, tendo o cacete todo em minha boca e o cú esfolado pelos meus dedos, chego a delirar quando penso naquele dia, confesso que foi um dos melhores dias da minha vida. Meu homem começa a gemer forte de tesão, percebo que ele está no limite, pronto para gozar, retiro então seu cacete da minha boca e meu dedinho do seu cú, que a esta altura, estava todo enterrado em seu rabo; Imploro então, para que ele chupe minha "racha", que esta piscando de tesão, e ele prontamente desliza sobre a cama e vêem de encontro a minha "xaninha", com força e violência, ele desce minha calcinha, rasgando as ligas da cinta que estou usando, e imediatamente sinto sua língua invadir minha buceta, chupando e mordiscando minha carne, sugando e pincelando com sua língua, todo o meu interior; aquilo me levava as nuvens, e não aguentando mais de tesão, peço para ele me comer bem gostoso, e que queria que ele colocasse além do seu cacete dentro de mim, o consolo que eu havia colocado no criado ao lado da cama. Estendo meu braço direito para o lado e abro a gaveta do criado, pegando o grande, grosso e negro pénis de borracha e o coloco na boca, lubrificando com minha saliva todo aquele instrumento; Neste momento, meu homem me coloca de quatro, com minha barriga enorme voltada para o colchão e passa a lamber e a chupar meu cú, Deus sabe o quanto eu gosto de ter o cú chupado, comido e arregaçado, e não deu outra, o vagabundo estava com seu cacete duro feito aço, e sem dó nenhuma, enfiou de uma só vez, seu membro em minha buceta, senti seu cacete se alojar no fundo da minha "racha" e logo em seguida ele iniciou um gostoso vai-e-vem dentro de mim, colocando e tirando sua "jeba" em minha buceta, ao mesmo tempo, a safado pegou o "consolo" e começou a enfia-lo em meu rabo, nossa como doía, eu pedi para que ele fosse carinhoso e que colocasse devagarinho, e quanto mais eu pedia, mais o safado me maltratava e forçava sem dó aquela jeba preta dentro de mim, quando dei por mim, estava com o cú completamente preenchido por aquele consolo de borracha, e a buceta tomada pelo caralho daquele homem, eu gritava de prazer, e quanto mais eu xingava o safado, mais violento o covarde se tornava, enfiando com brutalidade aquele colosso em meu anús, ele inseria com rapidez e força aquele cajado em meu cú, até não caber mais, depois retirava deixando apenas a cabeça do consolo dentro de mim, ao mesmo tempo, sua vara com movimentos lentos, invadia minha "xana"; O cacete do meu homem, perto do consolo de borracha, era mínimo, porém sua estrutura dura e viril, arrombava minha buceta me proporcionando um orgasmo duplo, primeiro porque seu cacete massageava fundo minha bucetinha segundo estava tendo o cú completamente esfolado por um vibrador imenso, há tempos não gozava daquele jeito, meu corpo tremia todo tamanho o orgasmo que estava tendo, minha racha piscava e pulsava forte expelindo líquidos vaginais. Pedi para que meu homem retirasse o consolo do meu cú, e bem devagar ele foi puxando para fora até a saída completa daquele mastro negro do meu rego, meu anús estava em brasas, queimava e ardia de tanto ser violentado por aquela estrutura negra e grossa, neste instante, ele retirou também seu cacete de dentro da minha buceta e me colocou deitada novamente com a barriga para cima sobre a cama; peguei o mastro de borracha e aproximei do rosto do meu marido e pedi para ele chupar o cacete e sentir o gosto do meu cú, notei que ele recuou e num primeiro momento ele não quis tocar no vibrador, mas minha persistência foi maior e quando dei por mim, o safado estava mamando e limpando todo o consolo que estava enterrado em meu rabo, e no meio daquela depravação, pedi para que meu marido enfiasse aquele consolo todo em minha buceta, mas que eu queria também sentir o gosto do seu cuzinho, foi então que eu pedi para que ele se deitasse na cama e ficasse com as pernas abertas, enquanto eu ficava agachada sobre ele, com minha buceta no rumo do seu rosto; ele prontamente obedeceu, e bem devagar introduzia aquele colosso negro em minha buceta, ao mesmo tempo que dava pinceladas em meu cú com sua língua, sentia ele forçando passagem com sua língua para o interior do meu rabo, sugando e lambendo as paredes arregaçadas e feridas do meu anús; eu mais do que depressa, enfiei meu dedo indicador da mão esquerda dentro do seu rabo, ao mesmo tempo que minha mão direita punhetava seu cacete, quanto mais ele forçava aquele colosso negro em minha "racha", mais fundo e forte eu enfiava meu dedo, até que resolvi colocar dois dedos em seu cú, foi quando ele deu uma gemida forte e profunda, acabava de descobri que meu marido adorava um "fio-terra", ele estava amando a ideia de ter o cú esfolado, passei a introduzir meus dedos cada vez mais forte e profundo... Ao mesmo tempo em que eu comia o cú do safado com meus dedos, ele enterrava aquela jeba de borracha todinha em minha buceta, eu estava toda ardida e pedia para ele ir com calma, pois tinha medo de que aquele instrumento pudesse machucar meu útero, e quanto mais eu pedia, mais profundo e forte o viado me invadia, enfiando de maneira brutal aquele instrumento em minha buceta, lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, o medo de que algo pudesse acontecer com o filho que eu estava esperando aumentaram ainda mais minha ansiedade e dor, pedi então para que ele retirasse aquele pau de borracha de dentro de mim, foi quando senti meu útero ser aberto por aquele colosso imenso... A dor foi tanta, que cheguei a "defecar" no rosto do meu homem, no exato momento em que ele estava chupando e lambendo meu cú, minha bolsa havia rompido, litros de água escorreram pela minha buceta, meus dedos que estavam enterrados no cú daquele viado, chegaram a contrair, ferindo e rasgando o intestino do infeliz, a dor era enorme, mal consegui me mover para sair de cima do meu marido, não tivemos nem mesmo tempo para tomar banho, vestimos uma roupa e corremos para o hospital de clínicas de Uberlândia, onde meu filho apesar de nascer prematuro, hoje leva uma vida normal e com saúde.
 
 
Jamais esquecerei o dia em que meu homem rasgou meu útero e eu em contra partida rasguei seu cú. Vocês que acreditam que carinho e compreensão é importante na hora da transa, eu concordo plenamente, mas uma trepada violenta, promiscua, suja, com muito sadismo e tesão, repleta de luxúria e depravação... É INESQUECIVEL.

domingo, 18 de setembro de 2011

UMA VADIA COMO AS OUTRAS.

Algumas pessoas acreditam que este blog é escrito por um VIADINHO e suas fantasias sexuais, outras acham que eu sou uma PUTA desde o dia em que nasci, mas ninguém acredita que sou uma garota como qualquer outra, com desejos e fantasias iguais a de toda mulher, a diferença é que eu resolvi satisfazer todos os meus desejos, me entregar a todos os meus devaneios, me abri a novas aventuras e descobrir os mais sórdidos e profanos desejos carnais. Isto não faz de mim o DEMÔNIO em pessoa, não sou uma prostituta em busca de algum trocado, não, pois a princípio, frequentei uma faculdade federal, tenho família e até um "filho". O que me torna diferente das outras garotas, é que eu não sou hipócrita ao ponto de dizer que sou santa; como muitas vadias fazem.




Não me arrependo das coisas que já fiz, só não queria que as consequências fossem tão duras, e deixassem marcas para sempre em minha vida, mas tudo bem, tem pessoas que viverão uma eternidade sem nunca experimentar a metade dos prazeres que já tive nesta curta vida, tem mulheres que jamais conhecerão o prazer de uma gostosa trepada, tem garotas que jamais saberão o que é "gozar" gostoso depois de ser penetrada, tem pessoas que passarão a vida inteira na ignorância de nunca ter sido comida por trás e ter chupado um cacete extremamente duro e grosso depois de um violento sexo anal.




Eu lamento por estas mulheres tristes e infelizes, que levam suas vidas recalcadas, fazendo apenas papai-e-mamãe, e tendo a certeza de que estão sendo traídas por seus maridos, e não tem a coragem de abocanhar o membro de seus esposos com vergonha de que eles façam mau juízo delas, e passam a vida sem saber o gosto de uma porra na boca, a satisfação de levar pau no cú, e o delírio de ser penetrada todas as noites por um membro diferente. A faculdade é repleta de putas baratas, que dão em qualquer lugar e para qualquer um quando estão chapadas, e são exatamente estas vadias que apontam seus dedos em minha direção e me acusam de meretriz.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

"HAPPY DAY" - Não é o mesmo que " DEI FELIZ".

Era noite de domingo, estava na praça Clarimundo Carneiro, em um orelhão ligando para meus amigos que ainda não haviam aparecido, este dia estava sendo especial, era meu aniversário e havia passado a maior parte do dia com aquelas pessoas que tanto gosto, queria agora fechar o dia, o melhor, a noite com chave de ouro, esperava meus amigos para podermos ir para um barzinho aqui do centro da cidade e curtir as baladas, amigos e homens que a madrugada poderia me proporcionar.


Estava sedenta para extravasar toda minha alegria e felicidade, não é sempre que as coisas vão bem em minha vida, mas aquele dia era meu, era especial, não porque era meu meu aniversário, mas porque eu estava apaixonada e feliz, qual mulher nunca se sentiu completa, extremamente feliz e apaixonada por estar namorado o homem que tanto ama? eu me sentia assim.



Mas a demora dos meus amigos começou a me incomodar, e já passava das 20:00 horas, e não tinha nenhuma noticia dos meus amigos ou do meu namorado, por isso resolvi ligar para eles, mas não estava conseguindo entrar em contato com nenhum deles, resolvi então me sentar na praça e aguardar mais um pouco, a praça estava vazia, poucas pessoas estavão por ali, algumas no ponto de ônibus e outras próxima de um barzinho, atual "Sibipiruna".



Estava usando uma longa saia indiana, e por baixo uma minúscula calcinha de cor clara, meus seios esticavam o fino tecido que contornavam minha pele, esculpindo um lindo perfil de todo meu corpo, meus cabelos "escovados" estavam acima do ombro, bem no inicio do pescoço, eu fico muito bem de cabelos channel, e para finalizar, usava uma sandália linda feita artesanalmente.



Enquanto aguardava meus amigos no banco da praça, notei que haviam dois rapazes "lindos" conversando próximo de mim, do lado do "sibipiruna" ambos com um copo de cerveja, notei que eles não tiravam os olhos de mim, aquilo elevava meu ego nas alturas, um era moreno, alto cabelos curtos e corpo extremamente atlético, o outro era branco, cabelos cacheados e negros, parecia ser um pouco mais magro que seu amigo, porem tinha o rosto de um Deus, com um queixo extremamente sexy.



Procurei não ficar olhando para os rapazes, para evitar qualquer constrangimento, porém derrepente, eis que se aproxima aquele homem moreno de corpo escupildo por mãos divinas na minha frente, ele se aproxima e se apresenta dizendo se chamar "Alberto" e pergunta se eu gostaria de beber alguma coisa e se gostaria de fazer companhia a ele e seu amigo, para comemorar seu aniversário? fiquei surpresa e fui logo dizendo que hoje também era meu aniversário... ele com um ar de interrogação pergunta se eu estou brincando... Pego minha bolsa, abro minha carteira e mostro minha identidade; Pasmado, ele olha para trás e chama seu amigo, e imediatamente mostra minha identidade para o outro homem que se aproxima e diz: veja só a data de nascimento dela... Seu amigo logo diz: Nossa, mais que coincidência, vocês dois fazem aniversário na mesma data! Começamos então uma gostosa conversa naquela praça, Alberto me apresentou seu amigo, que disse se chamar "Roberto" e que ambos eram estudantes de Direito, e que estavam aguardando dar 22:00 horas para irem a um lugar especial pois Roberto havia preparado uma surpresa para Alberto.



Eu disse que estava preocupada, pois meus amigos haviam combinado de me encontrar naquela praça as 20:00 e já havia passado mais de 1 hora e eu não estava conseguindo falar com eles, disserão então para eu não me preocupar pois a qualquer momento eles poderiam pintar por ali, me proporam então para que eu fizesse companhia a eles lá no barzinho, pois já estava tarde e era perigoso ficar sentada sozinha na praça... agradeci e gentilmente recusei o convite, mas não poderia sair dali sem saber o que estava acontecendo com meus amigos. Roberto então disse: bom se você não quer fazer companhia para gente, você se importa que façamos companhia a você, só até seus amigos chegarem? Claro que não, respondi, foi então que Alberto perguntou o que eu queria beber pois ele iria trazer bebidas, respondi que não queria nada, mais ele insistentemente foi dando as costas e dizendo que traria cerveja para todos, enquanto isto permaneci sentada na praça conversando com o Roberto.



Conversa vai, conversa vêm e dentro de alguns minutos Alberto chega com três garrafas long-neck e distribui entre mim e o Roberto, nossa conversa estava interessantísima, não entendia, mais eles pareciam me conhecer tão bem, era como se já fossemos amigos a séculos, e por um breve momento me esqueci dos meus amigos que não chegavam... Comecei então a me sentir estranha, meu corpo estava muito leve e meus olhos começavam a pesar, como se eu estivesse precisando me deitar para apoiar minha cabeça em algum lugar, foi quando desconfiei de que alguma coisa estava errada, pois eu era acostumada a beber e beber muito, e aquilo jamais havia acontecido antes, um medo súbito apoderou-se de mim, pois imaginei que aquela bebida pudesse conter alguma droga... foi então que rapidamente tentei me levantar daquele banco, e com a mesma velocidade em que me levantei, tornei a cair novamente, minhas pernas já não obedeciam mais, não conseguia nem mesmo gritar, era como se estivesse tão cansada a ponto de não conseguir equilibrar meu corpo, só me lembro de ver os dois homens me apoiando e segurando meus braços, e então fechei os olhos...




Abri meus olhos e vi imediatamente ao meu lado, aqueles dois homens que havia conhecido na praça me olhando, assim que me viram abrir os olhos, eles foram logo me perguntando se eu estava bem, pois eu havia desmaiado e caído no chão, olhei para os lados e notei que estava em um quarto enorme, deitada sobre uma cama; comecei a chorar e a perguntar onde eu estava... os rapazes foram logo pedindo calma, pois estava tudo bem, como eu havia passado mal eles resolveram me trazer para a casa de um deles, e que já passava das 22;00 horas e que aquele era o momento de dar a surpresa do Alberto... Nesta hora, o Roberto com a ajuda do Alberto começou a subir minha saia até tira-la pela minha cabeça, eu não entendia nada, pois apesar de estar com olhos abertos, eu não conseguia me mover, era como se todo meu corpo estivesse "dormente" eu via tudo, mas não sentia nada; lembro-me de ter visto o Roberto se aproximar por baixo da cama e começar a descer minha calcinha, e imediatamente colocar sua boca no meio das minhas pernas e começar a chupar minha "lindinha", enquanto isso, Alberto chupava meus seios enquanto tirava toda sua roupa, derrepente ele desce a calça e tira para fora uma "pica" enorme, era bem escura e grossa, e segurando forte minha cabeça com uma de suas mãos, aproxima aquele membro do meu rosto e me faz coloca-lo na boca, eu escancarava toda a minha boca para que aquele membro emperdigado pudesse se alojar em minha garganta, lágrimas escorrem sem parar dos meus olhos; enquanto chupo aquele colosso de cacete, Roberto violenta minha vagina com sua língua e dedos, ele chupa meu grelo com violência enquanto enfia seus dedos dentro de mim, me masturbando; Roberto agora retira sua boca da minha "xana" e desce sua calça, ao ver o tamanho do seu cacete, quase me engasgo com a pica do Alberto em minha boca, Roberto tem um cacete imenso e branco, e cheio de veias calibrosas espalhadas pelo corpo do seu cacete, parecendo muito o "cajado" que um dia meu lindo irmão me desvirginou...



Com aquele cacete duro e longo, Roberto o coloca no rumo da minha xoxota e me penetra de forma covarde e brutal, violentando minha racha com estocadas profundas e vigorosas; ele fica vários e vários minutos com seu cacete dentro de mim, colocando e tirando sua vara de dentro de mim, não, sinto dor alguma, apenas um desconforto quando sua pica toca meu útero; neste momento Alberto tira seu membro de dentro da minha boca e muda de posição com Roberto, agora é ele que enfia sua "rola" lubrificada em minha vagina, e de uma só vez, enfia toda sua pica dentro de mim, enquanto Roberto se aproxima com aquela "pica" que acabara de me violentar e a coloca em minha boca, só agora sinto o gosto forte de sangue, que provavelmente seja da minha própria buceta.



Estou sendo estuprada por dois desconhecidos em um quarto qualquer, não consigo me mexer, é como se todos meus músculos não obedecessem as minhas vontades, apesar do medo e da violação do meu corpo imposta por aqueles homens, eu tinha ciência que estava sendo violentada por dois lindos homens e melhor ainda, donos de enormes cajados, que me proporcionavam um sentimento dúbio de amor e ódio; a rola do Roberto esta totalmente enfiada em minha boca, aquele gosto de sangue, era apenas o vestígio do que aqueles cacetes haviam feito com minha buceta, apesar de não sentir dor, sabia que minha vagina estava sendo castigada violentamente por maravilhosas picas; Alberto com sua pica escura e grossa, permanece a me dar estocadas vigorosas e profundas, neste momento, ele pede para o Roberto tirar o cacete de minha garganta, e me coloca por cima, sentada em sua rola, me fazendo subir e descer sobre aquela rola escura, grande e grossa; Roberto como não é bobo, se posiciona atrás de mim, e sinto um calafrio percorrer minha nuca, no momento em que ele segura seu cacete extremamente emperdigado e aos poucos vai enfiando dentro do meu cú ... Não estava sentindo dor até aquele momento, mais acho que o efeito do remédio estava passando, e começo a sentir aquele pedaço calibroso de músculo, invadir meu ânus vagarosamente, aquela cabeçorra enorme começa a entrar dentro do meu cú me esfolando toda, enquanto Alberto continua com sua pica dentro da minha buceta, impondo movimentos cadenciados e profundos em minha xota, no mesmo instante em que Roberto invade todo meu rabo com sua rola, e inicia um vai-e-vem gostoso em meu cú, sinto sua rola num entra e sai frenético, massageando meu ânus com seu cacete de veias calibrosas, com movimentos rápidos e também profundos, Roberto me leva a loucura... estou sendo vitima de uma orgia regada a chupada e a dupla penetração, já havia transado com dois homens ao mesmo tempo antes, mas confesso que nunca tive o privilegio de ser serviciada por membros tão grandes e grossos. Meu ânus estava ardendo, quando Roberto retira sua rola de dentro de mim, e mais uma vez me obriga a colocar aquele cajado enorme em minha boca, abocanho aquele membro de uma só vez, e chupo aquele mastro com vontade; neste momento, Alberto retira seu cacete da minha buceta e o coloca em meu rabo, e me faz assentar até o caule, meu ânus engole aquele membro de uma só vez, e passo a mexer meu quadril em um sobe-e-desce gostoso, aproveitando cada centímetro daquela rola.


 
Neste momento, Roberto segura forte meus cabelos, forçando seu cajado o mais fundo possível dentro da minha garganta, é quando sinto jatos de sêmem invadirem minha boca e tocarem fundo minha garganta, sua porra vai aos poucos enchendo toda minha boca e sem medo, vou engolindo todo aquele "leitinho", como se estivasse morrendo de sede... mal havia acabado de beber toda a porra do Roberto, quando o Alberto retira seu cacete do meu cú e se coloca sobre mim, com seu cajado todo lambuzado, e o coloca em minha boca, despejando mais e mais porra em minha garganta, chupo aquela pica até a última gota de porra; estou agora com a mandíbula doendo de tanto escancará-la para poder alojar dois membros emperdigados dentro dela, mais estou satisfeita com a grande quantidade de porra que fui capaz de beber, e de ter aguentado dois lindos homens me comendo ao mesmo tempo... Estou sendo vítima de um estupro por dois desconhecidos, mas ao mesmo tempo, não me considero abusada nem violentada, pois hora nenhuma, aqueles homens foram violentos, não me bateram e nem sequer me xingaram, apenas usaram e abusaram do meu corpo, em busca de uma satisfação sexual que foi por mim também compartilhada.


 
Nesta hora, Roberto e Alberto se aproximam de mim, cada um em um lado da cama e me dão um beijo no rosto, e com um sorriso estranho, me desejam um feliz aniversário e perguntam se eu gostei do presente que meu namorado havia preparado para mim... Imaginem o quanto fiquei perplexa diante da notícia de que tudo aquilo havia sido planejado pelo meu namorado, não acreditava que o filho de uma puta havia contratado dois garotos de programa para usarem e abusarem do corpo de sua namorada.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO!

Desde muito cedo aprendi a conseguir as coisas do modo mais fácil, bastava apenas abri minhas pernas e pronto, conseguia tudo o que queria, de forma rápida e sem burocracia, até o dia em que resolvi brincar com fogo, e saí dilacerada; neste dia então eu percebi que: "quem com ferro fere, com ferro será ferido" .


Tinha aproximadamente 16 ou 17 anos, e trabalhava em uma loja de ferragens em uma das principais avenidas do centro da cidade; eu era vendedora e meu patrão, um homem de idade já avançada, devia ter mais ou menos 55 anos era casado e tinha filhos mais velhos do que eu; e não perdia a oportunidade de me passar a mão ou me passar uma cantada quando estávamos a sós, vivia me fazendo propostas indecentes e me oferecendo coisas em troca da minha buceta; ele era um homem realmente muito nojento, vivia me encochando com sua barriga enorme e seu pinto pequeno.


Eu sempre me recusei a transar com ele, até porque era um homem casado cujo filho trabalhava no escritório juntamente conosco, até o dia em que resolvi curtir com a cara do coroa e ver se podia arrancar alguma coisa daquele velho safado... passei então a me insinuar, vestir saias curtas e calças cada vez mais apertadas, deixava meu corpo sempre em evidência e com aquela carinha de garota sapeca, ficava sorrindo ao ser tocada e apalpada por aquele velho sem vergonha...


Nesta época, eu morava de aluguel em uma "tapera" de três cómodos e um banheiro no fundo de uma casa juntamente com minha irmã mais velha. estava realmente passando por um momento dificíl, já que o proprietário havia pedido a casa e eu e minha irmã teríamos que nos mudar com uma certa urgência, e para isto eu precisava de dinheiro, por este motivo estava disposta a fazer qualquer coisa para conseguir este dinheiro, até mesmo dar a bunda para meu patrão.


Resolvi que iria dar o golpe do baú no coroa, iria me oferecer para ele e depois chantagea-lo com a esposa, passei então a executar meu plano; certo dia ao ser acariciada pelo meu patrão em seu escritório, falei que estava com vontade de ir para uma fazenda em minhas férias, pois estava precisando esquecer os problemas... o velho prontamente respondeu que tinha uma chácara na beira do lago, e se eu quisesse, nós poderíamos passar um fim de semana inteiro lá; adorei a ídéia, mas como forma de pressionar o coroa, perguntei para ele o que sua esposa iria achar... ele com ar de malandro disse que ela e nem ninguém precisava ficar sabendo, e que iríamos só nos dois... Eu já sabia o que iria rolar naquela chacara, por isso fui logo perguntando: O que eu ganho com isto, afinal de contas se alguém desconfiar eu poderia até perder o emprego... o velho babão como não era bobo, foi logo respondendo: Se você for boazinha comigo, e prometer cuidar de mim neste fim de semana, eu dou um jeito de resolver todos aqueles problemas que você esta passando e ainda te ajudo a pagar um cursinho pré vestibular no final do ano.


Agora sim, estava satisfeita e louca para chegar o final de semana para poder trepar com meu patrão e arrancar um bom dinheiro do safado; na sexta-feira a noite, já estava de mochila pronta e aguardando o velho em minha casa, quando ouço a buzina da sua caminhonete tocar, entrei e seguimos rumo a BR 050 sentido Araguari, e já na rodovia, o desgraçado me apalpava toda, acariciando minhas cochas e dizendo uma porção de bobagens do que iria fazer comigo, e o que queria que eu fizesse com ele. Ao chegarmos na fazenda, apesar da noite escura e fria, notei que era um lugar muito lindo, cujo rio Araguari passava bem no fundo de uma pequena casa muito bem montada. Nos acomodamos e logo ele perguntou se eu queria comer alguma coisa? e safada como sou, fui logo respondendo que sim, mais queria algo grande, comprido e grosso... Lembro como se fosse hoje, o sorriso largo que aquele velho, filho de uma puta estampou em sua cara, ele foi logo colocando suas mãos por dentro da minha camiseta e apalpando meus peitos de maneira forte e violenta; o safado estava mesmo com tesão pois tirou rapidamente minha camiseta e passou a dar chupadas fortes em meus seios, e quando dei por mim, estava apenas de calcinha sendo penetrada por dedos grossos enquanto desabotoava sua calça...


Gostaria de deixar registrado aqui, que seu pau apesar de muito duro, era pequeno, e aquela barriga enorme juntamente com toda aquela banha me davam nojo, hoje vejo, que para uma mulher trepar com um gordo, ele tem que ter muito dinheiro, pois o sacrifício não vale a pena.


... Seus dedos estavam por dentro da minha calcinha, massageando e explorando minha racha, enquanto sua língua procurava se alojar no fundo da minha boca; eu como não sou santa, já fui logo abrindo sua calça, e massageando sua "pica", nossa como era pequeno, eu estava acostumada a ser brutalizada por cacetes enormes... mas o que eu não faço por dinheiro? fui então me abaixando até colocar seu pau em minha boca, abocanhei por inteiro aquela pica, mamei como se fosse a maior chupeta que já havia entrado em minha boca, pediu para que eu me deitasse no pequeno tapete que estava na sala, arrastamos a mesinha de centro e fui logo me abrindo, oferecendo minha bucetinha ao desgraçado, que imediatamente caiu de boca e passou a chupar e enfiar toda sua língua dentro do meu buraquinho, depois de me dar um banho de língua, meu patrão deitou-se sobre o tapete e me colocou sobre ele, introduzi aquela pequena pica dentro de mim e comecei a cavalgar bem devagar, evitando assim que seu cacete saísse de dentro de mim; subia e descia sobre aquela barriga enorme, fingindo estar delirando de tesão, e a cada cavalgava, meu patrão ficava com mais tesão e passava a falar palavrão e a me xingar de tudo quanto era nome; comecei a perceber que ele começava a parecer eufórico, pois me fazia sentar cada vez mais forte em sua pica e a apertar com muita intensidade meus seios e bunda, ele começou então a dar palmadas em minha bunda e a me obrigar a ficar olhando para ele, enquanto ele falava palavrão e me xingava de tudo quanto era nome, com sua mão espalmada, ele segurava forte minha cintura, fazendo eu me assentar e levantar sobre seu cacete, muito rápido e forte, até o momento que eu pedi calma para ele, pois aquilo estava me machucando, foi quando ele tirou suas mãos da minha anca e segurou forte meu queixo, me golpeando com um forte tapa em meu rosto, enquanto esbravejava um monte de palavrões e adjetivos que não merecem ser ditos aqui; fiquei muito assustada, pois não esperava aquilo, meu primeiro impulso foi tentar sair de cima daquele velho, foi quando ele segurou mais forte ainda meu rosto pelo queixo e me fez deitar sobre o tapete; usando de estrema força, ele se posicionou sobre mim, e passou a se movimentar com extrema força, enfiando seu cacete em minha bucetinha e me machucando com seu corpo pesado, nervosa e com lágrimas nos olhos, falei para sair de cima de mim, e quanto mais eu pedia, mais violento e sádico o velho se tornava, não compreêndia o porquê do meu patrão me tratar daquela forma, afinal de contas eu estava dando gostoso para ele; neste momento meu patrão começou a me dar fortes tapas no rosto e a gospir em minha cara, me chamando de piranha vagabunda, e que ele não era besta de ficar bancando puta barata, e que hoje ele iria me ensinar a nunca mais ficar me insinuando para homem casado... assustada e com muito medo, continuei a ser penetrada vigorosamente, meu corpo já estava todo dolorido e marcado com vergões dos tapas, mordidas e apertos que meu patrão desferia sobre mim, foi quando notei que no quarto ao lado, cuja luz estava apagada, havia alguém na espreita nos observando. clamei então por socorro, na esperança de obter ajuda, foi quando ouvi uma voz feminina calmamente perguntar: é esta a vagabundinha que estava a fim de te dar o cú para arrancar seu dinheiro? é esta mesmo, respondeu meu patrão, foi quando no meio da penumbra do quarto sai a esposa do meu patrão, trazendo em uma das mãos uma barra de ferro cilíndrico de mais ou menos 40 cm de tamanho com um diâmetro aparentemente da grossura de dois cabos de vassouras unidas; e ao se aproximar de mim, ela disse, vamos então dar a ela o que ela tanto quer...  Segura a safada que agora é minha vez de lhe ensinar como dar em cima do esposo de outra mulher...


Meu patrão colocou meus braços ao lado do meu corpo e me abraçou forte, prendendo assim minhas mãos, rolou e deitou-se novamente sobre o tapete, me deixando sobre ele, completamente exposta, com minha bunda para cima enquanto seu cacete ficava alojado em minha racha, eu chorava muito, mas não conseguia me mover, pedia pelo amor de Deus para me soltar, queria ir embora, foi quando senti a esposa do meu patrão se aproximar e começar a introduzir aquela barra de aço em meu ânus, nossa como ardia, ela começou a enfiar sem dó aquele ferro em mim, e pude sentir meu ânus ser rasgado e dilacerado por aquela barra de ferro, e com penetrações cada vez mais profundas pude sentir o frio daquele aço atingir o fundo do meu intestino, meu patrão abria cada vez mais minhas nádegas para facilitar que meu rabo fosse arrombado pela sua esposa, e ela sem nenhuma dó, enfiava violentamente aquele instrumento em meu rego, ela devia ter colocado mais da metade daquele ferro em mim, foi quando senti que aos poucos ela passou a retirar aquele instrumento de dentro do meu cú, e foi quando ele finalmente saiu, que percebi o estrago que ele havia feito, pois senti meu patrão sorrir e festejar muito quando colocou quatro dedos de uma mão e quatro dedos da outra mão dentro do meu cú e abri-lo, sentia que a entrada do ânus estava toda ferida, mas uma dor maior ainda vinha do fundo do meu intestino, ouvi então a esposa do meu patrão falar que iria colocar aquela barra de ferro toda suja em minha buceta, ele rapidamente retirou sua pica da minha buceta que imediatamente foi invadida por aquele aço extremamente grosso, aquela mulher estava me violentando com extrema crueldade, pois a violência com que ela me penetrava, abria feridas por onde aquele ferro passava, e sem demonstrar nenhuma compaixão, ela introduziu aquele ferro até não caber mais, sentia meu útero ser castigado por aquele aço, minha vagina estava inflamada e inchada devido a violência, e meu patrão permanecia me apertando e segurando forte para que eu não me movesse, até o momento em que sua esposa enfiou quase todo aquele aço dentro de mim e disse: agora sim, esta safada teve o que tanto queria, esta toda arregaçada e detonada, largue esta vagabunda e vamos embora para casa...

Meu patrão me jogou para o lado e ao se levantar, posicionou-se sobre mim e escarrou em minha cara e disse que se eu quisesse ir embora, eu mesma teria que retirar aquele instrumento de dentro de mim; não conseguia me mexer, minha vagina estava muito inflamada, eu não tinha forças para puxar para fora aquele aço da minha buceta, e a cada tentativa, uma dor imensa percorria minha vagina e entranhas, era como se minha buceta estivesse trancada, ela havia inchado muito e agora estava prendendo aquele instrumento de ferro dentro de mim, com dificuldade consegui me colocar agachada e desesperada, puxei de uma só vez aquele ferro de dentro de mim, que saiu todo lambuzado de sangue, minha buceta estava muito inchada e ferida, a dor tomava conta de todo meu corpo e eu não conseguia ficar de pé.

Meu patrão se aproximou de mim, me pegou pelo pescoço e me forçou ficar de pé, me jogou sobre o sofá, enquanto sua esposa pacientemente aguardava na porta, mandou que eu me vestisse e que a partir de segunda-feira eu poderia passar na loja para acertar com ele, pois estava sendo demitida, e que ele não cumpriria o que havia me prometido pois não gostava de ser enganado, e que chantagista deveria era morrer...

E é isto... Fui detonada pelo meu patrão, pois perdi meu emprego, fiquei sem dinheiro, tive a maior infecção de urina em minha vida e fui internada por causa de um rompimento intestinal.