segunda-feira, 5 de setembro de 2011

QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO!

Desde muito cedo aprendi a conseguir as coisas do modo mais fácil, bastava apenas abri minhas pernas e pronto, conseguia tudo o que queria, de forma rápida e sem burocracia, até o dia em que resolvi brincar com fogo, e saí dilacerada; neste dia então eu percebi que: "quem com ferro fere, com ferro será ferido" .


Tinha aproximadamente 16 ou 17 anos, e trabalhava em uma loja de ferragens em uma das principais avenidas do centro da cidade; eu era vendedora e meu patrão, um homem de idade já avançada, devia ter mais ou menos 55 anos era casado e tinha filhos mais velhos do que eu; e não perdia a oportunidade de me passar a mão ou me passar uma cantada quando estávamos a sós, vivia me fazendo propostas indecentes e me oferecendo coisas em troca da minha buceta; ele era um homem realmente muito nojento, vivia me encochando com sua barriga enorme e seu pinto pequeno.


Eu sempre me recusei a transar com ele, até porque era um homem casado cujo filho trabalhava no escritório juntamente conosco, até o dia em que resolvi curtir com a cara do coroa e ver se podia arrancar alguma coisa daquele velho safado... passei então a me insinuar, vestir saias curtas e calças cada vez mais apertadas, deixava meu corpo sempre em evidência e com aquela carinha de garota sapeca, ficava sorrindo ao ser tocada e apalpada por aquele velho sem vergonha...


Nesta época, eu morava de aluguel em uma "tapera" de três cómodos e um banheiro no fundo de uma casa juntamente com minha irmã mais velha. estava realmente passando por um momento dificíl, já que o proprietário havia pedido a casa e eu e minha irmã teríamos que nos mudar com uma certa urgência, e para isto eu precisava de dinheiro, por este motivo estava disposta a fazer qualquer coisa para conseguir este dinheiro, até mesmo dar a bunda para meu patrão.


Resolvi que iria dar o golpe do baú no coroa, iria me oferecer para ele e depois chantagea-lo com a esposa, passei então a executar meu plano; certo dia ao ser acariciada pelo meu patrão em seu escritório, falei que estava com vontade de ir para uma fazenda em minhas férias, pois estava precisando esquecer os problemas... o velho prontamente respondeu que tinha uma chácara na beira do lago, e se eu quisesse, nós poderíamos passar um fim de semana inteiro lá; adorei a ídéia, mas como forma de pressionar o coroa, perguntei para ele o que sua esposa iria achar... ele com ar de malandro disse que ela e nem ninguém precisava ficar sabendo, e que iríamos só nos dois... Eu já sabia o que iria rolar naquela chacara, por isso fui logo perguntando: O que eu ganho com isto, afinal de contas se alguém desconfiar eu poderia até perder o emprego... o velho babão como não era bobo, foi logo respondendo: Se você for boazinha comigo, e prometer cuidar de mim neste fim de semana, eu dou um jeito de resolver todos aqueles problemas que você esta passando e ainda te ajudo a pagar um cursinho pré vestibular no final do ano.


Agora sim, estava satisfeita e louca para chegar o final de semana para poder trepar com meu patrão e arrancar um bom dinheiro do safado; na sexta-feira a noite, já estava de mochila pronta e aguardando o velho em minha casa, quando ouço a buzina da sua caminhonete tocar, entrei e seguimos rumo a BR 050 sentido Araguari, e já na rodovia, o desgraçado me apalpava toda, acariciando minhas cochas e dizendo uma porção de bobagens do que iria fazer comigo, e o que queria que eu fizesse com ele. Ao chegarmos na fazenda, apesar da noite escura e fria, notei que era um lugar muito lindo, cujo rio Araguari passava bem no fundo de uma pequena casa muito bem montada. Nos acomodamos e logo ele perguntou se eu queria comer alguma coisa? e safada como sou, fui logo respondendo que sim, mais queria algo grande, comprido e grosso... Lembro como se fosse hoje, o sorriso largo que aquele velho, filho de uma puta estampou em sua cara, ele foi logo colocando suas mãos por dentro da minha camiseta e apalpando meus peitos de maneira forte e violenta; o safado estava mesmo com tesão pois tirou rapidamente minha camiseta e passou a dar chupadas fortes em meus seios, e quando dei por mim, estava apenas de calcinha sendo penetrada por dedos grossos enquanto desabotoava sua calça...


Gostaria de deixar registrado aqui, que seu pau apesar de muito duro, era pequeno, e aquela barriga enorme juntamente com toda aquela banha me davam nojo, hoje vejo, que para uma mulher trepar com um gordo, ele tem que ter muito dinheiro, pois o sacrifício não vale a pena.


... Seus dedos estavam por dentro da minha calcinha, massageando e explorando minha racha, enquanto sua língua procurava se alojar no fundo da minha boca; eu como não sou santa, já fui logo abrindo sua calça, e massageando sua "pica", nossa como era pequeno, eu estava acostumada a ser brutalizada por cacetes enormes... mas o que eu não faço por dinheiro? fui então me abaixando até colocar seu pau em minha boca, abocanhei por inteiro aquela pica, mamei como se fosse a maior chupeta que já havia entrado em minha boca, pediu para que eu me deitasse no pequeno tapete que estava na sala, arrastamos a mesinha de centro e fui logo me abrindo, oferecendo minha bucetinha ao desgraçado, que imediatamente caiu de boca e passou a chupar e enfiar toda sua língua dentro do meu buraquinho, depois de me dar um banho de língua, meu patrão deitou-se sobre o tapete e me colocou sobre ele, introduzi aquela pequena pica dentro de mim e comecei a cavalgar bem devagar, evitando assim que seu cacete saísse de dentro de mim; subia e descia sobre aquela barriga enorme, fingindo estar delirando de tesão, e a cada cavalgava, meu patrão ficava com mais tesão e passava a falar palavrão e a me xingar de tudo quanto era nome; comecei a perceber que ele começava a parecer eufórico, pois me fazia sentar cada vez mais forte em sua pica e a apertar com muita intensidade meus seios e bunda, ele começou então a dar palmadas em minha bunda e a me obrigar a ficar olhando para ele, enquanto ele falava palavrão e me xingava de tudo quanto era nome, com sua mão espalmada, ele segurava forte minha cintura, fazendo eu me assentar e levantar sobre seu cacete, muito rápido e forte, até o momento que eu pedi calma para ele, pois aquilo estava me machucando, foi quando ele tirou suas mãos da minha anca e segurou forte meu queixo, me golpeando com um forte tapa em meu rosto, enquanto esbravejava um monte de palavrões e adjetivos que não merecem ser ditos aqui; fiquei muito assustada, pois não esperava aquilo, meu primeiro impulso foi tentar sair de cima daquele velho, foi quando ele segurou mais forte ainda meu rosto pelo queixo e me fez deitar sobre o tapete; usando de estrema força, ele se posicionou sobre mim, e passou a se movimentar com extrema força, enfiando seu cacete em minha bucetinha e me machucando com seu corpo pesado, nervosa e com lágrimas nos olhos, falei para sair de cima de mim, e quanto mais eu pedia, mais violento e sádico o velho se tornava, não compreêndia o porquê do meu patrão me tratar daquela forma, afinal de contas eu estava dando gostoso para ele; neste momento meu patrão começou a me dar fortes tapas no rosto e a gospir em minha cara, me chamando de piranha vagabunda, e que ele não era besta de ficar bancando puta barata, e que hoje ele iria me ensinar a nunca mais ficar me insinuando para homem casado... assustada e com muito medo, continuei a ser penetrada vigorosamente, meu corpo já estava todo dolorido e marcado com vergões dos tapas, mordidas e apertos que meu patrão desferia sobre mim, foi quando notei que no quarto ao lado, cuja luz estava apagada, havia alguém na espreita nos observando. clamei então por socorro, na esperança de obter ajuda, foi quando ouvi uma voz feminina calmamente perguntar: é esta a vagabundinha que estava a fim de te dar o cú para arrancar seu dinheiro? é esta mesmo, respondeu meu patrão, foi quando no meio da penumbra do quarto sai a esposa do meu patrão, trazendo em uma das mãos uma barra de ferro cilíndrico de mais ou menos 40 cm de tamanho com um diâmetro aparentemente da grossura de dois cabos de vassouras unidas; e ao se aproximar de mim, ela disse, vamos então dar a ela o que ela tanto quer...  Segura a safada que agora é minha vez de lhe ensinar como dar em cima do esposo de outra mulher...


Meu patrão colocou meus braços ao lado do meu corpo e me abraçou forte, prendendo assim minhas mãos, rolou e deitou-se novamente sobre o tapete, me deixando sobre ele, completamente exposta, com minha bunda para cima enquanto seu cacete ficava alojado em minha racha, eu chorava muito, mas não conseguia me mover, pedia pelo amor de Deus para me soltar, queria ir embora, foi quando senti a esposa do meu patrão se aproximar e começar a introduzir aquela barra de aço em meu ânus, nossa como ardia, ela começou a enfiar sem dó aquele ferro em mim, e pude sentir meu ânus ser rasgado e dilacerado por aquela barra de ferro, e com penetrações cada vez mais profundas pude sentir o frio daquele aço atingir o fundo do meu intestino, meu patrão abria cada vez mais minhas nádegas para facilitar que meu rabo fosse arrombado pela sua esposa, e ela sem nenhuma dó, enfiava violentamente aquele instrumento em meu rego, ela devia ter colocado mais da metade daquele ferro em mim, foi quando senti que aos poucos ela passou a retirar aquele instrumento de dentro do meu cú, e foi quando ele finalmente saiu, que percebi o estrago que ele havia feito, pois senti meu patrão sorrir e festejar muito quando colocou quatro dedos de uma mão e quatro dedos da outra mão dentro do meu cú e abri-lo, sentia que a entrada do ânus estava toda ferida, mas uma dor maior ainda vinha do fundo do meu intestino, ouvi então a esposa do meu patrão falar que iria colocar aquela barra de ferro toda suja em minha buceta, ele rapidamente retirou sua pica da minha buceta que imediatamente foi invadida por aquele aço extremamente grosso, aquela mulher estava me violentando com extrema crueldade, pois a violência com que ela me penetrava, abria feridas por onde aquele ferro passava, e sem demonstrar nenhuma compaixão, ela introduziu aquele ferro até não caber mais, sentia meu útero ser castigado por aquele aço, minha vagina estava inflamada e inchada devido a violência, e meu patrão permanecia me apertando e segurando forte para que eu não me movesse, até o momento em que sua esposa enfiou quase todo aquele aço dentro de mim e disse: agora sim, esta safada teve o que tanto queria, esta toda arregaçada e detonada, largue esta vagabunda e vamos embora para casa...

Meu patrão me jogou para o lado e ao se levantar, posicionou-se sobre mim e escarrou em minha cara e disse que se eu quisesse ir embora, eu mesma teria que retirar aquele instrumento de dentro de mim; não conseguia me mexer, minha vagina estava muito inflamada, eu não tinha forças para puxar para fora aquele aço da minha buceta, e a cada tentativa, uma dor imensa percorria minha vagina e entranhas, era como se minha buceta estivesse trancada, ela havia inchado muito e agora estava prendendo aquele instrumento de ferro dentro de mim, com dificuldade consegui me colocar agachada e desesperada, puxei de uma só vez aquele ferro de dentro de mim, que saiu todo lambuzado de sangue, minha buceta estava muito inchada e ferida, a dor tomava conta de todo meu corpo e eu não conseguia ficar de pé.

Meu patrão se aproximou de mim, me pegou pelo pescoço e me forçou ficar de pé, me jogou sobre o sofá, enquanto sua esposa pacientemente aguardava na porta, mandou que eu me vestisse e que a partir de segunda-feira eu poderia passar na loja para acertar com ele, pois estava sendo demitida, e que ele não cumpriria o que havia me prometido pois não gostava de ser enganado, e que chantagista deveria era morrer...

E é isto... Fui detonada pelo meu patrão, pois perdi meu emprego, fiquei sem dinheiro, tive a maior infecção de urina em minha vida e fui internada por causa de um rompimento intestinal.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O DOCE SABOR DO AMARGO FEL.

Maconha, hummmm aquele cigarrinho de maconha é tão bom, me deixa leve, feliz, me faz esquecer dos problemas e me possibilita continuar a viver; porém quando o vício chega ao ponto de consumir toda a realidade e você passa a viver uma fantasia, uma mentira, é porque você já está no fundo do poço, com a cara na lama, dependente química e viciada. E é neste ponto em que eu estava algum tempo atrás, não tinha dinheiro para sustentar o vício, por isso dava a bunda e a buceta em troca de algumas gramas deste "doce remédio", e o pior de tudo é que pode ser encontrado em qualquer lugar, em qualquer esquina, eu conseguia o meu na faculdade; em frente ao bloco das artes, no campos Santa Mónica, bem no fundo do bloco da Geografia, há uma imensa árvore, uma mangueira para ser mais especifica, e era ali que eu juntamente com meus amigos e colegas, gostamos de fumar um gostoso baseado, sem sermos incomodado por ninguém, e foi ali que conheci um carinha que fazia parte de uma banda de música alternativa, ele era muito lindo e comunicativo, gostava de sair para festas e baladas, era um amante da noite, e assim como eu, discutia política, sociedade e entretenimento, com uma desenvoltura e um conhecimento de quem tem não só entendimento do assunto, mas sim, vivência, experiência. E a partir daquele dia, passamos a nos conhecer melhor, a gostarmos da presença um do outro, e a sair para todos os cantos desta maldita cidade, até que, certo dia quando estava na aula, meu celular tocou, era ele perguntando se eu estava afim de beber alguma coisa em sua casa, até aquele momento, não havia trepado com ele, tinha rolado apenas alguns beijos, não queria que ele desconfiasse do quanto sou vagabunda e puta, por isso, dei uma de difícil, queria ser valorizada por ele, queria que ele gostasse realmente de mim... Topei seu convite na mesma hora, fiquei super feliz ao ponto de não ver a hora da aula acabar logo, para ele me pegar na saída da faculdade. Já passava das 22:00 hs, quando meu lindo homem aparece em sua moto, estava com um sorriso diferente no rosto, notei um certo ar de malícia em seus olhos, soube naquele momento o que iria rolar naquela madrugada, e que a noite seria curta para o que iríamos fazer, só não imaginava, que ele havia descoberto que eu era puta, que eu dava para todos e qualquer um em troca de um cigarro de maconha, que seus amigos já haviam me traçado.


Me aproximei de sua moto e elogiei, dizendo que adorava viajar de moto, coloquei o capacete e seguimos rumo a sua casa, ele havia dito que hoje não iria ter ensaio da banda, e que seus amigos iriam para um barzinho qualquer, ele queria ficar em casa, mas não sozinho; aquilo me deixou louca de tesão, pois sabia que iria trepar a noite inteira.

Sua casa ficava em um bairro afastado do centro da cidade, era um condomínio fechado de classe média, entramos e ele logo me perguntou o que eu iria beber, dirigiu-se para a cozinha, enquanto eu aguardava na sala, estávamos sozinhos na casa, e a minha vontade de chupar aquele homem era irresistível, mas queria deixar ele tomar iniciativa, odiaria que ele descobrisse a puta que existe dentro de mim, queria ser mais que sua amiga, mais que uma simples transa, queria ser sua mulher... Derrepente ele aparece com uma garrafa de vinho tinto, uma garrafa de champaign e uma de cerveja, e me pergunta por onde iríamos começar? eu logo respondo: nossa, acho que você quer mesmo me ver bêbada, talvez esteja com segundas intenções... ele se aproxima e responde: honestamente eu só tenho uma intenção em relação a você, e garanto que é a melhor possível... e com aquele sorriso sacana, se aproximou dos meus lábios e beijou-me suavemente, sem nem mesmo ficar corado, enfiou suas mãos por baixo da minha blusa e tocou meus seios, apertando deliciosamente meus bicos, que a esta altura já estavam duros e eretos; encheu nossas taça com vinho e foi logo me oferecendo um "baseado", ascendeu um enorme cigarro que já estava preparado e deu uma longa tragada, e logo depois colocou seu cigarro em minha boca, e eu viciada como uma cadela, dei uma tragada profunda, pude sentir aquele calor percorrer todo meu corpo, me deixando cada vez mais leve e embriagada; em meio a toda aquela fumaça e aroma de erva, não havia percebido que aquele homem já havia desabotoado sua calça e estava com sua pirosca toda para fora, se masturbando enquanto me beijava, achei estranho pois ele nunca havia agido daquela forma comigo, aos poucos guiou minha mão direita ao encontro do seu cacete, me fazendo masturba-lo; foi quando retirei apressadamente minhas mãos daquela "jeba" e perguntei o que estava acontecendo? porque ele estava agindo daquela forma comigo? neste momento ele abriu os olhos espantado e sem nenhuma palavra levantou-se do sofá posicionando-se na minha frente e sem nenhuma explicação desferiu-me um murro no meio do rosto, senti arder muito forte o local do golpe, mas não era dor, era mais vergonha e incompreensão, não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, quando dei por mim, estava deitada no sofá, com a impressão de estar com o lado direito do rosto todo inchado, comecei a chorar e tentei me levantar, foi quando tomei outro murro no mesmo local, era muito forte, e meu olho direito parecia não querer abrir, pois ardia muito, nesta hora ele começou a descer minha calça, e arrancar minha calcinha, ao mesmo tempo em que retirava minha blusa me deixando completamente nua e machucada naquele sofá de couro, deitou-se sobre mim, arreganhou minhas pernas para os lados e começou a golpear minha buceta com aquela manjuba dura, e a cada penetrada ele abafava meu choro colocando sua mão direita sobre minha boca me fazendo ficar em silêncio, juro que não sentia nenhuma sensação de dor ou prazer em relação a penetração, só não entendia porque estava sendo violentada, ainda mais pelo homem que eu tanto gostava, e a dor no meu rosto ficava cada vez mais intensa, e a impressão que tinha era de que meus rosto estava deformado devido ao inchaço; e não se preocupando com que estava acontecendo, ele continuava a trepar violentamente comigo, abrindo e levantando minhas pernas, para que ele pudesse colocar cada vez mais forte e profundo seu cacete dentro de mim, e sem nenhuma explicação começou a me xingar de tudo quanto era nome, dizendo que cadela, vagabunda e safada merecia tomar pau no cú sem dó, e que iria me arregaçar pois putinha nenhuma iria fazê-lo de trouxa, e piranha ele come o rabo e joga a cabeça fora... Comecei a compreender que ele havia descoberto a verdade, e que estava furioso por saber que eu era uma puta barata, mas hora nenhuma eu havia brincado com seus sentimentos, até porque éramos apenas amigos, só sei que ele não precisava fazer aquilo, logo eu que estava gostando tanto dele, eu não merecia... neste momento ele retira sua mão da minha boca e se aproxima, me segura forte pelo cabelo e escarra dentro da minha boca desferindo logo em seguida mais um tapa em meu rosto, continuo chorando e me debatendo muito porém agora, ele olha fixamente para mim e diz: por quê você me enganou? não me contou que era puta? por quê não me falou que já havia trepado com todos meus amigos? por quê me fez gostar cada vez mais de você?...  Naquele momento entendi que ele se sentia traído por estar apaixonado por uma puta, ele não aceitava o fato de eu já ter trepado com todos seus amigos, menos com ele; nesta hora ele retira seu pau de dentro da minha buceta e me coloca de quatro no sofá, e sem dizer nada enfia novamente seu cacete em minha racha, enquanto enfia seus dois dedos polegares dentro do meu cú, ele abre minha bundinha e coloca cada vez mais profundo seus dedos dentro do meu interior, tira e coloca cada vez mais fundo, enquanto isso, sua vara vai dando estocadas fortes dentro da minha xana, machucando meu útero e ferindo as paredes da minha vagina, derrepente ele tira os polegares de dentro do meu cú e me faz chupar seus dedos sujos; eu já não me importo mais e neste momento eu falo: É verdade, sou safada, vagabunda e piranha, e a única coisa que eu queria de você, é que gostasse de mim da mesma forma que gosto de você, por isso omite a verdade e mereço ser castigada, mas não se faça de vítima porque se não fosse assim, jamais comeria uma buceta tão gostosa como a minha, aproveite pois esta noite eu sou toda sua... acho que estas palavras encherão aquele homem de tesão, pois nesta hora ele tira seu pau da minha buceta e coloca dentro do meu rabo, segurando seu cacete com a mão, ele coloca cada vez mais fundo sua vara dentro do meu cú, ele me esfola todinha, mas agora, sinto que ele não está com raiva ou violento, está é com tesão, pois a cada penetrada em meu rego, ele percorre meus seios e barriga com a outra mão, e com seus lábios beija e morde minhas costas , nuca e orelha; apesar do meu rosto esta ardendo muito, e um dos olhos estar muito inchado, começo a sentir um tesão descomunal, primeiro por saber que ele havia se apaixonado por mim, e que sua ira e revolta era porque estava gostando de uma puta, segundo, eu adoro ser penetrada por trás, sinto um tesão colossal em ter o intestino recheado por um cacete extremamente duro, entrando e saindo do meu cú, dilatando e rasgando minhas pregas; derrepente eu viro o rosto para traz e digo: me deixa assentar gostoso no seu cacete, vou colocar ele tudinho dentro de mim... e sem dizer uma única palavra, ele retira seu pau do meu rabo e se deita no sofá, esperando ser cavalgado por uma potranca, vagabunda e ensandecida; me agacho sobre seu corpo e lentamente vou descendo sobre aquela rola sedenta de cú, assento até seu cacete desaparecer dentro do meu rego, enfio ele todinho até desaparecer, logo depois, subo até retirar ele totalmente de dentro do meu cú, e continuo enfiando e retirando, descendo até o fundo e tirando ele completamente de dentro de mim, o tesão e o prazer que sinto em ter o ânus violado, me dá uma vontade louca de fazer coco, e mesmo sendo uma profissional do ramo, é muito difícil não lambuzar uma rola que está completamente dentro do nosso cú, invadindo e dilatando nosso intestino, e neste sobe e desce gostoso, vou me masturbando, passando meus dedos sobre meu grelo, e já não suportando mais de tesão, resolvo brindar o vagabundo, com o sexo mais depravado e nojento da sua vida, e agachada sobre seu corpo e com o seu talo todo dentro de mim, arreganho bem minhas pernas, deixando minha buceta bem aberta para que ele possa ver eu no auge do meu tesão urinar toda sobre ele; jatos fortes de urina saem em direção ao seu rosto e corpo, ele com sua boca aberta, começa a beber toda a urina que vai em sua direção, nossa que tesão que sinto só de pensar naquele momento... devo ter urinado litros de mijo, pois estávamos cobertos de urina e o sofá todo ensopado, e com a rola toda dentro do meu cú pude sentir aquele homem gozar e expelir porra por todo meu ânus, sentia os jatos de semêm tocar as paredes do meu intestino, enquanto seu cacete vibrava de tesão, lentamente fui subindo até quase seu pau sair de mim, então pedi para que ele olhasse eu tirar seu talo de dentro de mim, foi quando a cabeça inchada do seu cacete saiu do meu cú, juntamente com um caldo quente percorrendo as paredes do meu cú e escorrendo sobre seu pau e corpo; peguei aquele cacete ainda duro em minhas mãos e comecei a leva-lo até a boca, onde chupei todo aquele caldo que estava sobre aquele membro, chupava e guardava sobre a língua aquele líquido que havia saído do meu cú; me levantei e me dirigi até seu rosto e despejei de uma só vez, todo aquele caldo repleto de esperma, saliva e secreções anais dentro da sua boca e disse: este é o gosto do meu cú! gostou? o safado engoliu tudo e ainda meteu sua língua dentro da minha garganta em sinal de aprovação; com seu cacete já amolecido, ele disse que agora era minha vez de sentir o gosto de sua urina, levantou-se, deixou-me deitada no sofá e colocou aquele membro flácido todo dentro da minha boca e começou a mijar em mim, bebia todo aquele líquido, como se estivesse morta de sede, e aos poucos ele me dava um banho de chuva dourada, jorrando urina por todo meu rosto e corpo, derrepente ele segurou forte seu membro e apertou, fazendo com que interrompesse os fortes jatos de mijo que açoitavam meu rosto, fez com que eu abrisse minhas pernas e escancarasse minha buceta, e introduziu seu cacete em minha xoxota, e logo em seguida voltou a despejar aquele caldo dourado e morno dentro da minha racha, sentia aquele liquido quente percorrer as paredes da minha xota, e escorrer por toda minha perna, bunda e costa...

E nesta hora, a melhor parte da trepada aconteceu, foi quando ele se aproximou de mim, e me beijou de língua, pedindo perdão por ter me surrado, e que jamais havia amado uma pessoa, como estava me amando naquele momento, e se eu quisesse, eu poderia ser dele, só dele.

Hoje sou amaziada e tenho um filho com o filho da puta, que me fez sentir o doce sabor do amargo fel.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MINHA IRMÃ É UMA CADELA!

O que irei relatar agora, me deixou transtornada e ao mesmo tempo extasiada, pois nunca tinha visto uma pessoa ter relações sexuais com animais, ainda mais se esta pessoa fosse minha irmã caçula.


Antes de iniciar meu relato, farei algo que até agora nunca havia feito antes, pois em todos os relatos eu descrevo os lugares e as pessoas com o máximo de fidelidade possível, procurando não ocultar ou omitir qualquer caracteristica física ou psicológica dos personagens. Como pretendo agora preservar a identidade da minha maninha caçula, todas as caracteristicas físicas dela serão invertidas, para que os leitores jamais saibam quem é a protagonista deste epsodio bizarro. farei uma descrição exatamente inversa de suas qualidades e atributos físicos sinalizando com letras maiúsculas, todas as caracteristicas invertidas por mim, seja da personagem ou do contexto em geral, se você for realmente experto, saberá como ela é realmente e o quanto ela é linda.

Morávamos em um APARTAMENTO eu, minha irmã mais velha e a caçula, nosso cantinho era pequeno, mas era PRÓPRIO, e ficava bem de FRENTE aos demais APs.

Eu nunca tive uma intimidade muito grande com minha irmanzinha caçula, pois éramos muito diferente pensava eu, principalmente nossa personalidade... ela tinha os cabelos LISOS e NEGROS como a madrugada, é um pouco BAIXINHA, porém tem os seios ENORMES e o quadril LARGO, mas o que ela mais ODIAVA em seu corpo, era a FALTA de POPANÇA, era RETA como uma TÁBUA; isso fazia com que sua estima fosse muito BAIXA, contribuindo muito para sua TIMIDEZ e consequentemente FALTA de NAMORADO.

Como estava sempre SOZINHA, ela não SAÍA muito de casa, e como forma de camuflar sua solidão, resolveu ADOTAR um cachorrinho; era um PASTOR ALEMÃO que se chamava THÉO, estava sempre brincando e pulando pelo sofá, e aos poucos o THÉO foi crescendo e tornou-se um lindo e grande CÃO DE GUARDA.

Certa ocasião estava eu visitando minha mãe, em nossa cidadezinha natal, quando decidi voltar mais cedo para casa, antecedendo assim o dia da minha chegada. E a partir deste momento, quando abri a porta da minha casa silenciosamente, meu mundo nunca mais seria o mesmo, pois o que presenciei naquela tarde era algo novo e bizarro e que até hoje fantasia os meus mais loucos devaneios... Abri a porta e imediatamente, percebi que o Téo não estava na sala sobre o sofá, fechei a porta e coloquei a mala sobre o tapete em um canto da sala, e me dirigi para a cozinha, quando ouço um gemido muito baixo e abafado, vindo do quarto; meu corpo se congela dos pés a cabeça, imediatamente percebo que minha irmã caçula não está sozinha, achava que ela estava transando com alguém, pois ao me aproximar sorrateiramente da porta do quarto, pude ouvir mais claramente seus gemidos e gritos, denunciando assim um tesão e um prazer que só uma boa "foda" pode nos proporcionar; sei que não é certo espionar as pessoas pelo buraco da fechadura, mas minha curiosidade para saber com quem minha irmã estava trepando e se ela era recatada ou não na cama, sobrepujou minha índole, que alias eu não tenho nenhuma... Mas o que ví me deixou de cabelos em pé, minha irmã estava ajoelhada de quatro no tapete do quarto, com a bunda toda arrebitada para cima, enquanto o THÉO, nosso cachorro, estava sobre ela, com as patas dianteiras sobre seus ombros e costas, mandando a "manjuba" extremamente vermelha para dentro da racha rosada da minha maninha, ele dava estocadas rápidas e profundas dentro da sua buceta, cujo o "cacete" tinha uma cabeça pontuda e muito vermelha, e na parte posterior daquele cacete, havia uma espécie de bola ou nó muito grosso, com a espessura de um punho fechado... minha irmanzinha abafava seus gemidos e gritos, com o travesseiro em sua boca, enquanto seu cachorro penetrava sua racha cada vez mais forte e profundo, até que notei quando aquele nó extremamente grosso, entra para dentro da racha da minha irmã, arrancando gritos, gemidos e lágrimas de sua face, noto que um filete de sangue começa a escorrer pela sua perna, ao mesmo tempo em que o THÉO, começa a gozar jorrando litros de semem dentro da vagina ferida da minha irmazinha, aquele líquido transparente e viscoso escorre em abundância para fora da sua racha, fazendo uma poça de "porra" no tapete próximo de sua perna; como se estivesse com a intenção de retirar seu cacete de dentro da vulva arregaçada dela, o THÉO vira-se e fica atrelado rabo a rabo com minha irmã, sua respiração é profunda e acompanhada de muito tesão, e a cada tentativa de "desengatar" que o THÉO dava, minha irmã gemia feito uma cadela no cio, jamais tinha presenciado algo tão chocante em toda minha vida, eu estava tendo o prazer de ver a xana da minha irmã sendo penetrada por um cachorro cuja vara enorme estava toda enterrada até o caule, em sua buça inchada e extremamente inundada de porra canina... acredito que minha irmã não seja adepta convicta da zoofilia, mas em momentos de extrema solidão, nós temos que nos contentar com aquilo que esta em nossa volta, e nada mais justo, que dar um pouco de prazer, àquela criatura que está tão próxima da gente e que é considerado por muitos como o melhor amigo do homem, e vejo que é também o melhor amigo de nós mulheres...

Em um movimento mais brusco, o THÉO retira sua manjuba de dentro daquela buceta inchada, e mais uma vez, outro caldo de porra sai daquela racha, eu não imaginava que um cachorro pudesse expelir tanta porra daquele jeito, a buceta da minha maninha esta totalmente inchada, e exposta como uma couve-flor, o THÉO se aproxima daquela racha e começa a lamber de cima em baixo, os vestígios de semem que estão espalhados pela racha, coxa e bunda da minha irmã; ela ainda permanece de quatro como se estivesse se recuperando de algo extremamente dolorido, e a cada lambida no meio da xota, era como se a dor cedesse lugar ao prazer e ao alivio de ter sido violentada por tão grande e grosso membro canino. Quando penso em sair de trás da porta, imaginando que minha irmã já tinha terminado sua maratona sexual, ela começa a introduzir seus dedos no próprio ânus, tirando e colocando, enquanto seu cachorro lambe seus dedos e seu cuzinho, ela coloca inicialmente dois dedos inteiros dentro do cu, colocando até o fim e depois tirando para que o THÉO possa lambe-los, e com movimentos cada vez mais rápidos e profundos, ela começa novamente a respirar ofegante e forte, enquanto vai colocando três, quatro dedos dentro do seu cú, e com movimentos ritmados, ela introduz e retira seus dedos de dentro do rabo, e o cão parece adorar o gosto de seus dedos, pois a cada retirada de dentro do cú, ele prontamente lambe seus dedos lambuzados e sujos, que loucura, jamais imaginaria que minha irmã fosse tão safada e cadela daquele jeito, a ponto de se render a uma das maiores perversões sexuais que existe... e nesta hora ela retira os dedos do rego e tateia os pelos do cachorro procurando alcançar sua "jeba" já recolhida e escondida por aquela grossa e peluda pele que recobre os genitais dos cachorros, ela chama o THÉO para mais próximo dela e puxa o cacete do cachorro pára fora, forçando a pele para cima, e com a boca aberta, vai de encontra aquela vara vermelha, engolindo toda aquela manjuba, com movimentos lentos, ela passa a língua em torno daquela cabeça pontuda e que aos poucos vai engrossando e novamente aquele nó extremamente grosso vai aparecendo, e sem perder tempo, ela fica novamente embaixo do cão onde segura seu cajado com a mão direita, colocando aquele colosso na porta do seu cu, e lentamente ela vai introduzindo tentando proteger seu rabo, das estocadas violentas e rápidas que o THÉO proporciona, seus gemidos aumentam a cada estocada e sem conseguir segurar mais, ela fica com o rabo todo para cima enquanto segura forte o travesseiro sobre seu rosto, abafando seus gritos com as duas mãos, e aquele colosso com movimentos rápidos e viris, procura de toda maneira introduzir aquele nó enorme no rabo da minha irmã, já não aguentando mais de dor, ela procura se levantar na tentativa de retirar aquela pica enorme de dentro do rego, segura na cabeceira da cama e se coloca completamente de pé, fazendo com que a jeba do cão saia de dentro do seu cú, e não suportando mais a dor, se joga sobre a cama; o THÉO com seu focinho, procura de todas as maneiras, fazer com que minha irmã volte a ficar com a bunda para cima, na esperança de continuar a "traçar" aquele rego apertado, só parou depois de tomar uma ralhada e perceber que não havia mais chance de continuar seu lindo trabalho; minha irmã estava exausta, suas pernas tremiam muito, como se estivessem em constante convulsão, e para piorar, o lençol da cama estava todo sujo, pois ao jogar-se na cama, fezes que estavam em seu intestino, e haviam saído após a penetração anal, haviam lambuzado todo seu cú e suas pernas, ela imediatamente levantou-se e retirou o lençol do colchão;... Lentamente saí de trás da porta e comecei a caminhar para o lado da sala novamente, acho que o THÉO já sabia da minha presença, pois depois de terminar de foder o cú da minha irmã, ele não saiu da porta e ficava com seu focinho na fresta por baixo fungando forte, peguei minha mala novamente e voltei a abrir a porta, quando estava prestes a sair, a porta do quarto se abre e o THÉO corre em minha direção latindo forte, finjo que estou acabando de chegar, e noto quando minha irmã saí do quarto com um pano enrolado sobre as mãos, ela toma um susto ao me ver entrando e rapidamente me pergunta o que aconteceu para mim estar chegando antes da hora, menti dizendo uma bobagem qualquer, e que era para ter chegado mais cedo ainda e que só estava chegando agora - enfatizei - porque o ónibus havia quebrado próximo da rodoviária. Rapidamente minha irmã caminhou em direção ao tanque dizendo que tinha que lavar algumas roupas... e sem desconfiar de que eu havia presenciado o sexo mais pervertido e animalesco de toda minha vida, continuou seu trajeto rumo a lavanderia, enquanto eu me jogava sobre o sofá, tentando me recuperar da imagem e do fato de que minha irmã era uma verdadeira cadela.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O DIA EM QUE A PUTA PAGOU.

Era maio de 1998 em um final de tarde, quando dei entrada no Hospital de Clínicas da UFU, estava sentindo muita febre e uma dor abdominal intensa, seguida por calafrios que percorriam toda minha espinha vertebral; foi nesta época que descobri que estava GRAVIDA, meu mundo desabou sobre minha cabeça, não queria acreditar que isto estava acontecendo comigo, sabia que esta era a pior notícia que uma garota pode receber e que não havia nada pior nesta vida do que uma gravidez indesejada... Como estava enganada, hoje eu sei.

Como eu havia dito antes, toda ação gera uma consequência, eu havia trepado muito, usado e consumido vários tipos de drogas e entorpecentes, meu corpo havia sido penetrado e sodomizado por todo tipo de vagabundo, drogado e ladrão, e havia um em especial, com o qual eu estava me relacionando ultimamente, havia até me mudado para sua casa, parecíamos até uma família, por isso decidi dizer que o filho que eu esperava era dele, bem... podia ser mesmo dele, ou não, quem sabe?

Bem, como eu estava dizendo, a dor que eu sentia era tremenda, tive uma gravidez de risco, e logo no início, foram pedidos vários tipos de exame que fazem parte do pré-natal, e mais ou menos seis meses depois, logo no inicio de 1999, descobri algo que iria mudar minha vida...

Resultado... tive um filho, moro com o vagabundo que supostamente é seu pai, e hoje pago caro pela vida depravada, promiscua e pervertida que levava e ainda levo. Mas se engana quem pensa que estou só, que sou infeliz e me escondo por entre sombras e becos... não, eu fiz tudo que sempre quis, vivi a vida no limite, sou quem sou por opção e não me arrependo de nada, trepei e chupei muito, expriementei de quase tudo nesta miserável vida, conheci a noite e a beleza das madrugadas, tive as entranhas invadidas por imensos e desejosos membros, senti o prazer de ser penetrada por língua, dedos e mãos, me surpreendi com a dor descomunal de ser serviciada por três homens ao mesmo tempo, viajei por lugares lindos e fantásticos quando estava sobre os efeitos de narcóticos e baseados, violentei o corpo de virgens meninas e meninos, feri o coração de jovens amantes e apunhalei as costas dos fracos e oprimidos, bebi, cantei, fumei, aprendi e ensinei, e hoje, o que me resta? o que tenho para oferecer aqueles que estão ao meu lado? quem estará comigo quando eu me for? será que vou sofrer?...

Nossa, são tantas perguntas cuja as respostas eu não sei, ou sei e prefiro não acreditar... é mais fácil não pensar, mas tem momentos, principalmente aqueles em que estou sozinha, ou quando o vento invade meu quarto pela janela, ou aqueles em que entro sorrateiramente no quarto e fico olhando meu lindo "filho" dormir... algo estranho invade minha alma, e um vazio tremendo se apodera do meu corpo e mente, e vejo o quanto sou superficial, e o quanto minhas mãos estão vazias, então eu choro, não sei bem o porquê ou qual o motivo, as lágrimas apenas insistem em sair dos meus olhos.

E são estes momentos que me fazem refletir sobre passado, presente e futuro e deixam minha garganta seca, meu peito em ponto de explodir de tanta dor e revolta, e a única solução que me resta, é blasfemar contra o criador dos céus e terra, pela maldição que açoita dia após dia meu corpo, debilitando minha saúde precária e enrugando este corpo antes esbelto, hoje rodeado de feridas fétidas que saem pela pele e não se comparam com a febre intermitente que assolam meus ossos, a dor que se espalha pela coluna, cabeça e face provocada pela meningite, é superada apenas pelo infortúnio das constantes diarreias sanguinolentas, que aos poucos vão estirpando todas as minhas forças. E dessa forma vou levando dia após dia minha vida, curta e dilacerante vida, sem arrependimentos nem mágoas, apenas um ódio medonho cujo culpado não é ninguém mais ninguém menos, do que eu mesma, sodomita e repudiada; enganadora, mentirosa e lesada; blasfema, ordinária e desonesta; e o preço que tenho que pagar para ser quem sou, é muito alto, alto demais...

sábado, 16 de julho de 2011

SER PUTA OU NÃO SER... EIS A QUESTÃO?

É raro encontrarmos uma pessoa especial nesta vida, principalmente no meu caso, devido a vida degenerada e desregrada que sempre tive. Estava com 17 anos quando o destino sorriu para mim, uma única vez ele me deu a chance de me tornar uma pessoa melhor, ou quem sabe diferente; naquela época eu não dei importância, cheguei até mesmo a ridicularizar algumas pessoas que havia conhecido, dentre elas estava este jovem... ele não era bonito, nem mesmo promissor, o que diria então rico; coitado, era um pé rapado assim como eu, mas havia uma coisa que não posso negar, ele me amava de verdade, isso eu sei; acredito que ele se entristecia a cada nova descoberta do meu passado, porém nunca me julgou, nunca me desmereceu, nunca se sentiu superior a mim... só que eu, imersa em minha ignorância e saturada de tanta vaidade, desdenhei e tratei aquele que um dia me amou, como um cão, pois é isto que ele era para mim, um cachorro que vinha de cabeça baixa todas as vezes que eu ordenava, bastava para isso estalar os dedos e tudo de mal que eu havia feito ou dito para ele, parecia irrelevante, pois ele prontamente me desculpava e logo em seguida se sentia a pessoa mais feliz do mundo, só porque eu estava ali, ao seu lado, tratando-o como um qualquer, as vezes me escondendo para que ninguém me visse ao lado de tão insignificante e até desagradável presença, dependendo da ocasião; quantas vezes o humilhei abertamente, nem me lembro dos momentos em que tive vergonha de estar ao seu lado, era cómodo para mim ficar com ele quando estava só, mas se queria sair com algum gatinho ou mesmo com algum amigo, tornava-se imediatamente um estorvo, um empecilho.

Há quantas vezes o fiz chorar! quantas noites em claro impus aquela criatura! quantas vezes o trai! mas tudo bem, brincar com sentimentos de quem não gostamos não nos machuca, pensamos até que eles gostam de serem marionetes e brinquedos em nossas mãos, adoramos ter escravos, subordinados e fieis; amamos desprezar aqueles que verdadeiramente nos amam, a minha arrogância só não foi maior que o preço que vou pagar pelo resto da vida!

Os anos se passaram, e com eles os sonhos não concretizados, hoje não tenho mais escravos, nem mesmo uma pessoa capaz de me ver com aqueles olhos que um dia eu fui vista, ao contrario, me tornei escrava das desilusões, dos amores, das paixões, das drogas, da bebida, do sexo e da depravação, e principalmente da vida pois é ela quem dirá o quanto ainda devo permanecer aqui dentre vós, e o que me reserva daqui para frente!

Há se eu pudesse voltar os anos... Creio que faria tudo novamente, não mudaria um "i" na minha vida, ou vocês acham que eu ficaria com um otário, pé rapado e corno, só para não passar pelo que já passei? como eu disse, sou puta e vagabunda por opção, escolhi ser safada, piranha e drogada porque gosto, não me arrependo das milhares de vezes que fui fodida, penetrada, estuprada, violentada, arregaçada e abusada, pois em todas elas eu gozei e aceito com alegria o presente inesperado que a vida me deu.

Porra, quero que todos aqueles que um dia me amaram verdadeiramente vão para puta que pariu!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - FIM.

... Continuação.


... Ela havia então começado a chorar, seu corpinho tremia muito, acredito que ela estava morrendo de medo do que estava acontecendo, mas mesmo assim eu não conseguia parar, eu queria sentir mais e mais o corpo da minha linda menina, eu queria ter o gosto de sua pele, saliva e líquidos em minha boca, eu queria devorar minha sobrinha... forcei então sua perna para que ficasse aberta, enquanto falava para minha sobrinha, que a titia só queria dar uma olhadinha, e que não iria machuca-la, mas minhas palavras não faziam efeito, ela continuava a chorar baixinho, pedindo para que eu parasse; foi quando olhei para o meio de suas perninhas abertas e vislumbrei sua "xaninha" completamente fechadinha, com uma pelinha rosada fechando o canalzinho de sua bucetinha, ela tinha a pele muito branquinha e sem nenhum pelo, sua racha era completamente rosada e muito pequena, naquele momento eu me lembrei de como eu era e de como era ser pura e virginalmente inocente.



Com suas pernas ainda levantadas para o lado e completamente aberta, comecei a passar vagarosamente minha língua em sua bucetinha, lambia e chupava com delicadeza sua racha, enquanto falava para minha menina que não precisava mais chorar, pois não estava doendo, e que a titia não iria deixar ninguém machuca-la, e só iria sentir o gostinho de sua "pererequinha", continuei então a chupa-la cada vez com mais tesão e ternura, ao mesmo tempo forçava a pontinha da minha língua naquela pequena abertura por onde saía sua urina, tomando todo cuidado do mundo para não rasgar seu himem, e arrancar seu cabacinho; fui aos poucos diminuindo o rítimo até a completa exaustão, havia dado um banho de língua em minha pequena menina, tinha chupado sua buceta até ficar vermelhinha, seu gosto e perfume ficarão para sempre em meus pensamentos e na minha memoria, ao parar, olhei para minha sobrinha que também já havia parado de chorar e estava apenas com as marcas das lágrimas em seus olhos e rosto, e disse com um sorriso largo em meu rosto: Viu só, a titia falou que não ia machucar você, eu só estava vendo se você era igual a titia; fechei então suas perninhas e deitei meu corpo sobre o seu, e a abracei muito forte procurando sempre beijar sua boca e sentir sua pequena língua... virei na cama ficando do lado do seu corpo e com minhas mãos virei minha sobrinha de bruços, deixando ela deitada de barriga para baixo e costas virada para cima, levantei meu tronco e passei a alisar suas pernas, coxas e bundinha, era tão branquinha e magrinha, mas já podia notar o quanto seu traseiro era arrebitado, passei então a lamber e a dar pequenas mordidas em sua bundinha, enquanto enfiava minha língua por entre suas pernas, bunda e vulva, abri então suas perninhas e me posicionei no meio delas, e com as duas mãos levantei seu quadril a deixando de quatro para mim, nossa ela estava de joelhos sobre a cama e com sua racha e bundinha na altura da minha boca e olhos, esperando apenas ser invadida por minha língua e dedos, e foi isto que aconteceu, passei então a chupar e lamber sua vagina e bundinha, ao mesmo tempo em que meu dedo indicador ia aos poucos sendo introduzido dentro do seu apertado ânus, eu falava a todo momento para ela não se preocupar e não ter medo pois a titia não iria machuca-la, só queria dar o prazer e a alegria que ela havia proporcionado a titia... e a medida que chupava sua raxinha, meu dedo indicador entrava cada vez mais profundo em seu ânus, tirando pequenos gemidos da minha menina, vagarosamente eu introduzia meu dedo indicador em sua bundinha muito apertada, introduzia e deixava um pouquinho, depois voltava a forçar mais um pouquinho, até a completa inserção do meu dedo em seu pequeno rabinho, estava agora com o dedo indicador completamente dento do ânus da minha sobrinha, notei que seus olhos já estavão cheios d'água, mas ela não chorava, apenas gemia baixinho e forçava muito forte os músculos do ânus para continuarem fechados, passei então a retirar vagarosamente meu dedo de dentro dela, e a medida que ia saindo, eu voltava a introduzi-lo novamente, até a completa introdução, fiquei vários minutos fazendo aquilo até que decidir colocar dois dedos dentro dela, comecei então a retirar meu dedo indicador, e a medida que saía podia-se notar que estava todo lambuzado, tirei-o completamente do ânus da minha menina e mesmo estando todo lambuzado e sujo, gospi na bundinha da minha sobrinha e me preparei para introduzir novamente meu dedo indicador juntamente com meu dedo médio, e a medida que forçava entrada com meus dois dedos, as gemidas da minha sobrinha tornaram-se cada vez maiores pois ela havia trancado o cuzinho, forçando a bundinha para que eu não entrasse dentro dela, falei então para minha menina relaxar, pois a titia não tinha machucado ela e que já estava acabando, passei então a forçar meus dedos contra sua bundinha, foi quando eles entraram rasgando e tirando lágrimas dos olhos daquela frágil criança, e mesmo assim eu não conseguia parar, ao contrario, passei a introduzir meus dois dedos cada vez mais forte e profundo em seu ânus, que agora latejava de dor pois a medida que eu introduzia e forçava meus dedos em seu interior, eu massageava sua "xana" com meu dedo polegar, fazendo com que ele machucasse seu cabaço, mas sem rompe-lo. minha sobrinha começava a chorar novamente me pedindo para parar, mas quanto mais ela chorava, mais eu introduzia e forçava, até que ela não aguentando mais começou a defecar em meus dedos e mãos, retirei imediatamente meus dois dedos de dentro dela enquanto ela cagava e chorava, afastei a coberta juntamente com o restante das coisas que estavam sobre a cama e esperei ela terminar de defecar, enrolei então o lençol e retirei-o da cama, ao mesmo tempo que jogava-o para o canto do quarto, mostrei então meus dedos para minha sobrinha e disse que aquilo era normal, e voltei a coloca-la sobre a cama novamente, ela não podia deitar pois sua bundinha e pernas estavam todas sujas, posicionei-a de quatro novamente, e sem perder tempo, introduzi novamente meus dedos, ela fazia força para que meus dedos não entrassem, aproveitei então que meus dedos estavam todos lambuzados e forcei entrada de uma só vez com três dedos, foi quando ela deu um berro muito alto ao mesmo tempo em que sangue começou a sair de seu ânus, introduzi sem dó três dedos de uma só vez dentro da minha sobrinha e iniciei um vai-e-vem muito lento e ritmado, notei que suas pregas anais haviam se rompido, e o sangue que saia aos poucos, vinham destas feridas abertas bem na borda de seu cuzinho, passei então a massagear sua pequena vagina com meu polegar, mas tomando todo cuidado do mundo para não romper seu cabacinho; com meus três dedos em seu rabinho, minha menina chorava muito e seu corpinho parecia ter congelado, pois nenhum movimento saía dele, a não ser soluços e lágrimas, eu estava possuída pois quanto mais minha sobrinha chorava, mais força eu empunha em meus dedos, fazendo-os penetrarem cada vez mais profundo e mais rápido, até que introduzi todos os meus dedos até o talo em seu ânus, ela estava agora com três enormes dedos em sua bundinha de menina, e aos poucos retirei meus dedos de seu rabinho e deitei-a no colchão não me importando se ele iria ou não se sujar, minha sobrinha estava com os olhos imersos em lágrimas e com os bracinhos estendidos no rumo do umbigo simplesmente congelado e atônita, tentando de todas as formas impedir que eu a invadisse novamente... abracei-a muito forte, e naquele momento uma dor muito grande apoderou-se de mim, o que eu havia feito? eu não acreditava que tinha acabado de molestar minha própria sobrinha de apenas 6 anos, então comecei a chorar juntamente com minha sobrinha; acredite, o remorcio era muito grande, mas maior ainda era o medo de que minha irmã descobrisse o que havia acabado de acontecer com sua filha, comecei então a suar frio ao mesmo tempo em que beijava as mãozinha de minha sobrinha e pedia-lhe perdão por tê-la machucado; minha menina havia parado de chorar, estava apenas com os olhos vermelhos e soluçando, acredito que ela estava agora espantada e com medo ao me ver chorar e pedir-lhe desculpas sem parar, foi quando ouvi novamente aquela vozinha fininha e angelical me perguntando: Titia por que está chorando, eu te machuquei? me desculpe titia, me desculpe...
Existem momentos em nossas vidas que erramos, mas mesmo assim as vezes é possível concerta-los com o tempo ou pelo menos aprender com os erros, mais a pior coisa do mundo e que nos mata a todo momento nos consumindo a cada respiração, é o remorcio, remorcio por ter feito as coisas mais horríveis do mundo com as pessoas que mais te amam, e pior fica, quando estes erros não podem ser concertados ou esquecidos, resta-nos então a dor e a maldição, e foi isto o que aconteceu comigo... A maldita vida que hoje levo, é reflexo do dia em que fiz minha sobrinha chorar.

domingo, 10 de julho de 2011

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - 2º PARTE

... Continuação.


... Há tempos não sentia o calor de um abraço, há tempos ninguém havia me demonstrado tanto carinho e afeto, há tempos eu estava me sentido só... E foi ela, minha linda sobrinha de apenas seis anos de idade, que despertou em mim, esse lado carente, lindo e proibido de um espírito profano e imaculado capaz de seduzir e ser seduzido por uma alma tão ingênua e infantil, capaz de despertar desejos e libidos retraídos e esquecidos por mim, mas que com aquele abraço, se afloraram tomando conta da minha pele e corpo, e minha alma almejava como nunca, sentir o toque daquele corpo angelical no meu, e eu queria de alguma forma retribuir todo o carinho, afeto e demonstração de amor que minha sobrinha havia demonstrado para comigo; e mesmo abraçada com minha sobrinha sobre a cama, passei a alisar e tocar seus lindos cachinhos de cabelo, ao mesmo tempo que pressionava seu frágil corpo contra o meu, sentia meu corpo cada vez mais quente, e uma excitação cada vez maior, e a medida que em que eu estava me afastando, ela veio e me deu um beijinho na bochecha e disse: venha titia, venha deitar comigo, respondi que tinha que vesti meu pijama, e que já estava indo dormir também, levantei da cama, respirei forte e profundamente e voltei a procurar algo para me vestir, enquanto revirava minha gaveta, percebi que minha menina não tirava os olhos do meu corpo, peguei rapidamente uma camiseta longa e muito fininha, porém confortável e me vesti, não usava nada por baixo, odeio dormir com calcinha ou soutien, gosto de me sentir livre; virei em direção a minha cama e perguntei para minha sobrinha se podia apagar a luz? ela respondeu que gostaria que deixasse só mais um pouquinho acesa, corri então para a cama e me coloquei debaixo da coberta, nesse mesmo instante, minha sobrinha veio e me abraçou gostoso, e pude novamente sentir o calor e o perfume daquele corpo de menina, com meu rosto virado para seu lado, perguntei se ela tinha algum namoradinho na escola, ela sorrindo disse que não, mas os meninos ficavam querendo beijar sua boca na hora do recreio, eu logo disse que ela era muito novinha para beijar meninos, e que não podia, e ela rapidamente me perguntou: titia e se for beijinho de beija-flor? perguntei o que era beijinho de beija-flor? ela levantou seu rosto, e deu-me um selinho na boca, seguido de uma longa e gostosa gargalhada, respondi que beijinho de beija-flor podia, mas se alguém tentasse lhe dar um beijo de verdade, que ela devia contar para mim. Titia como é um beijo de verdade, perguntou? não sabia o que responder, como explicar a uma garotinha de seis anos como era um beijo de verdade? seus olhos brilhavam a medida que a resposta não vinha, passei as mãos sobre seu rosto e me aproximei, e subitamente como se estivesse enfeitiçada, aproximei meus lábios de sua boca e a beijei...



Meu Deus, eu sei o quanto estava errada fazendo aquilo, mas havia algo maior do que eu, que me impelia e me obrigava, a sentir o doce sabor dos lábios de minha sobrinha, com a boca aberta, toquei bem de leve naqueles pequenos lábios, e com minha língua, abri espaço dentro de sua pequenina boca, despejando toda minha saliva e chupando ao mesmo tempo, sua pequenina e quente língua, e como uma boa aluna, minha menina aceitava silenciosamente, todo e qualquer desejo que aflorava por todos os poros de minha pele, a medida que o tempo passava, eu serpenteava mais e mais, minha língua por todos os cantos de sua boca, dando chupadas vigorosas em seus lábios e língua, ao mesmo tempo que minhas mãos suspendiam sua fina blusinha branca, com gola rendada, deixando amostra seu tronco e seios nus; sua pele clarinha emanava um perfume de criança e um calor ingênuo de pureza e inocência, seus olhos enormes me fitavam com ar de interrogação e dúvida, pois não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, ela simplesmente cedia as minhas investidas e desejos. Neste momento passei a tocar e alisar a pele, ombros e costas da minha sobrinha, passava minhas mãos sobre seu corpo, como quem quer devorar por completo aquele banquete de pele branca e rosada, indefesa, e muito jovem; chupava sua boca vigorosamente, enquanto minhas mãos serpenteavam seu corpo, e aos poucos, tentava puxar para baixo com movimentos suaves, toda a roupa que cobria seu quadril e pernas, desci todo seu pijama, deixando minha sobrinha nua, completamente pelada, e pude então contemplar aquele frágil corpo, estendido sobre minha cama, completamente nua, sem marcas nem cicatrizes, desprovido de qualquer pelo pubiano, apenas uma pele muito branca e visivelmente tremula...




Eu estava tomada por um espírito maldito, que me fazia perder o controle sobre minhas ações e desejava cada vez mais sentir, tocar, penetrar o corpo da minha sobrinha de apenas seis anos; ela estava deitada sobre minha cama totalmente sem roupa, foi quando puxei o restante da coberta para baixo e levantei minha camiseta branca de tecido fino, ficando também completamente nua, neste momento puxei minha menina para cima de mim, enquanto sentia o calor de sua pele, e as batidas fortes de seu coraçãozinho, parecia até que iria sair pela boca, seu corpinho tremia muito, como se estivesse pressentindo o pecado a sua volta; e eu cada vez mais forte, beijava, abraçava e apertava aquele frágil corpo ao meu; nesta hora parei de beija-la e pedi para que ela olhasse meus seios, ela levantou seu tronco e olhou meus seios com meus bicos rosados e pontudos, peguei suas mãos e passei a alisar meus peitos, sentindo seus dedinhos tocarem minha pele de forma tão delicada e carinhosa, pedi então para que os chupasse, para que passasse a língua nos biquinhos e mordesse bem devagarinho, e como uma boa aluna ela obedeceu copiosamente, o tesão que sentia ao ser mamada e mordiscada pela minha sobrinha era indescritível, os bicos dos meus seios estavam duríssimo e minha vagina estava ensopada, e não resistindo mais, peguei sua mão direita e levei ate minha "xoxota" e disse: sinta o quanto a titia é quentinha, coloque seu dedinho ai dentro e veja se está molhadinho? a principio ela ficou quietinha, não se mexeu, ficou apenas com as mãos na portinha da minha vagina, peguei então seus dois dedinhos indicadores e coloquei dentro da minha "racha" e passei a me masturbar, colocando seus dedinhos dentro da minha xana e apertando-os contra meu grelo, e nesta hora, pedi para que ela brincasse com minha "lindinha", colocando seus dedinhos dentro da titia e tirando, e aos poucos ela foi se interessando e a medida que eu ficava mais molhada, mais dedinhos ela colocava, pedi então para que ela fechasse os 5 dedinhos, e segurando-a pelo pulso direito, fui introduzindo seus dedos para dentro da minha "racha", a medida que seus dedos entravam em mim, a dor e o tesão aumentavam, e cada vez mais eu forçava seu pulso de encontro a minha vagina, fazendo com que aos poucos seus dedos e sua mão entrassem dentro da minha buceta... nossa, me lembro do imenso prazer que senti ao ter a carne da minha vagina invadida pela mão da minha sobrinha, senti sua mão todinha dentro de mim, forcei seu braço até senti seus dedos tocarem meu útero, comecei então a tirar e colocar sua mãozinha dentro da minha "xota", e fiquei com este movimento ate gozar de tesão, melando toda a mão e dedos da minha pequena menina; urrava feito uma louca desvairada, dizia que ela tinha feito tão gostoso, e que a titia estava gritando e gemendo de felicidade, e que sua mãozinha era a coisa mais gostosa que já tinha entrado dentro da titia...




Retirei sua mão de dentro de mim e pedi para que ela olhasse como a titia estava, arreganhei então minhas pernas e abri minha buceta para minha sobrinha, foi quando ela disse que tinha ficado um "buracão" no meio das minhas pernas, notei que ela teve medo, ao ver como minha xoxota havia ficado, mas respondi que não estava doendo, e que era deste jeito que as meninas ficam quando crescem... E que um dia, sua "pererequinha" ia ficar daquele jeito, mas que ela não ia sentir dor, e que a titia iria dar uma olhadinha para ver como era seu "brinquedinho" e se era parecido com o da titia...



Deitei minha sobrinha novamente em minha cama e me posicionei ao lado dela, abri então suas perninhas e pedi para que ela me deixasse ver sua "pererequinha", notei então que ela não queria abrir suas pernas, fazia força para mante-la fechada, foi quando olhei para seu rosto e notei que lágrimas escorriam de seus olhos, ela havia então começado a chorar...




... Continuação.