domingo, 11 de setembro de 2016

ENSANDECIDA

Esta semana passou ligeiro, pois tivemos um feriado no meio da semana e sexta-feira houve paralisação na escola que leciono, para quem ainda não sabia, sou professora em uma escola do Estado no bairro Luizote de Freitas; vocês não imaginam como é bom ficar longe daqueles alunos fétidos e analfabetos e daqueles "meus amigos" professores ignorantes e endividados. Esta semana tirei para meu descanso e repouso merecido, o problema não é meu corpo surrado, levemente cheinha, e constipada; mais sim, minha cabeça e pensamentos, que me levam no limiar da loucura, loucura esta de me sentir tão só e carente, mesmo estando rodeada de pessoas.

Minha loucura provem da angustia e da infelicidade de não ter mais você ao meu lado, como sinto falta dos finais de semana em que nos entregávamos em qualquer hora e lugar, sem temer nada e a ninguém,  queria apenas aproveitar o momento para gozar de forma intensa e desvairada, assentada em seu colo em um banheiro público, ou de quatro sobre o capô de um carro estacionado na rua, gostoso mesmo era masturbar você e ser masturbada em uma mesa de bar, ou quem sabe, chupar seu cacete duro e grosso sobre a marquise de alguma casa, cuja noite escondia as feições desta cadela em êxtase, ensandecida  pela rola que tanto sabia me satisfazer.

sábado, 27 de agosto de 2016

A PUTA DENTRO DE MIM.

Antes de iniciar, gostaria de pedir desculpas pelos meses de ausência do meu blog; afinal de contas, estava de luto.

Quero agora, esquecer um pouco da minha dor, e relembrar que nesta vida, eu também fui feliz, por um curto período de tempo, mas fui feliz. A vida me deu de presente, o homem que soube me amar de forma incondicional e plena, me fez me sentir especial e me deu segurança, agora, aqui e sozinha, vejo o quanto fui privilegiada, em ter este ser celestial ao meu lado.

O quanto fui vagabunda nesta vida, isto não é surpresa para ninguém, agora, o que você não poderia imaginar é que eu lutei, e lutei muito para ser alguém que não queria, e hoje, posso afirmar categoricamente que consegui me transformar naquilo em que todos queriam de mim; " uma mulher honesta, com trabalho fixo e mãe amorosa e orgulhosa de seu amado filho". Não foi esta vida que sonhei para mim, mas a pressão da sociedade, família e amigos, não me permitiram trilhar o caminho que sempre sonhei percorrer, O de uma mulher mundana, sem limites e conhecedora dos prazeres indescritíveis desta vida, confesso que a vida não se resume apenas em abrir as pernas e trepar como uma louca vadia no cio, mas que o sexo é bom, a isso é mesmo, principalmente aquele que marca nossos corpos e alma. 

Hoje sou aquilo em que a sociedade me transformou, boa filha, mãe amorosa, trabalhadora honesta e cidadã honrada. Mas quando chega os finais de semana e me encontro sozinha em meu quarto, é ai que meu verdadeiro EU mostra sua face. A luxuria entre minhas pernas, os pensamentos insanos de sexo selvagem e palavras imundas, transbordam para fora de mim; o desejo de ser possuída, penetrada e castigada, por caralhos sedentos, faz com que minha buceta arda de tesão e desejo; a necessidade quase insana de trepar com um desconhecido, me faz querer fugir desta prisão que me encontro e me entregar nos braços das noites frias desta minha insegura Uberlândia. Como gostaria de mandar minha prole, meu namorado, amigos, alunos e família para o quinto dos infernos e me entregar sem nenhum pudor a qualquer pessoa que queira me foder, e foder forte, esfolando minha xota, arreganhando meu cuzinho e me fazendo engasgar com sua porra espessa, quente e abundante. A puta dentro de mim grita desesperada por homens, dedos e consolos, mas a vida não me permite me libertar dos grilhões que me prendem, e me vejo obrigada a me contentar com o pau murcho, flácido e fétido do meu amante negro. 


sábado, 24 de outubro de 2015

Terra de Gigantes

Já fazem mais ou menos dois meses que você se foi, mas a lembrança que tenho de ti, é cada vez maior e mais forte, a saudade é tanta que as vezes, as lágrimas dão espaço a gemidos baixinho de dor e revolta, todas as vezes que fecho meus olhos, é a imagem dos seus olhos amarelos e amedrontados que me vem a cabeça, então mais uma vez, me ponho a chorar e amaldiçoar o ser que não lhe protegeu, cultivo a minha dor com palavras de conforto e sorriso discreto, mas no fundo ela se intensifica voraz e amarga, remoendo minhas entranhas e assombrando meus pensamentos; a fé inabalável que eu tinha, abalou-se a tal ponto de me fazer questionar a existência de um Deus. Deus...   onde estavas tu quando ele mais precisou de ti? onde estas agora quando mais preciso de ti?

Não me olhes assim, meu amor, não procure em mim a esperança e a força que precisas, pois sou pequena e fraca, e foi justamente na minha fraqueza que encontrei forças para lhe dar um último abraço, me fiz forte para sorrir de nossa tragédia e fui gigante quando não chorei ao lhe ver apenas pele e osso quando dei-lhe o derradeiro banho.

Me perdoe mãe, família e amigos, por não comungar mais da tua FÉ, pois o teu Deus me mostrou o quanto ele é misericordioso para com os pequenos, fracos e oprimidos. Nenhum filho ou filha deveriam ver o que eu vi, assim como nenhum pai ou mãe deveriam passar pelo que estou passando. Continuem com sua fé, fiquem em paz com vosso Deus, adorem aquele que acreditam ser seu salvador, mas por favor, não me obriguem fechar meus olhos para tudo que vi e vivi; peço então que tenham misericórdia de mim, e me deixem em paz com meus fantasmas e demônios; quem sabe um dia eu possa novamente contemplar sem medo ou pavor a face de seu Deus.

Pai, filho e amigo, só há uma coisa que desejo desta miserável vida, que em seu leito de morte, tenhas tido a oportunidade de saber e sentir o quanto foi amado, o quanto fará falta para aqueles que aqui ficaram e o quanto eu, TE AMO por ter sido este gigante, sagrado e imensurável  em minha vida. O vazio que sinto é do tamanho da dor que carrego por te perder!


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

OS ULTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS

Todos acreditavam que eu seria a primeira a partir deste mundo cruel, que o diabo não tardaria a me carregar em seu colo; mas contrariando a vontade de todos, eu ainda estou aqui, e bem! O que não contavam, era que meu anjinho, criatura inocente, ser celestial e pura, criança indefesa que diante da indiferença, da apatia, da inercia dos homens, tombou! este meu bravo e lindo soldado se foi; meu único e amado principe caiu diante de tão violenta batalha; apesar de lutar bravamente, e nunca perder a esperança, e mais ainda, sua fé inabalavel de que EU poderia fazer algo por ele, acrescentava em seus últimos dias, um fio de esperança de que tudo acabaria bem, que tudo aquilo era passageiro, mas seus olhinhos, já diziam o que seu corpo teimava em acreditar; Maldito seja aqueles que poderiam ter ajudado e nada fizeram, maldito seja aquele que não ouviu minhas preces, e se ouviu, pouco se importou; maldito seja aqueles que não conseguiram aliviar sua dor; maldito seja...

Já chorei muito, não porque você se foi cedo demais, mais pelas oportunidades perdidas em que eu podia ter te abraçado e não fiz; as oportunidades de ter confortado seu coraçao e espirito, e ao inves disto, me mantive muda; as oportunidades de ter dito o quanto lhe amava, mas eu apenas sorria... A vida é mesmo uma desgraça, um palco recheado de tragedias, que ferem nossos corpos e esmiuçam nosso espirito; e aqueles que pensavam em nos deixar, permanecem intactos, mas aqueles que desejam a vida, estes se vão cedo demais!

Que o maldito veja e sinta o horror que guardo em meu coração!   

terça-feira, 7 de julho de 2015

SINTA O GOSTA DA MINHA CLOACA PODRE!

Desde já, peço perdão pelo título da minha mais nova postagem, mas não poderia ser diferente, até porque, diferente de outras pessoas, eu não sou hipócrita ao ponto de ficar floreando e procurando "arco-iris e borboletas" nesta vida; a vida é uma merda, e querendo ou não estamos mergulhados nela, bom! pelo menos até o dia em que formos sentar no colo do capeta; Deixando a demagogia de lado, a vida para 99% das pessoas se resumem em : comer, dormir e trabalhar, e as vezes, trepar. Acrescente a estes verbos, a palavra DOR; imagine passar 24 horas do seu dia, convivendo com esta indesejada "amiga" , conviver dia-apos-dia com esta insuportável sensação... Chega um dia que você se cansa e quer que tudo e todos que estão a sua volta, vão para o meio do inferno. Eu, já passei desta fase, com o tempo, aprendi que, ninguém se importa realmente com você; estamos sozinhos neste mundo, e sozinhos partiremos; e para aqueles que semeiam honestidade e carisma, se preparem para colher sofrimento e injustiça; por isso, hoje, ofereço ao mudo, o que há de mais sujo, podre e nojento em mim, espero sinceramente que minha família, amigos e companheiro vá pra puta que o pariu, vão tomar no meio do cú, vá para o diabo que o carregue, vão para o meio do inferno...  Não pense que estou revoltada com todos a minha volta, não pensem que odeio minha família e amigos, seria uma injustiça dizer que meus amigos e irmãs não me dão apoio e ajuda. A verdade simples e nua é a de que tenho medo de partir, tenho medo de olhar os olhos de meu "filho" quando eu for dizer adeus, tenho medo por aqueles que irão ficar, tenho medo da dor que você ainda não sentiu, tenho medo de que se espante com meu aspecto cadavérico, tenho medo de que chorem por mim... 

Ofereço então a quem quiser, um pedaço da minha carne, quem sabe, um pouco do meu sangue e se não estiver saciado, venha provar o gosto da minha cloaca! 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

O QUE EU MAIS QUERO... É SER FODIDA!

Já faz algum tempo, para não dizer bastante, que não posto nada de novo em meu blog, o motivo nem mesmo eu sei ao certo, quem sabe seja falta de tempo, ou então desinteresse...  Pra ser sincera, acho que o motivo seja minha doença, não porque esteja me sentindo mal, de modo algum, mas talvez seja minha necessidade de fazer de tudo para esquecer desta desgraça que se abateu sobre minha vida, e este blog, querendo ou não, me faz voltar ao passado, me faz refletir sobre o presente e chorar quando penso no futuro.

Estou cansada, cansada de tudo, cansada de andar cabisbaixo, cansada de ter medo, cansada de estar sozinha, cansada da miséria que me cerca, cansada dos parentes e amigos, cansada da vida...   Gostaria de pular do lugar mais alto que existe neste mundo, mergulhar meu corpo de encontro ao vento, esmiuçar minha cabeça em direção ao inferno, só para sentir o gosto daqueles últimos minutos de vida, aquele ultimo momento em que mais nada importa, aquela última lagrima em meus olhos, aquele ultimo sorriso de desdenho enquanto levanto meu dedo médio para os céus. 

Não ligue para o que estou dizendo, não de importância para a agonia que estou passando, me deixe esquecer, pelo menos por algum instante, os demônios que me cercam; hoje vim aqui para falar da falta que estou sentindo de um verdadeiro amor em minha vida, daquele sentimento adolescente que há tempos desapareceu de minha vida, daquela euforia insana de assentar em seu colo no escuro da sala, e sentir "o tamanho" de sua paixão por mim. OH! Deus de miséria, maldito seja o dia em que tu colocaste tão vil criatura diante de minha face. Pois foi deste dia em diante, que tudo se transformou, foi neste exato momento que perdi minha ingenuidade, e com ela, tudo aquilo que havia de melhor e mais sagrado em mim, minha pureza.

Assim como Eva "que comeu do fruto proibido no paraíso" sou eu em relação ao sexo. Desde que experimentei pela primeira vez, não consigo mais parar; meu pecado agora, é não poder saciar esta fome que tenho todo santo dia, este desejo sujo e ardente que pulsa entre minhas pernas, deste fogo que homem nenhum é capaz de apagar. Meu tesão é tanto, que estou a ponto de cometer uma loucura...     Sou professora em uma escola do bairro Luizote de Freitas, e já faz algum tempo que venho flertando com um dos meus alunos, ele é jovem, muito jovem para uma mulher como eu, mas tem um corpo que esta me fazendo perder a cabeça; ele não me respeita, e sabe que estou prestes a dar pra ele; semana passada, ele me pressionou contra a parede, em plena sala de aula, no fim do expediente; e sem nenhum pudor, enfiou uma de suas mãos por baixo da minha saia e massageou toda minha buceta enquanto a outra tampava minha boca de forma violenta e viril, não demorou muito para que ele abrisse apenas dois botoes da minha blusa e começasse a chupar e morder meu seios com tamanha volúpia e força, que me fez me molhar toda.

Ao ouvir um barulho se aproximando, ele se afastou rapidamente, enquanto eu procurava desesperadamente me recompor; não sei por quanto tempo mais vou me segurar, mais uma coisa é certa, se eu não encontrar um homem adulto que me queira, vou acabar cedendo as investidas deste menino, e me entregando de forma escandalosa em seus braços. Não sei o que vai acontecer na próxima semana, não sei como chegar na sala de aula e olhar para ele, não sei o que me espera, mais uma coisa é certa, estou me lixando para as convenções sociais ou éticas, não estou nem ai para o que vão falar, afinal de contas, não tenho nada mesmo a perder; e o que eu mais quero neste momento, é suor, saliva, porra e rola, quero sentir a vara esfolar minha buceta, quero rola na xana, quero gritar e gemer, quero gozar em meu menino e beber do seu leite, quero ser rasgada e fodida por todos os cantos.     

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

NOSTALGIA

Vou falar do dia em que te vi pela janela de um ônibus, uma das últimas vezes que contemplei seu rosto; apesar dos poucos segundos, esta é uma das lembranças mais vivas que guardo em minha memória; só deus sabe a saudade que sinto de você, só eu sei a dor que sua ausência causou e ainda causa em mim, apesar dos muitos anos já passados, gostaria de poder voltar atrás no tempo e consertar o que não estraguei e refazer o que você fez questão de estraguar.

Não me lembro da data exata, mas sei que era uma sexta-feira, final de tarde, o sol descansava longe, prestes a deixar a noite tomar conta da minha vida; eu estava com meus recem completados 18 anos, estava indo para minha casa, sentia-me cansada pela semana exaustiva, mas estava feliz pela chegada do final de semana; a linha do ônibus que eu pegava para ir embora passava pelo centro da cidade, em frente a praça coronel Virgílio, na rua Quinze de Novembro; e lá estava eu, sentada no banco de um ônibus com minha cabeça deitada sobre a janela, com meus olhos longe, entorpecidos pela agitação da cidade, onde nada me chamava atenção, até aquele momento; foi quado avistei, mesmo de relance, um rosto conhecido, voltei meus olhos rapidamente e lá estava você...   em pé, falando em um telefone público, com um sorriso lindo, e uma euforia contagiante de alguem que espera muito de uma sexta-feira a noite. Uma pontada súbita em meu peito, fez com que um calafrio percorresse minha nuca, afinal de contas, já fazia meses que você saíra da minha vida, mas a ferida deixada, ainda estava fresca e pulsava de tal forma, que não consegui tirar meus olhos de ti; até hoje não entendo como apenas alguns segundos, são capazes de se tornarem eternos em nossas vidas, eu sei que foi apenas o prazo de dois ou três passageiros descerem do ônibus naquele ponto, mas foi o bastante para saber naquele momento, em um cruzar de olhares, o evidente amor, a insuportavel paixão que eu ainda nutria por você, e o mais doloroso foi constatar a indiferença em seus olhos, o desdenho do seu sorriso ao me ver, me senti mortalmente ferida, como em uma pintura antiga em que retrata a superioridade do cavaleiro sobre a cabeça do dragão.

Acho que esta lembrança me marcou, pelo fato de descobrir, ou melhor, aceitar que o que existiu entre nós, havia acabado, e que você nunca mais voltaria para mim; a certeza que tenho, é a de que deste dia em diante, me tornei mais triste, deixei de acreditar nas pessoas e passei a tratar o mundo, com uma ironia quase amarga, e como não poderia deixar de ser; desejei tudo que existe de mais ruim, podre e perverso, recaísse sobre sua cabeça; pois só assim, conseguiria eu, continuar em frente.