quarta-feira, 13 de março de 2013

MELHOR É DAR, E TAMBEM RECEBER.

Faltava pouco menos de um ano para terminar minha faculdade, e eu estava completamente perdida, não tinha tema para minha monografia, não tinha orientador, não tinha vontade de fazer absolutamente nada; percebi então que precisava dar um jeito em minha vida, e correr atrás do prejuízo, foi então que me lembrei de um professor, nada ortodoxo e um tanto quanto esquisito; mas havia algo nele que me chamava atenção, com certeza, não era seu intelecto nem seus dotes físicos, mas havia algo em seus olhos, na sua forma de me olhar, em seu jeito reservado e misterioso de se preservar que chamava minha atenção para sua pessoa; decidi que queria ele como meu orientador, iria ser sua mais nova aluninha aplicada, iria me dedicar de corpo e alma em meu trabalho e se preciso fosse, daria o melhor de mim, para meu querido professor.


Não foi tão fácil quanto eu pensava, mas sabe como é, basta fazer uma carinha de menina sapeca disposta a fazer qualquer coisa para conseguir meus objetivos que não deu outra, prometi estudar e me aplicar ao máximo nos estudos, e como prova do meu empenho, tive que fazer um projeto enfadonho sobre culturas populares; o que importa é que, passei a ter contato quase que diários com meu orientador, e o que devia ser apenas mais um trabalho acadêmico, tornou-se uma das mais sórdidas e ardentes trepadas que eu tive no ano de 2006.


Carlos José da Silva Gomes, este é o nome do homem que fez de sua orientanda, uma verdadeira professora quando o assunto é submissão e subserviência; ele soube me tratar com tamanha disciplina e dedicação, que tornei-me mais do que uma simples aluna de graduação, mas uma verdadeira escrava de seus desejos insanos e deploráveis; ele soube fazer de mim uma verdadeira serviçal; soube fazer de mim, sua mais submissa criada e em contra partida, ele cuidou de mim, como a muito tempo ninguém cuidava.


Era uma tarde de sábado, quando eu já me preparava para ir almoçar, quando meu orientador, segurou minha cintura com uma de suas mãos e decidido, perguntou-me se eu não gostaria de almoçar com ele; meio indecisa, agradeci, não queria sair com ele, mas também não queria que ele pensasse que eu o estava rejeitando, afinal de contas, eu precisava mais dele do que ele de mim; acho que ele percebeu minha indecisão, por isso voltou a perguntar o por que eu não gostaria de sair com ele apenas para almoçar? já prevendo o que ele realmente queria fazer comigo, respondi que estava passando por um momento difícil, pois meu homem estava me deixando, e eu havia voltado a morar com minha mãe, juntamente com meu "filho", por isso tinha que ir para casa para ver como meu "filho" estava; apesar de seu semblante permanecer inalterado, pude ver em seus olhos, que ele gritava de alegria por dentro, pois sabia que qualquer mulher se sente vulnerável quando se está só, e mais uma vez ele se prontificou a me ajudar, perguntando se ele poderia me levar até minha casa para que eu pudesse ver meu "filho"e se eu ainda quisesse, poderíamos almoçar depois disto; algo dentro de mim, sabia que a única coisa que ele queria comer naquela tarde era minha buceta, apesar de toda sua compostura e frieza como orientador, seus olhos não escondiam seu verdadeiro desejo de constatar o que todos na faculdade sabiam, eu era uma "vadia fácil e imunda"; com meus grandes olhos verdes, fitei corajosa o semblante do meu orientador e disse sem rodeios: Seja sincero comigo, você quer apenas me levar para almoçar, ou quer algo mais de mim? por que no momento existe um milhão de outras prioridades em minha vida que não seja um prato de comida...


Não faço a mínima idéia do que tenha se passado na cabeça do meu professor, mais depois de uma breve pausa ele me disse: Quero sim sair com você, mas gostaria que fosse você, meu prato principal... Diante daquelas palavras não pude mais resistir, peguei minha bolsa, tirei meu celular e liguei para minha mãe, dizendo que não voltaria tão cedo para casa; imediatamente saímos da UFU em seu carro e fomos para um motel distante do centro da cidade; Ao chegarmos, ele pegou o cardápio que estava próximo do frigobar, dirigiu-se até o telefone e foi logo pedindo nossa refeição, enquanto eu entrava no banheiro; confesso que não estava nervosa, mas me sentia um tanto insegura, pois apesar de ser sua orientanda, eu não sabia nem mesmo se ele era casado, solteiro, divorciado, viúvo... Sabia apenas que ele era um homem de meia idade, reservado, severo em sua palavras, e um tanto enigmático; não era só mais um daqueles velhos dispostos a comer uma menininha, havia algo escondido dentro dele, que estava profundamente escondido, e eu não sabia o que era.

Após um breve banho, coloquei apenas minha calcinha e soutien, abri a porta do banheiro e qual foi a minha surpresa, quando olhei sobre a cama e me deparei com inúmeros objetos sado-masoquistas perfeitamente ajeitados sobre o lençol; não contive minha alegria e meus lábios se abriram em um grande sorriso, com um misto de surpresa e felicidade; naquele exato momento, meu professor se aproxima , segura meus braços pelo punho os coloca para trás e me prende com uma fria algema de metal; transbordando surpresa e alegria, inclinei meu rosto para frente numa tentativa furtiva de dar-lhe um beijo na boca, foi quando ele se afastou em sinal de reprovação e disse: Não se esqueça de quem você é, e lembre-se que aqui, eu sou mais que seu orientador, sou seu patrão, mestre e amo, e você não passa de uma serviçal, empregada e serva; aquelas palavras fizeram meu rosto arder em chamas, e meu corpo estremecer como a tempos não sentia; obediente, abaixei minha cabeça em sinal de devoção e me arrepiei toda quando ele debruçou-se sobre a cama, pegou um pequeno objeto de metal, que se abriu como um punhal e rasgou meu soutien e desceu vagarosamente pelo meu corpo, deslizando sua lamina fria pela minha pele em direção a minha calcinha, colocou-o por dentro da minha lingerie no rumo da minha cintura e cortou-o da mesma forma que fizera com a parte de cima; agora estava completamente nua e arrepiada, meu coração batia forte, assim como minha respiração, que se mostrava forte e ofegante; calmamente, ele voltou o objeto para cama e pegou uma faixa de pano vermelho escuro e colocou-o sobre meus olhos, amarrando forte de forma que, a partir daquele momento, eu não pude ver mais nada, apenas sentir e ouvir o que estava por vir naquele pequeno quarto de motel. Fui conduzida por ele, até os pés da cama e deixada ajoelhada sobre o carpete, com meu rosto voltado para cama e com meus braços ainda algemados; suas mãos percorriam meu rosto, ombro e nuca, ele permanecia mudo, não dizia uma única palavra, apenas alisava meu corpo de forma segura e firme, as vezes podia sentir sua respiração em minha nuca, enquanto apertava forte meus mamilos, outras vezes sentia o calor de seu hálito, nos momentos em que seus dedos desciam ate a parte externa da minha vagina e a alisava, apertando forte seus dedos contra meu grelo; passados alguns minutos, sinto meus mamilos arderem com a fixação de algum tipo de presilhas que apertam e torcem meus retesados mamilos, meus dentes cerram-se devido a dor aplicada naquela região tão sensível do meu corpo, mas que em breve, não se compararia, com a dor imposta em minha genitália, com a inserção de um objeto longo e grosso, com a extremidade arredondada, muito mais grossa que o restante do objeto, arqueio meu corpo sobre o colchão, enquanto meu orientador, procura inserir aquele objeto em minha vagina; minha buceta arde devida a força e brutalidade com que aquele inesperado objeto é inserido em minha fenda; da mesma forma em que ele é inserido dentro de mim, ele é retirado e colocado por diversas vezes, ate minha buceta se acostumar com o calibre daquele objeto; depois de vários minutos sendo penetrada por aquilo, ele retira o instrumento e sinto uma outra estrutura vibrar sobre meu grelo, este aparelho parece massagear toda minha fenda machucada, enquanto este aparelho vibra sobre meu grelo, um outro aparelho é lentamente inserido em meu ânus, com o mesmo formato do outro objeto, este aparelho que desliza vagarosamente pelo meu cú, é rígido e não muito grosso nem longo, pois rapidamente ele entra por completo em meu ânus, ficando preso, pelo que me parece, por apenas um fino fio, depois de guardar aquele pequeno vibrador roliço em meu ânus, meu orientador começa a introduzir em minha buceta o outro objeto que estava vibrando sobre meu grelo, e rapidamente este objeto é também inserido completamente em minha vagina, estou agora com dois objetos vibrando em meu interior, um na buceta e outro no cú; após alguns minutos, lentamente, estes dois objetos são retirados simultâneamente do meu interior; com uma de suas mãos passeando pelo meu rosto, meu orientador introduz um de seus dedos em minha boca e a abre, colocando um material emborrachado e o prendendo em minha cabeça por trás, estou agora algemada com minhas mãos para trás, sentindo um ardor em meus seios, devido as presilhas que apertam meus mamilos e com um objeto introduzido em minha boca que não me possibilita gritar, falar e nem mesmo gemer; neste momento, meu orientador abre mais ainda minha perna, e passa o que parece ser uma pomada em minha buceta e cú, e uma sensação de frio percorre todo meu corpo, não sei explicar o que era, mas minha buceta arde como se tivesse pegando fogo, a impressão que tenho é a mesma de quando uma pessoa esta com uma bala "halls" na boca e nos chupa, e antes mesmo de poder refletir o que era aquilo que ele acabara de passar em mim, sinto um objeto, com a aparência de uma bola, ser introduzido em minha vagina, o que parecia ser apenas uma grande bola rígida e extremamente lisa, mostra-se ser um instrumento repletos de grandes bolas, umas coladas as outras, que foram de uma em uma introduzidas em minha fenda, meus olhos se encheram de lágrimas, e uma sensação horrível de vulnerabilidade tomou conta de mim, pois não conseguia gritar nem gemer de dor, as bolas que configuravam aquele objeto eram extremamente grossas, e já havia perdido as contas de quantas já tinham sido inseridas em meu interior, quando já não coube mais nada em minha vagina, sinto um outro objeto, com a mesma forma deste que esta inserido em minha vagina, forçar passagem pelo meu ânus, meus dentes cravam naquele material emborrachado que esta preso em minha boca e meus olhos saltam quase que para fora de órbita, quando a primeira bola é violentamente inserida em meu ânus, procuro desesperadamente me levantar, mas meu orientador me coloca novamente deitado sobre a cama e se assenta sobre minhas costas, e mais uma vez, ele força aquele instrumento arredondado em meu ânus, e uma bola de cada vez vai sendo inserida em meu intestino, estou novamente com dois objetos completamente colocados em meu interior, machucando e ferindo minha carne; minha pele esta gelada como a de um cadáver, estou trêmula e branca como uma vela, derrepente ouço pequenos movimentos, como se fossem fricções e gemidos de prazer e orgasmos, e não demora muito, sinto um caldo quente e abundante derramar sobre minhas costas, e percebo que meu orientador acaba de gozar sobre mim... Aos poucos ele vai retirando cada um dos objetos que havia inserido em mim, primeiro liberta minha buceta, depois meu ânus, logo em seguida tira as presilhas dos meus seios e por fim, arranca a mordaça da minha boca, ao retirar o véu vermelho escuro que cobria meus olhos, vejo um rosto coberto de satisfação e prazer, e naquele momento meu orientador me levanta e me ajuda a assentar sobre a cama e diz: Você me deu e agora esta na hora de receber, venha almoçar antes que nossa comida se esfrie, pois comigo é assim, quem de bom grado dá, de bom grado recebe

terça-feira, 5 de março de 2013

EU AINDA ME LEMBRO...

Eu era muito jovem, estava no inicio de minha puberdade, transbordava hormônios e desejos; Mas ainda me lembro do dia em que você nasceu, do dia em que você morreu, para mim; Eu ainda me lembro de suas mãos me roçando, de seu corpo perfeito; Eu ainda me lembro de seu sorriso, boca e saliva; Eu ainda me lembro do seu gosto, cheiro e pele; Eu ainda me lembro do seu falo, seu tamanho, sua fome; Eu ainda me lembro do seu sorriso enquanto eu chorava, da sua alegria enquanto eu me contorcia de dor e de sua indiferença com a minha presença; Eu ainda me lembro do frio, da noite, das sombras; Eu ainda me lembro do seu prazer, do seu orgasmo da sua semente; Eu ainda me lembro da tua partida, dos meus gemidos, da minha loucura; Eu ainda me lembro do inicio e do fim, só não tenho certeza do resto; Eu ainda me lembro da forma em que me possuía, devorava, comia; Eu ainda me lembro do gosto de seu esperma, do cheiro do seu suor, do sal em minhas lágrimas; Eu ainda me lembro do vazio imenso, da falta de ar, da agonizante ausência de sua presença; Eu ainda me lembro da cicatriz em meu seio, das manchas em minha pele, da inflamação de minhas cavidades; Eu ainda me lembro dos sonhos não realizados, dos projetos nunca feitos e das promessas vazias; Eu ainda me lembro do carro, do ônibus e de nossa viagem; Eu ainda me lembro do filho que não tive contigo, das fantasias realizadas enquanto me masturbava, do medo de que minha mãe notasse o quanto eu estava apaixonada; Eu ainda me lembro da sua fotografia, que foi por ti, tomada de mim; Eu ainda me lembro dos locais onde morou, das roupas que vestia, e do perfume que usava; Eu ainda me lembro do meu rosto refletido no espelho, dos meus grandes olhos verdes, e da minha pequena cicatriz sobre os lábios; Eu ainda me lembro do preservativo que guardei, do cigarro escondido, do álcool nos finais de semana; Eu ainda me lembro dos incontáveis PROZAC que tomei e daquela semana em que me refugiei no quarto de uma UTI, na infeliz tentativa de alcançar a liberdade; Só não me lembro de ter feito amor com você, apesar de lhe desejar mais do que minha própria vida

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

POR QUE FAZER DE MIM UMA SANTA, SE MEU DESEJO É SER MERETRIZ

O ser humano, é hipócrita dos pés a cabeça, é o único ser que fala uma coisa e faz outra, e se isso não bastase, ele é capaz de julgar e condenar uma pessoa, que tem os mesmos problemas e comete os mesmos erros do que ele; Por que algumas pessoas insistem em tentar me mudar? Por que querem que eu mude de vida? Por que querem que eu seja uma pessoa melhor? Não tenho as respostas para todas estas perguntas, mas creio que seja porque vivemos em uma sociedade de aparências, onde uma mulher não pode ser quem ela realmente é, e nem querer o que ela realmente gosta; Somos fantoches nas mãos dos homens; Eles querem se deitar comigo, mas não querem acordar do meu lado; Eles querem trepar, usufruir e machucar meu corpo, mas não querem fazer amor e nem cuidar de mim; Eles querem gozar e sentir prazer, mas não querem pagar o preço; Eles querem despejar seus líquidos e ranço em meu corpo, mas não querem beber da minha saliva; Eles querem colocar seus órgãos imundos em minhas fendas, mas não querem se sujar com meu perfume e batom; Eles querem inundar meu útero e intestino com seus sêmen, mas não querem carregar meu filho; Eles querem ... Mas, e EU? O que quero não é importante? Devo continuar na penumbra da noite, me escondendo e disfarçando meu verdadeiro eu? Não posso também querer TREPAR, GOZAR, SATISFAZER MEUS DESEJOS E FANTASIAS? A sociedade implora para que eu seja mais uma menina de rosto bonito e comportamento irrepreensível, não me querem perambulando pelas ruas, nem fazendo amizade com suas filhas, não me querem próxima de seus maridos nem do lado de seus filhos, não me querem nas festas, praças nem igrejas, na verdade, eles não me querem de maneira nenhuma... Mas quando se sentem só, embriagados pela solidão e pelo ardido fel da desilusão; O meu nome, é o primeiro a ser clamado por todos aqueles que precisam de um pouco de carinho e atenção!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

XEROX DO MEU RAIO-X

Se você pudesse voltar atrás, para que época retornaria? infância? adolescência? juventude?... Eu penso nestas coisas, todos os dias; não porque eu me arrependa de alguma coisa que fiz, não; São apenas devaneios, que flutuam em minha mente, e me levam a refletir e a indagar como seria minha vida se eu tivesse feito tudo diferente.

Se pudesse voltar os anos até o inicio de minha juventude, naqueles anos em que trepei, bebi, cheirei e me piquei em demasia, dias em que me entreguei ao prazer e ao sexo, época de extrema contradição entre dor e prazer, sorrisos e lágrimas, céu ou inferno; Ainda assim não conseguiria mudar o rumo em que minha vida se encontra, mesmo fazendo tudo diferente a partir do inicio da minha louca juventude, não conseguiria minimizar o fardo que carrego sobre meus ombros.

Se pudesse voltar ainda mais os anos, época da minha adolescencia; Anos em que deixei de ser aprendiz e passei a ser profissional no quesito "sexo", dias gloriosos regados a muita perversão extrema, imoralidade e inocência corrompida; Dias em que o dinheiro, o sexo, os homens eram meus Deuses; Dias felizes, em que o brilho do sol eram ofuscados pelo sorriso de uma obscena garota; Se fizesse tudo diferente nesta época, ainda assim teria que carregar a cruz que hoje levo.

Se pudesse retornar aos loiros anos da minha imaculada inocência, época da minha infância, dos meus dias de criança, época em que eu tinha uma boneca como filha e minhas brincadeiras machucavam apenas minha pele, e não minha alma; Lembro-me dos bons momentos em que papai me colocava em seu colo, e me fazia sonhar; Lembro-me das gostosas brincadeiras de rua, e dos proibidos esconderijos atrás de nossa casa; E mesmo nesta época, se eu pudesse retroceder, ainda assim, estaria fadada a trazer comigo, todos os problemas e fantasmas que hoje ainda me assustam.

É por isso que eu digo, que de nada adiantaria ter uma segunda chance em minha vida; Talvez a única época que poderia fazer alguma diferença em minha vida, fosse aquela em que eu ainda me configurava como um simples embrião no ventre de minha mãe, uma criatura ainda incompleta e disforme, esperando resolutamente para ser parida; Compreendo então que, por mais que a vida nos dê novas chances, existem pessoas, assim como eu, que se nega a mudar de vida, e prefere permanecer no lamaçal do prazer, do que viver no manto puro da ingenuidade e inocência. Se você pudesse me conhecer, ou pelo menos me ver por dentro, entenderia o porque minha alma se parece com a xerox do meu próprio raio-x; Por isso é que eu digo: "Soy la hija de una puta"

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

BUCETINHA QUE ARDE.

Meu maior medo, sempre foi o de me engravidar, não tinha condições nem mesmo de me sustentar, imagine então criar uma criança? nem pensar! por este motivo, sempre que alguém inundava minha bucetinha com porra, eu além de fazer uso de anticoncepcionais, introduzias dois comprimidos (você sabe quais ) dentro da minha bucetinha, e aguardava ansiosa a vinda bendita da menstruação; para evitar uma gravidez indesejada, eu já fui capaz de fazer de quase tudo, já abortei, tomei incontáveis "pílulas do dia seguinte", soquei arame em minha buceta, tomei litros e mais litros de "ervas abortivas", usei anticoncepcionais injetáveis, fiz raspagem, inseri objetos estranhos em meu útero, e muitos outros artifícios que pudessem prevenir ou por fim a uma gravidez indesejada; A única coisa que eu não consegui fazer, foi o de manter minhas pernas fechadas, pois algo dentro de mim, não me deixa em paz, meu corpo geme quando estou só, minhas fendas imploram por um pouco de calor, minha mente grita por um pouco de prazer, minha carne chora de saudade de sua anatomia, meus seios se petrificam quando não são chupados e minha buceta arde de desejo e vontade por um pouco de atenção; Não é justo querer tanto me entregar de corpo e alma para alguém, e não ter ninguém para saciar este desejo insano que consome minha carne e mente; Não é justo, ter em meu caminho, apenas pessoas que querem me usar e abusar do meu corpo, sem nunca se preocupar comigo; Não é justo ter que implorar por um pouco de paixão, se em cada fenda e poro do meu corpo transpiram desejo e ardor; Não é justo que minha carne arda em chamas e brasas, e eu não tenha nenhum consolo que possa me confortar e aplacar um pouco desta saudade que sinto em te querer novamente. Se meu maior pecado, foi ter "abortado", me considero então "redimida", pois a cada dia que passa, sou eu quem estou partindo desta para melhor, e a única coisa que tenho eliminado do meu útero e entranhas nestes últimos anos são: Dor e Sofrimento.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

IMUNDA

Já se passava das 02:00 horas da madrugada, eu estava completamente dopada pelo álcool e pelas drogas, já tinha ingerido litros de vódica e cerveja, já tinha fumado uma floresta inteira, já tinha cheirado e injetado, quilos de pó e pedra; Estava completamente alucinada, eu cantava, dançava, seduzia meus amigos e me oferecia descaradamente para qualquer um que estivesse naquele recinto; estávamos em uma balada em uma pequena cidade de São Paulo, não me lembro ao certo qual era, só sei que era uma cidadezinha do interior... Foi quando um carinha, se aproximou com sua voz mansa, dizendo não sei o que, como se quisesse algo de mim, me tratando como se eu fosse a vadia mais fácil daquele lugar... A princípio escorracei com o viado, mas logo notei que ele também não passava de um filho da puta pervertido, e que não tinha medo do que eu poderia fazer com ele, ou melhor, ele não tinha ideia do que eu poderia fazer com ele... Saímos então daquele lugar, e entramos no primeiro motel que encontramos, parecia-se mais com um pardieiro, mas para mim, bastava apenas uma cama e nada mais, eu estava louca para dar, queria trepar e sentir minhas entranhas serem preenchidas, e sem demora tirei a roupa do viado e fui logo abocanhado seu cacete que ficava cada vez maior e mais grosso, até que chegou ao ponto de mal conseguir coloca-lo em minha boca, mas o desgraçado forçava minha cabeça com violência para baixo, obrigando-me a alojar todo aquele chumaço de músculo grosso em minha garganta, eu mal conseguia respirar, e quanto mais ele forçava, mais fundo seu instrumento entrava, e já com os olhos vermelhos e repletos de lágrimas, e com o maxilar dolorido de tanto me escancarar para aquele colosso, não suportei quando aquela cabeçorra tocou fundo minha garganta, fazendo com que um jato de vômito saísse furioso para fora, e lambuzasse todo aquele cacete, agora purulento e cheirando forte, mal terminei de vomitar, e mais uma jorrada de substancias biliares eram expelidas com violência de minha boca, que sensação maravilhosa aquela, era uma verdadeira sessão de descarrego, e quanto mais eu vomitava, mais imunda e depravada eu me sentia, e sem pensar duas vezes, passei a chupar aquele cacete novamente, só que agora além de mama-lo, eu também bebia do meu próprio vomito; acho que ele não estava preparado para aquilo, pois não demorou muito, para o desgraçado levantar sua cabeça e começar também a expelir fortes jatos de vomito, em uma clara demostração de nojo e repulsa, mas eu estava tão louca e alterada, que passei a beber além do meu vomito, os dejetos por ele expelidos, chupava, lambia e bebia aquele corpo repleto de secreções e ranço, acho que eu devia estar com o diabo no corpo, e já que, quem esta na chuva é para se molhar, resolvi naquele momento, que iria sodomizar aquele viado, e fazê-lo "comer daquilo que eu já havia comido", foi então que eu me levantei, assentei sobre seu cajado e passei a cavalgar forte naquela "jeba", subindo e descendo, colocando toda aquela "tora" suja dentro de mim; e quando ele estava novamente duro e enterrado completamente em minha bucetinha, parei e comecei a urinar gostoso sobre aquele corpo lambuzado; de forma súbita e violenta, o viado empurrou-me, e me derrubou da cama, jogando-me no canto daquele quarto sórdido, levantei-me e continuei a urinar, deixando meu liquido morno e alcalino, escorrer em forma de cascata pelas minhas pernas abertas; Ao término da minha bizarra performance, olhei para aquele homem de feição estarrecida, repleto de ira e cólera, que esbravejava insultos e me cobria de infinitas saraivada de ofensas verbais e injurias, abri então um sorriso largo acompanhado de uma gostosa gargalhada, mostrando todo meu desprezo por ele, e o chamei de viado, pois só um viado insultaria uma mulher disposta a fazer de tudo, até mesmo beber do seu vomito; Nem bem terminei de xingar o covarde, e ele rapidamente retrucou: o que tenho de fazer para trepar com você? fala! o que você quer de mim? e de forma rápida e segura respondi:

Quero cagar em sua boca! Se você quer realmente trepar comigo, preciso cagar em sua boca agora.


Não faço ideia do que tenha se passado na cabeça daquele homem, o que sei é que, ele voltou a se deitar na cama, enquanto eu subia sobre seu corpo e me agachava sobre seu rosto, escancarando minhas pernas e assentando no rumo de sua boca, e com força, pressionei minha barriga, espremendo meu abdomem, e forçando a passagem de um canudo de fezes que percorria meu intestino, e com o auxílio dos meus dedos, abri meu esfíncter, e logo em seguida, comecei a defecar dentro da boca do desgraçado; Com sua boca completamente escancarada, ofertei aquele homem, com uma quantidade considerável de material evacuado, cuja as fezes passavam direto para sua garganta, quando terminei de depositar todo meu excremento em sua boca, me virei rapidamente, e juntos começamos a devorar os últimos resíduos da minha quente e fermentada merda. Aquela foi uma noite de cão, trepamos e rolamos por aquela cama pestilenta por toda noite, e ao raiar do dia, percebi que, mais suja que a própria cama, era a IMUNDA que se encontrava sobre ela.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

MALDITO CARALHO

O seu instrumento era lindo, de tamanho e formato fabuloso, a grossura e o calibre deste seu roliço músculo recoberto por grossas artérias satisfazia meu ego e minha vaidade, lustroso e liso era a cabeça de seu mastro, e quão grande e pesado era seu caralho; fecho meus olhos e consigo visualizar cada centímetro de seu instrumento, e uma saudade desesperadora se abate sobre mim, e as lembranças de um tempo em que eu tinha todo este órgão rígido, grosso e duro só para mim, penetrando meu interior, invadindo minha boca e garganta, dilatando e distendendo minha carne, rasgando e ferindo meu esfincter; eu me lembro de como eu me oferecia para você, de como eu me abria, de como eu me entregava e me jogava sobre seu corpo; me recordo das muitas vezes em que você introduzia seu sexo em minha bucetinha ao mesmo tempo em que sussurrava obscenidades em meus ouvidos, minha "cona" pulsava tamanho era meu tesão; sua vara era introduzida com experiência e vontade, arrebatando suspiros e gemidos da minha alma; sentia seu órgão pulsar quente dentro de mim, distendendo minha vagina em um vai-e-vêem cadenciado, alojando maravilhosamente sua estrutura em meu interior; ainda hoje, posso sentir o gosto forte e cítrico de seu esperma, que era ejaculado aos jatos dentro da minha garganta, e eu com minha boca aberta, recebia orgulhosa, sua seiva quente de quantidade considerável e cheiro caracteristico; Que saudade tenho de quando você subjugava, dominava e fustigava meu corpo com severidade, transformando-me em sua boneca, em seu brinquedo, na sua mais obediente criada; Sinto falta de suas pesadas mãos em meu rosto, me corrigindo e ensinando com paixão e austeridade; Tenho saudade daquela época em que cada fenda, ou dobra do meu corpo, eram atormentados por sua virilidade e seu desejo descabido de introduzir seu membro insaciável em meu âmago; Quantas vezes amanheci com meu sexo esfolado, ardido, exausto de tanto receber-te por toda madrugada, ainda posso sentir a agonia da carne ferida, sendo dilacerada pela volúpia proporcionada por seu membro impiedoso; Recordo-me de quando segurava seu "falo" com minhas duas mãos, guiando-o certeiro para meus buracos e aberturas, maltratando-o com minha saliva, ranço e suor, e você, já na eminencia de me brindar com sua seiva, colocava seu mastro na portinha do meu cuzinho, e enterrava-o com atrocidade e inclemência, dilacerando minha frágil carne e introduzindo todo seu colosso em meu reto de forma bruta e desumana, mas que ao sentir seu caldo incandescente, preencher meu intestino e as vibrações energéticas de seu mastro inchado, dilatando meu rabinho ferido, só me restava gemer, chorar e berrar de felicidade e ardor; e as marcas deixadas por aquele tempo glorioso, permanecem cravados em meu delgado corpo, até hoje.
 



Agora fica fácil entender o porque me desabo em prantos e desespero quando me lembro do passado e o comparo com meu presente, e ao refletir sobre a vida que hoje levo e o "órgão" que me consome, só me resta divagar por onde anda aquele lindo e maldito caralho que botou um sorriso em meu rosto e marcou para sempre o couro desta saudosa vaca.