domingo, 3 de fevereiro de 2013

MALDITO CARALHO

O seu instrumento era lindo, de tamanho e formato fabuloso, a grossura e o calibre deste seu roliço músculo recoberto por grossas artérias satisfazia meu ego e minha vaidade, lustroso e liso era a cabeça de seu mastro, e quão grande e pesado era seu caralho; fecho meus olhos e consigo visualizar cada centímetro de seu instrumento, e uma saudade desesperadora se abate sobre mim, e as lembranças de um tempo em que eu tinha todo este órgão rígido, grosso e duro só para mim, penetrando meu interior, invadindo minha boca e garganta, dilatando e distendendo minha carne, rasgando e ferindo meu esfincter; eu me lembro de como eu me oferecia para você, de como eu me abria, de como eu me entregava e me jogava sobre seu corpo; me recordo das muitas vezes em que você introduzia seu sexo em minha bucetinha ao mesmo tempo em que sussurrava obscenidades em meus ouvidos, minha "cona" pulsava tamanho era meu tesão; sua vara era introduzida com experiência e vontade, arrebatando suspiros e gemidos da minha alma; sentia seu órgão pulsar quente dentro de mim, distendendo minha vagina em um vai-e-vêem cadenciado, alojando maravilhosamente sua estrutura em meu interior; ainda hoje, posso sentir o gosto forte e cítrico de seu esperma, que era ejaculado aos jatos dentro da minha garganta, e eu com minha boca aberta, recebia orgulhosa, sua seiva quente de quantidade considerável e cheiro caracteristico; Que saudade tenho de quando você subjugava, dominava e fustigava meu corpo com severidade, transformando-me em sua boneca, em seu brinquedo, na sua mais obediente criada; Sinto falta de suas pesadas mãos em meu rosto, me corrigindo e ensinando com paixão e austeridade; Tenho saudade daquela época em que cada fenda, ou dobra do meu corpo, eram atormentados por sua virilidade e seu desejo descabido de introduzir seu membro insaciável em meu âmago; Quantas vezes amanheci com meu sexo esfolado, ardido, exausto de tanto receber-te por toda madrugada, ainda posso sentir a agonia da carne ferida, sendo dilacerada pela volúpia proporcionada por seu membro impiedoso; Recordo-me de quando segurava seu "falo" com minhas duas mãos, guiando-o certeiro para meus buracos e aberturas, maltratando-o com minha saliva, ranço e suor, e você, já na eminencia de me brindar com sua seiva, colocava seu mastro na portinha do meu cuzinho, e enterrava-o com atrocidade e inclemência, dilacerando minha frágil carne e introduzindo todo seu colosso em meu reto de forma bruta e desumana, mas que ao sentir seu caldo incandescente, preencher meu intestino e as vibrações energéticas de seu mastro inchado, dilatando meu rabinho ferido, só me restava gemer, chorar e berrar de felicidade e ardor; e as marcas deixadas por aquele tempo glorioso, permanecem cravados em meu delgado corpo, até hoje.
 



Agora fica fácil entender o porque me desabo em prantos e desespero quando me lembro do passado e o comparo com meu presente, e ao refletir sobre a vida que hoje levo e o "órgão" que me consome, só me resta divagar por onde anda aquele lindo e maldito caralho que botou um sorriso em meu rosto e marcou para sempre o couro desta saudosa vaca.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MASTURBAÇÃO

Todos nos já conhecemos ou ouvimos falar de alguma garota que desde muito cedo se perdeu, que foi deflorada antes mesmo de sua adolescência, que dava para todos os amiguinhos da rua... Se você não conheceu, prazer me chamo Fabíola B... Brincadeira! o fato é que existem meninas que amadurecem para a vida precocemente, elas se alimentam do prazer e dos desejos ainda no início de sua adolescência, elas tem ânsia de conhecer o mundo, conhecer seu corpo, o corpo de seus semelhantes e tudo que lhes disseram que era proibido fazer; me lembro de quando ainda era menina, e não entendia porque algumas de minhas amigas tinham seios, e eu não me desenvolvia fisicamente; havia uma amiga meio gordinha, minha vizinha, que adorava brincar comigo de casinha, mas ela era sempre a mãe e eu sua filha, e no desenrolar da brincadeira, ela subia sua camiseta e me fazia chupar seus peitos em transformação, eu amava aquilo, apesar de morrer de medo de alguém nos pegar, algo dentro de mim falava que aquilo era errado, que fazer aquilo era "pecado"; mas poder sentir aquela carne morna e macia em minha boca, era mais gratificante do que minha consciência pesada no final do dia; com o tempo, minhas brincadeiras mudaram e passei a conviver e adicionar meninos em minha roda de amigos, estava entrando na adolescência, com meus 13 ou 14 anos, e a brincadeira da vez era "pique-esconde", gente, vocês não imaginam o quanto eu chupei em minha adolescência; os garotos da rua amavam se esconder onde eu me escondia, só para sacarem suas rolas para fora da calça e me brindar com seus inexperientes e rígidos mastros; jamais "dei" naquelas noites de ardentes brincadeiras, não que eu não quisesse, mas tinha medo, receio, vivia sobre o julgo de uma família severa; bons tempos aquele, onde as brincadeiras mexiam mais com minha cabeça e imaginação, do que com meu próprio corpo.



As brincadeiras de ontem, tornaram-se o oficio de hoje, as novidades e inexperiências do passado, se tornaram obsoletas e habituais nos tempos atuais, e o que parecia infame, promíscuo e degenerado, mostrou-se ser simplesmente os desejos e vaidades de uma mulher, em extrapolar as fronteiras do seu próprio prazer, do seu próprio corpo; hoje eu manipulo meu próprio sexo com uma desenvoltura e uma habilidade formidável; não fico surpresa quando milhares de mulheres relatam que nunca tiveram um orgasmo, nunca gozarão, nunca atingirão o clímax sexual, pois como esperar que um homem nos faça estremecer de prazer, se nós mesmas não somos capazes de realizar tal façanha nos tocando, nos conhecendo, nos masturbando... Desde cedo eu aprendi a me tocar, a dedilhar meu clitóris e esfrega-lo entre meus dedos, a acariciar minha vulva, meus seios, meu ânus; é tão fácil para mim, alcançar o orgasmo, tenho um calor incessante entre as pernas, basta sentir uma língua morna e áspera chupar meu sexo, para que eu perca as forças em minhas pernas e minha vagina se torne extremamente húmida; um desejo descomunal invade todo meu corpo, um misto de calafrio que inicia na nuca, e percorre toda minha espinha, fazendo meus pelos eriçarem e todo meu corpo se contorcer, como se minhas pernas não suportassem o calor escaldante que esta preste a explodir de minha vagina; é indescritível a agonia de querer gritar, morder, mijar... tudo ao mesmo tempo quando estamos prestes a gozar, o sentimento, o tesão, o prazer é tão poderoso e forte, que meu corpo se convulciona descontroladamente, é impossível segurar o que esta dentro da gente, e de forma violenta meu corpo expele jatos de urina, gozo e lágrimas, é impossível não chorar quando se atinge o máximo de nosso clímax, e neste momento, as paredes e carnes internas da minha bucetinha, se contraem involuntariamente, piscando, abrindo e fechando meus orifícios, eu perco completamente as forças em minhas pernas, e se preciso for, me desabo sobre o chão em convulsões alucinantes de um prazer raramente alcançado pelo corpo feminino, este sentimento permanece por mais alguns minutos, assim como nossa respiração ofegante, mas depois de um orgasmo extremamente forte, nosso dia se transforma completamente, nossos corpos ficam mais sensíveis, e nossos sentimentos se afloram a flor da pele, nos sentimos mais femininas, realizadas, febris; cuja única certeza que temos, é de querer repetir tudo novamente, nos lambuzar novamente com nosso próprio gozo, nos sentir IMUNDAS e mesmo assim nos orgulhar de tamanha façanha.



Era um momento de extrema solidão, onde eu me encontrava não sozinha, mas solitária, ansiava por um pouco de prazer, ou melhor, por um pouco menos de dor, estava carente de afeto, carinho, paixão... E é nestes momentos que nós mulheres nos descobrimos verdadeiramente, são estes os momentos que a dor, o prazer, os sentimentos em geral se tornão mais fortes, mais intensos, mais claros; e não conseguindo mais me segurar, tranquei a porta do meu quarto, permaneci com minha saia, mas retirei minha calcinha, subi sobre a cama, molhei meus dedos com minha saliva e passei a massagear minha bucetinha, alisando meu grelinho rosado, enquanto ficava ajoelhada sobre a cama, com meu travesseiro entre as pernas; de posse do álbum de fotografias aberto sobre a cama, começo a folheá-lo procurando as fotos especificamente de meu PAI, existe uma foto linda em que ele esta vestido com um terno, de pé ao lado da minha mãe; deixo o álbum aberto nesta página e passo a esfregar minha buceta com força, friccionando meus dedos contra meu grelo inchado, pensando e recordando do dia em que aquele homem, de aparência séria e severa, me possuiu, me violentou, me fez sentir o gosto forte do fel que saía de seu instrumento rígido e emperdigado; naquele dia eu chorei, eu não compreendi, eu não aceitei aquele fardo, mas hoje, me masturbo solitária, desejando sentir o que senti naquele dia, passar novamente pelo que passei e ter em minhas entranhas o "falo" maldito que me criou, o "falo" que transgrediu com sua perversão, sua própria cria, o "falo" que me transformou na mulher realizada que hoje sou.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

PARECE, MAS NÃO É.

Fala-se tanto em direitos iguais entre homens e mulheres, comenta-se que, a cada dia nós mulheres estamos alcançando cada vez mais lugares de destaque em nossa sociedade, e que a cada dia que passa, nós nos destacamos em todos os segmentos de nossa vida, seja afetiva, financeira, social... Mas eu não acredito 100% nesta ladainha, afinal de contas, ainda hoje, estamos sendo torturadas, violentadas, agredidas e mortas; sem falar na obrigatoriedade de permanecermos mudas, quando o assunto é sexo, eu por exemplo, sou taxada como puta, vagabunda e degenerada, muitos acreditam até, que eu seja um "viado" homossexual com fantasias sexuais, isto porque nossa sociedade é extremamente machista, e não acreditam que uma mulher possa falar o que sente, o que deseja, o que gosta... Para milhares de homens, nós mulheres não podemos fumar, beber, falar palavrão, usar maconha... Tendo consciência que estamos rodeadas de pessoas preconceituosas, prefiro ficar calada, e deixar que as pessoas tirem suas próprias conclusões de quem e o que eu sou, se acham que sou puta, então sou uma puta, se acham que sou um viado, então sou viado, mas se as pessoas de mente aberta, conseguem ver, ou perceber que eu sou uma garota igual as outras, nem melhor, nem pior, simplesmente igual, então vale a pena continuar postando relatos e historias da vida como ela é.
 
Neste final de semana, me peguei olhando no espelho e admirando os contornos e traços do meu corpo, são lindos, não sei o porque os homens gostam de mulheres voluptuosas, como aquelas dançarinas de funck, "mulher jaca, mulher melancia, mulher..." Para mim, o corpo feminino, quanto mais delicado e frágil, mais gostoso se torna, mais ele precisa de cuidados, mais carente ele é; nós que somos magrinhas, desconhecemos o apetite lascivo escondido em nossa recatada estrutura, não imaginamos o apelo sexual que se esconde em nossas delicadas curvas, ignoramos a delicia oculta em nossos orifícios, eu confesso que adoro meu corpo, eu amo de paixão a rigidez dos meus pequenos seios, a saliência escultural da minha bunda e minha cintura fininha, confesso que para mim, é fácil me manter magrinha, na verdade, tenho que me esforçar para ganhar umas gramas a mais, mais não trocaria por nada no mundo, a delicadeza e o aspecto adolescente do meu corpo, por seios gigantes e bundas descomunais, nada contra quem tem, mas se os homens soubessem o que um corpo magrinho e durinho é capaz de fazer com um caralho... Eles trepariam dia e noite, até seus genitais se esfolarem, e mesmo assim seria difícil saciar um corpo que aparentemente parece frágil e tenro, mas que na verdade, pode se mostrar insaciável diante de um belo, grosso e gostoso caralho.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

ESCARRA DO DIABO

Havia um tempo em que eu acreditava, sinceramente, na existência de um ser superior, na existência de um ser divino, na existência de DEUS; um Deus que me tinha como Filha, um Deus que me Protegia e guiava meus caminhos, um Deus que jamais me abandonaria, mesmo que eu lhe desse as costas; conforme o tempo foi passando, percebi a verdade escondida nas entrelinhas da vida, e pude constatar que: navegamos sozinhas neste mar de lama, levadas de um lado ao outro ao bel sabor dos ventos, singrando o obscuro da vida, como a navalha que corta a carne, perdidas nesta imensidão de águas que nos rodeião; E neste meio tempo, encontramos verdadeiros oásis em nosso caminho, mas também nos deparamos com incompreensiveis tempestades, que nos afligem dia e noite, e sem ter onde nos segurar, somos jogadas com violência sobre o chão; muitas se ferem pelo caminho, algumas se erguem apenas com simples arranhões, mas outras permanecem prostradas com feridas de morte, esperando apenas o dia em que seu barco chegará em seu porto, em seu destino final. A pergunta que faço agora é: Quem assopra este vento que nos conduz? DEUS... seria esta minha resposta? Não sei, mais se assim for, percebo que, para uns, Deus é generoso em sua brisa, outros enfrentam mares um pouco mais revoltos em sua jornada, mas a grande maioria, estão fadados a enfrentar a fúria de seu hálito; mas existem ainda aqueles, poucos desgraçados, infelizes almas, que assim como eu, foram destituídas de sua graça, esquecidas de sua misericordia, excluídas de seu sopro, sendo obrigadas a navegarem aterrorizadas, sentindo em suas faces o insípido calor do súlfur bafejo do demônio, que saem de suas ventas como se fossem mordazes anélitos de seu catarro.
 
E assim continuo, percorrendo maliciosamente as altas ondas do desespero, sentindo nas maças do rosto, as baforadas permanentes do tenebroso ser, que me açoita com fúria a cada metro percorrido das muitas milhas que naveguei.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

THE WHORE SATISFACTION.

Eu estava com medo, medo de pedir, medo de parecer vulgar, medo de que ele me achasse fácil; mas meu tesão era insuportável, a forma como ele apertava meus seios e os chupavam fortes, mordendo da base até meus bicos duros e inchados, enquanto sua boca gulosa sorviam desesperados meus pequenos e pontudos seios, me deixando completamente excitada, me sentindo quente, febril, estava querendo, e muito fazer sexo com aquele garoto, queria ser possuída, queria trepar com desespero e paixão, enquanto meus seios eram por ele devorados, suas mãos e dedos, tocavam, massageavam e me masturbavam colocando minha calcinha para o lado e dedilhando minha buceta morna e encharcada, seus dedos apertavam meu grelo com força, esfregando-o contra seus próprios dedos lambuzados com meu líquido, que além de esfregar forte meu grelo, penetravam minha buceta com força e vigor, entrando e invadindo minha fenda morna e completamente lubrificada; minhas pernas pareciam ter vontade própria, elas tremiam, abriam e fechavam involuntariamente, eu queria subir e assentar em seu colo, mas o tesão era tão forte que a única coisa que conseguia fazer era gemer, gemer forte e alto, quase que implorando para ser comida; vocês não imaginam a sensação de ser masturbada e ter os seios chupados ao mesmo tempo, é algo extremamente prazeroso, ainda mais quando você esta segurando em suas mãos, um mastro duro, quente e grande entre os dedos, e mesmo tremendo e me equilibrando para não cair do sofá, tentava inutilmente masturbar aquele chumaço de músculo, que pulsava e vibrava entre meus dedos; que delicia esta sensação de torpor e prazer antes da penetração, realmente tem preliminares que nos deixam mais satisfeitas do que o próprio sexo em si, tem preliminares que nos aquecem, muito mais do que a própria penetração, tem preliminares que nos fazem gozar com tamanha intensidade, que se torna insuportável segurar os jatos de urina que expelimos violentamente de nossas bucetas ardidas e famintas; e naquele momento, eu gostaria que o tempo parasse, ou melhor, que aquela sensação perdurasse por horas e horas, até a exaustão do meu corpo, que se contorcia involuntariamente, engolindo aqueles dedos que teimavam em me comer e penetrar; minha vagina pulsa, rebola, sobe e desce, expelindo líquidos e fogo, em contrações fortes e nervosas, com minha boca escancarada, dou gritos e gemidos incompreenssíveis, enquanto meus ouvidos são invadidos por palavras fortes de elogio e paixão, que me fazem gozar com uma intensidade incrível; e quando penso que já estava no auge do meu prazer, meu homem me levanta pela cintura e me coloca assentada em seu membro rígido, grosso e quente; com meus olhos fechados, vou descendo escandalosamente por seu mastro, deixando meu corpo cair sobre aquele aquele músculo que vagarosamente vai abrindo minha carne e se alojando no fundo da minha vagina; suas mãos seguram firme minha perna e cintura, apertando meu corpo de encontro ao seu, enquanto movimentos ritmados de um vai-e-vêm, intercalados com um sobe-e-desce incrível, fazem com que eu me entregue por completa, sou agora sua menina, entregue aos seus mandos, desejos e vontades, sou passiva e submissa as suas fantasias, e como não poderia deixar de ser, sou agora um rio de correntes caudalosas, cujas curvas sinuosas, desabrocham em cascatas ferventes de puro prazer e tesão; e o gozo que invade minha cavidade, é acompanhada de marcas profundas em minha carne, provocada pela força em seus dedos e unhas que arranham minha pele e mordidas desesperadas em meus seios, de uma volúpia quase que insana, que deixão mais do que marcas dos seus dentes em minha retesada carne branca, deixão hematomas profundos em minha pele clara, que se torna roxa devido a força e a profundidade que seus dentes, agora cravados em minha carne, sugam e bebem dos meus líquidos quentes e abundantes, e eu frouxa e completamente mole e sem forças, aprecio os últimos momentos de insano prazer, onde meu corpo continua convulsionando e latejando, numa clara demostração de total satisfação, conseguida em um cantinho escuro da sala, assentada sobre um velho sofá de dois lugares, me entregando descaradamente, a um homem que mal conheço, cujo o nome não me recordo neste momento, guardando apenas a lembrança daquele gozo colossal numa noite de sexta-feira.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

POR DE TRAZ DA LENTE

faz algum tempo, que venho me dedicando a fotografia, a arte de parar o tempo em um singular instante ou lugar, o privilégio de documentar o que vejo, amo ou odeio, a necessidade de mostrar visualmente, tudo aquilo que não consigo transmitir verbalmente; Para ser honesta, isto é mais do que um robe, é uma necessidade, uma necessidade aguda de me ocupar, uma necessidade extrema de esquecer o medo, uma necessidade inventada de parecer ativa e produtiva, quando na verdade, eu não passo de uma invalida, sou mais uma na imensa multidão de insignificantes caricatos, cuja fisionomia grotesca, esconde o podre-rubro hálito da moléstia infecciosa; Por isso é fácil entender o porque da minha obsessiva necessidade, em tentar me apegar a qualquer lixo que me é oferecido pala vida, a obsessiva necessidade em fazer o que nos mandão os livros, as musicas, as poesias, nossos ídolos e artistas... A minha imundice só não é maior, que minha alienação, minha apatia, meus temores; procuro então na fotografia, em meus estudos, em meu trabalho e na minha ignóbil família; um motivo, uma razão, um dissimulado adjetivo, que me permita pelo menos ficar atrás dos bastidores, percorrer os corredores desta transitória sociedade, sentir o cheiro do glutão banquete oferecido pelos degenerados. Desta forma continuo sobrevivendo, escondida por de traz de uma fina casca de jubilo e ventura, por de traz de uma sofisticada lente de 8mm.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

CRENTE DO PAU QUENTE.

Eu estava com 18 anos, quando conheci este garoto em uma igreja evangélica que minha irmã frequentava, ele era magro, alto, escondia sua ingênua-timidez, por de trás de um óculos de lentes finas, que lhe dava um ar de "garoto inteligente", mas o que mais me chamou a atenção, foi a forma como ele me olhava, seus pequenos olhos, me transmitiam um misto de desejo e ingenuidade, algo entre a inocência e o pecado, ele me comia com os olhos, mas ao mesmo tempo, transbordava ternura e carinho, eu não compreendia o que aquele garoto queria comigo, a única certeza que eu tinha, era que eu queria dar para ele, mas ao mesmo tempo, eu não podia arreganhar minhas pernas, afinal de contas, eu o conheci em uma igreja, ele era crente e eu estava me fazendo de santa, ele orava e adorava a Deus, enquanto eu me perdia precocemente em meu serviço e na escola, eu queria dar a ele um pouco de prazer carnal, lhe oferecer uma gota da minha vil depravação, mostrar a ele uma sombra que fosse, da minha magistral libertinagem, mas estava com medo, medo da minha irmã, medo do que ele poderia pensar de mim, medo da igreja e de sua família, mas principalmente, medo de mim mesma, medo de me apaixonar por um homem, que seguramente não preenchia todos os requisitos que eu tanto almejava, afinal de contas, meu sonho sempre foi de encontrar um homem rico, bonito, forte, sexualmente ativo, cabeça aberta para novas coisas, ou seja, um homem que fizesse de mim uma rainha e princesa de dia, e a noite me transformasse em sua puta e cadela na cama.


Decidi correr o risco, passei então a me insinuar constantemente para aquele garoto, eu, sempre que podia, beijava sua boca, despejando minha saliva morna e doce em seus lábios, deixando roçar seus dedos e mãos em meus pequenos, pontudos e retesados seios, alisando de forma provocante suas pernas e pau, e desta forma, fiz com que ele se perdesse entre as curvas, poros e buracos do meu corpo, foi então que ele passou a me devorar de forma magistral, ele passou a me comer com uma fome nunca antes presenciada por mim, ele me bebia até a exaustão do meu sexo, ele me penetrava, comia e gozava, e quanto mais eu dava, mais ele queria, parecia uma criança diante de uma Park de diversões, parecia um andarilho no deserto, diante de um oásis, parecia um virgem enclausurado em uma zona; e até hoje, eu me espanto com o calor que tinha seu pênis, não acreditava que poderia existir um instrumento tão quente e rígido como aquele cacete; uma coisa é certa, existem 2 tipos de homens, tem aquele que te come, e aquele que quer te comer, não se engane, pois "um" é completamente diferente do "outro", enquanto o primeiro só quer uma aventura, uma tranza, uma trepada, o segundo quer te fazer gemer, quer te fazer gozar, quer se alimentar do seu corpo e saciar sua carne. Era assim que aquele garoto me comia, ele se alimentava dos líquidos que vertiam de mim, ele experimentava o sabor da minha pele e carne com sua língua e boca, e introduzia seus dedos curiosos em cada fenda do meu corpo, ele enfiava seu membro duro e quente em meu interior, devagar e firme, com gentileza e forte, úmido e ardente; eu não acreditava que aquele crente poderia meter tão bem, que ele poderia ser tão gostoso, que seu falo poderia fazer minha xana arder com o calor do seu mastro, ele não era experiente, nem tão seguro, mas era formidável seu desejo e sua vontade de me abrir, de me comer e rasgar; e o mais impressionante, foi quando senti no interior do meu ânus, a temperatura, o calor, o fogo líquido do seu caldo depositado em meu cú, eu me arreganhei e escancarei minha boca em um gemido longo e forte, tamanho foi meu espanto diante de tão quente porra, que saía aos jatos, aquecendo e queimando meu cuzinho inflamado, aquele fogo tomava conta de todo meu corpo, e fazia minha pele se arrepiar toda diante de seu caldo flamejante que aos poucos escorria por todo meu corpo; e até hoje, não consigo me esquecer daquele crente de pau extremamente quente.