sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A VIDA QUE EU LEVO, MOSTRA A PUTA QUE SOU.

Certa vez, ainda muito jovem, conheci uma garota que assim como eu, tinha sonhos e fantasias quanto ao futuro, quanto a namorados, escola, casamento... Nos freqüêntavamos a mesma igreja, porém adorávamos um Deus diferente; ela acreditava e tinha fé em um Deus único e verdadeiro; eu acreditava no homem e no poder que emana do seu corpo; ela retida em sua santidade, orava e pedia bênçãos para sua vida e seu futuro, enquanto eu; ajoelhava nos fundos da igreja e "chupava" a todos aqueles que me desejavam; ela venerava sua virgindade e preservava a pureza de espírito e a não violação do seu corpo; eu trazia as marcas da adulteração e da promiscuidade em todos os poros da minha carne e a certeza do sexo fácil em meus olhos; ela rogava perdão divino todos os dias de sua vida; enquanto eu implorava por satisfação, clamando por prazer todas as noites...
 
 
O tempo passou, eu saí da igreja e nos distanciamos até a total separação, eu mudei, meus sonhos e fantasias ficaram para trás, meus objetivos não são mais aqueles da minha juventude, e a nossa amizade permanecia apenas em minhas lembranças...   Até o dia em que eu a reencontrei inesperadamente, no Hospital de Clínicas de Uberlândia; ela era aluna residente do corpo médico, e eu interna na ala de M.I. (moléstia infecciosa). Senti um misto de surpresa, vergonha e inveja; na hora meu rosto ficou corado e minhas mãos suavam frio devido o desconforto que a presença daquela pessoa me proporcionava, tentei disfarçar minha presença, virando meu rosto para o lado e fingindo não tê-la reconhecido, mas a pompa e a altivez que aquela figura impunha naquele quarto, me causava raiva e rancor, inveja pura e simples, desdenho e amargura... Com aquele ar seguro e a certeza de ter vencido na vida e atingido seus objetivos, aquela criatura se aproximou de mim com um sorriso desdenhoso e me chamou a atenção, me comprimentando e certificando-se de que nós nos conhecíamos e de que éramos grandes amigas no passado.
 
 
Disfarcei naquele momento, fingindo surpresa e alegria em tê-la reencontrado, mas notei que por trás daquele sorriso fingido e desdenhoso, havia uma pessoa incomodada, receosa e com nojo de abraçar-me, ou comprimentar pegando minha mão, e quem sabe, até mesmo em respirar o mesmo ar pestilento que eu exalava. Com a mesma apatia, comprimentei-a e perguntei como ela estava? Com uma resposta positiva, ela também perguntou pela minha saúde e como eu estava passando? Não tão bem como você, respondi.
 
 
Após uma consulta rápida e informal, ela se retirou do quarto, com uma alegria estampada no rosto, muito maior e mais evidente do que quando entrara, pelo fato, quem sabe, de ter reencontrado sua ex-amiga em uma situação humilhante, depreciativa e vergonhosa por ter contraído um mal que só as putas, mais rameiras e vagabundas, destituídas de qualquer pudor e conhecimento intelectual podem sofrer e contrair, comprovando definitivamente a vida vadia que eu levo e a rapariga que sou.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

RASGARAM MEU ÚTERO E EU RASGUEI VOCÊ.

Muitos momentos marcantes que fizeram parte da minha vida, já foram aqui postadas, porém existem algumas histórias que ainda não foram publicadas, devido ao seu conteúdo extremamente chocante e impróprio, cuja a perversão sexual, os atos libidinosos e a degeneração sádica das relações sexuais, degradam não só a minha pessoa, mas toda a natureza humana como a conhecemos.



Um momento ímpar da minha vida, aconteceu quando eu ainda estava grávida do meu filho; devia estar com oito meses de gestação, pois minha barriga estava enorme e meus seios completamente inchados cuja as aureolas que circulam os bicos as vezes doíam muito, mas apesar de barriguda, eu estava linda, eu me sentia linda e as vezes, em raros momentos, feliz... Apesar de estar faltando apenas um mês para o parto, eu tinha desejos sexuais muito mais apurados e a flor da pele, do que anteriormente, tinha dia que eu estava louca para transar, chegava a bater siririca umas três vezes ao dia, tamanho era meu tesão, e já que estava morando com o "pai" do meu "filho", deixei de trepar com os amigos da faculdade e com os garotos das baladas, tive então que me contentar com que tinha em mãos, as vezes, aquele homem com quem morava dava conta do recado, mas na grande maioria do tempo, eu tinha que me satisfazer sozinha. Esta situação perdurou até o dia em que tive uma discussão com meu "marido", e falei que ele era o homem mais frouxo que eu havia conhecido, e que meus dedos davam mais no coro que seu pequeno pau...



Acho que aquelas palavras foram fortes demais, acho que não deveria ter sido tão injusta com ele, até porque aquilo não era totalmente verdade, já que, foi ele quem decidiu cuidar de mim e de nosso "filho", mesmo sabendo quem eu era, ele nunca pensou em me abandonar e o sexo com ele, antes de engravidar, era extremamente prazeroso e repleto de fantasias e fetiches. Mas acredito que com minha gravidez e com os resultados de sangue terrivelmente devastador, meu homem nunca mais havia sido o mesmo, ele era triste e a cada dia que passava, eu via em seus olhos o horror e o medo em sua alma, e isto o estava matando, e eu apesar de chorar constantemente, era forte e jamais me entregaria ao desespero e a depressão sem antes lutar... por todos estes motivos, acredito que tinha sido extremamente egoísta e perversa com meu "marido", e aquelas palavras só o fizerão ficar mais triste e deprimido. Decidi então reverter aquele quadro, e brindar meu homem, com um final de semana inesquecivel...



Naquele fim de semana, havia planejado ficar em casa e não sair para casa dos amigos ou da minha irmã, tomei um longo e demorado banho, e vesti uma roupa extremamente sensual, composta de uma cinta-liga e um fio-dental de cor preta e um soutien também preto com uma fina borda vermelha. deixei no quarto, dentro do criado, uma surpresa para meu marido, era um enorme vibrador de borracha, o "consolo" devia ter mais ou menos uns 27 centímetros era preto e muito grosso, havia pegado emprestado de uma amiga, e queria que meu homem me sodomizasse por completo naquela noite... Já passava das 18;00 horas quando meu marido chegou do trabalho, ele retirou seu sapato e seguiu rumo ao banheiro como de costume, e ao retirar sua roupa para tomar banho, fui logo abordando meu homem por trás e procurando sua boca para beija-lo, ele estava visivelmente surpreso, pois já havia muito tempo que ele não me via de lingerie, e há tempos eu não o abordava tão bonita e disposta a trepar com ele; ao mesmo tempo que beijava sua boca, minhas mãos tocava seu cacete numa lenta e gostosa massagem, punhetando aquele membro que apesar de endurecer com facilidade, não era muito grande e nem muito grosso, acho que era de tamanho normal para um homem, ao perceber que ele me queria naquele momento, disse bem baixinho em seu ouvido: seja ligeiro neste seu banho, pois eu estarei te aguardando em nossa cama com uma surpresa... dei as costas e fui saindo de mansinho do banheiro, enquanto meu homem toma seu banho mais do que depressa.



Estava deitada sobre a cama, quando meu homem apareceu com sua toalha enrolada sobre a cintura e visivelmente atordoado e surpreso pelo fato de eu estar querendo transar com ele, pela primeira vez desde que fiquei grávida e soube dos resultados de sangue. Eu estava deitada com minhas costas apoiadas na cabeceira da cama, e com minhas pernas completamente abertas, mostrando minha minúscula calcinha de renda preta, estava sedenta para trepar com aquele homem, talvez pelo fato de estar com minha consciência pesada ou quem sabe aquela era minha maneira de pedir desculpas, a única certeza que eu tinha, era que eu estava louca para sentir todos meus buracos sendo preenchidos por cacetes, quer sejam de verdade ou de borracha... Minha "xana" estava húmida de tesão, não via a hora de ter um membro dentro de mim, para que eu pudesse esquecer dos problemas que me assolavam; Neste momento, meu homem desenrola a toalha de sua cintura e sobe de joelhos sobre a cama, vindo em minha direção com sua vara dura e levantada para cima, aproxima-se bem devagar e coloca sua "jeba" no rumo da minha cara, imediatamente eu a coloco toda em minha garganta, abocanhando com vontade aquele mastro duro e começo a chupar vigorosamente aquele cacete como há tempos não fazia, seguro seu cacete com minha mão direita e vou massageando aquele mastro ao mesmo tempo que serpenteio minha língua sobre aquela cabeça vermelha e inchada, vou sorvendo com toda minha força aquele cacete ao mesmo tempo em que minha mão esquerda percorre a cintura e a bunda do meu homem, e toda vez que aproximo meus dedos do seu anús, percebo que o tesão do safado aumenta, passo então a massagear com a ponta do meu dedo indicador a portinha do seu cú peludo, dando pinceladas no seu anús, tirando e colocando meu dedinho em seu rabo... Enquanto isto, meu homem já esta com sua mão dentro da minha calcinha, massageando e colocando seus dedos dentro da minha "racha", rapidamente fico ensopada com a visão do meu homem ajoelhado na minha frente, tendo o cacete todo em minha boca e o cú esfolado pelos meus dedos, chego a delirar quando penso naquele dia, confesso que foi um dos melhores dias da minha vida. Meu homem começa a gemer forte de tesão, percebo que ele está no limite, pronto para gozar, retiro então seu cacete da minha boca e meu dedinho do seu cú, que a esta altura, estava todo enterrado em seu rabo; Imploro então, para que ele chupe minha "racha", que esta piscando de tesão, e ele prontamente desliza sobre a cama e vêem de encontro a minha "xaninha", com força e violência, ele desce minha calcinha, rasgando as ligas da cinta que estou usando, e imediatamente sinto sua língua invadir minha buceta, chupando e mordiscando minha carne, sugando e pincelando com sua língua, todo o meu interior; aquilo me levava as nuvens, e não aguentando mais de tesão, peço para ele me comer bem gostoso, e que queria que ele colocasse além do seu cacete dentro de mim, o consolo que eu havia colocado no criado ao lado da cama. Estendo meu braço direito para o lado e abro a gaveta do criado, pegando o grande, grosso e negro pénis de borracha e o coloco na boca, lubrificando com minha saliva todo aquele instrumento; Neste momento, meu homem me coloca de quatro, com minha barriga enorme voltada para o colchão e passa a lamber e a chupar meu cú, Deus sabe o quanto eu gosto de ter o cú chupado, comido e arregaçado, e não deu outra, o vagabundo estava com seu cacete duro feito aço, e sem dó nenhuma, enfiou de uma só vez, seu membro em minha buceta, senti seu cacete se alojar no fundo da minha "racha" e logo em seguida ele iniciou um gostoso vai-e-vem dentro de mim, colocando e tirando sua "jeba" em minha buceta, ao mesmo tempo, a safado pegou o "consolo" e começou a enfia-lo em meu rabo, nossa como doía, eu pedi para que ele fosse carinhoso e que colocasse devagarinho, e quanto mais eu pedia, mais o safado me maltratava e forçava sem dó aquela jeba preta dentro de mim, quando dei por mim, estava com o cú completamente preenchido por aquele consolo de borracha, e a buceta tomada pelo caralho daquele homem, eu gritava de prazer, e quanto mais eu xingava o safado, mais violento o covarde se tornava, enfiando com brutalidade aquele colosso em meu anús, ele inseria com rapidez e força aquele cajado em meu cú, até não caber mais, depois retirava deixando apenas a cabeça do consolo dentro de mim, ao mesmo tempo, sua vara com movimentos lentos, invadia minha "xana"; O cacete do meu homem, perto do consolo de borracha, era mínimo, porém sua estrutura dura e viril, arrombava minha buceta me proporcionando um orgasmo duplo, primeiro porque seu cacete massageava fundo minha bucetinha segundo estava tendo o cú completamente esfolado por um vibrador imenso, há tempos não gozava daquele jeito, meu corpo tremia todo tamanho o orgasmo que estava tendo, minha racha piscava e pulsava forte expelindo líquidos vaginais. Pedi para que meu homem retirasse o consolo do meu cú, e bem devagar ele foi puxando para fora até a saída completa daquele mastro negro do meu rego, meu anús estava em brasas, queimava e ardia de tanto ser violentado por aquela estrutura negra e grossa, neste instante, ele retirou também seu cacete de dentro da minha buceta e me colocou deitada novamente com a barriga para cima sobre a cama; peguei o mastro de borracha e aproximei do rosto do meu marido e pedi para ele chupar o cacete e sentir o gosto do meu cú, notei que ele recuou e num primeiro momento ele não quis tocar no vibrador, mas minha persistência foi maior e quando dei por mim, o safado estava mamando e limpando todo o consolo que estava enterrado em meu rabo, e no meio daquela depravação, pedi para que meu marido enfiasse aquele consolo todo em minha buceta, mas que eu queria também sentir o gosto do seu cuzinho, foi então que eu pedi para que ele se deitasse na cama e ficasse com as pernas abertas, enquanto eu ficava agachada sobre ele, com minha buceta no rumo do seu rosto; ele prontamente obedeceu, e bem devagar introduzia aquele colosso negro em minha buceta, ao mesmo tempo que dava pinceladas em meu cú com sua língua, sentia ele forçando passagem com sua língua para o interior do meu rabo, sugando e lambendo as paredes arregaçadas e feridas do meu anús; eu mais do que depressa, enfiei meu dedo indicador da mão esquerda dentro do seu rabo, ao mesmo tempo que minha mão direita punhetava seu cacete, quanto mais ele forçava aquele colosso negro em minha "racha", mais fundo e forte eu enfiava meu dedo, até que resolvi colocar dois dedos em seu cú, foi quando ele deu uma gemida forte e profunda, acabava de descobri que meu marido adorava um "fio-terra", ele estava amando a ideia de ter o cú esfolado, passei a introduzir meus dedos cada vez mais forte e profundo... Ao mesmo tempo em que eu comia o cú do safado com meus dedos, ele enterrava aquela jeba de borracha todinha em minha buceta, eu estava toda ardida e pedia para ele ir com calma, pois tinha medo de que aquele instrumento pudesse machucar meu útero, e quanto mais eu pedia, mais profundo e forte o viado me invadia, enfiando de maneira brutal aquele instrumento em minha buceta, lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, o medo de que algo pudesse acontecer com o filho que eu estava esperando aumentaram ainda mais minha ansiedade e dor, pedi então para que ele retirasse aquele pau de borracha de dentro de mim, foi quando senti meu útero ser aberto por aquele colosso imenso... A dor foi tanta, que cheguei a "defecar" no rosto do meu homem, no exato momento em que ele estava chupando e lambendo meu cú, minha bolsa havia rompido, litros de água escorreram pela minha buceta, meus dedos que estavam enterrados no cú daquele viado, chegaram a contrair, ferindo e rasgando o intestino do infeliz, a dor era enorme, mal consegui me mover para sair de cima do meu marido, não tivemos nem mesmo tempo para tomar banho, vestimos uma roupa e corremos para o hospital de clínicas de Uberlândia, onde meu filho apesar de nascer prematuro, hoje leva uma vida normal e com saúde.
 
 
Jamais esquecerei o dia em que meu homem rasgou meu útero e eu em contra partida rasguei seu cú. Vocês que acreditam que carinho e compreensão é importante na hora da transa, eu concordo plenamente, mas uma trepada violenta, promiscua, suja, com muito sadismo e tesão, repleta de luxúria e depravação... É INESQUECIVEL.

domingo, 18 de setembro de 2011

UMA VADIA COMO AS OUTRAS.

Algumas pessoas acreditam que este blog é escrito por um VIADINHO e suas fantasias sexuais, outras acham que eu sou uma PUTA desde o dia em que nasci, mas ninguém acredita que sou uma garota como qualquer outra, com desejos e fantasias iguais a de toda mulher, a diferença é que eu resolvi satisfazer todos os meus desejos, me entregar a todos os meus devaneios, me abri a novas aventuras e descobrir os mais sórdidos e profanos desejos carnais. Isto não faz de mim o DEMÔNIO em pessoa, não sou uma prostituta em busca de algum trocado, não, pois a princípio, frequentei uma faculdade federal, tenho família e até um "filho". O que me torna diferente das outras garotas, é que eu não sou hipócrita ao ponto de dizer que sou santa; como muitas vadias fazem.




Não me arrependo das coisas que já fiz, só não queria que as consequências fossem tão duras, e deixassem marcas para sempre em minha vida, mas tudo bem, tem pessoas que viverão uma eternidade sem nunca experimentar a metade dos prazeres que já tive nesta curta vida, tem mulheres que jamais conhecerão o prazer de uma gostosa trepada, tem garotas que jamais saberão o que é "gozar" gostoso depois de ser penetrada, tem pessoas que passarão a vida inteira na ignorância de nunca ter sido comida por trás e ter chupado um cacete extremamente duro e grosso depois de um violento sexo anal.




Eu lamento por estas mulheres tristes e infelizes, que levam suas vidas recalcadas, fazendo apenas papai-e-mamãe, e tendo a certeza de que estão sendo traídas por seus maridos, e não tem a coragem de abocanhar o membro de seus esposos com vergonha de que eles façam mau juízo delas, e passam a vida sem saber o gosto de uma porra na boca, a satisfação de levar pau no cú, e o delírio de ser penetrada todas as noites por um membro diferente. A faculdade é repleta de putas baratas, que dão em qualquer lugar e para qualquer um quando estão chapadas, e são exatamente estas vadias que apontam seus dedos em minha direção e me acusam de meretriz.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

"HAPPY DAY" - Não é o mesmo que " DEI FELIZ".

Era noite de domingo, estava na praça Clarimundo Carneiro, em um orelhão ligando para meus amigos que ainda não haviam aparecido, este dia estava sendo especial, era meu aniversário e havia passado a maior parte do dia com aquelas pessoas que tanto gosto, queria agora fechar o dia, o melhor, a noite com chave de ouro, esperava meus amigos para podermos ir para um barzinho aqui do centro da cidade e curtir as baladas, amigos e homens que a madrugada poderia me proporcionar.


Estava sedenta para extravasar toda minha alegria e felicidade, não é sempre que as coisas vão bem em minha vida, mas aquele dia era meu, era especial, não porque era meu meu aniversário, mas porque eu estava apaixonada e feliz, qual mulher nunca se sentiu completa, extremamente feliz e apaixonada por estar namorado o homem que tanto ama? eu me sentia assim.



Mas a demora dos meus amigos começou a me incomodar, e já passava das 20:00 horas, e não tinha nenhuma noticia dos meus amigos ou do meu namorado, por isso resolvi ligar para eles, mas não estava conseguindo entrar em contato com nenhum deles, resolvi então me sentar na praça e aguardar mais um pouco, a praça estava vazia, poucas pessoas estavão por ali, algumas no ponto de ônibus e outras próxima de um barzinho, atual "Sibipiruna".



Estava usando uma longa saia indiana, e por baixo uma minúscula calcinha de cor clara, meus seios esticavam o fino tecido que contornavam minha pele, esculpindo um lindo perfil de todo meu corpo, meus cabelos "escovados" estavam acima do ombro, bem no inicio do pescoço, eu fico muito bem de cabelos channel, e para finalizar, usava uma sandália linda feita artesanalmente.



Enquanto aguardava meus amigos no banco da praça, notei que haviam dois rapazes "lindos" conversando próximo de mim, do lado do "sibipiruna" ambos com um copo de cerveja, notei que eles não tiravam os olhos de mim, aquilo elevava meu ego nas alturas, um era moreno, alto cabelos curtos e corpo extremamente atlético, o outro era branco, cabelos cacheados e negros, parecia ser um pouco mais magro que seu amigo, porem tinha o rosto de um Deus, com um queixo extremamente sexy.



Procurei não ficar olhando para os rapazes, para evitar qualquer constrangimento, porém derrepente, eis que se aproxima aquele homem moreno de corpo escupildo por mãos divinas na minha frente, ele se aproxima e se apresenta dizendo se chamar "Alberto" e pergunta se eu gostaria de beber alguma coisa e se gostaria de fazer companhia a ele e seu amigo, para comemorar seu aniversário? fiquei surpresa e fui logo dizendo que hoje também era meu aniversário... ele com um ar de interrogação pergunta se eu estou brincando... Pego minha bolsa, abro minha carteira e mostro minha identidade; Pasmado, ele olha para trás e chama seu amigo, e imediatamente mostra minha identidade para o outro homem que se aproxima e diz: veja só a data de nascimento dela... Seu amigo logo diz: Nossa, mais que coincidência, vocês dois fazem aniversário na mesma data! Começamos então uma gostosa conversa naquela praça, Alberto me apresentou seu amigo, que disse se chamar "Roberto" e que ambos eram estudantes de Direito, e que estavam aguardando dar 22:00 horas para irem a um lugar especial pois Roberto havia preparado uma surpresa para Alberto.



Eu disse que estava preocupada, pois meus amigos haviam combinado de me encontrar naquela praça as 20:00 e já havia passado mais de 1 hora e eu não estava conseguindo falar com eles, disserão então para eu não me preocupar pois a qualquer momento eles poderiam pintar por ali, me proporam então para que eu fizesse companhia a eles lá no barzinho, pois já estava tarde e era perigoso ficar sentada sozinha na praça... agradeci e gentilmente recusei o convite, mas não poderia sair dali sem saber o que estava acontecendo com meus amigos. Roberto então disse: bom se você não quer fazer companhia para gente, você se importa que façamos companhia a você, só até seus amigos chegarem? Claro que não, respondi, foi então que Alberto perguntou o que eu queria beber pois ele iria trazer bebidas, respondi que não queria nada, mais ele insistentemente foi dando as costas e dizendo que traria cerveja para todos, enquanto isto permaneci sentada na praça conversando com o Roberto.



Conversa vai, conversa vêm e dentro de alguns minutos Alberto chega com três garrafas long-neck e distribui entre mim e o Roberto, nossa conversa estava interessantísima, não entendia, mais eles pareciam me conhecer tão bem, era como se já fossemos amigos a séculos, e por um breve momento me esqueci dos meus amigos que não chegavam... Comecei então a me sentir estranha, meu corpo estava muito leve e meus olhos começavam a pesar, como se eu estivesse precisando me deitar para apoiar minha cabeça em algum lugar, foi quando desconfiei de que alguma coisa estava errada, pois eu era acostumada a beber e beber muito, e aquilo jamais havia acontecido antes, um medo súbito apoderou-se de mim, pois imaginei que aquela bebida pudesse conter alguma droga... foi então que rapidamente tentei me levantar daquele banco, e com a mesma velocidade em que me levantei, tornei a cair novamente, minhas pernas já não obedeciam mais, não conseguia nem mesmo gritar, era como se estivesse tão cansada a ponto de não conseguir equilibrar meu corpo, só me lembro de ver os dois homens me apoiando e segurando meus braços, e então fechei os olhos...




Abri meus olhos e vi imediatamente ao meu lado, aqueles dois homens que havia conhecido na praça me olhando, assim que me viram abrir os olhos, eles foram logo me perguntando se eu estava bem, pois eu havia desmaiado e caído no chão, olhei para os lados e notei que estava em um quarto enorme, deitada sobre uma cama; comecei a chorar e a perguntar onde eu estava... os rapazes foram logo pedindo calma, pois estava tudo bem, como eu havia passado mal eles resolveram me trazer para a casa de um deles, e que já passava das 22;00 horas e que aquele era o momento de dar a surpresa do Alberto... Nesta hora, o Roberto com a ajuda do Alberto começou a subir minha saia até tira-la pela minha cabeça, eu não entendia nada, pois apesar de estar com olhos abertos, eu não conseguia me mover, era como se todo meu corpo estivesse "dormente" eu via tudo, mas não sentia nada; lembro-me de ter visto o Roberto se aproximar por baixo da cama e começar a descer minha calcinha, e imediatamente colocar sua boca no meio das minhas pernas e começar a chupar minha "lindinha", enquanto isso, Alberto chupava meus seios enquanto tirava toda sua roupa, derrepente ele desce a calça e tira para fora uma "pica" enorme, era bem escura e grossa, e segurando forte minha cabeça com uma de suas mãos, aproxima aquele membro do meu rosto e me faz coloca-lo na boca, eu escancarava toda a minha boca para que aquele membro emperdigado pudesse se alojar em minha garganta, lágrimas escorrem sem parar dos meus olhos; enquanto chupo aquele colosso de cacete, Roberto violenta minha vagina com sua língua e dedos, ele chupa meu grelo com violência enquanto enfia seus dedos dentro de mim, me masturbando; Roberto agora retira sua boca da minha "xana" e desce sua calça, ao ver o tamanho do seu cacete, quase me engasgo com a pica do Alberto em minha boca, Roberto tem um cacete imenso e branco, e cheio de veias calibrosas espalhadas pelo corpo do seu cacete, parecendo muito o "cajado" que um dia meu lindo irmão me desvirginou...



Com aquele cacete duro e longo, Roberto o coloca no rumo da minha xoxota e me penetra de forma covarde e brutal, violentando minha racha com estocadas profundas e vigorosas; ele fica vários e vários minutos com seu cacete dentro de mim, colocando e tirando sua vara de dentro de mim, não, sinto dor alguma, apenas um desconforto quando sua pica toca meu útero; neste momento Alberto tira seu membro de dentro da minha boca e muda de posição com Roberto, agora é ele que enfia sua "rola" lubrificada em minha vagina, e de uma só vez, enfia toda sua pica dentro de mim, enquanto Roberto se aproxima com aquela "pica" que acabara de me violentar e a coloca em minha boca, só agora sinto o gosto forte de sangue, que provavelmente seja da minha própria buceta.



Estou sendo estuprada por dois desconhecidos em um quarto qualquer, não consigo me mexer, é como se todos meus músculos não obedecessem as minhas vontades, apesar do medo e da violação do meu corpo imposta por aqueles homens, eu tinha ciência que estava sendo violentada por dois lindos homens e melhor ainda, donos de enormes cajados, que me proporcionavam um sentimento dúbio de amor e ódio; a rola do Roberto esta totalmente enfiada em minha boca, aquele gosto de sangue, era apenas o vestígio do que aqueles cacetes haviam feito com minha buceta, apesar de não sentir dor, sabia que minha vagina estava sendo castigada violentamente por maravilhosas picas; Alberto com sua pica escura e grossa, permanece a me dar estocadas vigorosas e profundas, neste momento, ele pede para o Roberto tirar o cacete de minha garganta, e me coloca por cima, sentada em sua rola, me fazendo subir e descer sobre aquela rola escura, grande e grossa; Roberto como não é bobo, se posiciona atrás de mim, e sinto um calafrio percorrer minha nuca, no momento em que ele segura seu cacete extremamente emperdigado e aos poucos vai enfiando dentro do meu cú ... Não estava sentindo dor até aquele momento, mais acho que o efeito do remédio estava passando, e começo a sentir aquele pedaço calibroso de músculo, invadir meu ânus vagarosamente, aquela cabeçorra enorme começa a entrar dentro do meu cú me esfolando toda, enquanto Alberto continua com sua pica dentro da minha buceta, impondo movimentos cadenciados e profundos em minha xota, no mesmo instante em que Roberto invade todo meu rabo com sua rola, e inicia um vai-e-vem gostoso em meu cú, sinto sua rola num entra e sai frenético, massageando meu ânus com seu cacete de veias calibrosas, com movimentos rápidos e também profundos, Roberto me leva a loucura... estou sendo vitima de uma orgia regada a chupada e a dupla penetração, já havia transado com dois homens ao mesmo tempo antes, mas confesso que nunca tive o privilegio de ser serviciada por membros tão grandes e grossos. Meu ânus estava ardendo, quando Roberto retira sua rola de dentro de mim, e mais uma vez me obriga a colocar aquele cajado enorme em minha boca, abocanho aquele membro de uma só vez, e chupo aquele mastro com vontade; neste momento, Alberto retira seu cacete da minha buceta e o coloca em meu rabo, e me faz assentar até o caule, meu ânus engole aquele membro de uma só vez, e passo a mexer meu quadril em um sobe-e-desce gostoso, aproveitando cada centímetro daquela rola.


 
Neste momento, Roberto segura forte meus cabelos, forçando seu cajado o mais fundo possível dentro da minha garganta, é quando sinto jatos de sêmem invadirem minha boca e tocarem fundo minha garganta, sua porra vai aos poucos enchendo toda minha boca e sem medo, vou engolindo todo aquele "leitinho", como se estivasse morrendo de sede... mal havia acabado de beber toda a porra do Roberto, quando o Alberto retira seu cacete do meu cú e se coloca sobre mim, com seu cajado todo lambuzado, e o coloca em minha boca, despejando mais e mais porra em minha garganta, chupo aquela pica até a última gota de porra; estou agora com a mandíbula doendo de tanto escancará-la para poder alojar dois membros emperdigados dentro dela, mais estou satisfeita com a grande quantidade de porra que fui capaz de beber, e de ter aguentado dois lindos homens me comendo ao mesmo tempo... Estou sendo vítima de um estupro por dois desconhecidos, mas ao mesmo tempo, não me considero abusada nem violentada, pois hora nenhuma, aqueles homens foram violentos, não me bateram e nem sequer me xingaram, apenas usaram e abusaram do meu corpo, em busca de uma satisfação sexual que foi por mim também compartilhada.


 
Nesta hora, Roberto e Alberto se aproximam de mim, cada um em um lado da cama e me dão um beijo no rosto, e com um sorriso estranho, me desejam um feliz aniversário e perguntam se eu gostei do presente que meu namorado havia preparado para mim... Imaginem o quanto fiquei perplexa diante da notícia de que tudo aquilo havia sido planejado pelo meu namorado, não acreditava que o filho de uma puta havia contratado dois garotos de programa para usarem e abusarem do corpo de sua namorada.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO!

Desde muito cedo aprendi a conseguir as coisas do modo mais fácil, bastava apenas abri minhas pernas e pronto, conseguia tudo o que queria, de forma rápida e sem burocracia, até o dia em que resolvi brincar com fogo, e saí dilacerada; neste dia então eu percebi que: "quem com ferro fere, com ferro será ferido" .


Tinha aproximadamente 16 ou 17 anos, e trabalhava em uma loja de ferragens em uma das principais avenidas do centro da cidade; eu era vendedora e meu patrão, um homem de idade já avançada, devia ter mais ou menos 55 anos era casado e tinha filhos mais velhos do que eu; e não perdia a oportunidade de me passar a mão ou me passar uma cantada quando estávamos a sós, vivia me fazendo propostas indecentes e me oferecendo coisas em troca da minha buceta; ele era um homem realmente muito nojento, vivia me encochando com sua barriga enorme e seu pinto pequeno.


Eu sempre me recusei a transar com ele, até porque era um homem casado cujo filho trabalhava no escritório juntamente conosco, até o dia em que resolvi curtir com a cara do coroa e ver se podia arrancar alguma coisa daquele velho safado... passei então a me insinuar, vestir saias curtas e calças cada vez mais apertadas, deixava meu corpo sempre em evidência e com aquela carinha de garota sapeca, ficava sorrindo ao ser tocada e apalpada por aquele velho sem vergonha...


Nesta época, eu morava de aluguel em uma "tapera" de três cómodos e um banheiro no fundo de uma casa juntamente com minha irmã mais velha. estava realmente passando por um momento dificíl, já que o proprietário havia pedido a casa e eu e minha irmã teríamos que nos mudar com uma certa urgência, e para isto eu precisava de dinheiro, por este motivo estava disposta a fazer qualquer coisa para conseguir este dinheiro, até mesmo dar a bunda para meu patrão.


Resolvi que iria dar o golpe do baú no coroa, iria me oferecer para ele e depois chantagea-lo com a esposa, passei então a executar meu plano; certo dia ao ser acariciada pelo meu patrão em seu escritório, falei que estava com vontade de ir para uma fazenda em minhas férias, pois estava precisando esquecer os problemas... o velho prontamente respondeu que tinha uma chácara na beira do lago, e se eu quisesse, nós poderíamos passar um fim de semana inteiro lá; adorei a ídéia, mas como forma de pressionar o coroa, perguntei para ele o que sua esposa iria achar... ele com ar de malandro disse que ela e nem ninguém precisava ficar sabendo, e que iríamos só nos dois... Eu já sabia o que iria rolar naquela chacara, por isso fui logo perguntando: O que eu ganho com isto, afinal de contas se alguém desconfiar eu poderia até perder o emprego... o velho babão como não era bobo, foi logo respondendo: Se você for boazinha comigo, e prometer cuidar de mim neste fim de semana, eu dou um jeito de resolver todos aqueles problemas que você esta passando e ainda te ajudo a pagar um cursinho pré vestibular no final do ano.


Agora sim, estava satisfeita e louca para chegar o final de semana para poder trepar com meu patrão e arrancar um bom dinheiro do safado; na sexta-feira a noite, já estava de mochila pronta e aguardando o velho em minha casa, quando ouço a buzina da sua caminhonete tocar, entrei e seguimos rumo a BR 050 sentido Araguari, e já na rodovia, o desgraçado me apalpava toda, acariciando minhas cochas e dizendo uma porção de bobagens do que iria fazer comigo, e o que queria que eu fizesse com ele. Ao chegarmos na fazenda, apesar da noite escura e fria, notei que era um lugar muito lindo, cujo rio Araguari passava bem no fundo de uma pequena casa muito bem montada. Nos acomodamos e logo ele perguntou se eu queria comer alguma coisa? e safada como sou, fui logo respondendo que sim, mais queria algo grande, comprido e grosso... Lembro como se fosse hoje, o sorriso largo que aquele velho, filho de uma puta estampou em sua cara, ele foi logo colocando suas mãos por dentro da minha camiseta e apalpando meus peitos de maneira forte e violenta; o safado estava mesmo com tesão pois tirou rapidamente minha camiseta e passou a dar chupadas fortes em meus seios, e quando dei por mim, estava apenas de calcinha sendo penetrada por dedos grossos enquanto desabotoava sua calça...


Gostaria de deixar registrado aqui, que seu pau apesar de muito duro, era pequeno, e aquela barriga enorme juntamente com toda aquela banha me davam nojo, hoje vejo, que para uma mulher trepar com um gordo, ele tem que ter muito dinheiro, pois o sacrifício não vale a pena.


... Seus dedos estavam por dentro da minha calcinha, massageando e explorando minha racha, enquanto sua língua procurava se alojar no fundo da minha boca; eu como não sou santa, já fui logo abrindo sua calça, e massageando sua "pica", nossa como era pequeno, eu estava acostumada a ser brutalizada por cacetes enormes... mas o que eu não faço por dinheiro? fui então me abaixando até colocar seu pau em minha boca, abocanhei por inteiro aquela pica, mamei como se fosse a maior chupeta que já havia entrado em minha boca, pediu para que eu me deitasse no pequeno tapete que estava na sala, arrastamos a mesinha de centro e fui logo me abrindo, oferecendo minha bucetinha ao desgraçado, que imediatamente caiu de boca e passou a chupar e enfiar toda sua língua dentro do meu buraquinho, depois de me dar um banho de língua, meu patrão deitou-se sobre o tapete e me colocou sobre ele, introduzi aquela pequena pica dentro de mim e comecei a cavalgar bem devagar, evitando assim que seu cacete saísse de dentro de mim; subia e descia sobre aquela barriga enorme, fingindo estar delirando de tesão, e a cada cavalgava, meu patrão ficava com mais tesão e passava a falar palavrão e a me xingar de tudo quanto era nome; comecei a perceber que ele começava a parecer eufórico, pois me fazia sentar cada vez mais forte em sua pica e a apertar com muita intensidade meus seios e bunda, ele começou então a dar palmadas em minha bunda e a me obrigar a ficar olhando para ele, enquanto ele falava palavrão e me xingava de tudo quanto era nome, com sua mão espalmada, ele segurava forte minha cintura, fazendo eu me assentar e levantar sobre seu cacete, muito rápido e forte, até o momento que eu pedi calma para ele, pois aquilo estava me machucando, foi quando ele tirou suas mãos da minha anca e segurou forte meu queixo, me golpeando com um forte tapa em meu rosto, enquanto esbravejava um monte de palavrões e adjetivos que não merecem ser ditos aqui; fiquei muito assustada, pois não esperava aquilo, meu primeiro impulso foi tentar sair de cima daquele velho, foi quando ele segurou mais forte ainda meu rosto pelo queixo e me fez deitar sobre o tapete; usando de estrema força, ele se posicionou sobre mim, e passou a se movimentar com extrema força, enfiando seu cacete em minha bucetinha e me machucando com seu corpo pesado, nervosa e com lágrimas nos olhos, falei para sair de cima de mim, e quanto mais eu pedia, mais violento e sádico o velho se tornava, não compreêndia o porquê do meu patrão me tratar daquela forma, afinal de contas eu estava dando gostoso para ele; neste momento meu patrão começou a me dar fortes tapas no rosto e a gospir em minha cara, me chamando de piranha vagabunda, e que ele não era besta de ficar bancando puta barata, e que hoje ele iria me ensinar a nunca mais ficar me insinuando para homem casado... assustada e com muito medo, continuei a ser penetrada vigorosamente, meu corpo já estava todo dolorido e marcado com vergões dos tapas, mordidas e apertos que meu patrão desferia sobre mim, foi quando notei que no quarto ao lado, cuja luz estava apagada, havia alguém na espreita nos observando. clamei então por socorro, na esperança de obter ajuda, foi quando ouvi uma voz feminina calmamente perguntar: é esta a vagabundinha que estava a fim de te dar o cú para arrancar seu dinheiro? é esta mesmo, respondeu meu patrão, foi quando no meio da penumbra do quarto sai a esposa do meu patrão, trazendo em uma das mãos uma barra de ferro cilíndrico de mais ou menos 40 cm de tamanho com um diâmetro aparentemente da grossura de dois cabos de vassouras unidas; e ao se aproximar de mim, ela disse, vamos então dar a ela o que ela tanto quer...  Segura a safada que agora é minha vez de lhe ensinar como dar em cima do esposo de outra mulher...


Meu patrão colocou meus braços ao lado do meu corpo e me abraçou forte, prendendo assim minhas mãos, rolou e deitou-se novamente sobre o tapete, me deixando sobre ele, completamente exposta, com minha bunda para cima enquanto seu cacete ficava alojado em minha racha, eu chorava muito, mas não conseguia me mover, pedia pelo amor de Deus para me soltar, queria ir embora, foi quando senti a esposa do meu patrão se aproximar e começar a introduzir aquela barra de aço em meu ânus, nossa como ardia, ela começou a enfiar sem dó aquele ferro em mim, e pude sentir meu ânus ser rasgado e dilacerado por aquela barra de ferro, e com penetrações cada vez mais profundas pude sentir o frio daquele aço atingir o fundo do meu intestino, meu patrão abria cada vez mais minhas nádegas para facilitar que meu rabo fosse arrombado pela sua esposa, e ela sem nenhuma dó, enfiava violentamente aquele instrumento em meu rego, ela devia ter colocado mais da metade daquele ferro em mim, foi quando senti que aos poucos ela passou a retirar aquele instrumento de dentro do meu cú, e foi quando ele finalmente saiu, que percebi o estrago que ele havia feito, pois senti meu patrão sorrir e festejar muito quando colocou quatro dedos de uma mão e quatro dedos da outra mão dentro do meu cú e abri-lo, sentia que a entrada do ânus estava toda ferida, mas uma dor maior ainda vinha do fundo do meu intestino, ouvi então a esposa do meu patrão falar que iria colocar aquela barra de ferro toda suja em minha buceta, ele rapidamente retirou sua pica da minha buceta que imediatamente foi invadida por aquele aço extremamente grosso, aquela mulher estava me violentando com extrema crueldade, pois a violência com que ela me penetrava, abria feridas por onde aquele ferro passava, e sem demonstrar nenhuma compaixão, ela introduziu aquele ferro até não caber mais, sentia meu útero ser castigado por aquele aço, minha vagina estava inflamada e inchada devido a violência, e meu patrão permanecia me apertando e segurando forte para que eu não me movesse, até o momento em que sua esposa enfiou quase todo aquele aço dentro de mim e disse: agora sim, esta safada teve o que tanto queria, esta toda arregaçada e detonada, largue esta vagabunda e vamos embora para casa...

Meu patrão me jogou para o lado e ao se levantar, posicionou-se sobre mim e escarrou em minha cara e disse que se eu quisesse ir embora, eu mesma teria que retirar aquele instrumento de dentro de mim; não conseguia me mexer, minha vagina estava muito inflamada, eu não tinha forças para puxar para fora aquele aço da minha buceta, e a cada tentativa, uma dor imensa percorria minha vagina e entranhas, era como se minha buceta estivesse trancada, ela havia inchado muito e agora estava prendendo aquele instrumento de ferro dentro de mim, com dificuldade consegui me colocar agachada e desesperada, puxei de uma só vez aquele ferro de dentro de mim, que saiu todo lambuzado de sangue, minha buceta estava muito inchada e ferida, a dor tomava conta de todo meu corpo e eu não conseguia ficar de pé.

Meu patrão se aproximou de mim, me pegou pelo pescoço e me forçou ficar de pé, me jogou sobre o sofá, enquanto sua esposa pacientemente aguardava na porta, mandou que eu me vestisse e que a partir de segunda-feira eu poderia passar na loja para acertar com ele, pois estava sendo demitida, e que ele não cumpriria o que havia me prometido pois não gostava de ser enganado, e que chantagista deveria era morrer...

E é isto... Fui detonada pelo meu patrão, pois perdi meu emprego, fiquei sem dinheiro, tive a maior infecção de urina em minha vida e fui internada por causa de um rompimento intestinal.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

O DOCE SABOR DO AMARGO FEL.

Maconha, hummmm aquele cigarrinho de maconha é tão bom, me deixa leve, feliz, me faz esquecer dos problemas e me possibilita continuar a viver; porém quando o vício chega ao ponto de consumir toda a realidade e você passa a viver uma fantasia, uma mentira, é porque você já está no fundo do poço, com a cara na lama, dependente química e viciada. E é neste ponto em que eu estava algum tempo atrás, não tinha dinheiro para sustentar o vício, por isso dava a bunda e a buceta em troca de algumas gramas deste "doce remédio", e o pior de tudo é que pode ser encontrado em qualquer lugar, em qualquer esquina, eu conseguia o meu na faculdade; em frente ao bloco das artes, no campos Santa Mónica, bem no fundo do bloco da Geografia, há uma imensa árvore, uma mangueira para ser mais especifica, e era ali que eu juntamente com meus amigos e colegas, gostamos de fumar um gostoso baseado, sem sermos incomodado por ninguém, e foi ali que conheci um carinha que fazia parte de uma banda de música alternativa, ele era muito lindo e comunicativo, gostava de sair para festas e baladas, era um amante da noite, e assim como eu, discutia política, sociedade e entretenimento, com uma desenvoltura e um conhecimento de quem tem não só entendimento do assunto, mas sim, vivência, experiência. E a partir daquele dia, passamos a nos conhecer melhor, a gostarmos da presença um do outro, e a sair para todos os cantos desta maldita cidade, até que, certo dia quando estava na aula, meu celular tocou, era ele perguntando se eu estava afim de beber alguma coisa em sua casa, até aquele momento, não havia trepado com ele, tinha rolado apenas alguns beijos, não queria que ele desconfiasse do quanto sou vagabunda e puta, por isso, dei uma de difícil, queria ser valorizada por ele, queria que ele gostasse realmente de mim... Topei seu convite na mesma hora, fiquei super feliz ao ponto de não ver a hora da aula acabar logo, para ele me pegar na saída da faculdade. Já passava das 22:00 hs, quando meu lindo homem aparece em sua moto, estava com um sorriso diferente no rosto, notei um certo ar de malícia em seus olhos, soube naquele momento o que iria rolar naquela madrugada, e que a noite seria curta para o que iríamos fazer, só não imaginava, que ele havia descoberto que eu era puta, que eu dava para todos e qualquer um em troca de um cigarro de maconha, que seus amigos já haviam me traçado.


Me aproximei de sua moto e elogiei, dizendo que adorava viajar de moto, coloquei o capacete e seguimos rumo a sua casa, ele havia dito que hoje não iria ter ensaio da banda, e que seus amigos iriam para um barzinho qualquer, ele queria ficar em casa, mas não sozinho; aquilo me deixou louca de tesão, pois sabia que iria trepar a noite inteira.

Sua casa ficava em um bairro afastado do centro da cidade, era um condomínio fechado de classe média, entramos e ele logo me perguntou o que eu iria beber, dirigiu-se para a cozinha, enquanto eu aguardava na sala, estávamos sozinhos na casa, e a minha vontade de chupar aquele homem era irresistível, mas queria deixar ele tomar iniciativa, odiaria que ele descobrisse a puta que existe dentro de mim, queria ser mais que sua amiga, mais que uma simples transa, queria ser sua mulher... Derrepente ele aparece com uma garrafa de vinho tinto, uma garrafa de champaign e uma de cerveja, e me pergunta por onde iríamos começar? eu logo respondo: nossa, acho que você quer mesmo me ver bêbada, talvez esteja com segundas intenções... ele se aproxima e responde: honestamente eu só tenho uma intenção em relação a você, e garanto que é a melhor possível... e com aquele sorriso sacana, se aproximou dos meus lábios e beijou-me suavemente, sem nem mesmo ficar corado, enfiou suas mãos por baixo da minha blusa e tocou meus seios, apertando deliciosamente meus bicos, que a esta altura já estavam duros e eretos; encheu nossas taça com vinho e foi logo me oferecendo um "baseado", ascendeu um enorme cigarro que já estava preparado e deu uma longa tragada, e logo depois colocou seu cigarro em minha boca, e eu viciada como uma cadela, dei uma tragada profunda, pude sentir aquele calor percorrer todo meu corpo, me deixando cada vez mais leve e embriagada; em meio a toda aquela fumaça e aroma de erva, não havia percebido que aquele homem já havia desabotoado sua calça e estava com sua pirosca toda para fora, se masturbando enquanto me beijava, achei estranho pois ele nunca havia agido daquela forma comigo, aos poucos guiou minha mão direita ao encontro do seu cacete, me fazendo masturba-lo; foi quando retirei apressadamente minhas mãos daquela "jeba" e perguntei o que estava acontecendo? porque ele estava agindo daquela forma comigo? neste momento ele abriu os olhos espantado e sem nenhuma palavra levantou-se do sofá posicionando-se na minha frente e sem nenhuma explicação desferiu-me um murro no meio do rosto, senti arder muito forte o local do golpe, mas não era dor, era mais vergonha e incompreensão, não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, quando dei por mim, estava deitada no sofá, com a impressão de estar com o lado direito do rosto todo inchado, comecei a chorar e tentei me levantar, foi quando tomei outro murro no mesmo local, era muito forte, e meu olho direito parecia não querer abrir, pois ardia muito, nesta hora ele começou a descer minha calça, e arrancar minha calcinha, ao mesmo tempo em que retirava minha blusa me deixando completamente nua e machucada naquele sofá de couro, deitou-se sobre mim, arreganhou minhas pernas para os lados e começou a golpear minha buceta com aquela manjuba dura, e a cada penetrada ele abafava meu choro colocando sua mão direita sobre minha boca me fazendo ficar em silêncio, juro que não sentia nenhuma sensação de dor ou prazer em relação a penetração, só não entendia porque estava sendo violentada, ainda mais pelo homem que eu tanto gostava, e a dor no meu rosto ficava cada vez mais intensa, e a impressão que tinha era de que meus rosto estava deformado devido ao inchaço; e não se preocupando com que estava acontecendo, ele continuava a trepar violentamente comigo, abrindo e levantando minhas pernas, para que ele pudesse colocar cada vez mais forte e profundo seu cacete dentro de mim, e sem nenhuma explicação começou a me xingar de tudo quanto era nome, dizendo que cadela, vagabunda e safada merecia tomar pau no cú sem dó, e que iria me arregaçar pois putinha nenhuma iria fazê-lo de trouxa, e piranha ele come o rabo e joga a cabeça fora... Comecei a compreender que ele havia descoberto a verdade, e que estava furioso por saber que eu era uma puta barata, mas hora nenhuma eu havia brincado com seus sentimentos, até porque éramos apenas amigos, só sei que ele não precisava fazer aquilo, logo eu que estava gostando tanto dele, eu não merecia... neste momento ele retira sua mão da minha boca e se aproxima, me segura forte pelo cabelo e escarra dentro da minha boca desferindo logo em seguida mais um tapa em meu rosto, continuo chorando e me debatendo muito porém agora, ele olha fixamente para mim e diz: por quê você me enganou? não me contou que era puta? por quê não me falou que já havia trepado com todos meus amigos? por quê me fez gostar cada vez mais de você?...  Naquele momento entendi que ele se sentia traído por estar apaixonado por uma puta, ele não aceitava o fato de eu já ter trepado com todos seus amigos, menos com ele; nesta hora ele retira seu pau de dentro da minha buceta e me coloca de quatro no sofá, e sem dizer nada enfia novamente seu cacete em minha racha, enquanto enfia seus dois dedos polegares dentro do meu cú, ele abre minha bundinha e coloca cada vez mais profundo seus dedos dentro do meu interior, tira e coloca cada vez mais fundo, enquanto isso, sua vara vai dando estocadas fortes dentro da minha xana, machucando meu útero e ferindo as paredes da minha vagina, derrepente ele tira os polegares de dentro do meu cú e me faz chupar seus dedos sujos; eu já não me importo mais e neste momento eu falo: É verdade, sou safada, vagabunda e piranha, e a única coisa que eu queria de você, é que gostasse de mim da mesma forma que gosto de você, por isso omite a verdade e mereço ser castigada, mas não se faça de vítima porque se não fosse assim, jamais comeria uma buceta tão gostosa como a minha, aproveite pois esta noite eu sou toda sua... acho que estas palavras encherão aquele homem de tesão, pois nesta hora ele tira seu pau da minha buceta e coloca dentro do meu rabo, segurando seu cacete com a mão, ele coloca cada vez mais fundo sua vara dentro do meu cú, ele me esfola todinha, mas agora, sinto que ele não está com raiva ou violento, está é com tesão, pois a cada penetrada em meu rego, ele percorre meus seios e barriga com a outra mão, e com seus lábios beija e morde minhas costas , nuca e orelha; apesar do meu rosto esta ardendo muito, e um dos olhos estar muito inchado, começo a sentir um tesão descomunal, primeiro por saber que ele havia se apaixonado por mim, e que sua ira e revolta era porque estava gostando de uma puta, segundo, eu adoro ser penetrada por trás, sinto um tesão colossal em ter o intestino recheado por um cacete extremamente duro, entrando e saindo do meu cú, dilatando e rasgando minhas pregas; derrepente eu viro o rosto para traz e digo: me deixa assentar gostoso no seu cacete, vou colocar ele tudinho dentro de mim... e sem dizer uma única palavra, ele retira seu pau do meu rabo e se deita no sofá, esperando ser cavalgado por uma potranca, vagabunda e ensandecida; me agacho sobre seu corpo e lentamente vou descendo sobre aquela rola sedenta de cú, assento até seu cacete desaparecer dentro do meu rego, enfio ele todinho até desaparecer, logo depois, subo até retirar ele totalmente de dentro do meu cú, e continuo enfiando e retirando, descendo até o fundo e tirando ele completamente de dentro de mim, o tesão e o prazer que sinto em ter o ânus violado, me dá uma vontade louca de fazer coco, e mesmo sendo uma profissional do ramo, é muito difícil não lambuzar uma rola que está completamente dentro do nosso cú, invadindo e dilatando nosso intestino, e neste sobe e desce gostoso, vou me masturbando, passando meus dedos sobre meu grelo, e já não suportando mais de tesão, resolvo brindar o vagabundo, com o sexo mais depravado e nojento da sua vida, e agachada sobre seu corpo e com o seu talo todo dentro de mim, arreganho bem minhas pernas, deixando minha buceta bem aberta para que ele possa ver eu no auge do meu tesão urinar toda sobre ele; jatos fortes de urina saem em direção ao seu rosto e corpo, ele com sua boca aberta, começa a beber toda a urina que vai em sua direção, nossa que tesão que sinto só de pensar naquele momento... devo ter urinado litros de mijo, pois estávamos cobertos de urina e o sofá todo ensopado, e com a rola toda dentro do meu cú pude sentir aquele homem gozar e expelir porra por todo meu ânus, sentia os jatos de semêm tocar as paredes do meu intestino, enquanto seu cacete vibrava de tesão, lentamente fui subindo até quase seu pau sair de mim, então pedi para que ele olhasse eu tirar seu talo de dentro de mim, foi quando a cabeça inchada do seu cacete saiu do meu cú, juntamente com um caldo quente percorrendo as paredes do meu cú e escorrendo sobre seu pau e corpo; peguei aquele cacete ainda duro em minhas mãos e comecei a leva-lo até a boca, onde chupei todo aquele caldo que estava sobre aquele membro, chupava e guardava sobre a língua aquele líquido que havia saído do meu cú; me levantei e me dirigi até seu rosto e despejei de uma só vez, todo aquele caldo repleto de esperma, saliva e secreções anais dentro da sua boca e disse: este é o gosto do meu cú! gostou? o safado engoliu tudo e ainda meteu sua língua dentro da minha garganta em sinal de aprovação; com seu cacete já amolecido, ele disse que agora era minha vez de sentir o gosto de sua urina, levantou-se, deixou-me deitada no sofá e colocou aquele membro flácido todo dentro da minha boca e começou a mijar em mim, bebia todo aquele líquido, como se estivesse morta de sede, e aos poucos ele me dava um banho de chuva dourada, jorrando urina por todo meu rosto e corpo, derrepente ele segurou forte seu membro e apertou, fazendo com que interrompesse os fortes jatos de mijo que açoitavam meu rosto, fez com que eu abrisse minhas pernas e escancarasse minha buceta, e introduziu seu cacete em minha xoxota, e logo em seguida voltou a despejar aquele caldo dourado e morno dentro da minha racha, sentia aquele liquido quente percorrer as paredes da minha xota, e escorrer por toda minha perna, bunda e costa...

E nesta hora, a melhor parte da trepada aconteceu, foi quando ele se aproximou de mim, e me beijou de língua, pedindo perdão por ter me surrado, e que jamais havia amado uma pessoa, como estava me amando naquele momento, e se eu quisesse, eu poderia ser dele, só dele.

Hoje sou amaziada e tenho um filho com o filho da puta, que me fez sentir o doce sabor do amargo fel.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MINHA IRMÃ É UMA CADELA!

O que irei relatar agora, me deixou transtornada e ao mesmo tempo extasiada, pois nunca tinha visto uma pessoa ter relações sexuais com animais, ainda mais se esta pessoa fosse minha irmã caçula.


Antes de iniciar meu relato, farei algo que até agora nunca havia feito antes, pois em todos os relatos eu descrevo os lugares e as pessoas com o máximo de fidelidade possível, procurando não ocultar ou omitir qualquer caracteristica física ou psicológica dos personagens. Como pretendo agora preservar a identidade da minha maninha caçula, todas as caracteristicas físicas dela serão invertidas, para que os leitores jamais saibam quem é a protagonista deste epsodio bizarro. farei uma descrição exatamente inversa de suas qualidades e atributos físicos sinalizando com letras maiúsculas, todas as caracteristicas invertidas por mim, seja da personagem ou do contexto em geral, se você for realmente experto, saberá como ela é realmente e o quanto ela é linda.

Morávamos em um APARTAMENTO eu, minha irmã mais velha e a caçula, nosso cantinho era pequeno, mas era PRÓPRIO, e ficava bem de FRENTE aos demais APs.

Eu nunca tive uma intimidade muito grande com minha irmanzinha caçula, pois éramos muito diferente pensava eu, principalmente nossa personalidade... ela tinha os cabelos LISOS e NEGROS como a madrugada, é um pouco BAIXINHA, porém tem os seios ENORMES e o quadril LARGO, mas o que ela mais ODIAVA em seu corpo, era a FALTA de POPANÇA, era RETA como uma TÁBUA; isso fazia com que sua estima fosse muito BAIXA, contribuindo muito para sua TIMIDEZ e consequentemente FALTA de NAMORADO.

Como estava sempre SOZINHA, ela não SAÍA muito de casa, e como forma de camuflar sua solidão, resolveu ADOTAR um cachorrinho; era um PASTOR ALEMÃO que se chamava THÉO, estava sempre brincando e pulando pelo sofá, e aos poucos o THÉO foi crescendo e tornou-se um lindo e grande CÃO DE GUARDA.

Certa ocasião estava eu visitando minha mãe, em nossa cidadezinha natal, quando decidi voltar mais cedo para casa, antecedendo assim o dia da minha chegada. E a partir deste momento, quando abri a porta da minha casa silenciosamente, meu mundo nunca mais seria o mesmo, pois o que presenciei naquela tarde era algo novo e bizarro e que até hoje fantasia os meus mais loucos devaneios... Abri a porta e imediatamente, percebi que o Téo não estava na sala sobre o sofá, fechei a porta e coloquei a mala sobre o tapete em um canto da sala, e me dirigi para a cozinha, quando ouço um gemido muito baixo e abafado, vindo do quarto; meu corpo se congela dos pés a cabeça, imediatamente percebo que minha irmã caçula não está sozinha, achava que ela estava transando com alguém, pois ao me aproximar sorrateiramente da porta do quarto, pude ouvir mais claramente seus gemidos e gritos, denunciando assim um tesão e um prazer que só uma boa "foda" pode nos proporcionar; sei que não é certo espionar as pessoas pelo buraco da fechadura, mas minha curiosidade para saber com quem minha irmã estava trepando e se ela era recatada ou não na cama, sobrepujou minha índole, que alias eu não tenho nenhuma... Mas o que ví me deixou de cabelos em pé, minha irmã estava ajoelhada de quatro no tapete do quarto, com a bunda toda arrebitada para cima, enquanto o THÉO, nosso cachorro, estava sobre ela, com as patas dianteiras sobre seus ombros e costas, mandando a "manjuba" extremamente vermelha para dentro da racha rosada da minha maninha, ele dava estocadas rápidas e profundas dentro da sua buceta, cujo o "cacete" tinha uma cabeça pontuda e muito vermelha, e na parte posterior daquele cacete, havia uma espécie de bola ou nó muito grosso, com a espessura de um punho fechado... minha irmanzinha abafava seus gemidos e gritos, com o travesseiro em sua boca, enquanto seu cachorro penetrava sua racha cada vez mais forte e profundo, até que notei quando aquele nó extremamente grosso, entra para dentro da racha da minha irmã, arrancando gritos, gemidos e lágrimas de sua face, noto que um filete de sangue começa a escorrer pela sua perna, ao mesmo tempo em que o THÉO, começa a gozar jorrando litros de semem dentro da vagina ferida da minha irmazinha, aquele líquido transparente e viscoso escorre em abundância para fora da sua racha, fazendo uma poça de "porra" no tapete próximo de sua perna; como se estivesse com a intenção de retirar seu cacete de dentro da vulva arregaçada dela, o THÉO vira-se e fica atrelado rabo a rabo com minha irmã, sua respiração é profunda e acompanhada de muito tesão, e a cada tentativa de "desengatar" que o THÉO dava, minha irmã gemia feito uma cadela no cio, jamais tinha presenciado algo tão chocante em toda minha vida, eu estava tendo o prazer de ver a xana da minha irmã sendo penetrada por um cachorro cuja vara enorme estava toda enterrada até o caule, em sua buça inchada e extremamente inundada de porra canina... acredito que minha irmã não seja adepta convicta da zoofilia, mas em momentos de extrema solidão, nós temos que nos contentar com aquilo que esta em nossa volta, e nada mais justo, que dar um pouco de prazer, àquela criatura que está tão próxima da gente e que é considerado por muitos como o melhor amigo do homem, e vejo que é também o melhor amigo de nós mulheres...

Em um movimento mais brusco, o THÉO retira sua manjuba de dentro daquela buceta inchada, e mais uma vez, outro caldo de porra sai daquela racha, eu não imaginava que um cachorro pudesse expelir tanta porra daquele jeito, a buceta da minha maninha esta totalmente inchada, e exposta como uma couve-flor, o THÉO se aproxima daquela racha e começa a lamber de cima em baixo, os vestígios de semem que estão espalhados pela racha, coxa e bunda da minha irmã; ela ainda permanece de quatro como se estivesse se recuperando de algo extremamente dolorido, e a cada lambida no meio da xota, era como se a dor cedesse lugar ao prazer e ao alivio de ter sido violentada por tão grande e grosso membro canino. Quando penso em sair de trás da porta, imaginando que minha irmã já tinha terminado sua maratona sexual, ela começa a introduzir seus dedos no próprio ânus, tirando e colocando, enquanto seu cachorro lambe seus dedos e seu cuzinho, ela coloca inicialmente dois dedos inteiros dentro do cu, colocando até o fim e depois tirando para que o THÉO possa lambe-los, e com movimentos cada vez mais rápidos e profundos, ela começa novamente a respirar ofegante e forte, enquanto vai colocando três, quatro dedos dentro do seu cú, e com movimentos ritmados, ela introduz e retira seus dedos de dentro do rabo, e o cão parece adorar o gosto de seus dedos, pois a cada retirada de dentro do cú, ele prontamente lambe seus dedos lambuzados e sujos, que loucura, jamais imaginaria que minha irmã fosse tão safada e cadela daquele jeito, a ponto de se render a uma das maiores perversões sexuais que existe... e nesta hora ela retira os dedos do rego e tateia os pelos do cachorro procurando alcançar sua "jeba" já recolhida e escondida por aquela grossa e peluda pele que recobre os genitais dos cachorros, ela chama o THÉO para mais próximo dela e puxa o cacete do cachorro pára fora, forçando a pele para cima, e com a boca aberta, vai de encontra aquela vara vermelha, engolindo toda aquela manjuba, com movimentos lentos, ela passa a língua em torno daquela cabeça pontuda e que aos poucos vai engrossando e novamente aquele nó extremamente grosso vai aparecendo, e sem perder tempo, ela fica novamente embaixo do cão onde segura seu cajado com a mão direita, colocando aquele colosso na porta do seu cu, e lentamente ela vai introduzindo tentando proteger seu rabo, das estocadas violentas e rápidas que o THÉO proporciona, seus gemidos aumentam a cada estocada e sem conseguir segurar mais, ela fica com o rabo todo para cima enquanto segura forte o travesseiro sobre seu rosto, abafando seus gritos com as duas mãos, e aquele colosso com movimentos rápidos e viris, procura de toda maneira introduzir aquele nó enorme no rabo da minha irmã, já não aguentando mais de dor, ela procura se levantar na tentativa de retirar aquela pica enorme de dentro do rego, segura na cabeceira da cama e se coloca completamente de pé, fazendo com que a jeba do cão saia de dentro do seu cú, e não suportando mais a dor, se joga sobre a cama; o THÉO com seu focinho, procura de todas as maneiras, fazer com que minha irmã volte a ficar com a bunda para cima, na esperança de continuar a "traçar" aquele rego apertado, só parou depois de tomar uma ralhada e perceber que não havia mais chance de continuar seu lindo trabalho; minha irmã estava exausta, suas pernas tremiam muito, como se estivessem em constante convulsão, e para piorar, o lençol da cama estava todo sujo, pois ao jogar-se na cama, fezes que estavam em seu intestino, e haviam saído após a penetração anal, haviam lambuzado todo seu cú e suas pernas, ela imediatamente levantou-se e retirou o lençol do colchão;... Lentamente saí de trás da porta e comecei a caminhar para o lado da sala novamente, acho que o THÉO já sabia da minha presença, pois depois de terminar de foder o cú da minha irmã, ele não saiu da porta e ficava com seu focinho na fresta por baixo fungando forte, peguei minha mala novamente e voltei a abrir a porta, quando estava prestes a sair, a porta do quarto se abre e o THÉO corre em minha direção latindo forte, finjo que estou acabando de chegar, e noto quando minha irmã saí do quarto com um pano enrolado sobre as mãos, ela toma um susto ao me ver entrando e rapidamente me pergunta o que aconteceu para mim estar chegando antes da hora, menti dizendo uma bobagem qualquer, e que era para ter chegado mais cedo ainda e que só estava chegando agora - enfatizei - porque o ónibus havia quebrado próximo da rodoviária. Rapidamente minha irmã caminhou em direção ao tanque dizendo que tinha que lavar algumas roupas... e sem desconfiar de que eu havia presenciado o sexo mais pervertido e animalesco de toda minha vida, continuou seu trajeto rumo a lavanderia, enquanto eu me jogava sobre o sofá, tentando me recuperar da imagem e do fato de que minha irmã era uma verdadeira cadela.