quinta-feira, 4 de agosto de 2011

MINHA IRMÃ É UMA CADELA!

O que irei relatar agora, me deixou transtornada e ao mesmo tempo extasiada, pois nunca tinha visto uma pessoa ter relações sexuais com animais, ainda mais se esta pessoa fosse minha irmã caçula.


Antes de iniciar meu relato, farei algo que até agora nunca havia feito antes, pois em todos os relatos eu descrevo os lugares e as pessoas com o máximo de fidelidade possível, procurando não ocultar ou omitir qualquer caracteristica física ou psicológica dos personagens. Como pretendo agora preservar a identidade da minha maninha caçula, todas as caracteristicas físicas dela serão invertidas, para que os leitores jamais saibam quem é a protagonista deste epsodio bizarro. farei uma descrição exatamente inversa de suas qualidades e atributos físicos sinalizando com letras maiúsculas, todas as caracteristicas invertidas por mim, seja da personagem ou do contexto em geral, se você for realmente experto, saberá como ela é realmente e o quanto ela é linda.

Morávamos em um APARTAMENTO eu, minha irmã mais velha e a caçula, nosso cantinho era pequeno, mas era PRÓPRIO, e ficava bem de FRENTE aos demais APs.

Eu nunca tive uma intimidade muito grande com minha irmanzinha caçula, pois éramos muito diferente pensava eu, principalmente nossa personalidade... ela tinha os cabelos LISOS e NEGROS como a madrugada, é um pouco BAIXINHA, porém tem os seios ENORMES e o quadril LARGO, mas o que ela mais ODIAVA em seu corpo, era a FALTA de POPANÇA, era RETA como uma TÁBUA; isso fazia com que sua estima fosse muito BAIXA, contribuindo muito para sua TIMIDEZ e consequentemente FALTA de NAMORADO.

Como estava sempre SOZINHA, ela não SAÍA muito de casa, e como forma de camuflar sua solidão, resolveu ADOTAR um cachorrinho; era um PASTOR ALEMÃO que se chamava THÉO, estava sempre brincando e pulando pelo sofá, e aos poucos o THÉO foi crescendo e tornou-se um lindo e grande CÃO DE GUARDA.

Certa ocasião estava eu visitando minha mãe, em nossa cidadezinha natal, quando decidi voltar mais cedo para casa, antecedendo assim o dia da minha chegada. E a partir deste momento, quando abri a porta da minha casa silenciosamente, meu mundo nunca mais seria o mesmo, pois o que presenciei naquela tarde era algo novo e bizarro e que até hoje fantasia os meus mais loucos devaneios... Abri a porta e imediatamente, percebi que o Téo não estava na sala sobre o sofá, fechei a porta e coloquei a mala sobre o tapete em um canto da sala, e me dirigi para a cozinha, quando ouço um gemido muito baixo e abafado, vindo do quarto; meu corpo se congela dos pés a cabeça, imediatamente percebo que minha irmã caçula não está sozinha, achava que ela estava transando com alguém, pois ao me aproximar sorrateiramente da porta do quarto, pude ouvir mais claramente seus gemidos e gritos, denunciando assim um tesão e um prazer que só uma boa "foda" pode nos proporcionar; sei que não é certo espionar as pessoas pelo buraco da fechadura, mas minha curiosidade para saber com quem minha irmã estava trepando e se ela era recatada ou não na cama, sobrepujou minha índole, que alias eu não tenho nenhuma... Mas o que ví me deixou de cabelos em pé, minha irmã estava ajoelhada de quatro no tapete do quarto, com a bunda toda arrebitada para cima, enquanto o THÉO, nosso cachorro, estava sobre ela, com as patas dianteiras sobre seus ombros e costas, mandando a "manjuba" extremamente vermelha para dentro da racha rosada da minha maninha, ele dava estocadas rápidas e profundas dentro da sua buceta, cujo o "cacete" tinha uma cabeça pontuda e muito vermelha, e na parte posterior daquele cacete, havia uma espécie de bola ou nó muito grosso, com a espessura de um punho fechado... minha irmanzinha abafava seus gemidos e gritos, com o travesseiro em sua boca, enquanto seu cachorro penetrava sua racha cada vez mais forte e profundo, até que notei quando aquele nó extremamente grosso, entra para dentro da racha da minha irmã, arrancando gritos, gemidos e lágrimas de sua face, noto que um filete de sangue começa a escorrer pela sua perna, ao mesmo tempo em que o THÉO, começa a gozar jorrando litros de semem dentro da vagina ferida da minha irmazinha, aquele líquido transparente e viscoso escorre em abundância para fora da sua racha, fazendo uma poça de "porra" no tapete próximo de sua perna; como se estivesse com a intenção de retirar seu cacete de dentro da vulva arregaçada dela, o THÉO vira-se e fica atrelado rabo a rabo com minha irmã, sua respiração é profunda e acompanhada de muito tesão, e a cada tentativa de "desengatar" que o THÉO dava, minha irmã gemia feito uma cadela no cio, jamais tinha presenciado algo tão chocante em toda minha vida, eu estava tendo o prazer de ver a xana da minha irmã sendo penetrada por um cachorro cuja vara enorme estava toda enterrada até o caule, em sua buça inchada e extremamente inundada de porra canina... acredito que minha irmã não seja adepta convicta da zoofilia, mas em momentos de extrema solidão, nós temos que nos contentar com aquilo que esta em nossa volta, e nada mais justo, que dar um pouco de prazer, àquela criatura que está tão próxima da gente e que é considerado por muitos como o melhor amigo do homem, e vejo que é também o melhor amigo de nós mulheres...

Em um movimento mais brusco, o THÉO retira sua manjuba de dentro daquela buceta inchada, e mais uma vez, outro caldo de porra sai daquela racha, eu não imaginava que um cachorro pudesse expelir tanta porra daquele jeito, a buceta da minha maninha esta totalmente inchada, e exposta como uma couve-flor, o THÉO se aproxima daquela racha e começa a lamber de cima em baixo, os vestígios de semem que estão espalhados pela racha, coxa e bunda da minha irmã; ela ainda permanece de quatro como se estivesse se recuperando de algo extremamente dolorido, e a cada lambida no meio da xota, era como se a dor cedesse lugar ao prazer e ao alivio de ter sido violentada por tão grande e grosso membro canino. Quando penso em sair de trás da porta, imaginando que minha irmã já tinha terminado sua maratona sexual, ela começa a introduzir seus dedos no próprio ânus, tirando e colocando, enquanto seu cachorro lambe seus dedos e seu cuzinho, ela coloca inicialmente dois dedos inteiros dentro do cu, colocando até o fim e depois tirando para que o THÉO possa lambe-los, e com movimentos cada vez mais rápidos e profundos, ela começa novamente a respirar ofegante e forte, enquanto vai colocando três, quatro dedos dentro do seu cú, e com movimentos ritmados, ela introduz e retira seus dedos de dentro do rabo, e o cão parece adorar o gosto de seus dedos, pois a cada retirada de dentro do cú, ele prontamente lambe seus dedos lambuzados e sujos, que loucura, jamais imaginaria que minha irmã fosse tão safada e cadela daquele jeito, a ponto de se render a uma das maiores perversões sexuais que existe... e nesta hora ela retira os dedos do rego e tateia os pelos do cachorro procurando alcançar sua "jeba" já recolhida e escondida por aquela grossa e peluda pele que recobre os genitais dos cachorros, ela chama o THÉO para mais próximo dela e puxa o cacete do cachorro pára fora, forçando a pele para cima, e com a boca aberta, vai de encontra aquela vara vermelha, engolindo toda aquela manjuba, com movimentos lentos, ela passa a língua em torno daquela cabeça pontuda e que aos poucos vai engrossando e novamente aquele nó extremamente grosso vai aparecendo, e sem perder tempo, ela fica novamente embaixo do cão onde segura seu cajado com a mão direita, colocando aquele colosso na porta do seu cu, e lentamente ela vai introduzindo tentando proteger seu rabo, das estocadas violentas e rápidas que o THÉO proporciona, seus gemidos aumentam a cada estocada e sem conseguir segurar mais, ela fica com o rabo todo para cima enquanto segura forte o travesseiro sobre seu rosto, abafando seus gritos com as duas mãos, e aquele colosso com movimentos rápidos e viris, procura de toda maneira introduzir aquele nó enorme no rabo da minha irmã, já não aguentando mais de dor, ela procura se levantar na tentativa de retirar aquela pica enorme de dentro do rego, segura na cabeceira da cama e se coloca completamente de pé, fazendo com que a jeba do cão saia de dentro do seu cú, e não suportando mais a dor, se joga sobre a cama; o THÉO com seu focinho, procura de todas as maneiras, fazer com que minha irmã volte a ficar com a bunda para cima, na esperança de continuar a "traçar" aquele rego apertado, só parou depois de tomar uma ralhada e perceber que não havia mais chance de continuar seu lindo trabalho; minha irmã estava exausta, suas pernas tremiam muito, como se estivessem em constante convulsão, e para piorar, o lençol da cama estava todo sujo, pois ao jogar-se na cama, fezes que estavam em seu intestino, e haviam saído após a penetração anal, haviam lambuzado todo seu cú e suas pernas, ela imediatamente levantou-se e retirou o lençol do colchão;... Lentamente saí de trás da porta e comecei a caminhar para o lado da sala novamente, acho que o THÉO já sabia da minha presença, pois depois de terminar de foder o cú da minha irmã, ele não saiu da porta e ficava com seu focinho na fresta por baixo fungando forte, peguei minha mala novamente e voltei a abrir a porta, quando estava prestes a sair, a porta do quarto se abre e o THÉO corre em minha direção latindo forte, finjo que estou acabando de chegar, e noto quando minha irmã saí do quarto com um pano enrolado sobre as mãos, ela toma um susto ao me ver entrando e rapidamente me pergunta o que aconteceu para mim estar chegando antes da hora, menti dizendo uma bobagem qualquer, e que era para ter chegado mais cedo ainda e que só estava chegando agora - enfatizei - porque o ónibus havia quebrado próximo da rodoviária. Rapidamente minha irmã caminhou em direção ao tanque dizendo que tinha que lavar algumas roupas... e sem desconfiar de que eu havia presenciado o sexo mais pervertido e animalesco de toda minha vida, continuou seu trajeto rumo a lavanderia, enquanto eu me jogava sobre o sofá, tentando me recuperar da imagem e do fato de que minha irmã era uma verdadeira cadela.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O DIA EM QUE A PUTA PAGOU.

Era maio de 1998 em um final de tarde, quando dei entrada no Hospital de Clínicas da UFU, estava sentindo muita febre e uma dor abdominal intensa, seguida por calafrios que percorriam toda minha espinha vertebral; foi nesta época que descobri que estava GRAVIDA, meu mundo desabou sobre minha cabeça, não queria acreditar que isto estava acontecendo comigo, sabia que esta era a pior notícia que uma garota pode receber e que não havia nada pior nesta vida do que uma gravidez indesejada... Como estava enganada, hoje eu sei.

Como eu havia dito antes, toda ação gera uma consequência, eu havia trepado muito, usado e consumido vários tipos de drogas e entorpecentes, meu corpo havia sido penetrado e sodomizado por todo tipo de vagabundo, drogado e ladrão, e havia um em especial, com o qual eu estava me relacionando ultimamente, havia até me mudado para sua casa, parecíamos até uma família, por isso decidi dizer que o filho que eu esperava era dele, bem... podia ser mesmo dele, ou não, quem sabe?

Bem, como eu estava dizendo, a dor que eu sentia era tremenda, tive uma gravidez de risco, e logo no início, foram pedidos vários tipos de exame que fazem parte do pré-natal, e mais ou menos seis meses depois, logo no inicio de 1999, descobri algo que iria mudar minha vida...

Resultado... tive um filho, moro com o vagabundo que supostamente é seu pai, e hoje pago caro pela vida depravada, promiscua e pervertida que levava e ainda levo. Mas se engana quem pensa que estou só, que sou infeliz e me escondo por entre sombras e becos... não, eu fiz tudo que sempre quis, vivi a vida no limite, sou quem sou por opção e não me arrependo de nada, trepei e chupei muito, expriementei de quase tudo nesta miserável vida, conheci a noite e a beleza das madrugadas, tive as entranhas invadidas por imensos e desejosos membros, senti o prazer de ser penetrada por língua, dedos e mãos, me surpreendi com a dor descomunal de ser serviciada por três homens ao mesmo tempo, viajei por lugares lindos e fantásticos quando estava sobre os efeitos de narcóticos e baseados, violentei o corpo de virgens meninas e meninos, feri o coração de jovens amantes e apunhalei as costas dos fracos e oprimidos, bebi, cantei, fumei, aprendi e ensinei, e hoje, o que me resta? o que tenho para oferecer aqueles que estão ao meu lado? quem estará comigo quando eu me for? será que vou sofrer?...

Nossa, são tantas perguntas cuja as respostas eu não sei, ou sei e prefiro não acreditar... é mais fácil não pensar, mas tem momentos, principalmente aqueles em que estou sozinha, ou quando o vento invade meu quarto pela janela, ou aqueles em que entro sorrateiramente no quarto e fico olhando meu lindo "filho" dormir... algo estranho invade minha alma, e um vazio tremendo se apodera do meu corpo e mente, e vejo o quanto sou superficial, e o quanto minhas mãos estão vazias, então eu choro, não sei bem o porquê ou qual o motivo, as lágrimas apenas insistem em sair dos meus olhos.

E são estes momentos que me fazem refletir sobre passado, presente e futuro e deixam minha garganta seca, meu peito em ponto de explodir de tanta dor e revolta, e a única solução que me resta, é blasfemar contra o criador dos céus e terra, pela maldição que açoita dia após dia meu corpo, debilitando minha saúde precária e enrugando este corpo antes esbelto, hoje rodeado de feridas fétidas que saem pela pele e não se comparam com a febre intermitente que assolam meus ossos, a dor que se espalha pela coluna, cabeça e face provocada pela meningite, é superada apenas pelo infortúnio das constantes diarreias sanguinolentas, que aos poucos vão estirpando todas as minhas forças. E dessa forma vou levando dia após dia minha vida, curta e dilacerante vida, sem arrependimentos nem mágoas, apenas um ódio medonho cujo culpado não é ninguém mais ninguém menos, do que eu mesma, sodomita e repudiada; enganadora, mentirosa e lesada; blasfema, ordinária e desonesta; e o preço que tenho que pagar para ser quem sou, é muito alto, alto demais...

sábado, 16 de julho de 2011

SER PUTA OU NÃO SER... EIS A QUESTÃO?

É raro encontrarmos uma pessoa especial nesta vida, principalmente no meu caso, devido a vida degenerada e desregrada que sempre tive. Estava com 17 anos quando o destino sorriu para mim, uma única vez ele me deu a chance de me tornar uma pessoa melhor, ou quem sabe diferente; naquela época eu não dei importância, cheguei até mesmo a ridicularizar algumas pessoas que havia conhecido, dentre elas estava este jovem... ele não era bonito, nem mesmo promissor, o que diria então rico; coitado, era um pé rapado assim como eu, mas havia uma coisa que não posso negar, ele me amava de verdade, isso eu sei; acredito que ele se entristecia a cada nova descoberta do meu passado, porém nunca me julgou, nunca me desmereceu, nunca se sentiu superior a mim... só que eu, imersa em minha ignorância e saturada de tanta vaidade, desdenhei e tratei aquele que um dia me amou, como um cão, pois é isto que ele era para mim, um cachorro que vinha de cabeça baixa todas as vezes que eu ordenava, bastava para isso estalar os dedos e tudo de mal que eu havia feito ou dito para ele, parecia irrelevante, pois ele prontamente me desculpava e logo em seguida se sentia a pessoa mais feliz do mundo, só porque eu estava ali, ao seu lado, tratando-o como um qualquer, as vezes me escondendo para que ninguém me visse ao lado de tão insignificante e até desagradável presença, dependendo da ocasião; quantas vezes o humilhei abertamente, nem me lembro dos momentos em que tive vergonha de estar ao seu lado, era cómodo para mim ficar com ele quando estava só, mas se queria sair com algum gatinho ou mesmo com algum amigo, tornava-se imediatamente um estorvo, um empecilho.

Há quantas vezes o fiz chorar! quantas noites em claro impus aquela criatura! quantas vezes o trai! mas tudo bem, brincar com sentimentos de quem não gostamos não nos machuca, pensamos até que eles gostam de serem marionetes e brinquedos em nossas mãos, adoramos ter escravos, subordinados e fieis; amamos desprezar aqueles que verdadeiramente nos amam, a minha arrogância só não foi maior que o preço que vou pagar pelo resto da vida!

Os anos se passaram, e com eles os sonhos não concretizados, hoje não tenho mais escravos, nem mesmo uma pessoa capaz de me ver com aqueles olhos que um dia eu fui vista, ao contrario, me tornei escrava das desilusões, dos amores, das paixões, das drogas, da bebida, do sexo e da depravação, e principalmente da vida pois é ela quem dirá o quanto ainda devo permanecer aqui dentre vós, e o que me reserva daqui para frente!

Há se eu pudesse voltar os anos... Creio que faria tudo novamente, não mudaria um "i" na minha vida, ou vocês acham que eu ficaria com um otário, pé rapado e corno, só para não passar pelo que já passei? como eu disse, sou puta e vagabunda por opção, escolhi ser safada, piranha e drogada porque gosto, não me arrependo das milhares de vezes que fui fodida, penetrada, estuprada, violentada, arregaçada e abusada, pois em todas elas eu gozei e aceito com alegria o presente inesperado que a vida me deu.

Porra, quero que todos aqueles que um dia me amaram verdadeiramente vão para puta que pariu!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - FIM.

... Continuação.


... Ela havia então começado a chorar, seu corpinho tremia muito, acredito que ela estava morrendo de medo do que estava acontecendo, mas mesmo assim eu não conseguia parar, eu queria sentir mais e mais o corpo da minha linda menina, eu queria ter o gosto de sua pele, saliva e líquidos em minha boca, eu queria devorar minha sobrinha... forcei então sua perna para que ficasse aberta, enquanto falava para minha sobrinha, que a titia só queria dar uma olhadinha, e que não iria machuca-la, mas minhas palavras não faziam efeito, ela continuava a chorar baixinho, pedindo para que eu parasse; foi quando olhei para o meio de suas perninhas abertas e vislumbrei sua "xaninha" completamente fechadinha, com uma pelinha rosada fechando o canalzinho de sua bucetinha, ela tinha a pele muito branquinha e sem nenhum pelo, sua racha era completamente rosada e muito pequena, naquele momento eu me lembrei de como eu era e de como era ser pura e virginalmente inocente.



Com suas pernas ainda levantadas para o lado e completamente aberta, comecei a passar vagarosamente minha língua em sua bucetinha, lambia e chupava com delicadeza sua racha, enquanto falava para minha menina que não precisava mais chorar, pois não estava doendo, e que a titia não iria deixar ninguém machuca-la, e só iria sentir o gostinho de sua "pererequinha", continuei então a chupa-la cada vez com mais tesão e ternura, ao mesmo tempo forçava a pontinha da minha língua naquela pequena abertura por onde saía sua urina, tomando todo cuidado do mundo para não rasgar seu himem, e arrancar seu cabacinho; fui aos poucos diminuindo o rítimo até a completa exaustão, havia dado um banho de língua em minha pequena menina, tinha chupado sua buceta até ficar vermelhinha, seu gosto e perfume ficarão para sempre em meus pensamentos e na minha memoria, ao parar, olhei para minha sobrinha que também já havia parado de chorar e estava apenas com as marcas das lágrimas em seus olhos e rosto, e disse com um sorriso largo em meu rosto: Viu só, a titia falou que não ia machucar você, eu só estava vendo se você era igual a titia; fechei então suas perninhas e deitei meu corpo sobre o seu, e a abracei muito forte procurando sempre beijar sua boca e sentir sua pequena língua... virei na cama ficando do lado do seu corpo e com minhas mãos virei minha sobrinha de bruços, deixando ela deitada de barriga para baixo e costas virada para cima, levantei meu tronco e passei a alisar suas pernas, coxas e bundinha, era tão branquinha e magrinha, mas já podia notar o quanto seu traseiro era arrebitado, passei então a lamber e a dar pequenas mordidas em sua bundinha, enquanto enfiava minha língua por entre suas pernas, bunda e vulva, abri então suas perninhas e me posicionei no meio delas, e com as duas mãos levantei seu quadril a deixando de quatro para mim, nossa ela estava de joelhos sobre a cama e com sua racha e bundinha na altura da minha boca e olhos, esperando apenas ser invadida por minha língua e dedos, e foi isto que aconteceu, passei então a chupar e lamber sua vagina e bundinha, ao mesmo tempo em que meu dedo indicador ia aos poucos sendo introduzido dentro do seu apertado ânus, eu falava a todo momento para ela não se preocupar e não ter medo pois a titia não iria machuca-la, só queria dar o prazer e a alegria que ela havia proporcionado a titia... e a medida que chupava sua raxinha, meu dedo indicador entrava cada vez mais profundo em seu ânus, tirando pequenos gemidos da minha menina, vagarosamente eu introduzia meu dedo indicador em sua bundinha muito apertada, introduzia e deixava um pouquinho, depois voltava a forçar mais um pouquinho, até a completa inserção do meu dedo em seu pequeno rabinho, estava agora com o dedo indicador completamente dento do ânus da minha sobrinha, notei que seus olhos já estavão cheios d'água, mas ela não chorava, apenas gemia baixinho e forçava muito forte os músculos do ânus para continuarem fechados, passei então a retirar vagarosamente meu dedo de dentro dela, e a medida que ia saindo, eu voltava a introduzi-lo novamente, até a completa introdução, fiquei vários minutos fazendo aquilo até que decidir colocar dois dedos dentro dela, comecei então a retirar meu dedo indicador, e a medida que saía podia-se notar que estava todo lambuzado, tirei-o completamente do ânus da minha menina e mesmo estando todo lambuzado e sujo, gospi na bundinha da minha sobrinha e me preparei para introduzir novamente meu dedo indicador juntamente com meu dedo médio, e a medida que forçava entrada com meus dois dedos, as gemidas da minha sobrinha tornaram-se cada vez maiores pois ela havia trancado o cuzinho, forçando a bundinha para que eu não entrasse dentro dela, falei então para minha menina relaxar, pois a titia não tinha machucado ela e que já estava acabando, passei então a forçar meus dedos contra sua bundinha, foi quando eles entraram rasgando e tirando lágrimas dos olhos daquela frágil criança, e mesmo assim eu não conseguia parar, ao contrario, passei a introduzir meus dois dedos cada vez mais forte e profundo em seu ânus, que agora latejava de dor pois a medida que eu introduzia e forçava meus dedos em seu interior, eu massageava sua "xana" com meu dedo polegar, fazendo com que ele machucasse seu cabaço, mas sem rompe-lo. minha sobrinha começava a chorar novamente me pedindo para parar, mas quanto mais ela chorava, mais eu introduzia e forçava, até que ela não aguentando mais começou a defecar em meus dedos e mãos, retirei imediatamente meus dois dedos de dentro dela enquanto ela cagava e chorava, afastei a coberta juntamente com o restante das coisas que estavam sobre a cama e esperei ela terminar de defecar, enrolei então o lençol e retirei-o da cama, ao mesmo tempo que jogava-o para o canto do quarto, mostrei então meus dedos para minha sobrinha e disse que aquilo era normal, e voltei a coloca-la sobre a cama novamente, ela não podia deitar pois sua bundinha e pernas estavam todas sujas, posicionei-a de quatro novamente, e sem perder tempo, introduzi novamente meus dedos, ela fazia força para que meus dedos não entrassem, aproveitei então que meus dedos estavam todos lambuzados e forcei entrada de uma só vez com três dedos, foi quando ela deu um berro muito alto ao mesmo tempo em que sangue começou a sair de seu ânus, introduzi sem dó três dedos de uma só vez dentro da minha sobrinha e iniciei um vai-e-vem muito lento e ritmado, notei que suas pregas anais haviam se rompido, e o sangue que saia aos poucos, vinham destas feridas abertas bem na borda de seu cuzinho, passei então a massagear sua pequena vagina com meu polegar, mas tomando todo cuidado do mundo para não romper seu cabacinho; com meus três dedos em seu rabinho, minha menina chorava muito e seu corpinho parecia ter congelado, pois nenhum movimento saía dele, a não ser soluços e lágrimas, eu estava possuída pois quanto mais minha sobrinha chorava, mais força eu empunha em meus dedos, fazendo-os penetrarem cada vez mais profundo e mais rápido, até que introduzi todos os meus dedos até o talo em seu ânus, ela estava agora com três enormes dedos em sua bundinha de menina, e aos poucos retirei meus dedos de seu rabinho e deitei-a no colchão não me importando se ele iria ou não se sujar, minha sobrinha estava com os olhos imersos em lágrimas e com os bracinhos estendidos no rumo do umbigo simplesmente congelado e atônita, tentando de todas as formas impedir que eu a invadisse novamente... abracei-a muito forte, e naquele momento uma dor muito grande apoderou-se de mim, o que eu havia feito? eu não acreditava que tinha acabado de molestar minha própria sobrinha de apenas 6 anos, então comecei a chorar juntamente com minha sobrinha; acredite, o remorcio era muito grande, mas maior ainda era o medo de que minha irmã descobrisse o que havia acabado de acontecer com sua filha, comecei então a suar frio ao mesmo tempo em que beijava as mãozinha de minha sobrinha e pedia-lhe perdão por tê-la machucado; minha menina havia parado de chorar, estava apenas com os olhos vermelhos e soluçando, acredito que ela estava agora espantada e com medo ao me ver chorar e pedir-lhe desculpas sem parar, foi quando ouvi novamente aquela vozinha fininha e angelical me perguntando: Titia por que está chorando, eu te machuquei? me desculpe titia, me desculpe...
Existem momentos em nossas vidas que erramos, mas mesmo assim as vezes é possível concerta-los com o tempo ou pelo menos aprender com os erros, mais a pior coisa do mundo e que nos mata a todo momento nos consumindo a cada respiração, é o remorcio, remorcio por ter feito as coisas mais horríveis do mundo com as pessoas que mais te amam, e pior fica, quando estes erros não podem ser concertados ou esquecidos, resta-nos então a dor e a maldição, e foi isto o que aconteceu comigo... A maldita vida que hoje levo, é reflexo do dia em que fiz minha sobrinha chorar.

domingo, 10 de julho de 2011

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU - 2º PARTE

... Continuação.


... Há tempos não sentia o calor de um abraço, há tempos ninguém havia me demonstrado tanto carinho e afeto, há tempos eu estava me sentido só... E foi ela, minha linda sobrinha de apenas seis anos de idade, que despertou em mim, esse lado carente, lindo e proibido de um espírito profano e imaculado capaz de seduzir e ser seduzido por uma alma tão ingênua e infantil, capaz de despertar desejos e libidos retraídos e esquecidos por mim, mas que com aquele abraço, se afloraram tomando conta da minha pele e corpo, e minha alma almejava como nunca, sentir o toque daquele corpo angelical no meu, e eu queria de alguma forma retribuir todo o carinho, afeto e demonstração de amor que minha sobrinha havia demonstrado para comigo; e mesmo abraçada com minha sobrinha sobre a cama, passei a alisar e tocar seus lindos cachinhos de cabelo, ao mesmo tempo que pressionava seu frágil corpo contra o meu, sentia meu corpo cada vez mais quente, e uma excitação cada vez maior, e a medida que em que eu estava me afastando, ela veio e me deu um beijinho na bochecha e disse: venha titia, venha deitar comigo, respondi que tinha que vesti meu pijama, e que já estava indo dormir também, levantei da cama, respirei forte e profundamente e voltei a procurar algo para me vestir, enquanto revirava minha gaveta, percebi que minha menina não tirava os olhos do meu corpo, peguei rapidamente uma camiseta longa e muito fininha, porém confortável e me vesti, não usava nada por baixo, odeio dormir com calcinha ou soutien, gosto de me sentir livre; virei em direção a minha cama e perguntei para minha sobrinha se podia apagar a luz? ela respondeu que gostaria que deixasse só mais um pouquinho acesa, corri então para a cama e me coloquei debaixo da coberta, nesse mesmo instante, minha sobrinha veio e me abraçou gostoso, e pude novamente sentir o calor e o perfume daquele corpo de menina, com meu rosto virado para seu lado, perguntei se ela tinha algum namoradinho na escola, ela sorrindo disse que não, mas os meninos ficavam querendo beijar sua boca na hora do recreio, eu logo disse que ela era muito novinha para beijar meninos, e que não podia, e ela rapidamente me perguntou: titia e se for beijinho de beija-flor? perguntei o que era beijinho de beija-flor? ela levantou seu rosto, e deu-me um selinho na boca, seguido de uma longa e gostosa gargalhada, respondi que beijinho de beija-flor podia, mas se alguém tentasse lhe dar um beijo de verdade, que ela devia contar para mim. Titia como é um beijo de verdade, perguntou? não sabia o que responder, como explicar a uma garotinha de seis anos como era um beijo de verdade? seus olhos brilhavam a medida que a resposta não vinha, passei as mãos sobre seu rosto e me aproximei, e subitamente como se estivesse enfeitiçada, aproximei meus lábios de sua boca e a beijei...



Meu Deus, eu sei o quanto estava errada fazendo aquilo, mas havia algo maior do que eu, que me impelia e me obrigava, a sentir o doce sabor dos lábios de minha sobrinha, com a boca aberta, toquei bem de leve naqueles pequenos lábios, e com minha língua, abri espaço dentro de sua pequenina boca, despejando toda minha saliva e chupando ao mesmo tempo, sua pequenina e quente língua, e como uma boa aluna, minha menina aceitava silenciosamente, todo e qualquer desejo que aflorava por todos os poros de minha pele, a medida que o tempo passava, eu serpenteava mais e mais, minha língua por todos os cantos de sua boca, dando chupadas vigorosas em seus lábios e língua, ao mesmo tempo que minhas mãos suspendiam sua fina blusinha branca, com gola rendada, deixando amostra seu tronco e seios nus; sua pele clarinha emanava um perfume de criança e um calor ingênuo de pureza e inocência, seus olhos enormes me fitavam com ar de interrogação e dúvida, pois não sabia ou não entendia o que estava acontecendo, ela simplesmente cedia as minhas investidas e desejos. Neste momento passei a tocar e alisar a pele, ombros e costas da minha sobrinha, passava minhas mãos sobre seu corpo, como quem quer devorar por completo aquele banquete de pele branca e rosada, indefesa, e muito jovem; chupava sua boca vigorosamente, enquanto minhas mãos serpenteavam seu corpo, e aos poucos, tentava puxar para baixo com movimentos suaves, toda a roupa que cobria seu quadril e pernas, desci todo seu pijama, deixando minha sobrinha nua, completamente pelada, e pude então contemplar aquele frágil corpo, estendido sobre minha cama, completamente nua, sem marcas nem cicatrizes, desprovido de qualquer pelo pubiano, apenas uma pele muito branca e visivelmente tremula...




Eu estava tomada por um espírito maldito, que me fazia perder o controle sobre minhas ações e desejava cada vez mais sentir, tocar, penetrar o corpo da minha sobrinha de apenas seis anos; ela estava deitada sobre minha cama totalmente sem roupa, foi quando puxei o restante da coberta para baixo e levantei minha camiseta branca de tecido fino, ficando também completamente nua, neste momento puxei minha menina para cima de mim, enquanto sentia o calor de sua pele, e as batidas fortes de seu coraçãozinho, parecia até que iria sair pela boca, seu corpinho tremia muito, como se estivesse pressentindo o pecado a sua volta; e eu cada vez mais forte, beijava, abraçava e apertava aquele frágil corpo ao meu; nesta hora parei de beija-la e pedi para que ela olhasse meus seios, ela levantou seu tronco e olhou meus seios com meus bicos rosados e pontudos, peguei suas mãos e passei a alisar meus peitos, sentindo seus dedinhos tocarem minha pele de forma tão delicada e carinhosa, pedi então para que os chupasse, para que passasse a língua nos biquinhos e mordesse bem devagarinho, e como uma boa aluna ela obedeceu copiosamente, o tesão que sentia ao ser mamada e mordiscada pela minha sobrinha era indescritível, os bicos dos meus seios estavam duríssimo e minha vagina estava ensopada, e não resistindo mais, peguei sua mão direita e levei ate minha "xoxota" e disse: sinta o quanto a titia é quentinha, coloque seu dedinho ai dentro e veja se está molhadinho? a principio ela ficou quietinha, não se mexeu, ficou apenas com as mãos na portinha da minha vagina, peguei então seus dois dedinhos indicadores e coloquei dentro da minha "racha" e passei a me masturbar, colocando seus dedinhos dentro da minha xana e apertando-os contra meu grelo, e nesta hora, pedi para que ela brincasse com minha "lindinha", colocando seus dedinhos dentro da titia e tirando, e aos poucos ela foi se interessando e a medida que eu ficava mais molhada, mais dedinhos ela colocava, pedi então para que ela fechasse os 5 dedinhos, e segurando-a pelo pulso direito, fui introduzindo seus dedos para dentro da minha "racha", a medida que seus dedos entravam em mim, a dor e o tesão aumentavam, e cada vez mais eu forçava seu pulso de encontro a minha vagina, fazendo com que aos poucos seus dedos e sua mão entrassem dentro da minha buceta... nossa, me lembro do imenso prazer que senti ao ter a carne da minha vagina invadida pela mão da minha sobrinha, senti sua mão todinha dentro de mim, forcei seu braço até senti seus dedos tocarem meu útero, comecei então a tirar e colocar sua mãozinha dentro da minha "xota", e fiquei com este movimento ate gozar de tesão, melando toda a mão e dedos da minha pequena menina; urrava feito uma louca desvairada, dizia que ela tinha feito tão gostoso, e que a titia estava gritando e gemendo de felicidade, e que sua mãozinha era a coisa mais gostosa que já tinha entrado dentro da titia...




Retirei sua mão de dentro de mim e pedi para que ela olhasse como a titia estava, arreganhei então minhas pernas e abri minha buceta para minha sobrinha, foi quando ela disse que tinha ficado um "buracão" no meio das minhas pernas, notei que ela teve medo, ao ver como minha xoxota havia ficado, mas respondi que não estava doendo, e que era deste jeito que as meninas ficam quando crescem... E que um dia, sua "pererequinha" ia ficar daquele jeito, mas que ela não ia sentir dor, e que a titia iria dar uma olhadinha para ver como era seu "brinquedinho" e se era parecido com o da titia...



Deitei minha sobrinha novamente em minha cama e me posicionei ao lado dela, abri então suas perninhas e pedi para que ela me deixasse ver sua "pererequinha", notei então que ela não queria abrir suas pernas, fazia força para mante-la fechada, foi quando olhei para seu rosto e notei que lágrimas escorriam de seus olhos, ela havia então começado a chorar...




... Continuação.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O DIA EM QUE MINHA SOBRINHA CHOROU.

O que irei relatar hoje com certeza ira chocar muitos de vocês, sendo este talvez meu maior pecado e quem sabe o início de todo meu castigo. Isto aconteceu há muito tempo, eu ainda morava com minha irmã mais velha, ela havia engravidado de um "La Plata" e teve uma linda menina; os anos se passarão, eu entrei para a faculdade e certo dia, estava fumando maconha com uns amigos, em uma festinha particular na casa de um deles, quando avistei o garoto por quem estava completamente apaixonada, beijando uma vagabunda qualquer, aquilo me deixou arrasada, não queria acreditar, não suportava mais ser sozinha, e no meio daquela loucura, resolvi dar um "tapa" em algo mais forte, como por exemplo a cocaina. Deus, aquilo me deixou extasiada, aquela sensação de solidão e vazio havia acabado, eu me sentia não como um anjo, mas como um demônio, capaz de fazer qualquer coisa e ter qualquer um; haaaa que sensação extraordinária, eu seria capaz de "dar" a noite inteira, não só para o garoto por quem estava apaixonada, mas tambem para a "puta" que o acompanhava, nesta hora, não existe o certo e o errado, não existe homem e mulher, não existe preconceito ou cor, resta apenas, um desejo descomunal de ser feliz, uma vontade imensa de pegar o que é seu por direito, a certeza de que voce é espacial... não demorou muito, para aquela sensação de vazio, solidão, impotência tomar conta de mim novamente, resolvi então que já era hora de partir, e fui para casa mais cedo que de costume; lá chegando, encontro minha irmã tentando fazer minha sobrinha dormir, pois ela iria sair com o namorado e não voltaria para casa naquela madrugada... Disse a ela que poderia sair, eu mesmo tomaria conta da minha sobrinha, precisava apenas tomar um banho e que iria dormir logo; deixei minha linda sobrinha assistindo TV, enquanto entro para o banheiro e retiro minha roupa na esperança que a água leve toda esta angustia e dor que paira sobre meus ombros.



Minha sobrinha é linda, seus cabelos loiros e cacheados a transformam em uma verdadeira boneca, esta sempre brincando com sua "barbie" ou andando em sua pequena bicicleta, ela já estava com seis anos naquela época, hoje já é uma adolescente, e assim como a mãe e a tia, já posso prever seu futuro...



Sentei no chão frio do banheiro, enquanto a agua morna derramava sobre meu corpo, estava me sentindo muito sozinha, muito carente, muito frágil e desprotegida, estava em um daqueles momentos em que nós mulheres, transaríamos com o primeiro homem que batesse a nossa porta, ou seja, eu estava realmente necessitada, começo então a chorar, abraçada as minhas próprias pernas, faço uma oração silenciosa, na tentativa de que Deus me desse uma resposta as muitas súplicas que há tempos tenho lhe pedido; mas é envão, e a única resposta que ouço, são meus próprios soluços e gemidos no canto frio daquele banheiro...


Derrepente, ouço uma voz fininha e angelical batendo a porta, é minha sobrinha de apenas seis anos perguntando o por quê estou chorando? não chore titia, por favor, não chore... Me lembro disto como se fosse hoje.


Respirei forte pela boca, tentando tomar algum fólego, e respondi que não estava chorando; não se preocupe, a titia está apenas pensando meu anjo, eu já vou sair do banheiro, fica ai assistindo TV que eu já vou. Levantei do chão, fechei o chuveiro e me enrolei na toalha depois de enchugar meus olhos, devo ter passado umas quatro ou cinco vezes o pente pelos cabelos e abri a porta... Ela estava ali parada, olhando com aqueles olhos enormes, me fitando com um ar de dúvida e receio, porêm seus olhos transbordavam ternura, como se estivesse compartilhando da mesma dor, do mesmo sofrimento do que eu; novamente com sua voz fininha, ela pergunta: estava chorando titia? Eu respondo que não, que estava apenas com saudade da vovó, você não tem saudade da vovó? perguntei.


Estendi minhas mão em sua direção, e peguei sua mãozinha conduzindo-a até o quarto, disse que já estava tarde e era hora de menina ir dormir, retirei a coberta que estava sobre a cama e coloquei-a deitada; nesta hora, com seus olhos enormes ela me pede para dormir comigo, pois já sabia que sua mãe não viria naquela noite, fomos então para meu quarto, enquanto ela se ajeitava em minha cama, eu terminava de enchugar meu corpo próximo do guarda-roupa, procurando algo para vestir... Neste momento ouço minha sobrinha dizer: Titia você tem o corpo mais bonito que eu já vi, quando eu crescer quero ser igual a senhora... Nesta hora, viro-me para tráz e vejo minha sobrinha assentada sobre a cama olhando fixamente para meu corpo, seus olhos sem nenhuma maldade ou malícia percorrem meu corpo de cima em baixo, olhar este, que uma mulher espera receber do homem que ama, pelo menos uma vez na vida.


Não sei o que se passou em minha cabeça naquele momento, mas era tudo que eu queria ouvir, era tudo que eu precisava ouvir, e repentinamente um desejo enorme de abraçar minha sobrinha e agradecer pelo elogio, tomou conta de mim, e sem perceber que ainda estava nua, andei até ela e estendi meus braços em um abraço forte e demorado, nesta hora me faltaram palavras e as lágrimas voltaram a correr pelo meu rosto...


Existem demônios que assolam nossos pensamentos constantemente, e para nos livrarmos dele é preciso sermos fortes, forte o bastante para afasta-lo de nossa cabeça... mas quando eles invadem nosso corpo, ai não tem jeito, porque na luta do espirito contra a carne, a carne sempre devora o espirito.


E naquele abraço longo e terno, comecei a sentir o calor daquela menina, calor que emanava de seus bracinhos finos e desnudos, calor que vinha de seu hálito e me embriagava, calor que passava de seu corpo para o meu me fazendo travar uma luta já perdida contra meus próprios demônios.
 
continua...

domingo, 3 de julho de 2011

FUI CAVALGAR, E ACABEI SENDO CAVALGADA.

Era manhã de quinta-feira, quando um "tempra" para na porta da minha casa, eram meus colegas que freneticamente buzinavam e gritavam de dentro do carro, apressando-me para nossa viagem, iríamos a uma fazenda aqui do município, as margens da represa de Miranda, onde haveria muita bebida, música, homens e é claro sexo e depravação.

Eu usava uma mini-saia jeans, com uma blusinha de tecido fino azul que mostrava perfeitamente o contorno dos meus seios durinhos e pequenos, cujos mamilos esticavam o tecido de forma extremamente sensual, minhas pernas são longas e bem torneadas, e minha bundinha, nossa... é simplesmente um tesão, tenho a poupança grande, branquinha e durinha, não existe "jumento" neste mundo que não queira penetra-la.

Despedi da minha irmã mais velha com quem morava, fechei a porta e fui ao encontro dos rapazes, que já estavam visivelmente eufóricos; dois deles eram meus colegas de faculdade, havia uma garota ao lado do motorista com uma cara de quem comeu e não gostou, visivelmente descontente com minha presença, a pintura que usava na cara era tão forte e chamativa, que naquela ocasião mais se parecia com uma puta barata, enquanto eu "a verdadeira puta" estava tão linda e natural que despertava a inveja daquela vadia e os olhares de todos que ali estavam. Havia também ao meu lado, um garoto que eu não conhecia, amigo de um dos meninos, era alto, branco, magro, cabelos negros e curtos, usava óculos e era deliciosamente tímido, mal conseguia me olhar nos olhos, ficava sempre de cabeça baixa ou olhando para o horizonte através da janela, e quando eu fingia não perceber, notava que ele me comia com olhos, olhando fixamente minhas pernas e coxas.

Pronto, a partir daquele momento, eu já sabia quem seria minha vítima, eu iria devorar aquele garoto todinho, e ensinar-lhe a arte da depravação e da luxúria pois podia jurar que era virgem ou no mínimo inocente e bobalhão.

Chegando na fazenda, notei que já tinham mais três carros estacionados na porta, e já era possível ouvir a algazarra que vinha de dentro da casa, descemos nossas bagagens e nos instalamos cada um a sua maneira, havia quartos só para casais e quartos onde iriam dormir apenas garotas e um outro que ficariam apenas os rapazes; escolhi ficar com as meninas, já que era solteira e não tinha namorado; ao caminhar pela fazenda, notei um enorme pomar com dezenas de frutas das mais diferentes qualidades, havia uma piscina de porte médio na lateral da casa e aos fundos um imenso lago de águas claras, tinha um tablado de madeira que adentrava uns cinco metros para dentro da represa e uma canoa de metal amarrada em uma das pilastras de sustentação deste tablado; a esquerda da casa, ficava um enorme galpão de madeira, usado para guardar mantimentos, adubos e rações e aos fundos ficava um pequeno estábulo com dois cavalos pangarés, mas que daria para quebrar o galho, pois eu amo cavalgar a cavalo.

Já estava escurecendo quando eu terminei de tomar meu banho, desci até o alpendre, onde todos já estavam bebendo, tocando violão, jogando truco e comendo churrasco, foi quando notei a figura do meu gostoso e tímido rapaz encostado no canto da parede, isolado com apenas um copo de cerveja e é claro, me comendo com os olhos de maneira disfarçada e marota. Peguei um copo e um prato e fui caminhando em direção ao meu jovem rapaz, como não havia mais lugares nas mesas e nem cadeiras, me aproximei do rapaz de óculos e perguntei se poderia me sentar ao seu lado, em uma mureta que circuncidava o alpendre. Ele prontamente me atendeu dizendo que sim, cabisbaixo, mal conseguia virar a cabeça em minha direção para me olhar nos olhos, imagina se aventurar em puxar uma conversa? decidi então tomar iniciativa e tentar saber um pouco mais sobre ele...

Não vou e nem poderia narrar o que e quais eram os assuntos que conversamos naquela noite, devo dizer apenas que conversamos muito, nos conhecemos e ao contrário do que eu pensava, ele era muito inteligente e bem educado... até que decidimos ir ao estábulo onde eu disse haver dois cavalos, mais que até aquele momento ele não tinha nem mesmo notado o enorme galpão de madeira a esquerda da casa.

Abri a enorme porta de madeira que fechava o galpão e adentramos, como estava muito escuro, tentei encontrar o interruptor das luzes que ficava em uma viga bem no centro galpão, acendi e caminhamos rumo ao estábulo, eu já estava um pouco alta, ele ao contrário, havia bebido muito pouco e se encontrava sóbrio, calmo e estranhamente confiante e seguro, falava sempre baixo, tocando de leve sempre que podia minhas mãos e não tirava os olhos do meu rosto. chegamos até o estábulo e ficamos um bom tempo encostado na cocheira apenas olhando os cavalos e conversando, conversando muito, até que derrepente, ele aproximou-se por traz, encostou seu corpo em minhas costas, segurou minha cintura com uma das mãos enquanto a outra virava meu rosto de encontro ao seu, sem pedir licença ou permissão, beijou-me calorosamente, serpenteando sua língua dentro da minha boca, e a única coisa que eu fui capaz de fazer, era retribuir aquele beijo, introduzindo também minha língua e sorvendo sua saliva; eu estava molhada de tesão e queria mostrar aquele jovem, o significado de uma trepada inesquecível, porém foi ele que começou a tomar conta da situação, mesmo eu estando de costa para ele, o safado já havia retirado minha camiseta, descido o meu short e estava massageando e apertando os bicos dos meus seios, enquanto a outra mão chegava minha calcinha para o lado e meu grelo ia sendo dedilhado pelos seus dedos. A minha surpresa foi realmente grande, quando virei de frente para ele, rasguei sua camiseta branca e desci sua calça jeans, havia ali uma enorme "jeba" dura, chegava a ser desproporcional ao restante do seu corpo franzino e aparentemente delicado, sempre tive sorte (ou azar - não sei) em relação ao tamanho dos pênis que me comem, estava boquiaberta com aquela linda ferramenta tocando minha barriguinha, meu primeiro impulso, foi me agachar e mamar aquela manjuba grande, dura e grossa, babava e salivava como uma cadela no cio, colocava aquela vara bem no fundo da garganta e sugava vigorosamente aquele mastro, era um cacete tão gostoso, que mesmo tendo ânsia de vómito no momento em que ele tocava fundo minha garganta, eu não resistia e não conseguia parar de mamar naquele cacete.

Nesta hora ele me levanta pelos braços e me puxa até um canto onde estava um amontoado de sacos de linho, contendo farelos e sementes, ele me levanta e me deixa deitada sobre os sacos, fecha minhas pernas e desce minha calcinha, e nesta hora, arreganha minhas pernas deixando minha bucetinha bem a vista, é quando sinto um prazer imenso ao ser tocada bem no fundo por sua língua quente e áspera, era um prazer indescritível, ele serpenteia, suga, chupa, lambe, introduz... sua língua tudo ao mesmo tempo, me fazendo gozar como uma louca, uma puta vadia, uma égua safada; aos poucos ele vai subindo e metendo toda aquela tora dentro de mim, sem dó e sem compaixão, ele bombeia vigorosamente aquele colosso, sinto as paredes do útero sendo estocadas violentamente por aquele homem, e no meio daquele frenessi intenso, não me importo se alguém vai nos pegar ali, não me importo com preservativo, não me importo com nada, a não ser que quero gozar novamente, com aquela rola dentro da minha racha; ele continua por vários minutos tirando e colocando aquele cacete de dentro de mim, com movimentos firmes e profundos, cada vez mais forte e mais rápido, nesta hora, ele pega minha perna esquerda levanta e coloca sobre seu ombro, retira seu cacete de dentro da minha xoxota e posiciona no rumo do meu buraquinho, como eu havia dito, homem nenhum resiste ao meu rabo, e com aquele cacete completamente lubrificado pelos meus líquidos vaginais, de uma só vez, em uma única estocada, força entrada pelo meu ânus me fazendo ver estrelas, eu dou uma gemida forte e profunda, tão profunda quanto o alcance de sua "jeba" em meu cú, estou suando e gemendo muito, o safado se parece com uma máquina não para nunca, e cada vez mais acelera os movimentos dentro de mim, seu pau desliza gostoso e suave pelo meu intestino, aos poucos ele vai diminuindo o rítimo, retirando completamente seu cacete de dentro de mim e voltando a introduzi-lo profundamente, e esta sensação de algo imenso entrando e saindo do meu rabinho, alargando e distendendo minhas pregas, me proporciona um prazer incrível, e já não aguentando mais, gozo novamente, fazendo com que meu cú exerça contrações vertiginosas naquele cacete; e por incrível que pareça ele ainda quer mais, retira seu pau de dentro do meu rego e levanta-se, me colocando de pé e de costas para ele, apoiada com uma das pernas sobre os sacos de sementes, ele arrebita minha bundinha para traz e novamente volta a penetra-la, só que agora, devido a esta posição, sinto seu "cajado" tocar muito fundo dentro de mim, como se tivesse cutucando meu estômago, começo a ter medo de que ele venha ferir meu intestino, e novamente ele continua cadenciadamente retirando seu cacete completamente e voltando a penetrar profundamente a minha bunda, minhas pernas estão tremulas, eu já estou toda inchada pois já faz mais de uma hora que começamos a transar, e ele não traz em seu rosto, nenhum sinal de cansaço ou de que quer parar de me fuder, novamente ele começa a diminuir o rítimo até tirar completamente seu cacete de dentro do meu cú, ele senta nos sacos e me puxa para cima dele fazendo com que eu fique de costas para ele e sentada em seu colo, sua manjuba esta toda suja e melada, mas isto parece não o incomodar, ele me segura pelo quadril, levanta minha anca e me faz assentar sobre aquele cacete extremamente duro, minha buceta é novamente castigada, ele me obriga a cavalga-lo forte, subindo e descendo até seu cacete tocar meu útero, enquanto isso, uma de suas mãos começam a deslizar sobre minhas costas e descem até o meu rego, com os dedos ele começa a penetrar meu rabo todo melado, enquanto sua vara entra e sai da minha buceta, ele força cada vez mais seus dedos dentro de mim, procurando enfiar três, quatro dedos inteiros dentro do meu cú, sinto uma dor descomunal, afinal de contas estou sento duplamente penetrada; derrepente, ele me puxa com muita força para baixo, fazendo com que seu cacete arregace meu útero e seus dedos rasguem meu cú, e uma enchorrada de porra escorre pela minha buceta, aliviando a dor das paredes vaginais e uterinas esfoladas pelo atrito constante daquela manjuba sedenta e insaciável.

O estranho é que a primeira vista, aquele garoto magro, de óculos e tímido, parecia não saber nada sobre depravação e degeneração sexual, e eu que pensava ser professora, acabei aprendendo a ser cavalgada como uma égua ensandecida.